Yenny Medori

Yenny Medori 🎙 Locutora profesional con manejo del acento neutro.
🧩Hagamos que mi voz haga match con tu marca

Quis fazer um recap do meu 2025.💫 Porque nem todo ano é sobre começar coisas novas, às vezes é sobre continuar, sustenta...
01/01/2026

Quis fazer um recap do meu 2025.💫

Porque nem todo ano é sobre começar coisas novas, às vezes é sobre continuar, sustentar e reconhecer o caminho.

1️⃣ Continuei cuidando da minha saúde. Em 2025, segui firme com um compromisso que já tinha começado em 2020 👉 exames em dia, o câncer sob controle e a decisão consciente de não abandonar o processo. Constância também é coragem.

2️⃣ Assumi um compromisso com meu corpo. No meio do ano, me matriculei na academia. Não por estética, mas por respeito ao meu corpo, à minha história e a tudo o que ele já enfrentou. Nem sempre é fácil, mas sigo.

3️⃣ Oficializamos a adoção da WEB 🐾Depois de mais de um ano convivendo com a gente, ela passou a ser oficialmente parte da família. Chegou devagar, ficou, mudou a rotina e encheu a casa de amor. Algumas conexões simplesmente escolhem a gente.

4️⃣ Vivi um dos momentos mais emocionantes da minha vida. Ver minha filha, a Valeria, se formando foi um orgulho impossível de explicar, daqueles que f**am guardados pra sempre.

E, por fim, 2025 também foi um ano de aprendizado no Um ano em que sentimos o carinho diário dos peludos, em que nem tudo fluiu como imaginávamos, mas que serviu para reafirmar o propósito de continuar, ajustar, crescer e fortalecer esse projeto feito com tanto amor e responsabilidade. Seguimos com vontade de evoluir, melhorar o serviço e abrir espaço para muitos focinhos felizes novamente.

Esse foi meu recap de 2025. Um ano de continuidade, amor, constância e esperança.
Agora sigo em 2026 com o coração aberto e os pés no chão. ✨🐾

Este é o meu corpo. 💗Não é 90–60–90.Mas, para mim, é um corpo perfeito.💜 É um corpo que recebeu um diagnóstico de câncer...
30/12/2025

Este é o meu corpo. 💗
Não é 90–60–90.
Mas, para mim, é um corpo perfeito.

💜 É um corpo que recebeu um diagnóstico de câncer de mama quase em estágio metastático.

💜 Que aguentou 19 quimioterapias intravenosas.

💜 Que passou por uma cirurgia de mama.

💜 Que resistiu a 25 sessões de radioterapia e 8 ciclos de quimioterapia oral.

💜 É um corpo que desenvolveu uma cardiopatia como consequência das quimios, e ainda assim seguiu em frente.

É o meu corpo.

💪 Um corpo que respondeu muito bem a todo o tratamento oncológico.

💪Um corpo que me trouxe até aqui, viva, presente, chegando a 2026.

💪Também é um corpo que suportou os meus descuidos. Eu não fazia exercícios, não cuidava tanto da alimentação (e esse ainda é um processo em construção).

Mas comigo mesma eu fiz um compromisso, cuidar de mim.

Este ano me matriculei na academia. Já são 6 meses de constância, de disciplina, de respeito por mim.

Não por estética.
Por saúde.
Por amor-próprio.
Por gratidão.

Este é o meu corpo.

E eu honro cada marca, cada cicatriz, cada vitória.

Vou contar algo sobre este chaveiro. 🩶Ele foi encomendado pela minha irmã, Mônica, quando meu sobrinho Paulo ainda ia na...
13/12/2025

Vou contar algo sobre este chaveiro. 🩶

Ele foi encomendado pela minha irmã, Mônica, quando meu sobrinho Paulo ainda ia nascer. Ela morava no Brasil e pensou nele como uma lembrança para as pessoas que conheceriam o bebê. Mesmo assim, guardou dois, um para mim e outro para a Valeria.

Naquele momento, em 2021, ela estava no Brasil e eu no Peru. E, de alguma forma, acredito que ela tinha dentro de si a convicção de que um dia me veria para me entregar esse chaveiro pessoalmente. 🥹

E isso aconteceu.

Ela finalmente me entregou em abril de 2023, quando chegamos ao Brasil, a Belo Horizonte, para fazer deste lugar o nosso novo lar.

Nunca usei. Sempre guardei como lembrança, como afeto, como algo de um signif**ado enorme para mim. Hoje pensei em finalmente usá-lo… e ainda hesito. Porque há objetos que carregam muito mais do que parecem, carregam história, espera e amor.

Algumas coisas não são só objetos. São vínculos. 🤍

Esse dia, ela foi a protagonista. Esse dia, ela era a única coisa que importava.Não posso expressar em palavras o orgulh...
12/12/2025

Esse dia, ela foi a protagonista.
Esse dia, ela era a única coisa que importava.
Não posso expressar em palavras o orgulho que sentimos dela.
Não só eu, mas todos na família.
Ela honra o seu nome.
Ela é corajosa.
Ela é a minha Valeria Valentina.
A nossa Valeria Valentina.
Ela é empreendedora.
Ela é inteligente.
Ela é determinada.
Ela é resolutiva.
Ela é o máximo.
Ela é minha filha.
E ela conseguiu enfrentar tantos desafios que, realmente, este conquista é mais que merecida.

Essas duas malas me acompanham desde 2017. Comprei-as na Venezuela, quando decidi migrar pela primeira vez, rumo à Colôm...
02/11/2025

Essas duas malas me acompanham desde 2017. Comprei-as na Venezuela, quando decidi migrar pela primeira vez, rumo à Colômbia. Naquele momento, eu não imaginava quantas fronteiras ainda atravessaria, quantas despedidas viveria, quantos recomeços caberiam dentro delas.

Depois, segui para o Perú, o país onde fiquei mais tempo. Seis anos. Seis anos de tantas histórias, de tantos aprendizados, de tantas transformações. Foi lá que vivi de tudo um pouco: cresci como pessoa, me reinventei como profissional, aprendi outros ofícios, enfrentei um câncer, vivi uma pandemia… Foram anos intensos, de dores, de descobertas, de quedas e renascimentos.

E hoje, depois de tudo, essas malas continuam comigo, aqui no Brasil, INTACTAS.

♥️ Intactas como a força que me manteve em pé em cada mudança.

♥️ Intactas como a esperança que nunca deixou de caber dentro delas, mesmo quando parecia não haver mais espaço.

Essas malas não são apenas objetos. São testemunhas silenciosas da minha história, da história da minha família, de todas as vezes em que precisei empacotar a coragem, respirar fundo e seguir.

Essas duas malas me acompanham desde 2017. Comprei-as na Venezuela, quando decidi migrar pela primeira vez, rumo à Colôm...
02/11/2025

Essas duas malas me acompanham desde 2017. Comprei-as na Venezuela, quando decidi migrar pela primeira vez, rumo à Colômbia. Naquele momento, eu não imaginava quantas fronteiras ainda atravessaria, quantas despedidas viveria, quantos recomeços caberiam dentro delas.

Depois, segui para o Perú, o país onde fiquei mais tempo. Seis anos. Seis anos de tantas histórias, de tantos aprendizados, de tantas transformações. Foi lá que vivi de tudo um pouco: cresci como pessoa, me reinventei como profissional, aprendi outros ofícios, enfrentei um câncer, vivi uma pandemia… Foram anos intensos, de dores, de descobertas, de quedas e renascimentos.

E hoje, depois de tudo, essas malas continuam comigo, com nós, aqui no Brasil, INTACTAS.

♥️ Intactas como a força que me manteve em pé em cada mudança.

♥️ Intactas como a esperança que nunca deixou de caber dentro delas, mesmo quando parecia não haver mais espaço.

Essas malas não são apenas objetos. São testemunhas silenciosas da minha história, da história da minha família, de todas as vezes em que precisei empacotar a coragem, respirar fundo e seguir.

✨ Nos últimos anos, depois do meu tratamento oncológico (mas bem depois, já na fase de controles),  comecei a perceber a...
11/09/2025

✨ Nos últimos anos, depois do meu tratamento oncológico (mas bem depois, já na fase de controles), comecei a perceber algo que antes não acontecia comigo.

Cada vez que preciso passar por um processo que envolve pegar minhas veias, meu coração dispara. Não é só “nervosismo”. É uma mistura de vulnerabilidade, ansiedade e até vontade de chorar.

Tenho apenas um braço disponível para punções, o esquerdo. Isso acontece porque, após a retirada dos gânglios linfáticos da mama, o braço operado não pode mais ser utilizado. Caso contrário, aumenta muito o risco de linfedema (inchaço crônico e doloroso).

Isso signif**a que, muitas vezes, a enfermeira precisa tentar uma, duas, três vezes até conseguir. Já cheguei a passar por 14 tentativas até que, na 15ª, finalmente encontraram a veia. Imaginem como f**a o corpo e a mente depois de uma situação assim.

Hoje entendo que o que sinto é resultado de memórias do corpo e da mente. Não é fraqueza, é consequência de tudo que vivi e continuo vivendo no acompanhamento da minha saúde.

💙 Falar sobre isso é também uma forma de acolher quem já passou ou passa por algo parecido.

Quero compartilhar algo muito pessoal. 💟A primeira vez que decidi fazer terapia psicológica foi logo depois da minha pri...
30/08/2025

Quero compartilhar algo muito pessoal. 💟

A primeira vez que decidi fazer terapia psicológica foi logo depois da minha primeira quimioterapia, quando recebi o diagnóstico de câncer. Eu já me sentia sobrecarregada, como se não conseguisse lidar com tudo sozinha, e tive a coragem de reconhecer que precisava de apoio. 💜

Foi então que conheci a minha terapeuta, com quem fiz sessões online enquanto eu estava no Peru. Uma das primeiras coisas que aprendi com ela, e que mudou completamente o meu processo, foi que chorar não me tornava fraca.

Durante a terapia, descobrimos juntas de onde vinha essa crença, algo que tinha acontecido na minha infância e que, sem perceber, eu carregava comigo até a vida adulta. Esse entendimento foi como abrir uma porta para enxergar que, por trás de muitos pensamentos ou sentimentos, quase sempre existe uma raiz, uma história, um motivo.

Reconhecer isso foi libertador. Porque pedir ajuda não é sinal de fraqueza, é um ato de coragem e de amor-próprio. 🌷

Hoje sei que ser forte também é permitir-se sentir, acolher a própria dor e dar espaço para a cura. 💫

Você já reparou que estamos cercados de infinitas “primeiras vezes” todos os dias, mas quase nunca percebemos? 🤔Às vezes...
13/08/2025

Você já reparou que estamos cercados de infinitas “primeiras vezes” todos os dias, mas quase nunca percebemos? 🤔

Às vezes, elas passam tão despercebidas que só nos damos conta muito tempo depois.

Desde o meu diagnóstico de câncer, passei a prestar muito mais atenção a esses pequenos detalhes da vida e a valorizar cada “primeira vez” que acontece, mesmo que pareça simples para os outros.

📸 Foto 2: meu primeiro hambúrguer de carne do Burger King. Sempre pensei que hambúrguer de rede famosa não fosse bom… e me surpreendi.
📸 Foto 3: minha primeira pizza de carne seca, sabor intenso e delicioso.
📸 Foto 4: experimentei bala baiana, um doce brasileiro cheio de sabor e história.
📸 Foto 5: provei caldo de cana fresquinho, docinho e gelado.
📸 Foto 6: minha primeira esfirra, macia e recheada.

Cada um desses momentos é mais do que apenas comer algo novo é lembrar que a vida está cheia de oportunidades de sentir, provar e descobrir. E que muitas vezes, por puro preconceito ou costume, deixamos de viver experiências que poderiam nos encantar.

Talvez valha a pena estar mais atento a esses pequenos momentos e se permitir. Afinal, cada “primeira vez” é única e pode virar uma lembrança incrível. ✨

🌿 Tive um respiro.Recomeçar, recomeçar e recomeçar não estava nos meus planos, mas aqui estou.Esses dias, emocionalmente...
04/08/2025

🌿 Tive um respiro.

Recomeçar, recomeçar e recomeçar não estava nos meus planos, mas aqui estou.

Esses dias, emocionalmente, não têm sido fáceis. Tenho vivido um processo interno de me ajustar, de aceitar, de acolher.

Hoje só quero honrar a minha história. A de quem saiu do seu país mais de uma vez. A de quem segurou firme mesmo com o coração apertado. A de quem, mesmo cansada, continua tentando, continua acreditando.

Se você também sente que está em um lugar que nunca planejou estar, respira. Você está fazendo o melhor que pode. E isso importa. 🌻

Valeria fez 18 anos! 🎉Uma comemoração simples, mas cheia de amor, com amigos e a família que temos a sorte de ter por pe...
06/07/2025

Valeria fez 18 anos! 🎉

Uma comemoração simples, mas cheia de amor, com amigos e a família que temos a sorte de ter por perto, mesmo longe da nossa terra, a Venezuela.

O Brasil nos acolheu com carinho. Aqui tem muita gente boa, que abre o coração, que dá oportunidades e que se deixa amar. 🩷

E quem não pôde estar presente, esteve de outras formas, por ligação, vídeo ou mensagem.

Obrigada por fazerem ela se sentir especial nesse dia tão importante. 🌻✨

Esse ano eu fiz 42 e, pela primeira vez em muito tempo, eu tava animada de verdade pra comemorar meu aniversário.🥂 Não s...
22/06/2025

Esse ano eu fiz 42 e, pela primeira vez em muito tempo, eu tava animada de verdade pra comemorar meu aniversário.🥂 Não sei explicar, só sentia que precisava celebrar.

Tive três tortas! 🎂 Uma no trabalho, surpresa linda dos meus colegas que me deixou emocionada (foto 7).

No próprio dia do aniversário teve bolo em casa, porque minha avó sempre dizia que no dia do niver TEM que ter bolo. Então teve: espumante, pizza, hambúrguer e nós cinco juntos, simples e especial (fotos 8, 9 e 10).

E alguns dias depois ainda teve uma comemoração pequena, mas cheia de amor, organizada pela minha filha Valeria e minha irmã Mónica 💛 (fotos 1, 2, 3, 4, 5, 6, 11 e 12).

Olho pra tudo isso e só consigo pensar "que sorte a minha. Tô viva, tô com saúde, com meus filhos, num lugar que sempre quis estar 🇧🇷".

💚 Não dá pra pedir mais nada. Só agradecer. 💚

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Belo Horizonte, MG

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