Coletiva Malva

Coletiva Malva Coletiva das produtoras Leticía Souza, Rita Boechat, Mirela Persichini e Daniela Pimentel voltada p

Alow, pessoal da Vila Paquetá! Está chegando a Mostra de Cinema na Biblioteca Graça Rios que acontece amanhã 08/05, domi...
07/05/2022

Alow, pessoal da Vila Paquetá! Está chegando a Mostra de Cinema na Biblioteca Graça Rios que acontece amanhã 08/05, domingo, a partir das 13:30h. A Mostra conta com sessões destinadas ao público infantil, jovem e adulto. Convidem seus amigos e familiares para comemorarem o dia das Mães com muito cinema, pipoca e guaraná! Até lá!🍿🎥🎞️

Agradecemos a todes que contribuíram para essa mostra e toda a trajetória da Malva até aqui! Essa retrospectiva encerra ...
25/10/2021

Agradecemos a todes que contribuíram para essa mostra e toda a trajetória da Malva até aqui! Essa retrospectiva encerra um ciclo de muito afeto e muitos encontros. Que nossa jornada se multiplique sempre e mais mostras e lugares da presença feminina se espalhem, valeu!

Na última sessão entram em cena outras configurações de mundo, outras propostas de imagem em movimento, reconfigurações ...
24/10/2021

Na última sessão entram em cena outras configurações de mundo, outras propostas de imagem em movimento, reconfigurações da representação. Mulheres negras em primeira pessoa na disputa narrativa da construção do pensamento. Revejo, contrapõe narrativas autobiográficas consagradas para então posicionar em quadro o real espelho de suas protagonistas, imergir num passado sem registros, retomar as imagens e registrar o presente de sua ancestralidade. Mulheres Negras: Projetos de Mundo, é o resultado de um ativismo dedicado e criador. Mulheres que sangram todos os dias em suas resistências cotidianas sobrevivendo a um sistema impossível. Com amor e com suas cicatrizes. Casca de Baobá, implica na força de sustentação das histórias de vida, do conhecimento resistente às barreiras de concreto, da comunicação pelas raízes da ancestralidade, que se não forem manejadas, o tempo despedaça.

REVEJO, dir. Láisa Freitas, Documentário, 19 min, Vitória - ES, 2017.
Sinopse: Identidades Negras são construídas coletivamente. Revejo é um filme sobre tornar-se negra e rever a si mesma de forma contemplativa.

MULHERES NEGRAS: PROJETOS DE MUNDO, dir. Day Rodrigues e Lucas Ogasawara, Documentário, 26 min, Santos/São Paulo - SP, 2016.
Sinopse: Nove mulheres, muitas vozes do presente, sem perder as referências do passado. Através de vivências e reflexões, o documentário levanta questões e instiga em poéticas as minúcias do que é ser mulher negra no Brasil.

CASCA DE BAOBÁ, dir. Mariana Luiza, Ficção, 12 min, Rio de Janeiro - RJ, 2017.
Sinopse: Uma jovem negra nascida em um quilombo no interior do Estado é cotista na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Sua mãe leva a vida cortando cana nas proximidades do quilombo. As duas trocam mensagens para matar a saudade e refletir sobre o fim de uma era social e econômica.

A diáspora negra que desenraizou, que sequestrou nossa cultura retomada sob o poder da ancestralidade, da experiência de...
23/10/2021

A diáspora negra que desenraizou, que sequestrou nossa cultura retomada sob o poder da ancestralidade, da experiência de negritude como vivências de mundo. Não se cobrar ser diferente do que se é, corpo, cor, cabelo e mente. Da oralidade, reconstruir fisicamente as fotos, os documentos, o passado que foi roubado. Do apagamento histórico, reconhecer as reais figuras formadoras da identidade nacional. O acúmulo de mulheres que não baixaram e não baixam suas cabeças, que em solo fértil plantaram suas raízes que empoderam suas filhas do presente e do futuro em suas performances cotidianas.

MINHA RAIZ, dir. Labibe Araújo, Documentário, 11 min, Belo Horizonte - MG, 2017
Sinopse: Documentário performático que perpassa a autoestima da mulher negra e autoaceitação, criticando o olhar ra***ta e invisibilizador da sociedade.

TANÇA, dir. Carolina Canguçu, Luana Gonçalves e Gercino Batista (Irmandade dos Atores da Pândega), Documentário, 30 min, Quilombo do Matição - Jaboticatubas - MG, 2015.
Sinopse: Tança, africana escravizada na região da Serra do Cipó - MG, é a matriarca ancestral do Quilombo do Matição, que teria vivido cerca de 130 anos. Constantina Augusta dos Santos, a tia Tança, renasce vigorosa na memória de seus descendentes mais velhos: seis irmãos da família Siqueira, que mantém com impressionante lucidez e riqueza de detalhes a história do quilombo.

TIA CIATA, dir. Mariana Campos e Raquel Beatriz, Documentário, 26 min, Rio de Janeiro - RJ, 2016.
Sinopse: Tia Ciata é um documentário sobre o protagonismo feminino negro sob a ótica da personagem popular Tia Ciata, uma mulher de suma importância para a cultura brasileira.

Vivemos num país que constrói valas comuns para enterrar seus mortos políticos asfixiados, que não pune seus carrascos, ...
22/10/2021

Vivemos num país que constrói valas comuns para enterrar seus mortos políticos asfixiados, que não pune seus carrascos, que está de volta no mapa da fome, destrói o futuro das crianças e dos adolescentes, que elimina seus cidadão diariamente, de bala certeira e de insuficiência respiratória, que golpeia a presidenta que ousou mexer no ninho das vespas dos canalhas, que mais mata travestis e transexuais no mundo, que importa um ideal de vida norte-americano, que deixa seus cidadão ao Deus dará.. e se Deus não dá? Filmes que irrompem através de estéticas politizadas e substanciais de um tempo em ruínas, que servem de oxigênio para um país em chamas.

UMA FAMÍLIA ILUSTRE, dir. Beth Formaggini, Documentário, 19 min, Rio de Janeiro - RJ, 2015.
Sinopse: Conversa entre o Bispo evangélico Claudio Guerra, ex-chefe da polícia civil que assassinou e incinerou militantes que se opunham à ditadura e Eduardo Passos psicólogo militante dos direitos humanos. Suas motivações variam entre o orgulho em ser um cumpridor de ordens competente, o prazer de ser temido e o amor ao poder e ao dinheiro. Ora é um cristão arrependido, ora um assassino orgulhoso de seu trabalho.

SOY (SOU), dir. Dê Kelm, Ficção, 12 min, Curitiba - PR/Havana - Cuba, 2017.
Sinopse: Os ventos estrangeiros sopram em Cuba e a ilha é invadida por um maremoto de câmeras que vão registrar a morte de Fidel. Uma menina cubana é jogada em meio ao que se torna um carnaval midiático. Por quanto tempo ela poderá carregar o peso da Revolução?

DILMA, dir. Glenda Nicácio, Documentário, 14 min, São Félix - BA, 2015.
Sinopse: Eleições presidenciais 2014. Passamos os três últimos dias da campanha com Dilma.

Em Belo horizonte, as mulheres, negras em sua maioria, sempre estão à frente nas lutas pelo direito à moradia e da luta ...
21/10/2021

Em Belo horizonte, as mulheres, negras em sua maioria, sempre estão à frente nas lutas pelo direito à moradia e da luta por seus territórios. A força tamanha, a alegria nos olhos, o poder nas mãos dessas mulheres que seguem em frente e seguram o rojão, nas marcas dos caminhos de exemplos grandiosos como Charlene Cristiane da Ocupação Rosa Leão na Izidora, Poliana Souza do Movimento de Luta nos Bairros, Vila e Favelas (MLB), Vilma da Silveira da Ocupação Esperança na Izidora, Glaucia Cristine do Kilombo Souza, dentre tantas outras lideranças, matriarcas e coordenadoras. Não seria diferente em outros estados e capitais. A conquista da moradia própria na Vila Mariquinha, região norte de BH, a atualização constante da luta por reais condições dignas de vida em Goiânia, o trabalho como modo de vida, o território auto reivindicado e a ponte das mulheres no Recife. Essa sessão é também uma homenagem a essas mulheres valentes e de luta que constroem a democracia real nas cidades e visam a autodeterminação de um povo em tempos egóicos e fragmentados. A nossa luta aqui vale mais que ouro em pó!

VILA MARIQUINHAS: A MEMÓRIA NO BORDADO, dir. Flávia Craveiro, Documentário, 20 min, Belo Horizonte - MG, 2009.
Sinopse: O documentário mostra como um grupo de mulheres negras da Região Metropolitana de Belo Horizonte se organizaram na luta pela moradia, utilizando o bordado como expressão política de um verdadeiro registro autobiográfico. Por meio da escrita e desejos dessas mulheres que juntas relatam seu universo feminino e os processos que ajudaram a desencadear uma história coletiva.

REAL CONQUISTA, dir. Fabiana Assis, Documentário, 14 min, Goiânia - GO, 2017.
Sinopse: Em Goiânia, no bairro Real Conquista, uma mulher, marcada por um forte passado de violência, luta por melhores condições de vida.

ENTREMARÉS, dir. Anna Andrade, Documentário, 20 min, Recife - PE, 2018.
Sinopse: No chão de lama, mulheres compartilham os seus vínculos e vivências com a maré, a pesca, e a Ilha de Deus.

Muito tem se falado sobre a luta anti-ra***ta e nas práticas que ela demanda. No Brasil, a maioria das pessoas ainda se ...
20/10/2021

Muito tem se falado sobre a luta anti-ra***ta e nas práticas que ela demanda. No Brasil, a maioria das pessoas ainda se valem do argumento de que o racismo foi superado ou que não existe. Como não existe, se ser negro nesse país é ter 80% de chance a mais de sofrer violência polícial, se a covid-19 mata mais pessoas negras e periféricas, se a maioria das mulheres mães solas são negras? Alegar que não existe racismo é calar a negritude e a própria vida. É não presenciar também a solidão da mulher negra postulada há mais de 500 anos e ratificada via sistema de representação estereotipado e excludente. A solidão é presente também nas tentativas de ação dessas mesmas mulheres em diversos setores, incluindo o audiovisual. Tanto a nível de representação das histórias e personagens à construção do olhar, as mulheres negras são taxadas pela estigmatização física e cultural e pela lacuna histórica de produção do pensamento e das imagens. Os conceitos de beleza e estética, de atração e desejo, postulados pela invenção patriarcal de sociedades estereotipa, suprime e arruína mulheres negras, estereotipa e engana mulheres brancas. Os filmes dessa sessão opõem-se a essas narrativas, construindo auto imagens sem medo do terror e do esplendor, libertando todas nós do quadro.

MENINA, dir. Amanda Duarte e Maysa Santos, Ficção, 10 min, Maceió - AL, 2013.
Sinopse: Nos corredores de uma faculdade, uma faxineira segue rumo aos seus afazeres cotidianos. Invisível aos olhos de professores e alunos, a mulher encontra nos cestos de lixo realidades menos solitárias do que a sua.

LÚCIDA, dir. Caroline Neves e Fabio Rodrigo, Híbrido, 16 min, Itaquaquecetuba - SP, 2015.
Sinopse: Mas eu nem sei se ela tem alguma coisa pra cozinhar, porque ela não me fala.

RAINHA, dir. Sabrina Fidalgo, Ficção, 30 min, Rio de Janeiro - RJ, 2016.
Sinopse: Rita finalmente realiza o sonho de se tornar a rainha da bateria da escola de samba de sua comunidade, todavia ela terá que lutar contra forças obscuras internas e externas.

Nesta sessão temos um recorte de filmes que foram exibidos nas 2ª, 3ª e 4ª edições da Mostra de Cinema Feminista. Em com...
19/10/2021

Nesta sessão temos um recorte de filmes que foram exibidos nas 2ª, 3ª e 4ª edições da Mostra de Cinema Feminista. Em comum, possuem uma narrativa de mulheres que seguem seu destino a qualquer custo, que enfrentam a família, marido, namorado, filho, patrão e seguem em suas elaborações e construções sem que nada as impeça. São filmes que para o deleite feminino, configuram-se em obras onde as personagens são auto referenciadas e se aproximam do real, mulheres que habitam lugares arriscados, que habitam suas próprias casas, com profissões complexas e masculinizadas, que fogem da ilha que as aprisiona, que deparam diante de suas próprias faces. Mulheres que podem e que se permitem desbravar e caem na estrada rumo a si mesmas.

TOPOFILIA, dir. Amanda Pontes, Michelline Helena, Documentário, 37 min, Fortaleza - CE, 2017.
Sinopse: Uma cartografia afetiva sobre morar, habitar e viver.

MEIO FIO, dir. Denise Vieira, Ficção, 20 min, Ceilândia - DF, 2014.
Sinopse: Karine Ban é locutora do programa de rádio ‘Relatos de uma mulher varada no amor’. Ela acaba de se mudar para um conjunto habitacional ‘Minha casa, Minha vida’ em Águas Lindas, entorno do DF. Divide seu tempo entre arrumar a nova casa e fazer o seu programa de rádio, enquanto uma questão pendente do passado insiste em reaparecer.

DEUSA, dir. Bruna Callegari, Ficção, 18 min, São Paulo - SP, 2016.
Sinopse: Deusa trabalha como arrecadadora no pedágio da ilha em que vive. Acostumada a ver o deslocamento dos viajantes, nunca havia pensado no próprio destino. Quando uma baleia encalha na praia, Deusa se sente diferente.

Os três filmes de hoje nos mostram as implicações em estar fora da norma. Como isso se dá de maneira diversa em cada um ...
18/10/2021

Os três filmes de hoje nos mostram as implicações em estar fora da norma. Como isso se dá de maneira diversa em cada um deles. No primeiro, um deslumbramento por aquelas figuras masculinas que montam mulheres exuberantes, mulheres totais! No segundo, temos um caminho absurdamente solitário e genuíno. A gente vê um nascimento aos 16 anos. No terceiro, montagens de personagens da vida real que dizem sobre os processos de transicionamento como uma condição construída, não sem suas dificuldades. Nos três filmes a solução por semblantes, soluções que passam pela imagem de si que o cinema é capaz de gerar. A nós da Malva é muito cara a ideia de pensar os feminismos para além da categoria mulher e que, a partir da indeterminação, seja possível o fazer político.

DIVA, dir. Clara Bastos, Ficção, 18 min, São Paulo - SP, 2016.
Sinopse: Camila se aproxima das drag queens que habitam a pensão de Bella.

MARIA, dir. Elen Linth, Riane Nascimento, Documentário, 17 min, Manaus - AM, 2017.
Sinopse: Nascida aos 16, numa cidade ensanguentada por corpos de peito e pau.

TAILOR, dir. Calí dos Anjos, Documentário, 10 min, Rio de Janeiro - RJ, 2017.
Sinopse: Tailor é um cartunista transgênero que compartilha em sua página na internet experiências de outras pessoas trans e seus desafios dentro da sociedade.

Nesta sessão, buscamos um olhar voltado à composições sobre memória, origens, colagens de fios de tempos, retratos em mo...
17/10/2021

Nesta sessão, buscamos um olhar voltado à composições sobre memória, origens, colagens de fios de tempos, retratos em movimento e cinema de arquivo. Os três filmes constituem uma busca pela composição histórica do antes e depois, sejam histórias próprias, apropriadas, de outros, de agora ou perdidas. O primeiro filme feito de encontro, das imagens que manejam as distâncias daquilo que já foi, para não esquecer, que o presente nos espera. O que está gravado/destacado em nossas memórias? O segundo nos remete a uma das atividades mais antigas da humanidade atualizada em seu caráter performático. O comércio ambulante nas cidades desde as primeiras atividades das mulheres negras comerciantes à atualidade, passa pela construção do cotidiano às relações de troca, da representação ao real. O terceiro, enfrenta o espelhamento da fantasia do que poderia ser a nossa terra. Planos de planos de cidades que não refletem nossas origens, que não comportam nossas raízes. Você consegue construir sua árvore genealógica?

RETALHO, dir. Hannah Serrat, Documentário, 23 min, Belo Horizonte - MG, 2015.
Sinopse: Pedrozo trabalhava nos Correios e fazia vídeos nos tempos livres. Com essas imagens, que ele mesmo postou no Youtube, Hannah faz seu primeiro filme, numa tentativa de encontrá-lo e redescobrir as pessoas e lugares que ele um dia filmou.

CAMELÔS, dir. Milena Manfredini, Documentário, 19 min, Rio de Janeiro - RJ, 2018.
Sinopse: Qual o limite do palco? Quais são os códigos de atuação que os camelôs partilham entre seus pares e clientes? De que forma corpo, cidade e afeto se atravessam? São esses disparadores que conduzem nossa trama de memórias entre o passado e o tempo presente na cidade do Rio de Janeiro.

FANTASIA DE ÍNDIO, dir. Manuela Andrade, Documentário, 17 min, Recife - PE, 2017.
Sinopse: Desde criança, ouvia minha mãe falar da minha ascendência indígena. Há duas décadas atrás meu tio materno foi ao encontro dos xukurus à procura de rastros desse passado, resolvi dar continuidade a essa busca.

Nesta madrugada teremos as duas sessões em contrapartida do projeto na Virada Cultural!Os filmes ficarão disponíveis som...
16/10/2021

Nesta madrugada teremos as duas sessões em contrapartida do projeto na Virada Cultural!

Os filmes ficarão disponíveis somente pelo seu tempo de duração. Então marca aí na agenda: a partir das 2h21 da manhã os filmes entrarão em cartaz na sequência apresentada nos cards, sessão da madrugada! Nada melhor 💚

Para acessar os filmes é só clicar em taplink.cc/coletivamava 😉

Este projeto é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte.

Em 2016 realizávamos a segunda edição da Mostra de Cinema Feminista dentro da programação do “DiversaS: Feminismo, Arte ...
16/10/2021

Em 2016 realizávamos a segunda edição da Mostra de Cinema Feminista dentro da programação do “DiversaS: Feminismo, Arte e Resistência”. Movimentação única e potente da cidade de Belo Horizonte, que reuniu dezenas de artistas e produtoras da cidade com o intuito de pensar o 8 de março num viés que envolvesse política e arte. A mostra nasceu junto das DiversaS, em 2015, nesse contexto de efervescência de lutas político-sociais na cidade. Trazemos para as exibições de cinema os debates acerca dos feminismos contemporâneos que os filmes e nossas comunidades levantam. Nessa sessão, temos um recorte, sensível e profundo, dos filmes da segunda edição que tocam temáticas tão caras às lutas feministas: ab**to, violência doméstica, feminicídio, assédio e prostituição.

A BONECA E O SILÊNCIO, dir. Carol Rodrigues, Ficção, 19 min, São Paulo - SP, 2015.
Sinopse: A solidão de Marcela ao tomar a decisão de interromper uma gravidez indesejada.

TRÊS VEZES MARIA: dir. Márcia Lohss, Ficção, 20 min, Natal - RN, 2014.
Sinopse: Maria Dolores que todos chamam de Dorinha, Maria Aparecida que é conhecida por Cida e Maria Apolônia, a fogosa Paloma, vivem e trabalham no Cabaré do Onório em Santo Antônio do Salto da Onça, uma cidade do interior do Rio Grande do Norte. Na noite da reinauguração do cabaré, as Marias terão que tirar força da amizade entre elas para suportar a dor neste lugar onde não há espaço para lágrimas.

A BATALHA DAS COLHERES, dri. Fabiana Leite, Ficção, 26 min, Lapinha da Serra - MG, 2015.
Sinopse: Após ser abandonado por Francisca, Salomão projeta contra ela uma vingança cruel e em seguida parte para um lugar distante onde pretende tocar sua vida impunemente, ao lado de outra mulher.

Endereço

Rua Glauber Rocha ,334 - Paquetá
Belo Horizonte, MG
31340280

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