A Associação Brasileira de Comunicação Pública - ABCPública tem como foco o fortalecimento da comunicação pública sob a ótica do direito do cidadão à informação e do dever do Estado de prestar contas de suas ações. A Associação Brasileira de Comunicação Pública – ABCPública tem como foco o fortalecimento da comunicação pública sob a ótica do direito do cidadão à informação e do dever do Estado de
prestar contas de suas ações. A ABCPública busca a valorização e o aprimoramento profissional dos que atuam nas diversas áreas de comunicação dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, nos três níveis da Federação, bem como dos comunicadores que exerçam atividades em associações, instituições de ensino e organizações sociais. No seu lançamento, a ABCPública divulga, em parceria com a LS Comunicação e Quiz Inteligência de Mercado, o I Diagnóstico de Comunicação Pública Municipal do Brasil, com dados inéditos. Tem como presidente Lincoln Macário (Câmara dos Deputados, ex-rádio CBN); vice-presidenteArmando Medeiros de Faria (consultor, ex-diretor de marketing do Banco do Brasil); diretora administrativa Ana Beatriz Santos (Senado Federal); diretor financeiro: Paulo Falzonni (ex-Associação Brasileira de Marketing Direto); diretor de relações acadêmicas Jorge Duarte (Embrapa) e conselheiros fiscais José Vicentine (ex-Secretaria de Comunicação da Presidência da República), Daniel Nardin (Secretário de Comunicação do Governo Pará), Marco Túlio Bretas de Vasconcelos (Banco do Brasil) e Patrícia Figueiredo Roedel (Câmara dos Deputados). Participaram também da fundação da ABCPública: Ana Paula Costa de Lucena (Faculdade Senac de Pernambuco e doutoranda em comunicação pela UFPE), Cláudia Lemos (Câmara dos Deputados), Eduardo Luiz Correia (professor do Centro Universitário Fiam-Faam e da Universidade de São Caetano), Joseane Paganine (Senado Federal), Lariza Squeff (ex-Ministério da Justiça), Iara Vidal (Câmara dos Deputados), Lenita Violato Ferri (Assembléia Legislativa de MT), Márcia Azevedo (Câmara dos Deputados), Omar Barreto Lopes (Banco do Brasil) e Sandra Amaral de Sousa (Câmara dos Deputados). Diretrizes estratégicas:
• Promover a comunicação pública no Brasil nas diversas
instâncias da administração pública, do ensino e da
pesquisa.
• Promover a formação de profissionais qualificados, éticos,
multiespecialistas e capazes de intermediar a relação entre
Estado e sociedade sob a ótica do cidadão.
• Enfatizar a relação de interdependência entre cidadania,
gestão pública e comunicação.
• Aproximar a sociedade das atividades desenvolvidas no
campo da comunicação pública.
• Fortalecer, junto a lideranças, servidores e dirigentes
públicos, a compreensão do papel da comunicação como
instrumento para o fortalecimento da democracia, da
cidadania e da eficiência do setor público.
• Atuar em parceria com instituições de todos os âmbitos
para cumprir sua missão. Objetivos:
Promover a difusão das premissas, conceitos, instrumentos e práticas
de comunicação pública;
• Fomentar o aprimoramento profissional dos que atuam nas diversas
áreas de comunicação dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário,
nos três níveis da Federação, bem como dos comunicadores que
exerçam atividades em associações, instituições de ensino e organizações sociais;
• Facilitar intercâmbio de conhecimentos gerados nos centros acadêmicos, de pesquisa e de ensino, para permitir melhor enfrentamento dos desafios técnicos pelos profissionais de comunicação;
• Elaborar e/ou difundir conhecimentos advindos de estudos e pesquisas, ou outros conteúdos que contribuam para o fortalecimento do elo entre os direitos do cidadão e o papel do comunicador nas ações, iniciativas e decisões dos poderes constituídos;
• Incentivar a relação entre os profissionais da área de comunicação e a
comunidade em geral;
• Enfatizar e promover o estudo da relação entre cidadania, gestão
pública e comunicação;
• Apoiar as iniciativas de defesa da comunicação pública e de seus
profissionais, sobretudo visando à constituição de carreiras de
gestores públicos de comunicação nos diversos âmbitos da administração pública;
• Fortalecer e apoiar iniciativas que possam instituir disciplinas de
comunicação pública, teóricas e instrumentais, nos conteúdos
acadêmicos dos centros de pesquisa, formação e ensino;
• Propiciar, de forma direta ou por meio de parcerias, a contínua capacitação dos comunicadores que atuam nas diversas instâncias dos
órgãos ou entidades integrantes da administração pública;
• Orientar e capacitar os gestores públicos nos desafios de prestação de
contas para a sociedade em respeito ao direito dos cidadãos à informação;
• Valorizar a importância estratégica e a função social dos comunicadores públicos junto à sociedade;
• Atuar na defesa dos princípios reguladores da administração pública e
manifestar oposição a eventuais desrespeitos que ofendam o exercício
regular das atividades de comunicação pública.