Chapa Revolucionar

Chapa Revolucionar Somos uma chapa para o D.A da Faculdade de Educação da UFMG que busca politizar e organizar os estudantes. POR UM D.A DE LUTA DE ESTUDANTE PARA ESTUDANTE

Somos estudantes de pedagogia da FaE da UFMG, compomos a chapa REVOLUCIONAR e vamos construir um D.A de luta de estudante para estudante. Grande parte da Chapa Revolucionar compõe o Movimento Estudantil de Pedagogia desde 2015. Temos na Chapa Revolucionar estudantes da Graduação em Pedagogia, da Pós-Graduação (Doutorado) e da Graduação de Licenciatura do Campo. Temos como objetivo impulsionar a l

uta dos estudantes através do Plano Nacional de Lutas dos estudantes de pedagogia tirada no último Encontro Nacional de Estudantes de Pedagogia que aconteceu em Julho em Petrolina e lutar bravamente contra os absurdos ataques contra a educação e a saúde no últimos anos. Para mais informações entre em contato através do e-mail [email protected] ou através da própria página.

Documentário sobre a luta pela terra no Brasil e o caso de Pau D'arco. Em breve exibiremos na FaE.
14/09/2017

Documentário sobre a luta pela terra no Brasil e o caso de Pau D'arco. Em breve exibiremos na FaE.

Sinopse: “Terra e Sangue — Bastidores do Massacre de Pau D’Arco” é um documentário curta metragem gravado dias depois da operação policial que terminou com d...

13/09/2017

Nos posicionamos contra o PL no 6.847/2017 que regulamenta a profissão do pedagogo. Leia a carta das entidades da educação sobre esse ataque que os profissionais de Pedagogia estão passando. em breve vamos postar mais sobre esse assunto...

Acesse a carta em PDF. As entidades nacionais do campo da Educação – ANFOPE, ANPAE, ANPED, CEDES e FORUMDIR, vem a público se manifestar contra o PL no 6.847/2017 que regulamenta o exercício da profissão de Pedagogo e denunciar que a aprovação desta lei ao invés do reconhecimento e inclusão de milha...

Sobre os ataques à Universidade Pública no Brasilhttp://www.anped.org.br/news/uerj-resiste
13/09/2017

Sobre os ataques à Universidade Pública no Brasilhttp://www.anped.org.br/news/uerj-resiste

De um modo geral, as universidades públicas estão sendo submetidas a contundentes ataques, que minam suas bases materiais por meio de cortes sistemáticos de recursos. Na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), onde pretendemos nos ater nesse texto, essa história não se coloca de maneira dis...

06/09/2017

CARTA DE PROFESSORES DA FILOSOFIA UERJ
Não é possível permanecer silente diante do projeto de desmonte da educação pública no país!

Há anos a UERJ vem sofrendo crescente sucateamento pelo desinvestimento do Governo do Estado. Não é a primeira vez que essa Universidade é alvo de ataques que tentam sufocá-la. Com certeza isso tem um motivo: seu caráter de nítido posicionamento político inclusivo que sofre a represália dos que pretendem anular os efeitos sociais proporcionados por tal política. Na atualidade, a situação de precarização começa a se agravar em 2015 quando os terceirizados – equipes de limpeza, segurança e ascensoristas ­– passa a ter um “regime de trabalho” praticamente escravo, inicialmente com atraso, até chegar à ausência do pagamento de salários. Hoje professores e funcionários concursados vêm passando pela mesma situação insustentável. Os alunos tiveram frequentemente suas bolsas suspensas por vários meses, o que os inviabiliza, sobretudo os cotistas, de frequentar a Universidade, tanto por causa do deslocamento, quanto porque não há como custearem sua alimentação. Esta conjuntura leva as três categorias – docentes, técnicos e estudantes – à greve, por entenderem a inviabilidade de funcionamento da UERJ.

É preciso compreendermos, porém, que não se trata de um ataque isolado, mas sim da execução de um projeto de desmantelamento das instituições públicas, o que na UERJ, vemos acontecendo nitidamente em dois níveis muito claros: no âmbito da educação, incluindo o ensino, a pesquisa e a extensão de alta qualidade que tradicionalmente atende a uma população carente do Estado; e no âmbito da saúde, com a asfixia tanto do Hospital Pedro Ernesto, um hospital de referência no Estado e na América Latina, quanto da Clínica Piquet Carneiro.

Paralelamente a esses acontecimentos, várias notícias, difundidas pela grande mídia, têm evidenciado um intenso, veloz e agressivo crescimento de investimentos no ensino privado em nosso país.

Esse movimento não se limita às Universidades. Grandes grupos empresariais também têm crescido no âmbito do Ensino Fundamental e Médio com a compra de escolas particulares.

Do mesmo modo, chama também atenção a forma como foi concluída, no atual governo, a reforma do Ensino Médio. A reforma, que vinha sendo realizada a partir de um grande debate nacional, envolvendo inúmeras esferas da sociedade, foi concluída sem que os resultados tivessem sido finalizados pela base. O que a custosa propaganda do governo insiste em ignorar.

Como não relacionar esses dois movimentos – os da expansão dos investimentos privados no setor do Ensino fundamental e superior e os de uma crítica severa à Universidade Pública e o modo de conclusão da Reforma do Ensino Médio?

É diante desse quadro, cuja extensão ultrapassa em muito os limites dos problemas na UERJ, que somos hoje forçados a ler o que nos acontece. É justamente essa extensão que joga luz e redimensiona o questionamento do que estamos atravessando. Hoje, não se trata mais de uma simples paralisação ou greve. É necessário reconhecer o conjunto dessa situação como o que justifica a decisão tomada pelos docentes do Programa de Pós-graduação em Filosofia, que adiou em duas semanas o início das atividades de ensino. Entendemos que a pós-graduação de filosofia da UERJ não pode funcionar como se nada estivesse ocorrendo na Universidade, enquanto nossa graduação é abandonada e não temos condições mínimas para nos manter. Além disso, não podemos deixar de nos manifestar politicamente em relação ao que vem ocorrendo em nosso país, não apenas no que se refere à educação pública em geral, como também no que se refere aos sucessivos cortes à Pesquisa e à Tecnologia.

Trata-se agora do reconhecimento de que precisamos enfrentar de forma mais transparente um projeto de Educação em nosso país. E esse projeto tem de pertencer ao debate público de todos nós: Universidade – graduação e pós-graduação, Ensino básico, sociedade. Não podemos nos silenciar diante disso. Que nós da comunidade acadêmica estejamos todos nesse enfrentamento, pensando esstejamos todos nesse enfrentamento, pensando estratégias de ampliarmos esse debate junto à população.

Antônio Augusto Videira

Camila Jourdan

Dirce Eleonora Nigro Solis

Edgar Marques

Fabiano Lemos

Fernando Maia

Ivair Coelho

Izabela Bocayuva

James Arêas

Karla Chediak

Bandeiras da Chapa Revolucionar
04/09/2017

Bandeiras da Chapa Revolucionar

Atividades que membros da Chapa Revolucionar organizaram com estudantes da FaE- Visita em assentamento em Verdelândia-MG...
04/09/2017

Atividades que membros da Chapa Revolucionar organizaram com estudantes da FaE- Visita em assentamento em Verdelândia-MG para conhecer a luta do povo do campo. E brincadeiras com crianças do Furado Seco no Brejo dos Criolos.
Defendemos a luta do povo pela terra e uma educação que sirva ao povo que vive da terra( índios, quilombolas e camponeses).

02/09/2017
02/09/2017
02/09/2017
02/09/2017

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