15/10/2022
Nunca tive um caderno organizado, na verdade nem sabia como usá-los. Era o tipo de aluna que passava raspando.
Penso que não sou professora por vocação, fui aprendendo a ser com os mestres que por ventura entraram na minha vida:
minha mãe e sua arte de bem administrar, meu pai com sua matemática fora de série (não sabia escrever seu próprio nome, mas fazia cálculos de cabeça), minha professora do terceiro ano primário Daniella Volpato e sua arte de encantar crianças.
Sou grata a tanta gente que me ajudou a forjar meu " destino" de ensinante. Gratissima a saudosa Dulce Magalhães, aos professores do mestrado e doutorado, em especial a Professora Gabriela Fiates, sou grata aqueles que educam minha alma (mestres da Yoga e sacerdotiza) .
Enfim sou grata a vida minha maior mestra, eu , de minha parte, quero continuar sempre e sempre aprendendo pois esse é um modo que me descobri viva, esse é o ar que respiro pois acho que não somos um vaso que precisa ser cheio e sim um fogo que precisa ser queimado continuamente, a esse fogo chamo de conhecimento.
Obrigada a todos os mestres que fizeram e fazem esse fogo continuar queimando dentro de mim.
E a cada um de vocês, seguidores e alunos que despertam em mim o desejo de servir.
Amo todos vocês imensamente!