Revista Teoria e Cultura

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Teoria e Cultura é uma publicação semestral do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UFJF, destinada à divulgação e disseminação de textos na área de Ciências Sociais (antropologia, ciência política e sociologia).

No volume 15, nº 3, de 2020, você encontra o artigo “O tema do refúgio nos livros didáticos de sociologia aprovados no...
14/06/2021

No volume 15, nº 3, de 2020, você encontra o artigo “O tema do refúgio nos livros didáticos de sociologia aprovados no PNLD 2018” de autoria de Fernanda Di Flora e Beatriz de Melo Silva.

RESUMO:
O ensino de Sociologia, como componente curricular do ensino médio, baseia-se em critérios didáticos e pedagógicos que devem estar em consonância com os parâmetros e diretrizes curriculares estaduais e nacionais no processo de ensino e aprendizagem. A adequação a estes documentos é um critério fundamental para a seleção dos livros didáticos que serão disponibilizados a docentes e discentes em sala de aula por meio do PNLD (Programa Nacional do Livro e Material Didático). A partir da seleção de três livros didáticos aprovados pelo PNLD no ano de 2018, “Sociologia Hoje”, “Tempos Modernos, Tempos de Sociologia”, e “Sociologia”, o trabalho analisa como o tema do refúgio, que envolve conceitos fundamentais das três áreas que compõem a disciplina de Sociologia, é abordado nestes instrumentos, de modo a compreender se este é um tema considerado como relevante no instrumento didático, ou ainda que seja um tema de fundamental importância na atualidade, está ausente nas discussões nas aulas de Sociologia mediadas pelo livro didático.

Para conferir o trabalho completo, basta clicar no link:
https://periodicos.ufjf.br/index.php/TeoriaeCultura/article/view/30467

A Teoria e Cultura trabalha com fluxo contínuo de artigos, não deixe de inscrever o seu trabalho, ele pode ser publicado nas próximas edições, para submissões, entre aqui:
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No volume 15, nº 3, de 2020, você encontra o artigo “As ferrovias metropolitanas de Buenos Aires como problema público: ...
10/06/2021

No volume 15, nº 3, de 2020, você encontra o artigo “As ferrovias metropolitanas de Buenos Aires como problema público: o papel do sistema de comunicação em seu processo de construção” de autoria de Candela Hernandez e Ezequiel Saferstein.

RESUMO:

O propósito do presente artigo é abordar as instâncias de produção cultural e simbólica em sua relação com as esferas pública e política. A questão central está focada na atuação do setor editorial, da mídia e dos especialistas ou referentes desses campos na construção de problemas públicos. O estudo é abordado a partir do caso das ferrovias metropolitanas de Buenos Aires, objeto de tratamento de livros de atualidade política por suas más condições de funcionamento. Para avançar na análise, utiliza-se uma série de dados quantitativos (registro de livros sobre políticas publicados entre 2003 e 2015) e dados qualitativos (entrevistas e observações). O artigo conclui que o espaço editorial operou neste caso como um agente estratégico e hierárquico para a instalação de um tópico para debate público, como o estado do sistema ferroviário do passageiros argentino.

Para conferir o trabalho completo, basta clicar no link:
https://periodicos.ufjf.br/index.php/TeoriaeCultura/article/view/29993

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No volume 15, nº 3, de 2020, você encontra o artigo “Sob os caminhos e as cores de Iansã” de autoria de Roberta Filgueir...
07/06/2021

No volume 15, nº 3, de 2020, você encontra o artigo “Sob os caminhos e as cores de Iansã” de autoria de Roberta Filgueiras Mathias.

RESUMO:
Relato de minha experiência na Festa de Santa Bárbara do ano de 2019, ocorrida em Salvador na Bahia acompanhado de Ensaio fotográfico no qual procuro retomar os percursos, nem tão lineares, que tracei durante a carreata. A proposta é que o pequeno texto dialogue com as imagens, mas que elas sejam entendidas como ensaio fotográfico. Assim sendo, procurei trabalhar com as cores em tons quentes que remetessem ao raio e ao fogo e também entender o deslocamento dos fieis pelas ruas, ladeiras e vielas de Salvador. Não entendo como um ensaio religioso, mas como uma experiência visual na qual para, além do caráter religioso, me centrei nas percepções compartilhadas e nas próprias conversas e diálogos que fui escutando pelos caminhos. Deixei que as ladeiras e as cores me revelassem os caminhos até Iansã. E, é esse o percurso que proponho: uma mistura entre tradição, religião e estética que me foram proporcionados pela experiência das ruas.

Para conferir o trabalho completo, basta clicar no link:
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No volume 15, nº 3, de 2020, você encontra o artigo “Quando a beira f**a vermelha: o urucum que brota na BR-101” de auto...
03/06/2021

No volume 15, nº 3, de 2020, você encontra o artigo “Quando a beira f**a vermelha: o urucum que brota na BR-101” de autoria de Herbert Toledo Martins e Ananda da Luz Ferreira.

RESUMO:
O ensaio fotográfico apresenta o cultivo do urucum e seus impactos na vida da população que ocupam as terras que f**am na beira da BR-101 no trecho da cidade de Teixeira de Freitas-BA. As fotografias foram registros da pesquisa “Beiradeiros: conflitos, vulnerabilidade e exclusão social no Extremo Sul da Bahia” que tem como objetivo investigar os modos de vida dos moradores que ocupam as faixas de terra que f**am entre as fazendas e a estrada BR-101.

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A Revista Teoria e Cultura prorrogou o prazo para entrega de contribuições ao Dossiê “Afetos, políticas e sexualidades n...
01/06/2021

A Revista Teoria e Cultura prorrogou o prazo para entrega de contribuições ao Dossiê “Afetos, políticas e sexualidades não-monogâmicas”, organizado por Antonio Pilão (UFJF), Mônica Barbosa (UFRGS), Dardo Bornia Junior (IFRS) e Maria Silvério (CRIA/ISCTE-IUL).

Os artigos poderão ser entregues até o dia 30 de junho.

Para submeter o seu trabalho, acesse o link abaixo: https://periodicos.ufjf.br/index.php/TeoriaeCultura/user/register

Este dossiê pretende reunir trabalhos de diferentes campos disciplinares sobre relações não-monogâmicas, aqui entendidas como dissidências se***is e amorosas do modelo diádico e exclusivo, hegemônico nas sociedades ocidentais. Nos últimos anos, pesquisas que problematizam a monogamia compulsória têm emergido no país, acompanhando a tendência do contexto acadêmico euro-americano. Com o intuito de articular e sistematizar produções recentes e ainda dispersas, chamamos trabalhos voltados às vivências amorosas e se***is não-monogâmicas, como o poliamor, as relações livres ou abertas, o swing, a anarquia relacional, entre outras. Interessam-nos suas articulações com os marcadores sociais das diferenças e com as corporalidades, bem como as disputas morais, políticas e jurídicas a respeito do tema.

No volume 15, nº 3, de 2020, você encontra o artigo “Ex-pajé e as modulações entre ficção e documentário”  de auto...
31/05/2021

No volume 15, nº 3, de 2020, você encontra o artigo “Ex-pajé e as modulações entre ficção e documentário” de autoria de Gustavo Soranz.

RESUMO:
Ensaio sobre o filme Ex-pajé, a partir da ideia de que este se constrói nos limiares da ficção e do documentário. Não se trata de discutir o estatuto ontológico da ficção ou do documentário nos domínios do cinema, mas sim de identif**ar como são usadas determinadas estratégias que podem ser identif**adas de modo mais recorrente ao cinema de ficção e que, quando adotadas aqui, no caso enfocado, permitem ver como o documentário logra um tipo de resultado final que advém desse lugar limítrofe onde se operam essas passagens entre o ficcional e o documental, que são moduladas conscientemente pelo diretor do filme, sua equipe e seu personagem. Trata-se, portanto, de pensar como o documentário lança mão de estratégias narrativas e estéticas que dissimulam o caráter de representação do cinema, ao mesmo tempo em que elaboram uma narrativa histórica possível, a partir da reconstituição pelos meios do cinema da memória de um personagem particular, a partir de um encontro entre diretor e personagem, articulando evidências visíveis do passado e fabulações subjetivas no presente.

Para conferir o trabalho completo, basta clicar no link:
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No volume 15, nº 3, de 2020, você encontra o artigo “Socioantropologia do cinema: imaginários e signos alegóricos” de au...
27/05/2021

No volume 15, nº 3, de 2020, você encontra o artigo “Socioantropologia do cinema: imaginários e signos alegóricos” de autoria de Wendell Marcel Alves da Costa.

RESUMO:
Este artigo traz uma abordagem socioantropológica do cinema para tratar o cinema de ficção como acervo antropológico imaginário. Para isso, desenvolvo aproximações teóricas com Gaston Bachelard e Gilbert Durand, a fim refletir por meio de imagens fílmicas o potencial fenomenológico e imaginário do cinema de ficção. Apresento um arsenal teórico e metodológico que cruza a análise de filmes emblemáticos da cinematografia mundial para se referir à imaginação simbólica como acervo antropológico imaginário: dos sonhos, imaginários e imaginações das sociedades que imaginam o mundo e as coisas. Busco, portanto, uma pesquisa interdisciplinar engajada na investigação dos imaginários e signos alegóricos.

Para conferir o trabalho completo, basta clicar no link:
https://periodicos.ufjf.br/index.php/TeoriaeCultura/article/view/33006

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No volume 15, nº 3, de 2020, você encontra o artigo “Carnavalização e a representatividade equivocada da mulher negra ...
24/05/2021

No volume 15, nº 3, de 2020, você encontra o artigo “Carnavalização e a representatividade equivocada da mulher negra em Xica da Silva” de autoria de Carlos Pérez Reyna e Rafael Garcia Madalen Eiras.

RESUMO:
O artigo faz uma analise do filme Xica da Silva (1976), do diretor Carlos Diegues trabalhando o conceito de carnavalização aos moldes de Mikhail Bakhtin. Uma estética da inversão que coloca o oprimido como opressor, mas que ao mesmo tempo não foi muito bem vista por alguns críticos da imprensa que acusaram o diretor de usar o apelo da comédia erótica para conquistar o público, trazendo uma visão da mulher negra como objeto sexual. Analise feita através de uma abordagem metodológica do contexto histórico de Marc Ferro, junto a uma revisão da critica feita ao filme depois de sua estreia. Percebendo uma importante discussão acerca da representatividade do negro, num momento em que a intelectualidade brasileira, principalmente a universitária, começa a aderir aos Estudos Culturas. Perspectiva que busca analisar a cultura de massa: literatura popular, rádio, televisão, as mídias em geral; assimilando uma heterogeneidade de temas, como gênero, raça, e sexualidade. Assim a obra está inserida na dinâmica entre uma representatividade equivocada, que não privilegiaria a identidade da mulher negra, e o uso da sensualidade, da carnavalização como uma estratégia de crítica ao poder dominante.

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No volume 15, nº 3, de 2020, você encontra o artigo “Filmar a postura, mostrar o antimovimento e revelar uma dimensão r...
20/05/2021

No volume 15, nº 3, de 2020, você encontra o artigo “Filmar a postura, mostrar o antimovimento e revelar uma dimensão ritual nas técnicas do corpo” de autoria de Philippe Lourdou e Marcius Freire.

RESUMO:
Segundo Marcel Mauss, estudar o comportamento do corpo humano passa, obrigatoriamente, pela descrição das formas como este se desenvolve no tempo e no espaço. Parece evidente que as imagens em movimento constituem o suporte mais apropriado para levar a cabo essa importante etapa do processo investigativo. No entanto, sabemos que, diferentemente da linguagem escrita, em que é possível privilegiar no decalque daquilo que está sendo observado apenas os aspectos que interessam a quem observa, o suporte fílmico apreende um amálgama indistinto de elementos indissociáveis. Perguntamo-nos, então, como proceder para realçar, enfatizar aqueles que efetivamente concernem os objetivos da descrição. A resposta encontra-se na estratégia de mise-en-scène de que vai lançar mão o cineasta para efetuar o seu registro. Para ilustrar o tipo de problema que as técnicas do corpo podem apresentar ao observador munido de uma câmera cinematográf**a, buscaremos expor, nas linhas que seguem, aquele que é, parece-nos, o mais candente: filmar a postura.

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https://periodicos.ufjf.br/index.php/TeoriaeCultura/article/view/33004

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No volume 15, nº 3, de 2020, você encontra o artigo “Deuses, chuvas e homens: um estudo da mise en scène no documentár...
17/05/2021

No volume 15, nº 3, de 2020, você encontra o artigo “Deuses, chuvas e homens: um estudo da mise en scène no documentário Bicicletas de Nhanderú” de autoria de José Francisco Serafim e Francisco Gabriel Rêgo.

RESUMO:
Esse artigo analisa a mise en scène no documentário Bicicletas de Nhanderú (2011). Buscamos nicialmente apontar para o papel dos sujeitos no processo de registro documental, de modo a atentar, tendo como base uma discussão já estabelecida na teoria documental, para o caráter intersubjetivo da cena. Em uma perspectiva ampla buscamos estabelecer um debate acerca da mise en scène no documentário e a sua importância do ponto de vista teórico e metodológico, relacionando análise fílmica e antropologia fílmica. Em seguida, partindo dos estudos de Claudine De France, analisamos a gestualística dos sujeitos representados tendo como base os dispositivos utilizados na mise en scène. Como conclusão, reiteramos a importância da dominância dos aspectos ritualísticos frente aos demais dispositivos, em uma mise en scène descritiva das relações entre os sujeitos sociais, a câmera e os signif**ados tradicionais da cultura Mbyá.

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No volume 15, nº 3, de 2020, você encontra o artigo “Teko Haxy: autoetnografia e o documentário dispositivo na terra imp...
10/05/2021

No volume 15, nº 3, de 2020, você encontra o artigo “Teko Haxy: autoetnografia e o documentário dispositivo na terra imperfeita” de autoria de Carlos Pérez Reyna e Mariana Stolf Friggi.

RESUMO: Este artigo tem como objetivo discutir os aspectos estilísticos e subjetivos dos conceitos de autoetnografia e documentário dispositivo em primeira pessoa, construídos pelo encontro entre Patrícia Ferreiro Pará Yxapy e Sophia Ferreira Pinheiro, cujo resultado é o documentário experimental Teko Haxy-Ser Imperfeita (2016). O filme é particularmente instigante para saber, como essas vozes estão construídas, do que falam essas vozes e, certamente, quais são as questões estéticas e subjetivas advindas desse documentário que deriva do ato de filmar a outra e a si mesmas. Para elaborar essa análise fílmica, utilizamos os princípios metodológicos da antropologia do cinema, notadamente, o conceito de etnografia fílmica e, os princípios metodológicos de mise en scène e auto-mise en scène oriundas da antropologia fílmica.

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No volume 15, nº 3, de 2020, você encontra o artigo “O documentário autoetnográfico do projeto Vídeo nas Aldeias”  de au...
06/05/2021

No volume 15, nº 3, de 2020, você encontra o artigo “O documentário autoetnográfico do projeto Vídeo nas Aldeias” de autoria de Juliano José de Araújo.

RESUMO:
Este artigo apresenta uma síntese de nossa pesquisa de doutorado em que os documentários da série “Cineastas indígenas” do projeto Vídeo nas Aldeias (VNA), precursor na formação de realizadores indígenas no Brasil, são analisados. A categoria de documentário autoetnográfico é proposta para o corpus analisado, tendo como questões norteadoras: Quais são os procedimentos de criação, métodos de trabalho e condições de realização dos documentários autoetnográficos do projeto VNA? E as posturas éticas, opções estéticas e técnicas neles presentes? Qual a importância desses filmes para as comunidades indígenas que deles participam? A partir da análise fílmica, em uma perspectiva textual e contextual, isto é, estabelecendo um diálogo entre elementos internos e externos dos documentários, apresenta-se o estudo do corpusenfatizando, respectivamente, as dimensões ética, estética e política da produção audiovisual de não-ficção do projeto VNA. Considera-se essas três dimensões do discurso fílmico como fundamentais para se compreender melhor a categoria de documentário autoetnográfico.

Para conferir o trabalho completo, basta clicar no link:
https://periodicos.ufjf.br/index.php/TeoriaeCultura/article/view/30080

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