Constelando com Telma Cardoso_CS

Constelando com Telma Cardoso_CS Sou Telma Cardoso, facilito Constelação Sistêmica Individual com Bonecos (atendimento presencial ou online)

Sou Telma Cardoso facilito
Constelação Familiar Clássica
Online/presencial
Ajudo você a identificar os emaranhamentos presentes no seu sistema familiar, integrando tudo o que foi, seguindo sua jornada com mais leveza.

Pais que mães, aqui temos o depoimento de um pai que hoje vive o luto por sua filha. Ele apela para que olhemos com mais...
07/04/2026

Pais que mães, aqui temos o depoimento de um pai que hoje vive o luto por sua filha. Ele apela para que olhemos com mais cuidado para nossos filhos…
Ele fala, principalmente, com pais separados… para que o ex casal encontre uma forma de relevar as mágoas e rivalidades, e se una em prol dos filhos que tiveram juntos…
Os filhos sofrem muito mais do que os pais, quando há litígio entre papai e mamãe.
Há situações em que não faz mais sentido que o casal continue como marido e mulher… mas, em prol dos filhos, ambos precisam se empenhar em conseguir uma convivência minimamente civilizada, para decidirem juntos sobre o melhor pra as crianças/adolescentes.
Cada uma das partes não estará fazendo concepções para facilitar a vida do ex cônjuge, mas sim para deixar a vida dos filhos mais leve.
Acreditem: Os filhos carregam pesos invisíveis diante da contenda entre os pais.

https://edioantonio.com.br/pai-de-menina-de-15-anos-vitima-de-tragedia-em-brusque-desabafa-em-recado-aos-pais-olha-mais-pro-teu-filho/?fbclid=IwRlRTSARCUTJleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZAo2NjI4NTY4Mzc5AAEe_CVK_ZUdREONb8oOulM8j9Ut12hHlnm1vuAYgLEVdUr1v2A6bYDWW64jtYs_aem_1SoNiXm4CgEzaE12cZaHoA

Dias após a morte de uma adolescente de 15 anos em Brusque, no Vale do Itajaí, o pai da jovem publicou um longo desabafo nas redes sociais que vem emocionando

Essa situação é mais comum do que conseguimos admitir… Há muitas pessoas, em sua maioria mulheres, que são “levadas” a “...
16/03/2026

Essa situação é mais comum do que conseguimos admitir… Há muitas pessoas, em sua maioria mulheres, que são “levadas”
a “tomar decisões” contra sua vontade e/ou sem refletir se realmente queriam decidir por “A” ou “B”…
Essa anestesia da vontade pode provocar várias alterações emocionais, doenças psicossomáticas, até depressão e ou ideação s * …
São tantas questões presentes na própria vida, que não representam a vontade real, que a pessoa não se reconhece na própria história…
E isso é muito sério!

Cada pessoa precisa assumir o leme de sua vida, fazer (com consciência) suas próprias escolhas e arcar com as consequências sobre as mesmas.

Não é fácil escolher por si o que realmente queremos, e responder por isso…
É preciso coragem!
Mas, se pagarmos o preço por essa autoria e autonomia, colhemos os frutos, que é estarmos em coerência: QUEM SOMOS E O QUE QUEREMOS, ESTÁ EM HARMONIA COM O QUE ESCOLHEMOS!

https://www.instagram.com/reel/DV3rPwODijx/?igsh=MThxcGloNXVwamFxdg==

24/01/2026

Quando arrastamos mágoas, cobranças, críticas sobre nosso pai, ou sobre nossa mãe… não nos sentimos verdadeiramente livres, para seguirmos em frente nossa vida.

Enquanto não olhamos para nossa história com eles, com coragem, nomeando os sentimentos, abandonando as expectativas de que teriam que ser pessoas perfeitas …
Nós vamos repetir a história deles… na missa própria vida, apartir das escolhas… principalmente na escolha do parceiro ou parceira.
Quanto mais julgamento temos sobre nossos pais, mais comprometidas as escolhas sobre a pessoa com quem firmaremos uma nova família.
Dito isto: É imperativo nos resolvermos com nosso passado, para olharmos para o futuro com mais clareza.

https://www.facebook.com/share/r/19GLH2mYGc/?mibextid=wwXIfr

Em outubro de 1917, um navio de passageiros transportando imigrantes italianos rumo a Nova York foi apanhado por uma vio...
16/01/2026

Em outubro de 1917, um navio de passageiros transportando imigrantes italianos rumo a Nova York foi apanhado por uma violenta tempestade no Atlântico. Entre os passageiros estavam Antonio Russo, um carpinteiro de vinte e oito anos, e sua filha Maria, de apenas cinco.

A esposa de Antonio havia morrido no parto dois anos antes. A América era sua última esperança — escapar da pobreza e dar à filha um futuro que a Itália não podia oferecer.

Às 2 horas da manhã, ondas gigantescas quebraram sobre o convés. A água invadiu os compartimentos inferiores, onde dormiam os passageiros da terceira classe. O navio começou a adernar perigosamente. Gritos tomaram os corredores enquanto as pessoas avançavam em pânico, empurrando e pisoteando umas às outras em direção às escadas.

Antonio tirou Maria do beliche e avançou à força, mantendo-a acima da água que subia rapidamente. Mas a multidão era densa demais, o alagamento veloz demais, o ângulo do navio íngreme demais.

Antonio entendeu a verdade terrível: eles não chegariam aos botes salva-vidas.

Restavam apenas minutos.

Em meio ao caos, ele alcançou uma escotilha quebrada pela tempestade. Era pequena — mal grande o suficiente para uma criança. Do outro lado, havia apenas o Atlântico negro e gelado. Ao longe, Antonio viu fachos de luz cortando a escuridão: barcos de resgate estavam se aproximando.

Ele olhou para Maria — apavorada, chorando pela mãe, agarrada a ele.

Então fez a escolha que definiria sua vida.

Antonio empurrou a filha pela escotilha.

Maria gritou ao cair no mar. Antonio gritou de volta, sua voz rasgando a tempestade:

“Nade, Maria! Nade em direção à luz! Os navios estão chegando! Nade!”

Ele sabia que ela tinha uma chance.
Sabia que ele não tinha.

O navio afundou sete minutos depois. Antonio Russo morreu afogado junto com outros 117 passageiros da terceira classe, presos nos compartimentos inferiores. Seu corpo nunca foi encontrado.

Maria Russo foi resgatada da água quarenta e cinco minutos depois, com hipotermia severa e à beira da morte — mas viva. Foi enrolada em cobertores e levada para um navio-hospital. Tinha cinco anos, estava órfã, traumatizada, em um país estrangeiro, sem falar inglês.

Ela lembrava apenas das últimas palavras do pai:

“Nade em direção à luz.”

Maria foi levada para um orfanato em Nova York. Durante anos, acreditou que o pai ainda pudesse estar vivo. Ninguém conseguiu lhe dizer o que havia acontecido com Antonio Russo. Com o tempo, a esperança virou confusão… depois dor.

Ela passou a acreditar no impensável: que o pai a havia abandonado. Que jogá-la no oceano significava que ele não a queria.

Ela viveu com essa crença por vinte e cinco anos.

A verdade só chegou quando ela tinha trinta anos. Um pesquisador, ao revisar os registros do naufrágio de 1917, encontrou o nome de Antonio Russo entre os mortos. Só então Maria soube o que o pai havia feito — que ele se sacrificara para que ela pudesse viver.

Maria Russo viveu até 2004, morrendo aos noventa e dois anos.

Em 1995, aos oitenta e três, ela contou sua história em uma entrevista sobre o naufrágio:

> “Achei que meu pai estava me matando. Não entendi que ele estava me salvando. Por anos, pensei que ele tinha me jogado fora. A verdade é que ele me lançou em direção à vida.”

Maria se casou. Teve quatro filhos, nove netos e seis bisnetos — trinta e uma vidas que existiram porque um homem fez uma escolha impossível no escuro do Atlântico.

> “Cada aniversário, cada momento bom da minha vida existe porque meu pai me escolheu em vez de escolher a si mesmo. Vejo o rosto dele naquela escotilha todas as noites. Ouço ele gritar ‘nade em direção à luz’. Estou nadando em direção à luz há setenta e oito anos. Espero tê-lo deixado orgulhoso.”

Suas últimas palavras sobre Antonio Russo foram simples:

“Obrigada, papai. Obrigada por me lançar em direção à vida. Ti amo.”

Alguns atos de amor duram mais do que uma vida inteira.
O pai, lança seu filho/filha para a vida…
Essa é a sua habilidade/função.

Não conte sobre sua Constelação!Pelo menos nos primeiros meses. Pode contar ao terapeuta, a título de assunto e análise ...
15/12/2025

Não conte sobre sua Constelação!

Pelo menos nos primeiros meses. Pode contar ao terapeuta, a título de assunto e análise de tratamento e compreensão.
Por qual motivo não contar?
1. A pessoa que ouve sua narrativa, normalmente não estava com você durante o processo /experiência de Constelação, e na mente dela os pensamentos estão ativos. Pensamentos negativos ou que levantam dúvidas, podem interferir na sua Constelação.
2. O Campo observado foi o seu, mas todos os personagens que adentraram ao Campo fazem parte, e a Constelação com seus fios invisíveis atinge a todos. Assim, algumas pessoas podem ficar bravas por você contar que fez Constelação e ela esteve na sua História.
3. Algumas discussões surgem devido à pessoa necessitar “trocar ideias” com o outro. Guarde sua Constelação com você.
Quer contar?
Diga: Na minha Constelação apareceu Antônio, Maria, Clara, José, Luis, etc. Várias frases foram ditas. Movimentos aconteceram, mas e o que foi dito?
-Ahhh, o Constelador disse que não posso dizer! Mantenha a Força recebida na Constelação Familiar.
Conto só daqui alguns meses.”

Myriam Baraldi

Como foi pra você ler essas lâminas, sobre como o feminino se constitui nas mulheres?Você já tinha refletido sobre esse ...
25/08/2025

Como foi pra você ler essas lâminas, sobre como o feminino se constitui nas mulheres?
Você já tinha refletido sobre esse tema?
Já tinha percebido que você repete, na sua realidade imediata, a forma como a sua mãe reagiu em sua própria história?
Isso ocorre, porque as mulheres compartilham a leitura de mundo, com suas filhas…
Sua mãe lhe deixou, em seu DNA, as memórias emocionais dela, assim como sua avó fez com sua mãe, e a mãe dela também…
Assim, a nossa linhagem feminina compartilha um mesmo modo de interpretar a realidade, as escolhas sobre relacionamento, vida profissional, criação dos filhos, etc.
É muito comum você sentir e interpretar situações de forma automática e muito segura, e não imagina de onde vem aqueles SABERES…
Bem, agora você já sabe.
E quando as referências ancestrais (sobre o feminino) está ferido, adoecido, com sequelas que lhe impedem de ser quem você veio ser? Cheio de travas emocionais, que se transformam em uma “gaiola invisível” e congelam as ações necessárias, para que você se libere para viver relações mais saudáveis em todos os âmbitos da sua vida.
Quando você se percebe nesse ciclo vicioso, precisa olhar à sua volta e tomar decisões importantes, para ir modificando suas referências atuais.
Nós mulheres nos curamos dos entraves do feminino ferido, quando nos aproximamos de outras mulheres que já viveram essa cura, ou que estão nesse processo.
Porque as mulheres se curam de seus processos adoecidos, na presença de mulheres, que nos inspirem.
E, quando nós acessamos os caminhos que nos levam a uma realidade mais saudável, que nos ponha em nosso próprio lugar de feminino curado, deixamos rastros energéticos, que chegam às nossas ancestrais e até nossas descendentes.

Porque a vibração de uma mulher que está confortável e autorizada a ser quem veio ser, ultrapassa as fronteiras do tempo e do espaço.
Um dos movimentos, que trazem efeitos muito rápidos nesse processo, é a Constelação Familiar. Por se tratar de uma terapia breve e objetiva, que lhe torna consciente daquelas dores e traumas que estão lhe impedindo de avançar. Costumamos dizer que a Constelação mostra a você, pra onde sua Alma olha.
E, de posse dessa informação, você passa a VER, o que antes era obscuro e inconsciente.
E partir desse ponto, você poderá agir, para voltar para seu lugar de força, no seu grupo familiar… com Amor e Honra a todos e todas que vieram antes de você.
E, principalmente, a partir da sua versão curada, permitir que seus descendentes recebam cargas vibracionais mais leves, para levarem seu clã para o futuro.
No prxm dia 14/9, teremos uma Constelação Familiar em grupo. Não será somente dedicada às mulheres, mas, certamente será uma ótima oportunidade para você começar a olhar para seus processos com o feminino e sua linhagem ancestral.
Eu sou Telma de Castro Cardoso, facilitadora em Constelações Familiares, terapeuta integrativa e responsável pelo Studio Surya Namaskar, onde acontecerá a Constelação de Setembro.
Se você deseja saber mais detalhes, me chama no WhatsApp:
+55(21)985349210 - Telma

Desde os primeiros passos, a filha mais nova carrega nos ombros um peso invisível, um chamado que nem sempre compreende....
13/03/2025

Desde os primeiros passos, a filha mais nova carrega nos ombros um peso invisível, um chamado que nem sempre compreende. Muitos dizem que ela é a mimada, a protegida, aquela que chegou para alegrar a casa. Mas poucos percebem que sua missão vai muito além de ocupar o último lugar na linhagem familiar. O destino da filha mais nova não é um acaso—é um carma ancestral.

Ela renasce como a última peça de um quebra-cabeça espiritual, a guardiã dos sentimentos não resolvidos da família. Sua chegada marca o encerramento de ciclos, a cura das feridas que atravessaram gerações. Mesmo sem entender, ela sente. Sente o peso dos segredos, a dor das histórias que nunca foram contadas, os padrões repetidos que ela, sozinha, terá que quebrar.

Enquanto a filha mais velha muitas vezes nasce com a missão de sustentar a família, de carregar o fardo da responsabilidade e de ser o pilar de força, a filha mais nova tem o papel de libertação. A mais velha estrutura, a mais nova desconstrói. A mais velha aprende cedo a cuidar dos outros, a ser forte, a liderar, enquanto a mais nova aprende a questionar, a se afastar do que não serve mais, a abrir espaço para um novo caminho.

A filha mais nova nasce para romper amarras. Por isso, muitas vezes se sente diferente, deslocada, incompreendida. Ela pode carregar um espírito livre, um impulso para desafiar regras, uma vontade incontrolável de mudar padrões que pareciam imutáveis. Seu espírito não veio para seguir o caminho já traçado—veio para criar um novo.

Mas essa missão tem seu preço. Laços emocionais intensos, sensação de inadequação, necessidade de provar seu valor. Muitas vezes, ela sente que precisa lutar para ser ouvida, para ser compreendida, para se libertar dos papéis impostos a ela. Se a filha mais velha carrega o peso da tradição, a mais nova enfrenta o peso da mudança. E mudança nem sempre é aceita de forma pacífica.

A filha mais nova não é um detalhe no final da história—ela é o ponto final e o recomeço. Seu destino não é carregar os fardos do passado, mas transformá-los em aprendizado. Ela pode ser a última a chegar, mas é a primeira a quebrar correntes. Seu espírito não veio apenas para fechar um ciclo, mas para abrir novas portas, não apenas para si mesma, mas para todas as gerações que vieram antes.

A importância da função pai, na família…
16/01/2025

A importância da função pai, na família…

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3 principais razões para estas repetições acontecerem:✔ A busca por parceiros amorosos com problemas similares aos vivid...
11/01/2025

3 principais razões para estas repetições acontecerem:

✔ A busca por parceiros amorosos com problemas similares aos vividos no cenário familiar infantil, é na verdade, uma tentativa, na maioria das vezes, inconsciente de solucionar esses conflitos. É como se fosse uma segunda chance.

✔ A repetição é também uma lealdade sistêmica aos membros do nosso sistema familiar. Um tipo de amor cego.

A situação "problema" é conhecida e a pessoa sente-se" em casa". O que é conhecido é mais facilmente aceito, mesmo sendo uma situação ruim, abusiva.

E você, já se viu repetindo alguns aspectos do relacionamento dos seus pais?

Recebemos influências dos nossos antepassados e também influenciamos.

Muitas questões são transgeracionais, ou seja, padrões transmitidos de pais para filhos e apresentando-se como modelos que podem ser percebidos nas famílias em geral.

Todos nós recebemos histórias e comportamentos como herança. E também deixamos como herança quem nós somos.

Quem cura uma antiga dor do seu sistema familiar, apoia o seu descendente para seguir livre. Além de deixar mais leve para quem veio antes.

Estamos profundamente conectados, mais do que imaginamos. Não existe mal-estar individual que não atinja o coletivo. Assim como não existe cura individual sem beneficiar o sistema familiar.

Endereço

Magé, RJ

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