Sola Bíblica

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06/09/2021

O que seria necessário para um crente perder a salvação?
1. Frustrar a Eleição. Ef1:4
2. Frustrar a predestinação. Ef1:5
3. Frustrar a Justificação. Rm8:30
4. Frustrar a Adoção.Ef1:5
5. Frustrar a Regeneração. 1Pe1:23
6. Frustrar a santificação. Rm8:29
7. Frustar a Glorificação. 1Pe1:3-4
8. Frustrar o mediador. 1Jo2:1
9. Frustrar o Espírito Santo. Rm8:26,27
10. Frustrar o sangue de Cristo. 1Jo1:7
11. Frustrar a palavra de Deus e suas promessas. Jo3:15
12. Falar que Cristo não contou a verdade. Tt1:2
13. Fazer com que o selo do Espírito Santo se torne inútil. Ef4:30
Viu! É impossível!

24/06/2021

A glória de Deus

22/01/2021

Jesus a unica esperança desse mundo

21/01/2021

Coração

10/10/2020

SOLA GRATIA - SÓ PELA GRAÇA.
A igreja romana entendia a graça Divina como uma substância invisível, mas real quando recebida na igreja por meio dos sacramentos. Para a igreja a graça era necessária para a salvação, porém só viria pelo batismo, e uma vez que era detentora dos sacramentos, logo salvação só para os que recebiam e guardavam os sacramentos. Quem os observava produzia boas obras que consequentemente salvava. Os sacramentos eram: O Batismo, Crisma, Eucaristia, Penitencia, Ordem, Matrimônio e Extrema Unção.
Deus levantou homens que protestaram contra os grandes erros (Heresias) da época. Convocação da Reforma, Autoridade da Bíblia superior ao papa, Sacramentos e Indulgencias não salvam. (Temas predominantes.) Da Reforma saíram dois grupos considerados protestantes, os Luteranos e a Igreja Reformada puramente Calvinista, estes dois grupos se espalharam, pela Europa, até chegar a América do Norte.
A IMPORTÂNCIA DE EFÉSIOS 2.
Usando Efésios 2, os reformadores pregavam a salvação não como um estado elevado de vida por meio das obras, mas um ato Regenerador da graça de Deus. Em Ef.2. Paulo dá um extenso relato da graça, e mostra como a recebemos de Deus. Paulo diz que um favor divino, para com os mortos em delitos e pecados, inutilizados para uso devido ao pecado, afastados e condenados , diferente do ensinavam os romanos.
A CONDIÇÃO DOS PECADORES.
Mortos Espirituais. A palavra descreve o estado natural do homem desde a concepção no ventre materno. Sl. 51.5; Jó.14.1-5. A expressão não diz que o homem está doente e que pode se curar, diz que ele está morto. Morte, é falência total de todas as atividades de um ser, é a falta de qualquer capacidade humana, os médicos nada podem fazer. Morto não tem vontade, não implora, não tem consciência do seu estado. 2. Tm.2.24-26.
A GRAVIDADE DA MORTE.
Paulo diz que por natureza éramos filhos da ira isso não significa geração ou adoção, mas por concepção pecaminosa e nascimento estamos debaixo da ira. A serpente não mata porque é puramente má, mas pelo veneno contido na sua natureza. Por natureza herdada de Adão o Ancestral comum, todos nascemos mortos em delitos e pecados e precisamos de um milagre, para voltarmos a vida. Ef. 2.5,6.
OS TRÊS PODERES DE OUTRORA.
1-Andávamos segundo o curso do mundo, comportamento padrão dos mortos. Ef. 4.17-19. 2- O príncipe da potestade do ar. As pessoas não pecam sem razão ou causa, elas são dirigidas, manipuladas, pelo diabo. 3- Inclinação da carne. Não é algo forçado ou de má vontade, mas algo natural, normal, eles têm prazer em pecar. Tudo isto mostra a impossibilidade de por si só o homem chegar a graça Salvífica.
CONCLUSÃO.
Em Adão todos pecaram e carecem de um milagre de Deus. A graça é uma atitude do Pai, que se compadece daqueles que alvos de uma eleição em Cristo antes da fundação do mundo. 2.10. Paulo diz que Deus nos deu vida, nos ressuscitou, nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo. Portanto a graça é um favor na direção de um morto sem a menor condição de vida.

05/10/2020

Uma vez salvo, salvo para sempre.

Falta um mês para Conferência.
30/09/2020

Falta um mês para Conferência.

A SOBERANIA DE DEUS E A VONTADE DO HOMEMEste assunto tem causado muita confusão entre teólogos e evangélicos o que ouvim...
30/09/2020

A SOBERANIA DE DEUS E A VONTADE DO HOMEM
Este assunto tem causado muita confusão entre teólogos e evangélicos o que ouvimos hoje em certos púlpitos é que homem é dotado de livre arbitrário. Verdade ou mito?
DEFINIÇÃO DOS TERMOS. É essencial para facilitar a compreensão do assunto em questão.
SOBERANIA – Termo que define poder, autoridade suprema e que não deve sua validade a nenhuma outra ordem superior. Não há como saber detalhadamente sobre a soberania de Deus, senão pelas Escrituras. Se aceitamos a Bíblia como Palavra de Deus, veremos que ela, de Gênesis a Apocalipse repetidamente afirma que Deus e soberano. O Senhor do universo cujo poder e autoridade não estão sujeito, ou limitado a outrem.
“Assim diz o Senhor, que te redime, o mesmo que te formou desde o ventre materno: Eu sou o SENHOR, que faço todas as coisas, que sozinho estendi os céus e sozinho espraiei a terra” Is. 44.24
LIVRE ARBÍTRIO – Este é um termo composto de duas palavras. 1- LIVRE: é o termo que define a pessoa que não está sujeita a senhor algum. 2- ARBÍTRIO: Resolução, livre, dependente só da vontade pessoal.
Nota: Os temos são opostos entre si, se Deus é soberano, o homem não determina a própria sorte. Não é possui livre Arbítrio.
O LIVRE-ARBÍTRIO NÃO EXISTE, DIZEM NEUROCIENTISTAS. Novas pesquisas sugerem que o que cremos serem escolhas conscientes são decisões automáticas tomadas pelo cérebro.
“O homem não seria, assim, mais do que um computador de carne. A mente age na realização como produto do cérebro. Como o cérebro já se encarregou de decidir o que fazer – e o ato está feito — é preciso contextualizar a situação. É aí que entra a nossa consciência. Ela também é um produto da atividade cerebral, que surge para dar coerência às nossas ações no mundo. O cérebro toma a decisão por conta própria e ainda convence seu 'dono' que o responsável foi ele.
EM NOSSOS DIAS HÁ 4 POSIÇÕES BÁSICAS RELATIVAS ÀS ESCOLHAS DO HOMEM.
O DETERMINISMO NATURALISTA. Diz que as ações do homem são resultados de fatores ou causas naturais que antecedem estas decisões. Ou seja, tudo está em volta das suas necessidades, e a natureza as supre.
O DETERMINISMO TEÍSTA. Afirma que todos os eventos no mundo, inclusive o comportamento do homem em todos os seus detalhes, são determinados por Deus.
O AUTODETERMINISMO – Diz que os atos dos seres humanos são causados por si mesmos - o homem é o dono e faz a sua própria sorte.
O INDETERMINISMO – Diz que o comportamento humano é totalmente sem causa, poderia ser assim ou não, as coisas acontecem por acaso.
AS IGREJAS EM GERAL ESTÃO DIVIDIDAS EM DOIS GRUPOS.
Os que afirmam a soberania de Deus (determinismo teísta).
Os que afirmam o livre arbítrio humano. (autodeterminismo).
A CONFISSÃO DE FÉ BATISTA DE 1689 DIZ NO CAPÍTULO 3. Deus decretou todas as coisas que iriam acontecer no tempo. Fez segundo o conselho da sua própria vontade, sabia e santa. Fê-lo de modo em que Deus em nenhum sentido é o autor do pecado, nem impede a livre ação das pessoas e das causas secundárias, que são confirmadas; e em tudo aparece a soberania de Deus em dispor de todas as coisas, e o poder e fidelidade em fazer cumprir o seu decreto. Is. 46: 10; Sl. 119: 91; Ef. 1: 11; At. 4: 26 -28; At. 2: 23; Rm. 8:29,30; Rm. 9:11-24.
Portanto, se livre arbítrio filosoficamente é liberdade absoluta de pensar, escolher, determinar e executar, somos obrigados a concluir que:
1. Deus decretou todas as coisas e o livre arbítrio humano é o resultado do decreto e vontade de Deus. Pv. 16:1,4,33; Pv. 20: 24; Jr. 10:23.
2. Ou Deus é um simples serviçal como ensinam os neopentecostais que creem no poder da vontade e palavra humana. Pv. 19.21.
A NATUREZA DA VONTADE HUMANA
Vontade é a faculdade de escolha, isto é, a causa imediata das ações. Escolher sempre implica em aceitar ou rejeitar. Diante disto a vontade não pode ser soberana, pois é, escrava desse algo que a influência e determina as decisões.
Se toda decisão sofre influência de algo que determina a escolha, não podemos afirmar a existência de livre arbítrio porque os atos da vontade não são produzidos por si mesmo. Ou seja, a minha vontade é determinada por fatores alheios a ela. Ex. Roupas, há uma série de fatores que levam a escolher tecido, cor, modelo, moda, valor e etc.
A Bíblia diz em Pv. 4: 23 que do coração procedem às fontes de vida. Jesus em Mc. 7.21 diz que do coração procedem maus desígnios. Em Mat. 15:8. Jesus diz que o povo honra com os lábios, mas com o coração está longe. A Bíblia é clara ao afirmar que o homem é dirigido pelo coração (Cérebro) e não por sua vontade. Porque os homens escolhem uma vida pecaminosa e não uma vida temente a Deus? (porque o seu coração - cérebro é pecaminoso)
Porque o crente procura viver uma vida em Cristo? Porque Deus lhe proporcionou um coração novo – uma nova criatura. Eze. 36: 26 , 27.
DIANTE DISTO CHEGAMOS A DUAS CONCLUSÕES: O homem escolhe aquilo que está de acordo com a sua própria natureza. Rm. 8: 5. Não é a vontade que determina o pecador rejeitar a Cristo, mas o seu coração pecaminoso e corrupto. Os homens admiram a Cristo, mas a sua natureza pecaminosa contraria ao Senhor determina então o seu coração rejeitar o perdão e a nova vida.
A ESCRAVIDÃO DA VONTADE HUMANA
Qualquer pessoa que estudar este assunto, tem que analisar a questão de acordo com três homens. 1. Adão antes da queda era um ser livre para fazer o bem e mal. 2. O pecador depois da queda, nasce com um coração pecaminoso e corrupto, escravo do pecado da carne e do império das trevas. 3. O Senhor Jesus – O Santo de Deus – Luc. 1:35 a vontade do Senhor esteve predisposta para o que é bom, porque ao lado da sua humanidade perfeita estava a sua divindade.
ANALISANDO O CONTRASTE ENTRE OS TRÊS CONCLUÍMOS QUE:
Em Adão havia um equilíbrio moral, pendia para o bem ou para o mal. O homem nascido sob o pecado tem a sua vontade predisposta para o pecado. Enquanto que o Senhor é totalmente o contrário do pecador e acima de Adão.
DO QUE CONSISTE A LIBERDADE DO PECADOR
O pecador é livre no sentido de não ser forçado de fora para dentro. Ele não é forçado a pecar, porém, não é livre para analisar o bem e rejeitar o mal porque o coração pecaminoso que o habita sempre o impulsiona para o erro. (sempre na direção oposta a Cristo) Jo. 15: 18-19, Rm. 8: 7. Por isso Cristo disse a Nicodemos – É necessário nascer de novo, para que o milagre de Rm. 8: 14-16 seja real. O pecador pende apenas na direção do pecado porque por natureza é inimigo de Deus. Rm. 6:20, Ef. 4: 17 – 19. O pecador é escravo do pecado da carne e do diabo se o Senhor não libertá-lo, jamais será livre. Gl. 4:4-7; 2. Tm. 2:24-26,
CONCLUSÃO. 1. A culpa universal da humanidade diante de Deus e do pecado prova que o “Livre arbítrio” é falso. Rm 1: 18-21; 2:23,28,29. Um ser culpado não pode ser livre. 2. A imposição das leis divina e humanas sobre os indivíduos prova que o livre arbítrio é falso. 3. As doutrinas da eleição e salvação pela graça afirmam a Inexistência do livre arbítrio. 1. Ped. 2:9; Jo. 15:16. 4. O homem sem o Espírito Santos, mostra que o Livre Arbítrio” é falso, pois nada pode fazer de natureza espiritual, para sua libertação e salvação. II Tm. 2: 24-26; Jô. 8.31-36. 5. O poder da carne, mesmo nos santos, mostra a falsidade do “livre arbítrio”. Rm. 7 e Gl. 5. O homem sob o regime do pecado nunca foi livre, mesmo os salvos são escravos de Cristo. 1. Co. 7. 22.

30/09/2020

É correto usar a Arca ou outros itens da antiga aliança na igreja?

Pastores ensinam que os crentes devem guardar as festas judaicas como a festa dos tabernáculos, ler a Torah e guardar o sábado. Até mesmo nos cultos de algumas igrejas, músicas e danças judaicas foram inseridas e cantores, “ministros de louvor” e conjuntos diversos se intitulam como “levitas do Senhor” em referência ao sacerdócio Levítico da Antiga Aliança.

Já vi igrejas usando a bandeira da nação de Israel em destaque, o shofar é tocado e promovem-se as festas com a promessa de uma nova unção sobre a vida de quem participa de tais celebrações.

O candelabro, a arca da aliança e outros utensílios do tabernáculo são ostentados nos cultos e considerados objetos “sagrados”.

Com os acréscimos da areia santa, água santa, sal santo, folha de oliveira santa, etc. No cristianismo as pessoas são santas, mas as coisas não. Desta forma a prática judaizante caminha paralelamente com a superstição e feitiçaria. É parente da paganização.

Tudo isto é produto do analfabetismo bíblico, que não compreende as distinções entre os dois Testamentos. Os critérios para interpretá-los são diferentes. A palavra final de Deus foi dada em Jesus Cristo não por falsos líderes.

Estas práticas entram sutilmente na liturgia do culto e precisam ser erradicadas. Espera-se dos líderes que sejam firmes na defesa da fé cristã. É necessário promover estudos bíblicos acerca da salvação pela graça. Os púlpitos das igrejas não podem ser cedidos para cantores ou pregadores adeptos de tais modismos. O líder que permite ou autoriza práticas judaizantes na igreja iguala-se aos que invalidam a cruz de Cristo (1Co 1.17).

Algumas pessoas desprovidas de conhecimento bíblico são coniventes e defendem o uso destes costumes. Desta forma ignoram que existe uma diferença crucial entre o conceito de "doutrina" e "usos e costumes". As doutrinas são imutáveis e os usos e costumes são locais e mutáveis.

Portanto o uso desses itens além de serem usados de forma errada, se tornou idolatria. Rosivaldo Ferreira Gomes

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Rua Bélgica 527
Manaus, AM

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