Rosatom América Latina

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[Port.] A corporação Rosatom engloba mais de 300 subsidiárias, incluindo as instituições científicas, centros de pesquisa e todas as empresas nucleares da Rússia. Rosatom ocupa posições de liderança no mercado global de tecnologias nucleares e está construindo 35 reatores nucleares ao redor do mundo.

[Esp.] La corporación Rosatom incluye más de 300 subsidiarias, incluyendo instituciones científic

as, centros de investigación y todas las empresas civiles nucleares de Rusia. Rosatom mantiene posiciones de liderazgo en el mercado mundial de las tecnologías nucleares y está construyendo 35 unidades de energía nuclear alrededor del mundo.

12/08/2026

A equipe CHERENKOV MARINE RATS, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, venceu a etapa brasileira do Global HackAtom e agora se prepara para representar o Brasil na final internacional, em setembro, em Ecaterimburgo, na Rússia.

A etapa nacional foi realizada no IPEN-CNEN, em São Paulo, com apoio da Rosatom. Durante 24 horas, seis equipes desenvolveram soluções ligadas ao uso de tecnologias nucleares em áreas como energia, indústria, ciência e desenvolvimento sustentável.

No vídeo, Ana Gabriela Leão Ferro, supervisora e mentora da equipe vencedora, compartilha a emoção desse momento: “Estamos nos preparando para esse grande desafio que vem agora e contamos com a torcida de todos vocês.”

É seguro nadar ou pescar perto de uma usina nuclear?Uma usina nuclear pode usar água de um reservatório próximo — como u...
09/08/2026

É seguro nadar ou pescar perto de uma usina nuclear?

Uma usina nuclear pode usar água de um reservatório próximo — como uma baía, um rio, um lago ou o mar. Mas é importante entender: essa água não entra em contato com o combustível nuclear. Ela é usada para resfriar o v***r em equipamentos especiais chamados condensadores de turbina.

Como funciona? Na usina, o v***r gira a turbina e o gerador, produzindo eletricidade. Depois, esse v***r precisa ser resfriado e voltar ao ciclo. Para isso, a água do reservatório passa por paredes metálicas dentro do condensador: ela retira calor do v***r, mas não se mistura com os circuitos da usina.

Além disso, o processo é organizado de forma que a pressão da água de resfriamento seja maior do que a pressão dentro do condensador. Assim, se houver alguma passagem, a água do reservatório pode entrar no sistema — mas o caminho inverso, do circuito da usina para o meio ambiente, é excluído. Por isso, não há impacto radiológico nesse processo de resfriamento.

Nas unidades modernas de dois circuitos com reatores VVER, que a Rosatom constrói em diferentes países, o v***r que chega à turbina não é radioativo. Esse é mais um elemento importante de segurança e um exemplo claro de como as soluções de engenharia protegem as pessoas e o meio ambiente.

Por isso, nadar ou pescar perto de uma usina nuclear é seguro nos locais onde isso é permitido pelas regras locais e onde são respeitadas as medidas comuns de segurança na água.

08/08/2026

“Eu realmente vou para o Polo Norte?”

No momento da partida da expedição “Quebra-gelo do Conhecimento”, Júlia Passarini, representante do Brasil, ainda tentava acreditar no que estava acontecendo.

Aos 16 anos, ela embarcou rumo ao Ártico a bordo do quebra-gelo nuclear 50 Let Pobedy (“50 Anos da Vitória”). Durante 10 dias, os participantes viajam até o Polo Norte, conhecem a rotina de um quebra-gelo nuclear, participam de atividades científicas e convivem com jovens de diferentes países.

Entre ansiedade e muita alegria, Júlia conta que quer conhecer outras culturas, fazer novas amizades e viver de perto uma experiência em que ciência, tecnologia e aventura se encontram no meio do gelo.

Hoje, ela já está a bordo — e essa jornada está apenas começando.

⚛️ Duas tecnologias, uma estratégia: um novo caminho para a energia nuclear de quarta geraçãoCientistas da Rosatom confi...
07/08/2026

⚛️ Duas tecnologias, uma estratégia: um novo caminho para a energia nuclear de quarta geração

Cientistas da Rosatom confirmaram que reatores rápidos e reatores de sal fundido podem se complementar de forma eficiente em um sistema nuclear de dois componentes. Os estudos fazem parte do desenvolvimento do ciclo fechado do combustível nuclear, enquanto o Complexo de Mineração e Química coordena o projeto de criação de um reator experimental de sal fundido.

Um dos principais desafios é lidar com os actinídeos menores — alguns dos componentes de longa vida mais complexos dos resíduos radioativos. Os cálculos mostraram que um reator de sal fundido pode transmutar o cúrio em volumes compatíveis com sua geração prevista durante o reprocessamento do combustível nuclear usado.

Ao mesmo tempo, os reatores rápidos permitem recuperar materiais valiosos do combustível usado e reutilizá-los em um novo ciclo. A Rosatom já desenvolve projetos nessa direção, incluindo os reatores BN-1200M e BREST-OD-300, este último integrado a um complexo com ciclo fechado do combustível nuclear.

🗣 “Agora não se trata de concorrência, mas de sinergia. Cada tipo de reator resolve de forma eficiente uma parte dessa tarefa”, destacou Vasily Tinin, diretor da Rosatom responsável pela política na área de resíduos radioativos e combustível nuclear usado.

🛡️ 97 toneladas de aço: nova unidade nuclear começa a ganhar sua estrutura de proteçãoA primeira seção vertical do reves...
06/08/2026

🛡️ 97 toneladas de aço: nova unidade nuclear começa a ganhar sua estrutura de proteção

A primeira seção vertical do revestimento metálico da contenção interna do edifício do reator foi instalada na Unidade 4 da usina nuclear Leningrado 2, atualmente em construção na Rússia. Com 97 toneladas, a estrutura foi posicionada com o auxílio de um guindaste de esteiras de grande porte. A operação durou cerca de sete horas, após vários meses de preparação.

A contenção interna é um dos principais elementos de segurança da unidade equipada com um reator VVER-1200 de geração 3+. Ela forma uma barreira hermética ao redor do reator e dos equipamentos essenciais. Nas próximas etapas, a estrutura metálica será reforçada com concreto especial, armaduras e um sistema de cabos de aço.

O projeto também inclui uma contenção externa, destinada a proteger o edifício do reator contra impactos externos de origem natural ou tecnológica. Esse sistema de dupla contenção é uma das características da tecnologia VVER-1200, utilizada em usinas nucleares na Rússia e em outros países.

🇲🇽 Rosatom entra no mercado mexicano com o sistema médico “Tianox”O aparelho russo de terapia inalatória com óxido nítri...
05/08/2026

🇲🇽 Rosatom entra no mercado mexicano com o sistema médico “Tianox”

O aparelho russo de terapia inalatória com óxido nítrico “Tianox” recebeu aprovação do órgão regulador mexicano COFEPRIS. A decisão abre caminho para seu uso em hospitais do país e marca o início do fornecimento piloto, organizado pela Rosatom RDS em parceria com a empresa local Health Care S.A. DE C.V.

O “Tianox” gera óxido nítrico diretamente do ar ambiente e regula automaticamente sua concentração durante a terapia. O equipamento é utilizado no tratamento de doenças respiratórias e cardiovasculares, em unidades de terapia intensiva, transplantes, neonatologia e outras áreas da medicina.

🗣 “A entrada no mercado do México é um passo importante para o desenvolvimento das exportações e a promoção das tecnologias médicas russas na América Latina. Acreditamos que o ‘Tianox’ poderá ser útil também em outros países da região”, destacou Aleksandr Teterin, diretor de tecnologia médica especializada da Rosatom RDS.

📌 O aparelho já havia sido registrado anteriormente na Bielorrússia e no Uzbequistão. Neste ano, foi assinado um contrato para fornecimento do “Tianox” à Nicarágua. A Rosatom amplia sua presença na América Latina não apenas no setor de energia, mas também em tecnologias avançadas — incluindo soluções para a área da saúde.

🚢 O “Quebra-gelo do Conhecimento” partiu rumo ao Polo Norte!No dia 4 de agosto, os participantes da 7ª expedição científ...
04/08/2026

🚢 O “Quebra-gelo do Conhecimento” partiu rumo ao Polo Norte!

No dia 4 de agosto, os participantes da 7ª expedição científica e educacional da Rosatom deixaram Murmansk a bordo do quebra-gelo nuclear 50 Let Pobedy (“50 Anos da Vitória”). A equipe internacional reúne estudantes talentosos de 23 países, incluindo a representante do Brasil, Júlia Passarini, do Ceará.

Para Júlia, esta não é apenas uma viagem. É a oportunidade de ver o Ártico de perto, conhecer o funcionamento de um quebra-gelo nuclear e passar dez dias ao lado dele uma equipe científica internacional. A programação inclui palestras, masterclasses, contato com tecnologias nucleares, vida a bordo e a jornada até o ponto mais ao norte do planeta.

“Vou me lembrar deste dia para sempre. Neste momento, são muitas emoções: alegria, ansiedade, entusiasmo e uma enorme vontade de partir logo nessa viagem”, diz Júlia.

O projeto mostra aos jovens que a ciência não está apenas nos livros, mas também nas tecnologias reais, na cooperação internacional e em experiências que podem inspirar escolhas para o futuro.

Ao longo de seis temporadas, mais de 400 estudantes talentosos de diferentes países já participaram das expedições árticas da Rosatom ao Polo Norte.

Empresas de engenharia mecânica da Rosatom enviaram duas unidades de reator RITM-200 para o novo quebra-gelo nuclear “Le...
03/08/2026

Empresas de engenharia mecânica da Rosatom enviaram duas unidades de reator RITM-200 para o novo quebra-gelo nuclear “Leningrad”. O equipamento foi encaminhado ao estaleiro em São Petersburgo, onde o navio de nova geração está sendo construído.

O RITM-200 é uma unidade de reator compacta, criada para os quebra-gelos nucleares modernos. Essa tecnologia permite que os navios atravessem o gelo espesso do Ártico e garantam a navegação estável pela Rota Marítima do Norte.

Hoje, a linha RITM já vai além da tecnologia para quebra-gelos. Com base nas soluções do RITM-200, estão sendo desenvolvidas modificações para pequenas usinas nucleares, incluindo unidades terrestres e flutuantes para regiões remotas e projetos industriais.

Até agora, as empresas da Rosatom já fabricaram 15 unidades de reator da linha RITM, enquanto outras 13 estão em produção. Isso mostra que a energia nuclear compacta está se tornando uma plataforma tecnológica em série — não apenas para a frota nuclear, mas também para outras soluções energéticas modernas.

No canteiro de obras do ITER, na França, foi instalado no poço do reator o sexto módulo setorial da câmara de vácuo. Os ...
01/08/2026

No canteiro de obras do ITER, na França, foi instalado no poço do reator o sexto módulo setorial da câmara de vácuo. Os bocais superiores desse módulo foram desenvolvidos e fabricados por uma empresa da Rosatom. Além disso, a Rosatom também garantiu a produção e o fornecimento de uma parte significativa do supercondutor usado nas bobinas magnéticas dos módulos setoriais.

A câmara de vácuo é um dos elementos centrais da futura instalação. É dentro dela que será mantido o plasma superaquecido necessário para os experimentos de fusão termonuclear controlada. Com a instalação do sexto módulo, dois terços da câmara de vácuo do ITER já estão em sua posição final.

O ITER — Reator Termonuclear Experimental Internacional — é um dos maiores projetos científicos e tecnológicos do mundo. Seu objetivo é demonstrar que a energia de fusão pode ser usada em escala industrial. Diferentemente dos reatores nucleares convencionais, nos quais a energia é liberada pela fissão de núcleos pesados, na fusão núcleos leves se unem — como acontece nas estrelas.

“No fim de maio, foi instalado o quinto módulo setorial do ITER, e agora já temos o sexto. O ritmo de montagem e instalação realmente cresceu de forma impressionante. Na prática, dois terços da câmara de vácuo já estão instalados, e em breve o coração desse gigante da fusão estará completamente montado”, destacou Anatoly Krasilnikov, diretor do Centro de Projetos ITER.

Os primeiros experimentos no ITER estão previstos para 2034, e a operação plena da instalação deve começar em 2039. Uma das principais metas do projeto é aprender a manter uma reação de fusão com potência de 500 MW por pelo menos 400 segundos, consumindo 50 MW de potência. Esse será um passo importante para testar uma tecnologia que, no futuro, poderá abrir caminho para uma nova fonte de energia de baixa emissão de carbono.

⚛️ Como garantir a segurança dos rejeitos radioativos por milhares — e até milhões — de anos?Em entrevista, Vasily Tinin...
31/07/2026

⚛️ Como garantir a segurança dos rejeitos radioativos por milhares — e até milhões — de anos?

Em entrevista, Vasily Tinin, diretor da Rosatom responsável pelas políticas públicas nas áreas de rejeitos radioativos, combustível nuclear usado e descomissionamento, explica como o setor desenvolve tecnologias para reduzir o volume de rejeitos, reaproveitar materiais e garantir sua disposição segura.

A conversa também aborda repositórios geológicos profundos, radioquímica, digitalização e o uso de robôs em áreas de alta radiação.

🔗 Confira a versão completa da entrevista em nosso perfil no LinkedIn

Quando começará a diminuir o volume de rejeitos radioativos? Como isolar rejeitos de longa duração por milhares de anos? E por que são necessários projetos digitais para o descomissionamento de instalações nucleares e radiológicas? Vasily Tinin, diretor da Rosatom para políticas públicas ...

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