Coletivo Lgbt Chromatopia Unifesp

Coletivo Lgbt Chromatopia Unifesp Venham (des)construir conosco em nossos encontros e debates para que possamos dar cada vez mais voz a cada uma das letras da sigla LGBT!

Dentro do ambiente universitário nós, estudantes, nos associamos a certos grupos – como as atléticas esportivas, os centros acadêmicos e os coletivos, estes últimos atualmente em ascensão dentro das universidades. Os coletivos nos representam, defendem ideias em que acreditamos e estabelecem pontos de contato com pessoas que vivem realidades semelhantes às nossas e entendem algumas situações pelas

quais passamos, constituindo, assim, espaços de formação, luta e também acolhimento. Pensando nisso, no final de 2015, nós, estudantes do campus São Paulo da Unifesp, demos início à construção do Coletivo LGBT Chromatopia no intuito de reunirmos pessoas interessadas em fazer parte desse projeto, além de promover um ambiente de discussão para contribuir com a formação e consolidação do próprio Coletivo. Além disso, o Chromatopia trabalha para articular os interesses dos LGBTs no contexto acadêmico, bem como para construir um meio de integração e de apoio mútuo entre os que sofrem opressões relacionadas à orientação sexual e identidade de gênero. Esperamos que, juntos, todos possamos trabalhar e tentar, num esforço contínuo, construir um campus mais aberto à novas discussões e à diversidade, que são as marcas da sociedade atual.

https://www.youtube.com/watch?v=3LHrJy0o0-U
29/08/2016

https://www.youtube.com/watch?v=3LHrJy0o0-U

ALÔ, GENTE! Esse vídeo é muito especial, porque 29 de agosto é o dia da visibilidade lé***ca e eu queria, de alguma forma, mostrar que não estamos sozinhas n...

03/08/2016
17/07/2016

Pessoas não-binárias existem!

: Imagem de Igreja de Santa Cher na Terra com 6 bonecos de placa de banheiro em degradê de azul para rosa lado a lado, sobrepondo um ao outro pela metade, com um texto em preto na frente: Tem gente que é menino,
tem gente que é menina
tem gente que é um pouco de cada e tem gente que não é nenhum dos dois.
(E isso não tem nada a ver com p***s ou va**na)

13/07/2016

O agressor atacou enquanto Gabriel Figueira Lima, 21, estava em uma rua duas semanas atrás em uma cidade no Amazonas, o esfaqueando no pescoço e fugindo na...

NOTA DE SOLIDARIEDADEA UNIFESP — Universidade Federal de São Paulo — vem a público manifestar-se em solidariedade ao lut...
12/07/2016

NOTA DE SOLIDARIEDADE

A UNIFESP — Universidade Federal de São Paulo — vem a público manifestar-se em solidariedade ao luto dos familiares, dos amigos e da comunidade universitária da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), e à reivindicação por justiça, frente à morte prematura e violenta do estudante Diego Vieira Machado.
Na noite do dia 02/07/16, Diego, um jovem estudante universitário do curso de letras, do norte brasileiro, negro e LGBT, foi covardemente espancado e assassinado. Seu corpo foi encontrado nas dependências da universidade, local em que muitos circulam diariamente e que o mesmo residia (no alojamento). Até quando as universidades conviverão com práticas de tamanha violência e crueldade? Até quando permitiremos que pessoas como o Diego virem mais um número nas estatísticas?
Este fato no alerta para a necessidade de reiterarmos que a vida de LGBTs é, diariamente, colocada a prova pelo simples fato de fugirem à ideia tradicional de família. Não devemos esquecer nunca que nosso país, como conhecemos hoje, veio de uma formação preconceituosa e xenófoba velada, que muitas vezes naturaliza violências étnico-racial, geracional, de gênero, sexual, estética e territorial (campo x cidade, centro x periferia, sul/ sudente x norte/ nordeste). A universidade não está imune a essas violências, mas tem a responsabilidade de criar uma cultura e assumir uma posição que a combata. Diego representa muitos universitários que sofrem com diversos ataques diariamente e não têm respaldo para denunciar ou mesmo lutar contra essas opressões.
Sendo assim, a UNIFESP se une aos estudantes da UFRJ e a toda a comunidade para o LUTO e também para a LUTA no combate às violências, sua naturalização e negligência. Que os crimes de ódio, enfrentados cotidianamente em nossa sociedade, sejam cessados e que possamos, em conjunto, expandir o diálogo para a construção de uma outra cultura civilizatória, garantidora da vida e dignidade humana, inclusive com implicações nos espaços universitários.

São Paulo, 08 de Julho de 2016.
Universidade Federal de São Paulo

Pró-reitoria de Extensao e Cultura - PROEC
Núcleo de estudos de gênero, raça e sexualidades (campus de Guarulhos)
Coletivo Chromatopia (campus de São Paulo)
Coletivo Conectivo (campus São José dos Campus)
Coletivo Diversidade Sexual e de Gênero (campus Baixada Santista)

Nota de solidariedade - UFRJ Categoria: DESTAQUES Imprimir Email Publicado em: 11/07/2016 Leia a nota em: NOTA DE SOLIDARIEDADE Proec e Coletivos da Unifesp se manifestam em solidariedade à reivindicação por justiça e ao luto dos familiares, dos amigos e da comunidade universitária da UFRJ (Universi...

06/07/2016

Dia 22: O termo, em qualquer uso, ainda sim é um termo pejorativo para o movimento.

É aceito em meios homossexuais usar o termo "viado", onde a sua conotação é em tom de carinho. Utilizá-lo fora do meio, o torna pejorativo, uma vez que a palavra em si possui uma conotação de preconceito e depreciação. Em todos os casos, seu uso perpetua a homofobia entre os héteros. Para apoiar o movimento por completo, deve-se questionar os atos homofóbicos quando não tem uma LGBT presente para fazê-lo. Afinal, apoiar o movimento e manter as piadas homofóbicas quando está no bar com amigos é hipocrisia.

*Dedicado à João Donati, 18, assassinado com requintes de crueldade em Inhumas, GO. 9 de setembro de 2014.

Na quinta-feira (30/06), o coletivo Chromatopia participou do Seminário “DIÁLOGOS E PROPOSIÇÕES PARA UMA POLÍTICA INSTIT...
03/07/2016

Na quinta-feira (30/06), o coletivo Chromatopia participou do Seminário “DIÁLOGOS E PROPOSIÇÕES PARA UMA POLÍTICA INSTITUCIONAL DE COMBATE ÀS VIOLÊNCIAS E DE PROMOÇÃO DO DIREITO À DIVERSIDADE SEXUAL E DE GÊNERO”. Nesse debate houve um momento para um diálogo sobre as violências enfrentadas pelos LGBTs em nossa universidade, na qual foram levantadas algumas questões muito importantes. Assim, decidimos então unir forças e iniciar um grupo, com reuniões mensais, para discutir sobre esse assunto. Em breve divulgaremos a agenda desses encontros. Fiquem atentos, pois queremos uma mobilização maior.

PS: Nesse mesmo dia teve o ato dos alunos contra os cortes orçamentários sofridos pela UNIFESP.

Unifeudo está mudando?
VAI TER MILITÂNCIA SIM!

29/06/2016

É bem verdade que pertencer a uma minoria social muitas vezes ajuda a treinar o olhar de alguém para a opressão que outras pessoas sofrem. Fortalece a empatia, dizem. Isso, no entanto, não quer dizer que uma vítima de discriminação não possa, ela mesma, ser o agente opressor de algo que ela não sofr...

24/06/2016

❤❤❤❤❤❤❤

Pessoal, documentário muito bom que trata sobre a construção do que é ser um menino/homem/do gênero masculino. Acaba abo...
21/06/2016

Pessoal, documentário muito bom que trata sobre a construção do que é ser um menino/homem/do gênero masculino. Acaba abordando machismo, homofobia, violência, e dá vários insights sobre heterocisnormatividade (não sei se essa era uma intenção, mas achei que sim! hahaha)
Recomendado!
Beijas :*

This documentary on the American "boy crisis" explains how to raise a healthier generation of men and features interviews with experts and academics.

19/06/2016

Apenas PAREM.

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Rua Sena Madureira, 1500
São Paulo, SP
04021-001

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