Roteiro Suíça - guia, roteiros e dicas

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Roteiro Suíça - guia, roteiros e dicas ✵ TOUR, GUIA, ROTEIRO, DICAS ✵
Rodrigo 🇧🇷 & Lena🇨🇭, um casal que é apaixonado pela Hoje dia ele fala o idioma Suíça Alemão e também o Alto Alemão.

Temos a nossa base em Berna, capital da Suíça.
✵ ✵ ✵

✓Lena tem o bacharel de turismo da faculdade HE-SO na cidade Sierre (Valais).
✓Rodrigo se encantou pelas belezas da Suíça quando se mudou há quase 6 anos atras do Rio de Janeiro para Berna. Temos um certificado como « Swiss Travel Expert » pelo orgão de Turismo da Suíça.

29/05/2026

Sentimentos de verão chegando em Berna, Suíça.

28/05/2026

quem disse que balanço é coisa de criança?

desacelerar nos Alpes suíços. sentir o que o corpo pede. sem pensar no próximo destino.

o novo luxo de viajar não é ver mais.
é sentir de verdade o que está na sua frente.

existe uma técnica simples de grounding pra voltar pra si mesma em segundos:

5 coisas que VEJO: montanhas, árvores, o lago de Thun, o céu e o Harder Kulm.
4 que SINTO: o sol, o ventinho na pele, o coração batendo e o balanço sob os pés.
3 que OUÇO: o vento, vozes ao longe e o canto dos pássaros.
2 que CHEIRO: o ar limpo e o cheiro de pinheiro.
1 que SABOREIO: o gostinho do fondue do almoço. 🧀

o sistema nervoso regula. a energia volta. e você retorna pra casa inteira — cheia de memórias e de sensações boas no corpo.

às vezes não precisa de muito. só de alguns minutos de verdade.

quando foi a última vez que você parou de verdade?

27/05/2026

Honestamente, não sei te dizer. Me lembra as pizzas no Brasil com sushi, batata frita, chocolate… isso para mim parece estranho rs

Sei que o clássico é com pão — em quadradinhos ou em fatia inteira pra quebrar na hora. Em alguns cantões, batata no lugar do pão é tradição.
Aí tem quem ouse: brócolis, couve-flor, pera fresca, abacaxi de lata…

Detalhe: as batata frita eram do meu burger e deu uma vontade de experimentar com Fondue.

O que você já mergulhou no fondue?

📍 Berggasthaus First, Grindelwald First 🇨🇭— adoramos

26/05/2026

Quarenta anos. E uma vida que poucos teriam coragem de construir.

Hoje você faz 40 anos, Rodrigo.
Com família no Brasil e nossos filhos aqui na Suíça — onde você construiu uma vida inteira do zero, em outro idioma, outra cultura, outro inverno.

Caiu. Levantou. Construiu.
Com „Bern“ tatuada no braço — e no coração.

Aberto, curioso, com aquela energia que faz qualquer lugar parecer familiar em cinco minutos.

Só você sabe o que realmente significa estar tão longe.
Isso exige um tipo de coragem que não aparece no cartão postal.

Parabéns, Rodrigo. Quarenta anos de uma vida que você escolheu construir do seu jeito — longe de casa, do zero, com tudo o que você tem. Que esse novo ciclo te traga de volta tudo o que você já plantou. Com muito carinho.

Esse dia é teu. Feliz vida!🥂

25/05/2026

Hoje é feriado em Berna, 🇨🇭. Minha tarefas não sabem disso.

Quem me acompanha vê viagens, experiências, lugares bonitos. O que não aparece nas fotos são os dias assim — onde eu sento, foco e construo enquanto outros descansam.

Não é desabafo. Não quero parabéns por isso.

É só um lembrete de que julgamos rápido demais sem saber o que acontece nos bastidores. O que parece só viagem tem admin, planejamento, horas invisíveis.

Não cheguei aqui por sorte. Cheguei porque sei o que quero — e isso muda a forma como eu vejo cada dia, feriado ou não.

E só é possível porque tenho o apoio da minha família quando preciso. Um salve pra esses. 🙏

O que ninguém imagina que está por trás do que você faz? 👇

21/05/2026

nem sempre precisa ser um trem panorâmico na Suíça para ter uma vista espetacular.
chegar em Berna também é um UAU!

Para ter essa vista chegando em Berna, senta-se do lado esquerdo na direção de trem se vier a partir de:
Zurique
Basel
Interlaken
Thun
Milano
Lucerna

15/05/2026

Mistério resolvido: o tesouro do arco-íris em Berna está escondido no Museu Histórico..
quem sabe até na exposição do Albert Einstein. 🌈✨

11/05/2026

“Correr na cidade? De jeito nenhum.
Na chuva? Muito menos.”

Essas eram as minhas palavras de antes.

Não porque eu não conseguiria.
A minha cabeça só encontrava sempre um motivo para adiar.

Hoje eu fui mesmo assim.
Com chuva, roupa de chuva e sem esperar pelas condições perfeitas.

E percebi de novo: muitas vezes, o problema nem é o problema em si.

Não é o tempo.
Não é o lugar.
Não é a roupa.
Não é o cabelo.
Não é o look.
Não é se está tudo “bom o suficiente” para aparecer na câmera.

É a história que eu conto para mim mesma.

No fim, quando eu espero tudo estar perfeito, eu fico travada justamente no movimento que começa a mudança.

Eu adio a corrida.
Adio cuidar melhor de mim.
Adio começar novos projetos.
Adio aparecer na câmera.
Adio me mostrar como eu sou.

E, sem perceber, fico esperando um momento perfeito que talvez nem exista.

Só que talvez seja exatamente sobre isso:
ser autêntica, não perfeita.

E você?
Que desculpa a sua cabeça costuma te contar para você não se movimentar ou não se mostrar?

📍Bern 🇨🇭

10/05/2026

Meus filhos me ensinaram mais sobre cuidado do que qualquer formação.

Com eles, aprendo todos os dias a olhar melhor e dar minha melhor versão.
A ser mais flexível.
A respirar fundo quando nada sai como planejado.

Aqui na Suíça, onde cuidar muitas vezes exige mais organização e menos rede familiar por perto, entendi que apoio também se constrói pelo caminho.

Nem tudo eu posso controlar.
Nem tudo preciso determinar.

Às vezes, o mais importante é estar presente.
Dar segurança.
Encorajar.
E reconhecer quando soltar é tão necessário quanto segurar.

Talvez seja por isso que o turismo também fale tanto comigo: receber pessoas é perceber necessidades, orientar com cuidado e abrir espaço para descobertas próprias.

Hoje penso em você, mãe, que carrega tanto.
O que aparece.
E o que quase ninguém vê.

Talvez você nem perceba, mas torna tanta coisa possível.

Que hoje você receba um pouco do reconhecimento que merece todos os dias.

Feliz Dia das Mães. 💚

📍Aletscharena, Valais 🇨🇭

03/05/2026

Sozinha para comer, eu não acho estranho.

Eu me pergunto mais por que isso parece tão desconfortável para tantas pessoas.

Se a gente mal consegue sentar à mesa com a própria companhia, como espera que os outros gostem da nossa?

Talvez comece exatamente aí algo importante:
a relação com nós mesmos.

PS: Lembrete para mim também: nem tudo precisa virar conteúdo. Algumas coisas podem simplesmente ser vividas. 🙂

E você: gosta de comer sozinha/sozinho ou evita?

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