09/01/2026
No último dia 31/08, a psicologia e o direito se encontraram em um diálogo necessário. 💬
Tive a honra de ministrar a palestra “Psicologia do Conflito: emoções, comunicação e os limites da construção do consenso” para a advocacia da Subseção de Taguatinga (OAB/DF), com mediação da advogada Carolina Lazzarotto.
Refletimos sobre seis caminhos essenciais: o encontro com o outro por meio da escuta e do acolhimento; a compreensão da resistência e daquilo que permanece não dito; o olhar para a vulnerabilidade, o trauma e a regulação emocional; a redefinição do sucesso, pois resolver não signif**a necessariamente concordar; o reconhecimento do próprio poder; e o cuidado com os limites e conflitos internos de quem media.
Antes de construir consenso, é preciso compreender o que move cada pessoa — e também o que move a nós mesmos.
Agradeço à OAB/DF e à Subseção de Taguatinga pelo convite e pela confiança. Que sigamos mostrando que saúde mental também é ferramenta de justiça. 🤍
E você, já refletiu sobre o papel das emoções nos seus conflitos?
—-us
On August 31, psychology and law met in a necessary dialogue. 💬
I had the honor of presenting the lecture “Psychology of Conflict: Emotions, Communication, and the Limits of Building Consensus” to lawyers from the Taguatinga Subsection (OAB/DF), mediated by attorney Carolina Lazzarotto.
We reflected on six paths: listening and welcoming others; understanding resistance and what remains unsaid; looking at vulnerability, trauma, and emotional regulation; redefining success, since resolving does not necessarily mean agreeing; recognizing our power; and caring for the boundaries and inner conflicts of mediators.
Before building consensus, we must understand what drives each person — and what drives us.
I thank OAB/DF and the Taguatinga Subsection for the invitation and trust. May we continue showing that mental health is also a tool for justice. 🤍
Have you ever reflected on the role emotions play in your conflicts?