Universidade Antropófaga

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Universidade Antropófaga é a prática de transmissão de conhecimento do Teatro Oficina, companhia inaugurada em 1958, com sede na periferia central do bairro do Bixiga, no centro de Sampã. Dirigida por um antropófago – Zé Celso Martinez Correa –, tem como arte matriz o teat(r)o; e seus espetáculos são
uzynas de contracenação de muitas artes, muitas línguas, atuando na construção
de peças que, com

suas ações, situações e personagens, são canais de interpretação do tempo presente. Inspirada num antigo morador do Bixiga – o grande poeta modernista, pós-modernista e antropófago, Oswald de Andrade –, a Universidade tem como superobjetivo a formação não somente de atores para o teatro, cinema ou TV, mas atuadores na sociedade, nas zonas de conflito, áreas de risco, formados na experiência do estudo e contato com os pontos tabus, que impedem nossa evolução democrática para a liberdade, incorporando o ensino com crianças, adultos, através de experiências artísticas, filosóficas, científicas, e mergulhando nos temas tabus, evitados pela educação de péssimo padrão de hoje. A Segunda Dentição da Universidade Antropófaga faz parte do projeto Oswaldianas – Teato na Cidade Seca Sobre Rios, projeto patrocinado pela Petrobras, patrocinadora da Manutenção da Cia Teatro Oficina Uzyna Uzona desde 2005

“Eu sentia e sabia que não poderia deixar de fazer alguma coisa sobre o Oficina naquele momento. Pensei numa exposição q...
28/03/2025

“Eu sentia e sabia que não poderia deixar de fazer alguma coisa sobre o Oficina naquele momento. Pensei numa exposição que registrasse o impacto da obra de José Celso que, durante esses 50 anos, vem criando e recriando a cultura brasileira. (…) Como falar de Zé Celso, do Oficina? (…) Havia coisa demais a ser dita. Montagens que revolucionaram o universo cultural do país. Caminhos agitados que falam de grandes montagens, sucessos, polêmicas, invasões, incêndios, prisões, lutas violentas por território. (…) Brigando sempre pela experimentação radical que desestrutura, transforma, que se mistura com a rua, com a multidão. Laboratório de mergulho nas origens, impõe o desejo como instrumento de criação, o corpo e a dança como funcionalidades primeiras. Criticado pela esquerda, censurado pela direita, a verdade é que ninguém da minha geração escapou do efeito Oficina. Do talento espantoso do poeta Zé Celso. Sou prudente. Chamei Camila Mota Lucas Weglinski – que se constituíram como as vozes do Oficina – e Alberto Renault – peça central desse projeto –, e começamos a pensar juntos. O título da exposição veio nos primeiros cinco segundos de jogo. Foi fácil. O conteúdo veio da lembrança de Camila da imensa documentação audiovisual, textual e iconográfica produzida desde o início do grupo por Zé e pelas equipes e elencos do Oficina e nunca tornada pública. Vídeos e filmes inteiros ainda desconhecidos. Cadernos de campo, belíssimos e densos, manifestos, documentos… Ou seja, o processo de criação e de luta do Oficina em cena aberta. Percebemos a urgência de mostrar esse material. Foi o que decidimos fazer.”

É o que decidimos fazer! Heloísa, já estamos com 66! Encontrar com sua escrita-tecido-tão-vivo, agora, nos dá força e fôlego pro muito que ainda iremos fazer. Nesse momento da virada entre mundos, você nos lança uma flecha certeira em direção à ancestralidade desse chão: teatro oficina sem coxia, em cena aberta, na ágora pública!

VIVA a brilhante e generosa feminista, pensadora, investigadora inquieta de toda a matéria vida, Heloísa Teixeira! VIVA sua genialidade feroz e afiada, aberta, quente e coletiva.

TE CELEBRAMOS

ATO DE PUBLICAÇÃO IIalou geral! hoje terça-feira (25) às 20h, Teatro Oficina recebe Ato de publicação II - Pensar após G...
25/03/2025

ATO DE PUBLICAÇÃO II

alou geral! hoje terça-feira (25) às 20h, Teatro Oficina recebe Ato de publicação II - Pensar após Gaza, com .1edicoes

Eis o chamado:

A guerra infinita é o modo pelo qual - colocando em risco a vida dos reféns israelenses e a população inteira de Gaza - o governo de Netanyahu garante a sobrevida de sua coalizão de extrema direita.

Dificilmente há linguagem para dar conta do que acontece em Gaza. Não nos basta assistir indignados às imagens televisivas ou acompanhar as polêmicas nas redes sociais. Nem assinar petições públicas, por mais bem intencionadas que sejam. Sentimos falta de uma ação mais contundente, por minúscula que seja.

A ocasião se oferece agora, com a publicação de Pensar após Gaza, de autoria de Franco Berardi (Bifo). Foi recém publicado na Itália e imediatamente traduzido para o português pela n-1 edições.

O livro de Bifo é uma espécie de manifesto a marteladas. Não se trata de abordar serenamente a explosividade do contexto, mas de lançar ao mundo a diatribe sulfurosa que nomeia sem rodeios as variáveis da catástrofe em curso. “Nós precisamos de livros que nos afetam como um desastre”, escreveu Kafka.

Faremos uma leitura pública no Teatro Oficina, cuja tradição de engajamento oferece o contexto mais adequado para o ato.

Ao longo de algumas horas, cada pessoa presente, se assim quiser ou desejar, poderá ler por 10-15 minutos um trecho do livro e/ou ouvir seu teor ressoar naquele espaço cênico, marcando presença num momento que pede gestos fortes. Trata-se mesmo de ler e/ou ouvir, todas as pessoas juntas, um livro, coletivamente.

SERVIÇO
Dia 25 de março de 2025 às  20h
Rua Jaceguai, 520 - Teatro Oficina
Entrada gratuita

chãoteatro-territóriobixiga, são paulo, março de 2025fotografia de
24/03/2025

chão
teatro-território
bixiga, são paulo, março de 2025

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5ª dentição da Universidade Antropófaga e seus três anos de revolições - o desejo de voltar a querer(21.03.22 - 21.03.20...
23/03/2025

5ª dentição da Universidade Antropófaga e seus três anos de revolições - o desejo de voltar a querer

(21.03.22 - 21.03.2025)

TEMPO REI!

O desejo, a prosperidade e a abundância que a eletricidade cacíldica, vista e magnetizada a partir de várias pespectivas, foi o fio condutor para que a companhia abrisse pós pandemia para que outras pessoas artistas pudessem mergulhar na noite escura e revelasse às estrelas os cantos mais profundos dessa linguagem e que fez com que forças da maior importância da companhia pudessem fazer aquilo que sabe na sua maior grandeza: TEAT(R)O!

Foram 3 meses de muita radicalidade, poesia, viagens oníricas, explosões da linguagem, reviravoltas internas, mata borrões, afinações em coros de vila-lobos e que abriu os abcessos para novas transformações.

Foram cinco núcleos que revelaram o grande viveiro de pessoas artistas, diretoras, atuadoras, dançarinas, das visualidades, das encruzilhadas, das feitiçarias, das musicalidades, das comunicações mais profundas com à terra, com as estrelas, do vídeo, da palavra falada, da corografia, dos pontos riscados e outras dimensões para além artísticas, mas da vida vivida ao vivo.

Foram mais de 100 pessoas friccionando, reentendendo, abrindo espações dentro e fora, reinterpretando e desenhando futuros para a companhia com mais de 60 anos de reexistência e de uma universidade com de mais de uma década. A universidade antropófaga é um espaço de troca e transmissão de conhecimentos, é quando a companhia se abre de tempos em tempos para se revirar e trocas suas escamas para ver com olhos livres dentro e fora e continuar transformando sua linguagem sem perder de vista às mais de 6 décadas de teatralidades.

Viva esse encontro, viva quem veio antes, às transformações e às continuidades. Viva este legado da Cultura Brasileira e mundial.

fotos de cafira zoé, ana Paula albé, jenifer glass, beto eiras, daline ribeiro y z**i yndio do brasil.

texto Joel Carlos
adm. do post

“energia que vem de dentro” dá nome a categoria da nossa indicação ao prêmio shell. pós-noite de premiações, nós queremo...
19/03/2025

“energia que vem de dentro” dá nome a categoria da nossa indicação ao prêmio shell.

pós-noite de premiações, nós queremos celebrar a energia que vem de baixo, do chão, das raízes das árvores, dos povos pretos, indígenas, mulheres, lgbtqia+, refugiados, imigrantes, dissidentes e marginalizados, dos povos de teatro… que praticam a dimensão coletiva da vida como tecnologia política.

celebramos os teatros de grupo, de companhias, que parecem flertar com a extinção nesse nosso tempo que a tudo corta, comprime, constrange e aperta para fazer caber nas economias neoliberais e nas salinhas de teatro. é preciso desenvolver uma cultura de cultivo e financiamento de teatros de grupo, é preciso patrocínio, investimento, vontade política e valoração de quem cria teatro nesse país se arriscando na corda bamba insana de manter companhias e legados vivos, como linguagens.

essa seita virtual estranha a que estamos todos submetidos, e que parece querer nos fazer reféns dos seus padrões de comunidade absolutamente coloniais, messiânicos, individualistas, que escolhe seus artistas por números de seguidores, que investe em obras-produto, arrumadinhas, enlatadas, que alimenta a corrida do ouro do engajamento… esse momento totalmente anti-teatral que estamos vivendo, sem uma contracenação de fato radical entre diferenças… não durará pra sempre. o hype cairá de podre. nós quebramos a 4ª parede com o rei da vela em 1967, e não pretendemos reconstrui-la nunca mais.

nossa gigante cesalpina, deitou. sem metáfora, a árvore plantada por lina bo bardi deitou no chão de terra do parque do rio bixiga num gesto teatral forte e também generoso, e continua a existir assim, deitada, e já começa a dar brotos. há ainda muito mistério entorno dela, mas uma mensagem é certa: a direção é horizontal.

que a gente saiba passar, com muita sabedoria, da Era dos gênios pra Era da moçada. essa talvez seja a grande direção desse tempo e onde vivem agora suas genialidades.

viva josé celso martinez corrêa, viva catherine hirsch, viva denise assunção, viva todas as gerações que fazem parte dessa história de 66 anos e todas as gerações que virão! por mais 66 anos…

teatro é território

DORIVAL E A MAR ESTÁ DE VOLTA! 🌊Mais bonito do que nunca!Em abril celebraremos 111 anos de Dorival Caymmi com curtíssima...
14/03/2025

DORIVAL E A MAR ESTÁ DE VOLTA! 🌊
Mais bonito do que nunca!

Em abril celebraremos 111 anos de Dorival Caymmi com curtíssima temporada de Dorival e a Mar na rua jaceguai 520!

Garanta sua entrada nesse barco! Os ingressos já estão à venda pela sympla (link no nosso perfil)

Dorival e a Mar é um rito-espetáculo em homenagem a Dorival Caymmi, cantor e compositor central na história da canção brasileira. Dirigida por Cyro Morais, a obra conta com um elenco de artistas-criadores do Teatro Oficina.

As canções de Caymmi são fundamentais para a linguagem musical da companhia, sendo inspiração, referência e trilha sonora para diversos artistas.

O espetáculo que já tinha no repertório, clássicos como “O Mar”, “O Bem do Mar”, “Saudade de Itapoã”, “Dora”, “O Vento” e “Canção de Partida”, nesta versão, traz outros sucessos do compositor como Quem Vem Pra Beira do Mar, Pescaria, Festa de Rua, entre outros.

SERVIÇO:
Dorival e a Mar
Direção: Cyro Morais
5, 12, 19 e 30 de abril (aniversário de Caymmi),
sempre às 20h
Teatro Oficina
Ingressos na sympla

FICHA TÉCNICA:

Idealização, direção, produção e atuação: Cyro Morais

Direção Musical e Arranjos: Guina Santos

Elenco:
Cyro Morais
Danielle Rosa
Kelly Campello
Zé Ed
Ayomi Domenica
Ysmael Ribeiro

Banda:
Beto Sporleder
Fefê Camilo
Guina Santos
Julio Dreads Oliveira
Moita Mattos

Direção de arte: Marília Piraju

Figurino: Anita Braga

Direção de cena: Débora Balarini

Iluminação: Victoria Pedrosa

Operação de Som: Nick Guaraná

Vídeo: Renato Pascoal

Câmera: Victor Rosa

Imagens de Salvador: Nash Laila

Arte gráfica: Amanda Gabriela

Rede social e mídia tática: Cafira Zoé

time quente dos anos 80 passando pra chamar toda gente pra se inscrever na BIGORNA, nossa newsletter ⚡️ y ficar por dent...
12/03/2025

time quente dos anos 80 passando pra chamar toda gente pra se inscrever na BIGORNA, nossa newsletter ⚡️ y ficar por dentro de tu-do que acontece aqui y agora, passado, presente y futuro desse terreyro de teatro 🏹

queremos afiar a nossa comunicação pra chegar em geral que nos deseja y quer saber das novas dessa uzyna uzona, sem ficar refém dos limites de algoritmos coloniais decidindo se nós somos ou não merecedores de engajamento

bora?! ❤️‍🔥

aqui:
https://open.substack.com/pub/abigorna
(link na bio)

📸 acervo / teatro oficina, década de 80. time-tyazo da companhia com cartazes de o rei da vela, o filme.

sem metáfora, nossa gigante cesalpina tombou. suas raízes saltaram pra fora da terra deitando sua copa, que mais parece ...
03/02/2025

sem metáfora, nossa gigante cesalpina tombou.

suas raízes saltaram pra fora da terra deitando sua copa, que mais parece agora uma floresta rodeada de pássaros no chão do parque do rio bixiga, no dia 03/02/25.

protagonista de todas as dramaturgias desse terreyro de teatro há quase 4 décadas, atriz de vanguarda tropical tragicômica multiespécie, testemunhou tudo, dirigiu tudo, ouviu tudo, atravessou o tempo em companhia y ação, esteve antes de muitos de nós y continuará pra muito depois. as árvores também vivem pra se tornar ancestrais.

cesalpina! que é patrimônio tombado! atiça agora uma imaginação radical que nos lance de uma vez por todas pra fora das catacumbas políticas, humanas y teatrais a que estamos atados!

sua poesia é a violência que faltava pra acabar de vez com todas as letargias!

que direção você nos dá agora, na virada? entre mundos? entre o dentro y o fora? na transversal do tempo? enquanto escuta o rio bixiga com os ouvidos na terra? o que ele diz? qual o seu pulso? em são paulo choveu em 2 dias 60% do esperado pra todo mês de fevereiro pra uma cidade que não suporta mais porque não honrou sua ancestralidade ribeirinha, soterrando todas as suas águas, apagando seus povoamentos, erguendo arranha-céus falocêntricos enquanto asfixiava a terra com cimento.

suas raízes fincadas no chão de terra do oficina, com sua copa apontando o céu, sempre foram o gesto absoluto em direção a criação do parque do rio bixiga, em direção ao não ensimesmamento de um teatro, em direção a multiplicidade plantada nessa terra chamada teatro oficina, que sempre teve vocação pra floresta.

celsalpina, plantada por lina, seu nome sempre significou caminho. que esse acontecimento seja lido com seus ouvidos fincados na terra, na força desse oráculo derradeiro.

é imenso seu gesto, como só uma atriz da sua envergadura poderia nos dar. trágico, como é trágica a total ignorância política desenraizando são paulo há séculos. cesalpina virada semele, a fulminada pelo raio que renasce nos cachos de uva, a mãe de dionísio. vingaremos a terra, brotaremos o novo!

celsapina, seu nome é caminho.

IROKO!

// texto
registros

poetas são diretores de toda a ação humana na terraum sismógrafo atento ao chão y seus abalos sísmicos y a toda transmut...
23/01/2025

poetas são diretores de toda a ação humana na terra

um sismógrafo atento ao chão y seus abalos sísmicos
y a toda transmutação que o teatro invoca

catherine é tipo a raíz da árvore mais antiga da floresta, sua função no ecossistema é recolher água y nutrientes pras mais jovens y menores que não possuem a mesma extensão radicular; é a própria árvore cesalpina plantada por lina no jardim do oficina com a copa virada pro cosmos, feito antena

artista da maior grandeza y das miúdas também
viva sua imaginação destemida, diretora poeta

catherine é genial em todas as suas formas, y nas mudanças de estados da sua matéria também

não só o teatro oficina, mas todo o teatro brasileiro se liga a ela, bebe da sua fonte como zé bebeu, como nós bebemos, na transversal do seu tempo

posseira de uma imaginação rara, seu delírio é sua força, vocação para a invenção, coisa fina, extraordinária

se há alguém que conhece a alma encantadora da jaceguai 520, é, sem titubeios, catherine hirsch

quando a grande árvore tomba ela dá de comer a todo o bioma: decomposição, compor sempre em ação: desejo

na última vez que nos encontramos, catherine deixou um oráculo suspenso no espaço: o desejo importa, se não tem tesão não tem companhia, não tem teatro

catherine dirigiu zé celso, co-dirigiu com zé inúmeros espetáculos, dirigiu o oficina, dirigiu a poesia y foi dirigida por ela, obsessivamente

seu nome se soletra: m-i-s-t-é-r-i-o

te continuamos,
paixão de poetas

📸 obituário de catherine hirsch, por luiz fernando ramos
texto da legenda por cafira zoé

ALÔ SALVADOR! TAMO CHEGANDO ⚡️Como nasce um espetáculo de tragycomédiaorgya? O que come? O que pensa? Como se reproduz?E...
13/01/2025

ALÔ SALVADOR! TAMO CHEGANDO ⚡️
Como nasce um espetáculo de tragycomédiaorgya?
O que come? O que pensa? Como se reproduz?

Expresso Oficina é um laboratório RELÂMPAGO de imersão em um processo de criação de espetáculo do Teat(r)o Oficina, como parte da programação de celebração dos 60 anos do Vila Velha ❤️‍🔥

Nos guiaremos pelas linguagens do coro, da ópera de carnaval, da contracenação desassombrada, da fala direta-elétrica, da palavra boa, bem dada (herança de Grande Otelo, Oswald de Andrade, Cacilda Becker, Denise Assunção...)trabalhando a partir das personagens e não das personas, tendo como super objetivo o desejo de criar junto na esteira da dramaturgia de O Homem e O Cavalo, de Oswald de Andrade

Aqui não lacramos nada, abrimos!
Para quem quiser abrir com a gente,
a hora é essa

Público-alvo: Pessoas interessadas ou ligadas às linguagens artísticas do teatro, da música, das artes plásticas e visuais, poetas, gente com desejo (com ou sem experiência), gente ligada à filosofia, à terra, à pesca, ao mar, ao carnaval, curiosas, da academia ou da rua, da música erudita à popular, da literatura, das artes do corpo, do corpo em movimento, em ginga, enfim, gente. (Faixa etária: dos 16 aos 113 anos). 

UMA APARIÇÃO ELÉTRICA!
COMETA ESSA LOUCURA
SE INSCREVA!

Na tripulação desse barquinho:
Camila Mota (atriz e diretora)
Letícia Coura (atriz, dramaturga, diretora, sambista, multiinstrumentista, corifeia dos coros)
Cafira Zoé (poeta etcetera)
Gabriela Campos (atriz e figurinista)
Maria Bitarello (instrumentista, fotógrafa, escritora e tradutora)

Essa é uma dentição de viagem da Universidade Antropófaga em transfluências teatrais com a Universidade Livre
SALVE VILA !!!

INFO
Inscrições online gratuitas até às 23h59 do dia 15/01
link na bio

Quando? 27 a 31 de janeiro, nas Arcadas do MAM

makumba graphyka: cafira zoé

🌟 O Teat(r)o Oficina chega a Salvador para uma aparição elétrica! Cometa essa loucura: inscreva-se!Esse é um convite par...
10/01/2025

🌟 O Teat(r)o Oficina chega a Salvador para uma aparição elétrica! Cometa essa loucura: inscreva-se!
Esse é um convite para você experimentar o processo de criação de espetáculo do Teat(r)o Oficina, uma imersão criativa nas linguagens do coro, da contracenação desassombrada e da ópera de carnaval. Inspirados em O Homem e o Cavalo, de Oswald de Andrade, esse será um espaço para criar a partir das personagens e não das personas, tendo como super objetivo o desejo de elaborar em conjunto.
🎭 Residência Artística GRATUITA
📍 Arcadas do MAM | 27 a 31/1
🌿 Inscrições online até 15/01 (link na bio)

Público-alvo: Pessoas interessadas ou ligadas às linguagens artísticas do teatro, da música, das artes plásticas e visuais, poetas, gente com desejo (com ou sem experiência), gente ligada à filosofia, à terra, à pesca, ao mar, ao carnaval, curiosas, da academia ou da rua, da música erudita à popular, da literatura, das artes do corpo, do corpo em movimento, em ginga, enfim, gente.
Faixa etária: dos 16 aos 113 anos.
O projeto “Vila Velha, por exemplo - 60 anos de um Teatro do Brasil” tem patrocínio do Banco do Brasil, através da Lei de Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal, com apoio do Museu de Arte Moderna da Bahia, Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural e Secretaria Estadual da Cultura.
O Teatro Vila Velha é mantido com recursos do Fundo de Cultura da Bahia, Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, através do Edital de Apoio a Ações Continuadas de Instituições Culturais.

  Teatro Oficina Uzyna Uzona] with .repost・・・O BAILADO DO DEUS MORTO volta AMANHÃ à pista do Teatro Oficina!Curta tempor...
15/09/2022

Teatro Oficina Uzyna Uzona] with .repost
・・・
O BAILADO DO DEUS MORTO volta AMANHÃ à pista do Teatro Oficina!
Curta temporada de 16 a 25 SET 2022 - Sexta a Domingo, sempre às 20h
Ingressos a venda no Link da Bio do Teatro Oficina Uzyna Uzona]

O BAILADO DO DEUS MORTO Rito-espetáculo de curta duração (aproximadamente uma hora) a partir da obra de Flávio de Carvalho censurada nos anos 30.
Direção de Marcelo Drummond

Teatro Oficina - Rua Jaceguai, 520 Bixiga - São Paulo

📷 Roderick Himeros O LAMENTADOR com máscara de Flávio de Carvalho - fotografia e arte gráfica de


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Rua Jaceguay, 520 – Bixiga

01315-010

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