Universidade Katyavala Bwila (Faculdade de Medicina de Benguela

Universidade Katyavala Bwila (Faculdade de Medicina de Benguela Innovatio. Investigatio. Progressio.

04/11/2015

Causas, sintomas e tratamento para os tipos mais comuns de anemia

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Tatiana Zanin (Nutricionista)
A anemia é caracterizada pela diminuição de hemoglobina no sangue, uma substância presente nas células vermelhas que transporta o oxigênio para os diferentes órgãos do organismo.

Assim, a anemia geralmente é provocada por situações que diminuem a quantidade ou a função da hemoglobina, como diminuição da quantidade de sangue, baixa produção de células sanguíneas ou produção anormal de células.

Dependendo do problema que está causando a diminuição de hemoglobina a anemia é classificada em diferentes tipos, sendo que os mais comuns incluem anemia falciforme, ferropriva, hemolítica ou megaloblástica, por exemplo.

Anemia falciforme

Causas: doença genética e hereditária que provoca a formação de células vermelhas deformadas e com baixa capacidade para transportar oxigênio.
Sintomas: o principal sintoma da anemia falciforme é o surgimento de dor por todo o corpo desde a infância, mas também podem acontecer outros sintomas como cansaço excessivo, sensação de falta de ar, tonturas, dor de cabeça frequente e mãos e pés frios.
Tratamento: não existe cura para este tipo de anemia, porém é possível utilizar remédios analgésico e anti-inflamatórios que ajudam a reduzir os sintomas. Entenda melhor o tratamento em: Anemia falciforme.
Diagnóstico: normalmente é feito logo após o nascimento através do teste do pezinho, mas também pode ser feito na idade adulta através de exames de sangue que identificam a presença de hemoglobina S.
Anemia ferropriva

Causas: alimentação pobre em ferro, perdas de sangue ou problemas que diminuem a absorção de ferro pelo organismo, como diarreia crônica ou doenças do intestino.
Sintomas: cansaço excessivo, fraqueza geral, sensação de falta de ar e, por vezes, aumento dos batimentos cardíacos. Além disso, também pode surgir vontade de comer comidas estranhas como barro ou terra, por exemplo.
Tratamento: depende do problema que está provocando a diminuição de ferro, no entanto, na maioria dos casos é possível tratar a anemia apenas com uma alimentação rica em ferro ou uso de suplementos com ferro. Veja os alimentos mais indicados em: Alimentos ricos em ferro.
Diagnóstico: exame de sangue que avalia a quantidade de hemoglobina e ferritina no sangue, sendo que quando os valores estão abaixo de 12g/dl é sinal de anemia ferropriva.
Anemia hemolítica

Causas: problemas ou doenças que levam à destruição das células vermelhas, como infecções, doenças autoimunes, aneurisma ou problemas cardíacos, por exemplo.
Sintomas: pele e olhos amarelados, assim como dor na barriga, cansaço excessivo, dores de cabeça, dificuldade para respirar ou tonturas frequentes.
Tratamento: alguns casos não necessitam de tratamento, no entanto, pode ser necessário utilizar remédios, fazer transfusões de sangue ou cirurgia.
Diagnóstico: exame de sangue que avalia a presença de anticorpos capazes de destruir as células vermelhas.
Anemia megaloblástica

Causas: baixa ingestão de vitamina B12 ou doenças que dificultam a utilização da vitamina B12 pelo organismo, como diabetes tipo 1, Vitiligo ou doença de Addison.
Sintomas: excesso de gases, diarreia, náuseas, vômitos, cansaço excessivo e tonturas.
Tratamento: geralmente é feito com ao aumento da ingestão de vitamina B12, no entanto, quando é causada por outras doenças, também se deve fazer o tratamento dessas doenças para evitar que a anemia volte a surgir.
Diagnóstico: exame de sangue para observar a forma e tamanho das células vermelhas do sangue, assim como para avaliar os níveis de vitamina B12 no organismo.
Anemia aplástica

Causas: doenças ou lesões na medula óssea causadas pelo uso de pesticidas, radiação, quimioterapia, hepatite ou doenças autoimunes como HIV ou artrite reumatoide.
Sintomas: cansaço fácil, sensação de falta de ar, tonturas, dores de cabeça, pés e mãos frios, pele pálida e dor no peito.
Tratamento: em alguns casos pode ser curada com transplantes de medula óssea, porém, na maioria dos casos, o tratamento é feito com transfusões de sangue e medicamentos para reduzir os sintomas.
Diagnóstico: é necessário fazer um exame de sangue completo com sorologia para avaliar se existem doenças virais que possam estar causando anemia. Caso o resultado seja negativo, o médico pode pedir raio X dos ossos ou biópsia da medula para verificar se existem lesões na medula óssea.
Anemia de fanconi

Causas: é uma doença genética transmitida de pais para filhos que diminui a produção de células vermelhas no sangue devido a falha progressiva da medula óssea.
Sintomas: surgem desde a infância e incluem manchas escuras na pele e problemas a nível cardíaco, renal e pulmonar.
Tratamento: a transfusão de medula óssea é a principal forma de tentar curar este tipo de anemia, no entanto, podem ser usadas transfusões de sangue e medicamento imunossupressores para controlar os sintomas.
Diagnóstico: exame de sangue para fazer teste genéticos para avaliar a presença da alteração que provoca o surgimento da anemia de fanconi.
Talassemia

Causas: doença hereditária que diminui a produção de células vermelhas saudáveis, provocando redução de hemoglobina.
Sintomas: cansaço excessivo, problemas de crescimento e desenvolvimento, pele pálida, diminuição do apetite e urina escura.
Tratamento: transfusões de sangue, uso de suplementos de ácido fólico ou ingestão de alguns medicamentos para aliviar os sintomas.
Diagnóstico: exame de sangue que avalia o formato das células vermelhas do sangue.
Diagnóstico da Anemia

O diagnóstico da anemia pode ser feito através do exame de sangue chamado hemograma.

Idade/ s**o Hemoglobina Hb (g/dL) Hematocrito Ht (%)
6 meses a 6 anos 12 33
de 6 a 12 anos 13 34
de 12 a 18 anos 14 36
mulheres 14 36
mulheres grávidas 11 33
homens 15 39
A anemia está presente quando o exame de sangue apresentar esses dados combinados ou valores inferiores a estes. Valores muito baixos podem indicar anemia profunda.

29/10/2015
04/09/2014

O Suficiente para se entender o EBOLA :
Introdução :
O vírus Ebola apareceu pela primeira vez em 1976, em dois locais simultâneos, em Nzara, na República do Sudão, e em Yambuku, na República Democrática do Congo. Este último foi em uma aldeia situada perto do rio Ebola, de onde derivou o nome da doença.
O gênero Ebola vírus é um dos três membros da família Filoviridae (filovirus), juntamente com o gênero Marburg vírus e o gênero Cueva vírus.
O Ebola é um vírus não-segmentado de RNA de fita simples.
O gênero Ebola vírus compreende cinco espécies distintas: Zaire, Sudão, Costa do Marfim, Bundibugyo, e Reston, que diferem entre si quanto à virulência em seres humanos.
As espécies mais associadas aos grandes surtos na África são as Zaire, Sudão e Bundibugyo. A espécie Zaire causou diversos surtos com mortalidades variando de 55 a 88%. O vírus Sudão foi associado a 50% de fatalidades.
O vírus Bundibugyo surgiu em Uganda e gerou 30% de fatalidades.
A espécie Costa do Marfim infectou apenas uma pessoa que sobreviveu.
Já a espécie Reston foi uma espécie identificada nas Filipinas e não na África.
Existem dúvidas acerca dos reservatórios naturais do vírus e como se dá sua transmissão para primatas e seres humanos. Na África, os morcegos frutívoros, principalmente espécies dos gêneros Hypsignathus monstrosus, Epomops franqueti e Myonycteris torquata, são considerados possíveis hospedeiros naturais para o vírus Ebola. Como resultado, a distribuição geográfica do vírus se sobrepõe ao alcance geográfico dessas espécies de morcegos.
Embora os primatas sejam uma fonte de infecção para os seres humanos, que não são considerados como o reservatório, eles são considerados hospedeiros acidentais, assim como os próprios seres humanos. Desde 1994, surtos de Ebola têm sido observados em chimpanzés e gorilas.
Transmissão :
O Ebola foi introduzido em seres humanos através do contato próximo com o sangue, secreções, órgãos ou outros fluidos corporais de animais infectados.
Na África, a infecção foi documentada através da manipulação de chimpanzés infectados, gorilas, morcegos, macacos, antílopes florestais e porcos-espinhos encontrados doentes ou mortos nas florestas.
O Ebola então se espalha na comunidade através de transmissão de humano para humano, sendo a infecção resultado do contato direto (através da quebras de barreira em pele ou mucosas) com o sangue, secreções, órgãos ou outros fluidos corporais de pessoas infectadas, e através do contato indireto com ambientes contaminados com tais fluidos.
Por exemplo, em funerais em que os presentes tenham contato direto com o corpo da pessoa falecida, também pode ocorrer a transmissão do Ebola.
Homens que se recuperaram da doença ainda podem transmitir o vírus por meio de seu sêmen por até sete semanas após a recuperação da doença.
Os profissionais de saúde têm sido frequentemente infectados durante o tratamento de pacientes com suspeita ou confirmação de infecção pelo Ebola.
Isto ocorre através do contato próximo com os pacientes, quando as precauções de controle de infecção não são estritamente realizadas.
Patogênese :
A maior parte dos dados sobre a patogênese vem de estudos laboratoriais com modelos experimentais.
Os macrófagos e células dendríticas são, provavelmente, as primeiras células a serem infectadas.
O vírus replica facilmente dentro destas células, causando a sua necrose e liberando um grande número de novas partículas virais no fluido extracelular.
O vírus então se espalha para os linfonodos regionais, resultando em novas rodadas de replicação, seguido de disseminação do vírus às células dendríticas e macrófagos fixos e móveis no fígado, baço, timo e outros tecidos linfoides.
A disseminação sistêmica é rápida por conta da supressão induzida pelo vírus da resposta Tipo I por interferon.
À medida que a doença progride, os hepatócitos, células corticais suprarrenais, fibroblastos, e muitos outros tipos de células, também se tornam infectados, o que resulta em necrose extensa de tecidos.
Além de provocar grandes danos nos tecidos, o vírus também induz uma síndrome de resposta inflamatória sistêmica, induzindo a liberação de citocinas, quimiocinas e outros mediadores pró-inflamatórios dos macrófagos infectados e outras células. Os macrófagos infectados com o vírus Ebola produzem fator de necrose tumoral (TNF-alfa), interleucina-1beta, interleucina-6, a proteína quimiotáctica de macrófagos (MCP-1) e óxido nítrico (NO).
Estas e outras substâncias têm sido identificadas em amostras de sangue de macacos infectados pelo Ebola e de pacientes com doença aguda na África.
É essa resposta do hospedeiro à infecção que é responsável pela febre, mal-estar, vasodilatação, aumento da permeabilidade vascular, hipotensão e choque no contexto da doença.
Os defeitos da coagulação vistos na doença do vírus Ebola também são induzidos indiretamente. Macrófagos infectados por vírus sintetizam o fator tecidual na superfície celular (FT), provocando a via extrínseca da coagulação.
Citocinas pró-inflamatórias também induzem macrófagos a produzir FT.
A ocorrência simultânea de ambos os estímulos ajuda a explicar o aparecimento precoce, e de rápida evolução da coagulopatia induzida pelo vírus Ebola.
A falta de imunidade adaptativa, através do comprometimento da função das células dendríticas e da apoptose de linfócitos, ajuda a explicar como esses vírus são capazes de causar doença grave, frequentemente fatal.
O vírus atua direta e indiretamente desativando respostas imunes antígeno-específicas.
As células dendríticas, que têm a responsabilidade primária na resposta imune adaptativa, são um importante local de replicação do vírus.
Estudos in vitro demonstram que as células infectadas não sofrem maturação e são incapazes de apresentar antígenos aos linfócitos, o que pode explicar o porquê de pacientes que morrem de febre hemorrágica do Ebola não desenvolvem anticorpos ao vírus.
A imunidade adaptativa também é prejudicada pela perda maciça de linfócitos que acompanha a infecção letal do vírus Ebola.
Os linfócitos sofrem apoptose induzida por mediadores inflamatórios e/ou perda de sinais de apoio a partir de células dendríticas. Um fenômeno similar é observado no choque séptico.
Quadro Clínico ;
A infecção pelo vírus Ebola é uma doença viral aguda grave, muitas vezes caracterizada pelo início súbito de febre (normalmente acima de 38,6oC), fraqueza intensa, dores musculares, dor de cabeça e dor de garganta.
Seguido de vômitos, diarreia, disfunção renal e hepática, e em alguns casos, hemorragias internas e externas.
Assim como na febre tifoide, pode ocorrer dissociação entre pulso e temperatura, sendo possível encontrar bradicardia na vigência de febre.
Um achado mais característico da infecção é o surgimento de um rash maculopapular não pruriginoso em tronco na primeira semana de doença.
Pessoas que têm este quadro clínico são suspeitas de terem a infecção pelo Ebola quando estão dentro de um contexto de risco, onde se inclui: pessoas que tiveram contato com sangue ou outros fluidos corporais de um paciente conhecido ou suspeito para a doença do vírus Ebola; ter morado ou viajado para uma área onde a transmissão do vírus Ebola está ativa; ter manipulado diretamente morcegos, roedores, ou primatas em áreas endêmicas.
Os achados laboratoriais leucopenia com desvio à esquerda (formas imaturas na periferia), plaquetopenia que atinge nadir entre o 6o e 8o dia de doença, elevação das enzimas hepáticas (com predomínio de AST sobre ALT, sendo o grau de aumento relacionado à gravidade do caso) e alteração do coagulograma.
Outros achados inespecíficos que podem ocorrer são a presença de proteinúria na Urina tipo 1 e aumento de amilase.
As pessoas são infectantes enquanto o sangue e as secreções corpóreas contiverem o vírus.
O vírus Ebola chegou a ser isolado no sêmen de um homem que foi infectado em um laboratório 61 dias após o início da doença.
O período de incubação, isto é, o intervalo de tempo desde a infecção com o vírus para o início dos sintomas, é de 2 a 21 dias.
Entre os fatores prognósticos, o mais importante é encontrar títulos persistentemente altos do vírus no sangue, sendo que a queda destes níveis na segunda semana de doença sugere a possibilidade de cura.
Quanto ao quadro clínico, quanto maior o número de disfunções orgânicas instaladas, maior a probabilidade de óbito.
Normalmente, nos sobreviventes o período de convalescência é longo, marcado por fadiga, astenia e perda de peso.
Diagnóstico :
Entre os diagnósticos diferenciais que devem ser considerados destacam-se: malária, febre tifoide, shiguelose, cólera, leptospirose, peste, Rickettsioses, febre recorrente, meningite, hepatite e outras febres hemorrágicas virais (como dengue, por exemplo).
A infecção por vírus Ebola pode ser diagnosticada em um laboratório através de vários tipos de te**es:
Anticorpos detectados por ELISA;
Te**es de detecção de antígeno;
Prova de soroneutralização;
PCR para a transcriptase reversa (RT-PCR);
Microscopia eletrônica;
Isolamento de vírus na cultura celular.
As amostras de pacientes são de extremo risco biológico; te**es devem ser conduzidos sob condições de máxima contenção de materiais biológicos.
O CDC dos EUA recomenda testar todas as pessoas com aparecimento de febre no prazo de 21 dias após uma exposição de alto risco.
Para as pessoas com uma exposição de alto risco, mas sem febre, o teste é recomendado somente se existem outros sintomas clínicos compatíveis presente e achados laboratoriais que sejam anormais (ou seja, contagem de plaquetas

18/02/2014

Nunca coloque sua banana na geladeira!
Isso é interessante.

O PODER DA BANANA.
Depois de ler isto, você nunca vai olhar para uma banana da mesma maneira novamente.

A banana contém três açúcares naturais - sacarose, frutose e glicose, combinados com fibra. A banana dá uma instantânea e substancial elevação da energia.

Pesquisas provam que apenas duas bananas fornecem energia suficiente para um treino de 90 minutos extenuantes. Não é à toa que a banana é a fruta número um dos maiores atletas do mundo.

Mas energia não é a única forma de uma banana poder nos ajudar a manter a forma. Pode também nos ajudar a curar ou prevenir um grande número de doenças. Tornando-se uma obrigação adicionar a banana à nossa dieta diária.

Depressão: De acordo com recente pesquisa realizada pela MIND, entre pessoas que sofrem de depressão, as pessoas se sentiam melhores após ter comido uma banana. Isto porque a banana contém triptofano, um tipo de proteína que o corpo converte em seratonina, reconhecida por relaxar, melhorar o seu humor e, geralmente, fazem você se sentir mais feliz.

TPM Esqueça as pílulas - coma uma banana. A vitamina B6 regula os níveis de glicose no sangue, que podem afetar seu humor.

Anemia: contendo muito ferro, bananas estimulam a produção de hemoglobina no sangue e ajudam nos casos de anemia.

Pressão Arterial: Este fruto tropical é muito rico em potássio, mas reduzido em sódio, tornando-a perfeita para combater a pressão alta. Tanto é assim, que a Food and Drug Administration nos Estados Unidos, permitiu que a indústria da banana oficialmente informasse ao publico, que ao comer essa fruta, ela poderá reduzir o risco de pressão alta e infarto.

Cérebro: 200 estudantes da escola Twickenham na Inglaterra tiveram ajuda nos exames este ano, comendo
bananas no café da manhã, lanche e almoço em uma tentativa de elevar sua capacidade mental. A pesquisa mostrou que o elevado teor de potássio na banana, pode ajudar a aprendizagem, tornando os alunos mais alertas.
Constipação: com elevado teor de fibra, incluir bananas na dieta pode ajudar a normalizar as funções intestinais, ajudando a superar o problema sem recorrer a laxantes.

Ressaca: uma das formas mais rápidas de curar uma ressaca é fazer uma vitamina de banana, adoçado com mel. A banana acalma o estômago e, com a ajuda do mel aumenta os níveis de açúcar no sangue, enquanto o leite suaviza e reidrata o sistema.
Azia: elas têm efeito antiácido natural no organismo, por isso, se você sofre de azia, experimente comer uma banana para aliviar.
Enjôo matinal: comer uma banana entre as refeições ajuda a manter os níveis de açúcar no sangue elevado e evita as náuseas.

Picadas de mosquito: antes do creme para picada de inseto, experimente esfregar a zona afetada com a parte interna da casca da banana. Muitas pessoas acham excelentes para reduzir o inchaço e a irritação.

Nervos: Bananas são ricas em vitaminas do complexo B que ajuda a acalmar o sistema nervoso.Excesso de peso e no trabalho? Estudos do Instituto de Psicologia na Áustria mostram que a pressão no trabalho leva à excessiva ingestão de alimentos como chocolate e biscoitos. Estudando 5000 pacientes em hospitais, pesquisadores concluíram que os mais obesos eram os que mais sofriam de pressão alta e ataques de ansiedade. O relatório desse estudo, concluiu que: para evitar que comamos biscoitos e doces quando estamos ansiosos, então é necessário que se coma alimentos ricos em carboidratos a cada duas horas para manter níveis estáveis de açúcar no sangue, e é aí que entra a nossa querida banana.

Úlceras: A banana é usada na dieta diária contra desordens intestinais pela sua textura macia e suavidade. É a única fruta crua que pode ser comida sem desgaste em casos de úlcera crônica. Também neutraliza a acidez e reduz a irritação, protegendo as paredes do estômago.

Controle de temperatura: Muitas culturas vêem a banana como fruta 'refrescante', que pode reduzir tanto a temperatura física como emocional de mulheres grávidas. Na Tailândia, por exemplo, as grávidas comem bananas para os bebês nascerem com temperatura baixa.
Seasonal Affective Disorder (SAD): a banana auxilia os que sofrem SAD, porque contêm a vitamina B6 e Triptofano, que nos acalma e nos faz ficar bem humorados.

Fumar e Uso do Tabaco: As bananas podem ajudar as pessoas que tentam deixar de fumar. Vitaminas - A, B6 e B12, assim como o potássio e magnésio, ajudam o corpo a recuperar dos efeitos da retirada da nicotina.

Stress: O potássio é um mineral vital, que ajuda a normalizar os batimentos cardíacos, levando oxigênio ao cérebro e regula o equilíbrio de água no corpo. Quando estamos estressados, nossa taxa metabólica se eleva, reduzindo os níveis de potássio que podem ser reequilibrado com a ajuda da banana, que é rica em potássio.

Enfarto: de acordo com pesquisa publicado no New England Journal of Medicine, comer bananas como parte de uma dieta regular, pode reduzir o risco de morte por enfarto em até 40%!

Verrugas: os interessados em alternativas naturais juram que se quiser eliminar verrugas, pegar um pedaço de casca de banana e colocá-lo sobre a verruga, com o lado amarelo para fora. Segure cuidadosamente a casca no local com esparadrapo!
Assim, a banana é um remédio natural para muitos males. Quando você compará-lo com uma maçã, tem quatro vezes mais proteínas, duas vezes mais carboidratos, três vezes mais fósforo, cinco vezes mais vitamina A e ferro e o dobro das outras vitaminas e minerais. Também é rica em potássio e é um dos alimentos mais valiosos para nossa saúde. Então talvez seja hora de mudar essa frase em inglês, tão conhecida: 1 apple a day, keep the doctor away, e que nós traduzindo deveríamos usar: "Uma banana por dia mantém o doutor sem freguesia!"

PASSE PARA OS AMIGOS
PS: Bananas devem ser a razão pela qual os macacos são tão felizes o tempo todo! Vou acrescentar uma dica aqui; quer um brilho rápido nos sapatos? Pegue a parte de DENTRO da casca da banana e esfregue diretamente sobre o sapato... Passe após, um pano seco. Fruto incrível!

15/02/2014

PESQUISADORES CONSEGUEM REVERTER MANCHAS DE VITILIGO EM CAMUNDONGOS
Uma nova estratégia para combater o vitiligo, testada com sucesso em camundongos, pode ser capaz de impedir a progressão da doença e ainda reverter as manchas brancas já presentes na pele. O vitiligo é uma doença autoimune em que as células do sistema de defesa do organismo atacam os melanócitos, células produtoras de melanina (pigmento que dá cor à pele).
saiba mais
Cientistas dos EUA encontram genes associados ao vitiligo
Maquiagem pode ser aliada para cobrir ou disfarçar manchas de pele
Micoses, brotoejas, dermatite atópica e alergias são causas de coceira
Protetor solar deve ser aplicado 15 minutos antes da exposição ao sol
Pesquisadores das Universidades de Massachusetts, nos EUA, e da Colúmbia Britânica, no Canadá, identificaram que tanto humanos quanto camundongos com vitiligo apresentavam quantidades elevadas de uma molécula chamada CXCL10. Os roedores que possuíam baixas quantidades dessa molécula desenvolviam formas amenas da doença, com pouca despigmentação.
A conclusão é que essa molécula funciona como uma espécie de "sensor" para ajudar as células do sistema imunológico a encontrar e destruir os melanócitos. Os cientistas testaram, então, anticorpos capazes de bloquear a molécula CXCL10 em camundongos que já tinham a doença. O tratamento não só freou o desenvolvimento do problema, como fez regredir as manchas brancas já existentes. Os resultados foram publicados na revista científica "Science Translational Medicine" nesta quinta-feira (13).
Para o dermatologista David Azulay, chefe do Instituto de Dermatologia da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, que não participou da pesquisa, o estudo internacional apresenta uma boa perspectiva para o futuro.
"Pelo menos, é uma coisa bem mais específica do que os tratamentos gerais que se fazem hoje em dia. Nesse caso, mira-se um alvo que pode realmente ser um grande causador. Mas não necessariamente o causador em todos os casos."
Diagnóstico
O vitiligo é identificado quando o paciente apresenta as primeiras manchas brancas na pele, que podem aparecer em qualquer parte do corpo. De acordo com Azulay, o diagnóstico é essencialmente clínico, não sendo necessários exames adicionais. Além das manchas, não há outros sintomas físicos.
Segundo Azulay, existem várias estratégias de tratamento, mas nenhuma garante resultados definitivos.
"A repigmentação pode ocorrer mediante vários tratamentos, sobretudo em áreas como o rosto e as nádegas. Sobre proeminências ósseas, como as mãos, a resposta tende a ser fraca", diz o dermatologista.
Entre os tratamentos atualmente adotados, estão a fototerapia (estímulo pela luz) e os tratamentos tópicos, que envolvem a aplicação de pomadas associadas a corticoides. Para o médico, como existem várias causas possíveis associadas ao vitiligo, é improvável que uma única estratégia, como a descrita pelo estudo, tenha bons resultados para todos os pacientes.

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