Reflexões com Hélder Mwana África

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10/03/2024

AINDA EXISTE UMA LUZ NO FUNDO DO TÚNEL. Nós a juventude angolana somos esta luz. Vamos lutar juntos p/ resgatarmos este país.

15/03/2022

Eu venceria o Presidente Zelenskiy numa corrida Presidencial

Sinto muito pela guerra na Ucrânia, eticamente falando, não é justo ver inocentes fugindo e morrendo por más decisões tomadas pelos seus líderes e aliados, e o conflito em si é sinônimo de retrocesso. Mas modéstia à parte, se eu fosse cidadão ucraniano e se estivesse a concorrer com o Presidente Zelenskiy à Presidência da República da Ucrânia eu o venceria logo no 1º turno das eleições, digo isso sem brincadeira, sem emoção, sem vanglória e sem arrogância. Eu concorrendo contra Ele, não havendo fraudes, nem manipulação e havendo tratamento paritário em todos os sentidos, e acesso igualitário às mídias, tvs e rádios o venceria sem muitas dificuldades.

Politicamete e diplomaticamente, sei como funcionam as estratégias em direcção ao poder, conheço bem as dinâmicas dos bastidores ligados ao tráfico de influência nas fases eleitorais, por isso sem fraudes concorrendo à Presidência da Ucrânia venceria o Presidente Zelenskiy ainda no primeiro turno, conseguiria mais de 55% dos votos dos eleitores. E na posição dele perante à esse conflito com a Rússia, eu chegaria à um acordo à vantagem recíproca com o Kremlin, e essa guerra na Ucrânia nunca teria acontecido, comigo no comando vidas humanas jamais seriam perdidas e jamais veríamos esse fluxo de refugiados. Sou político-diplomático mas também gosto de agir como militar, gosto de agir de forma pragmática e objectiva, não gosto de perder tempo nem piorar as coisas quando já sei qual é a solução do problema.

Política é coisa séria, um verdadeiro político deve saber prevenir os conflitos, política é racionalidade total, é pragmatismo, política é estratégia, política é trazer solução lá onde aparentemente tudo parece não haver mais saída, política é saber fazer leitura dos cenários geopolíticos e das complexidades sociais, econômicas, diplomáticas, técnico-militares, é saber evitar crises e tensões directas e concretas entre as partes de interesse.

Não misturo amizade com política, amizade é amizade, política é política, gosto do Presidente Zelenskiy, conheço centenas de ucranianos, tenho simpatia por eles, muitos ucranianos estudaram comigo na Pontifícia Universidade São Tomás de Aquino, Angelium, em Roma, e já participei de alguns seminários na Embaixada deles, mas num frente à frente com Zelenskiy, num verdadeiro debate político-diplomático ou num debate político-estratégico durante uma corrida Presidencial caso eu fosse ucraniano, eu venceria o Presidente Zelenskiy. É na hora de tensões e de crises onde se vê a verdadeira liderança de um político, não em termos de teoria mas de pragmatismo.

Tenho “amigos ucranianos” mas não misturo política com relações interpessoais, não uso emoção quando se trata de geopolítica. Assim como eu muitos são de opinião de que a guerra na Ucrânia precisa chegar ao fim o mais rápido possível, porque pessoas estão morrendo isso é real, não é invenção, portanto serve acção concreta por parte das lideranças ucranianas e russas para se dar um fim à esta guerra, só palavras não resolvem conflito nenhum, política é pragmatismo e objectivismo, política é resultado, por isso é necessário que haja mais acção entre as partes envolvidas nesse conflito, que se faça concessões entre os interesses diversos… assim funciona a diplomacia.

Eu venceria o Presidente Zelenskiy numa disputa presidencial.

PhD Leonardo Quarenta
Estou focado na Diplomacia e nas Políticas de Estado

As vezes é mais fácil negociar com militares, são mais pragmáticos!

15/03/2022

What is philosophy?
Bertrand Russell

“Philosophy is something intermediate between theology and science. Like theology, it consists of speculations on matters as to which definite knowledge has, so far, been unascertainable; but like science, it appeals to human reason rather than to authority, whether that of tradition or that of revelation. All definite knowledge—so I should contend—belongs to science; all dogma as to what surpasses definite knowledge belongs to theology. But between theology and science there is a No Man’s Land, exposed to attack from both sides; this No Man’s Land is philosophy.”

— Bertrand Russell, A History of Western Philosophy (1945), Introductory, p. xiii

A History of Western Philosophy is a 1945 book by philosopher Bertrand Russell. Considered to be one of the most important philosophical works of all time, it is a survey of Western philosophy from the pre-Socratic philosophers to the early 20th century. In seventy-six chapters Russell traces philosophy from the rise of Greek civilization to the emergence of logical analysis in the twentieth century. Many have found A History of Western Philosophy (1945) a very readable book, written with Russell's charm, wit and occasional sarcasm.

However, it was also criticised for its over-generalization and its omissions, particularly from the post-Cartesian period, but nevertheless became a popular and commercial success, and has remained in print from its first publication. When Russell received the Nobel Prize for Literature in 1950, the book was cited as one of those that won him the award. The book provided Russell with needed financial security for the latter part of his life. It was written during the Second World War, having its origins in a series of lectures on the history of philosophy that Russell gave at the Barnes Foundation in Philadelphia during 1941 and 1942. Much of the historical research was done by Russell's third wife Patricia Russell in 1943.

"A precious book. A work that is in the highest degree pedagogical which stands above the conflicts of parties and opinions."
— Albert Einstein

"Parts of this famous book are sketchy. In other respects it is a marvelously readable, magnificently sweeping survey of Western thought, distinctive for placing it informatively into its historical context. Russell enjoyed writing it, and the enjoyment shows; his later remarks about it equally show that he was conscious of its shortcomings."
— A. C. Grayling

Russell himself had something to say about the book:

"I regarded the early part of my History of Western Philosophy as a history of culture, but in the later parts, where science becomes important, it is more difficult to fit into this framework. I did my best, but I am not at all sure that I succeeded. I was sometimes accused by reviewers of writing not a true history but a biased account of the events that I arbitrarily chose to write of. But to my mind, a man without bias cannot write interesting history — if, indeed, such a man exists."

Image: Bertrand Russell 1950, London Savoy Hotel. Bertrand Russell (1872 - 1970) was a philosopher, mathematician, educational and sexual reformer, pacifist, prolific letter writer, author and columnist. Bertrand Russell was one of the most influential and widely known intellectual figures of the twentieth century. In 1950 he was awarded the Nobel Prize in Literature for his extensive contributions to world literature and for his "rationality and humanity, as a fearless champion of free speech and free thought in the West." Russell died at his home in Penrhyndeudraeth, Wales, United Kingdom on 2nd February 1970, where his ashes were scattered over the Welsh hills.

15/03/2022

No mundo estratégico-militar: dando mais armas à Kiev o ocidente estará a contribuir para o prolongamento da guerra entre a Rússia e a Ucrânia (V)

Em base às regras das doutrinas militares e das políticas de segurança o objectivo principal de todo e qualquer governo é proteger o Estado, não importa como, não importa os meios, não importa os instrumentos ou as estratégias que devem ser empregadas politicamente ou no campo de batalha, o mais importante é garantir a integridade e a manuntenção das instituições e os interesses chaves do Estado de modo a garantir a sobrevivência do País e a establidade da sua soberania Nacional.

Nesse conflito na Ucrânia somente a diplomacia pode dar um fim imediato à este problema, mas em vez disso as partes (Kiev-Kremlin) até o momento não querem fazer concessões e as tentativas de negociações até agora foram um fracasso, e como se não bastasse os EUA, a União Europeia e os países membros da OTAN estão financiando à Ucrânia com centenas de milhares de dólares e com armamentos diversos, tudo isso fará com que a guerra se prolongue por mais tempo, mais civis irão morrer, além dos milhares de refugiados e a Ucrânia f**ará cada vez mais destruído pela guerra.

A diplomacia é um dos elementos mais importantes da geopolítica, quando a diplomacia não funciona aí nascem as crises, as tensões e os conflitos, por isso é hora dos dois líderes (Putin e Zelenskiy) sentarem às mesas das negociações e chegarem realmente à um acordo. Na verdade essa guerra nunca deveria ter iniciado caso o Presidente Zelenskiy assim como o seu antecessor Petro Poroshenko soubessem negociar com o Kremlin e se respeitassem de igual modo os princípios estabelecidos e definidos pelo acordo de Minsk de 2014, porque mesmo depois de quase 8 anos de negociações não se chegou à nenhum acordo, pelo contrário, as tensões se foram intensif**ando e o acordo de Minsk foi praticamnte ignorado e “rasgado”.

Não existem amizades em política, apenas existem os interesses, todas as alianças estratégicas ou militares, alianças econômicas ou comerciais movem-se entorno de um interesse: interesse singular ou interesse comum, interesse à vantagem desse ou daquele Estado, e a Ucrânia sendo um Território de extrema importância para o ocidente naquela região da Europa do Leste, e também sendo uma zona de alto risco para a Rússia tendo em conta a proximadade da Ucrânia com suas fronteiras territoriais.

A finalidade da NATO caso a Ucrânia entrasse na sua Organização era de colocar bases militares ali e a Rússia por questões de Segurança não quer que isso aconteça, portanto diplomaticamente como se pode resolver essa situação?

Antes de darmos uma resposta à essa questão, devemos relembrar as propostas russas de segurança apresentadas aos EUA (OTAN) em Novembro/Dezembro de 2021:

1. A não aderência da Ucrânia à OTAN, assim também como a não aderência da Geórgia e da Suécia à Organização, nem hoje, nem amanhã, nem nunca;

2. Retirada completa dos mísses balísticos e dos mísses estratégicos instalados nas bases militares da NATO junto das suas fronteiras com a Polónia, Roménia, Hungria, Bulgária, Letônia, Estónia, Lituânia e os mísses instalados na Alemanha;

3. A não ampliação/extenção da NATO na região do Leste europeu;

4. A não aceitação de novos membros à Organização da OTAN;

5. Desmilitarização e a denazif**ação da Ucrânia.

Essas foram as exigências iniciais russas de segurança, com o andamento do conflito na Ucrânia os russos adicionaram na proposta mais dois pontos essenciais: o reconhecimento da Crimeia como parte do Território russo e também o reconhecimento das regiões separatistas de Donetsk e Lugansk como Estados independentes.

As propostas acima descritas foram categoricamente negadas pelos EUA e pela NATO, e a Ucrânia nem sequer manifestou-se sobre essas mesmas propostas, apenas seguiu a posição americana. E tanto se fala sobre o respeito à autonomia e à soberania ucraniana, sendo assim, neste caso, devia ser a Ucrânia a ter a palavra inicial e final sobre as propostas russas de segurança no que concerne a sua adesão à NATO, mas nota-se aqui um certo comando do ocidente sobre o governo de Kiev, e quando deu-se o início da operação militar especial russa, dias depois o Presidente Zelenskiy num tom de angústia, nervosismo e desespero disse claramente que o ocidente não cumpriu com o que tinha realmente prometido à Ucrânia, isso deu-nos a entender de que a Ucrânia não estava agindo de forma autónoma e independente sobre a situação em causa.

Respondendo a questão acima apresentada, este conflito chegaria ao fim caso se fizesse concessões dos interesses existentes entre as partes envolvidas, de um lado a Ucrânia devia sim renunciar o seu desejo de entrar na OTAN visto que esta é a principal preocupação russa, do outro lado a Rússia não devia impedir que a Ucrânia entrasse na União Europeia, até porque apesar que a maior parte dos países da União Europeia são também membros da NATO, União Europeia e NATO são duas coisas diferentes, basta notar que a Suécia e a Finlândia são membros da UE mas não são membros da NATO porque esses Países optaram pela neutralidade que é algo legítimo, assim como a Suíça também é um País neutro, a Ucrânia bem poderia seguir esta mesma direcção, não entrando na NATO, optando pela neutralidade mas aderindo à União Europeia, isso permitiria aos poucos o País de se desenvolver com as ajudas financeiras da UE.

A União Europeia é uma Organização econômica e política, a NATO é uma Organização militar que se ocupa de matérias e questões ligadas à defesa, questões de resoluções de conflitos, mediação e gestão de crises, manuntenção de Paz, e também se ocupam de questões político-diplomáticas a nível internacional.

A parte russa é clara no que realmente quer: a não adesão da Ucrânia à OTAN, e a parte ocidental em vez de tentar ajudar a resolver este conflito avaliando com maior seriedade e eficácia as propostas russas de segurança, o ocidente resolveu apoiar cada vez mais à Ucrânia com armamentos e dinheiro. Dias atrás o Congresso dos EUA aprovou um pacote de ajuda financeira à Ucrânia no valor de 14 bilhões de dólares, além do apoio adicicional de 200 milhões de dólares em armamentos a favor do governo de Kiev, lembrando que antes disso já houve uma ajuda à Ucrânia de 350 milhões de dólares em armamentos e ajuda militar.

A Alemanha também tinha enviado à Ucrânia 1.000 armas antitanques e 500 mísseis terra-ar, além de ter apoiado com 150 milhões de euros ao governo ucraniano. A Austrália, a França e a Holanda também estão ajudando à Ucrânia com armamentos. Na verdade os países membros da União Europeia directa ou indirectamente estão ajudando a Ucrânia com armas, estão dando ajuda financeira e ajudas humanitárias.

A Polónia quis também apoiar a Ucrânia cedendo seus caças de guerra como os MIG-29 e os caças SU-27 para reforçar o esército ucraniano. Todo esse apoio e tentativas de ajudas por parte dos EUA e dos países europeus em armar cada vez mais a Ucrânia prolongará ainda mais a guerra, e o ocidente está contribuíndo claramente para este feito, mas o Kremlin deixou bem claro que atacará todo suprimento e carragamento de armamentos que tentarem entrar na Ucrânia através dos países vizinhos.

A Rússia independentemente das sanções econômico-financeiras e sanções comerciais jamais irá recuar na sua operação militar na Ucrânia, para a Rússia impedir a entrada da Ucrânia na NATO não é algo que pode ser negociado, pra eles isso é uma questão de Segurança Nacional (hoje e posterior), então é necessário que os EUA junto com a OTAN e a UE ajudem a dar um fim nesse conflito, mas vê-se implicitamente que que o ocidente está ajudando na deteriorização da situação ao abastecerem com armamentos às forças ucranianas.

A Ucrânia foi usada como um peão nesse jogo geopolítico entre as potências mundiais e todas essas sanções impostas à Rússia, economicamente quem sai a ganhar com tudo isso é o próprio EUA, desse jeito América terá mais aliados/países comprando os seus bens e matérias primas. Só para dar um exemplo: em menos de uma semana de guerra na Ucrânia América encaixou quase 3 bilhões de dólares em contratos de venda de armamentos e caças de guerra à outros Estados, e o seu gás natural liquefeito já começaram a ser exportados em grandes quantidades em outros países com um preço superior em relação ao preço do gás natural russo: geopolítica e geoeconomia.

Recentemente as tropas russas atacaram bases militares e aerodrónomos de Dinipro, de Lutsk e também de Lviv (cidades a oeste da Ucrânia próximos com a Polónia e Roménia). Só de lembrar que todo o Mar Negro e o Mar de Azov estão sob controle total das forças russas. Particularmente a cidade de Dinipro é uma zona muito importante do ponto de vista militar, porque a partir daí as forças russas podem avançar rapidamente do Sul para o Norte, por outra Dinipro e Lutsk são cidades que permitiriam a Ucrânia de receber suprimentos logísticos e militares, armamentos e outros materiais de guerra vindo do ocidente, por isso as tropas russas estão atacando essas áreas para impedir que esses armamentos e suprimentos militares cheguem às tropas ucranianas.

O Presidente Zelenskiy tem insistido pedindo à OTAN que feche o espaço aério da Ucrânia, na verdade esse tipo de pedido nenhum político sério e em sã consciência teria coragem de pedir, isso daria sim início à III guerra mundial, porque se a OTAN fechasse o espaço aéreo ucraniano todos os voos russos que voassem sobre o espaço aério da Ucrânia seriam abatidos pelos sistemas de defesas antimísses da OTAN, e a Rússia sendo uma super potência militar responderia atacando neste caso países membros da NATO então seria início de uma nova guerra mundial, e os EUA percebendo isso recusaram de imediato o pedido do Presidente Zelenskiy.

O cerco sobre a capital Kiev por parte das forças russas é cada vez mais evidente, o próximo movimento do esército russo nos próximos dias sobre a Capital ucraniana pode ser fatal, as tropas ucranianas até agora continuam resistindo fortemente mas não continuarão resistindo por muito mais tempo, não impedirão para sempre o avanço russo, sendo assim, um acordo entre os dois governos seria sim uma das saídas mais sensatas para se pôr fim à esse conflito que já dura mais de duas semanas.

Em Política a negligência quando se torna deliberada ou desenfreada pode dar lugar à situações complexas, e sendo que a geopolítica tem regras próprias, em fase complexas ou em nome dos interesses nacionais decisões difíceis e delicadas podem e devem ser tomadas por um Governo independentemente das consequências ou das circunstâncias.

Em Política não existe isso de autonomia total por parte de um Estado porque existem certas acções que um Estado pode tomar que pode afectar directa ou indirectamente um outro Estado, e é aqui onde de regra geral nascem todo o tipo de conflitos: por situações económicas, situações sociais, situações político-diplomáticas, situações de tráfico de influência internacional, situações de poder ou de egemonia mundial, situações étnico-culturais, e situações de Segurança Nacional.

Um acordo à vantagem recíproca nesse preciso momento seria o melhor passo a ser dado por Kiev, isso ajudaria sim a pôr fim à esta guerra, uma guerra que poderia ser evitada e que nunca deveria ter iniciado caso houvesse bom senso entre as partes.
Quando a Diplomacia não funciona é impossível ter paz, nessa hora tudo é decidido pela geopolítica por intermédio da força!

As vezes é mais fácil negociar com militares.

Eu e a Diplomacia, a Diplomacia e Eu
Elite Intelectual Diplomática
Competências Internacionais
Políticas de Segurança
No Mundo Estratégico-militar

Por Leonardo Quarenta – Tecnocrata diplomático
PhD em Direito Constitucional e Internacional
Mestrado em Diplomacia, Mediação e Gestão de Crises
Alta Formação em Conselheiro civil e militar
Alta Formação em Políticas de Segurança

15/08/2021

Dá o direito de as pessoas pensarem do jeito q quiserem até das suas tolices,só não aceite que a estupidez deles afecte suas metas

01/08/2021

PENSAMENTOS AVULSOS | diga a verdade e somente a verdade, o que seria de ti se não houvesse correspondência do afã mórbido de likes vs mendicância ou mendicância vs likes e endeusamentos (?!).

Lembrem- se que estamos na era das aparências. Nada prova absolutamente nada. Compreender a natureza e o funcionamento das mídias digitais é um caminho andando na conquista da felicidade.

Nota: ontem , numa conversa amena com uma amiga , disse -me que não vê-se numa outra relação porque recentemente foi machucada e que precisa de tempo para ser reajustada; eu -eh! Fala à sério ?! E o que isso ( tempo ) tem a ver com o não machucar! Disse a ela que o tempo é uma miragem nestes termos, a experiência sim , faz toda a diferença. Puxei - lhe o raciocínio no seguinte: se você f**a estagnada no tempo e no espaço , sem doar -se a outro , alguém que efectivamente te que ter bem , e você simplesmente faz cú doce ( resigna) com pretextos de dar tempo a si como fundamento da reposição da sua felicidade, que garantias tens de que passados tais tempos , entrarás num relacionamento sólido e duradouro? Lembre - se o tempo nestes termos não diz absolutamente nada. O sujeito a quem você se sente desiludida , estará vivendo feliz com outra , enquanto você procura caminhos para a felicidade, regras para ser feliz, esquecendo-se que não existem regras tampouco caminhos para a felicidade, porque a felicidade é o caminho. Dito de outro modo, você pode ouvir a alguém a lhe dizer que será feliz quando comprar um Jetour , por exemplo, quando conseguir ter uma casa faustosa , com piscinas e tudo mais, ou quando ter um salário chorudo e marido desenhado pelos padrões de beleza definidos pela sociedade. Mas eu te garanto que nem conseguindo isso você será feliz . A felicidade transcende a compreensão humana, pois está na forma como te relacionas com o mundo e a resposta satisfatória que vem dela, ou seja, a felicidade é o que te faz bem , aproveitando os pequenos detalhes, momentos e pessoas que de facto tornam o seu ser inundado de felicidade.

(m) a correlação de ideias , julguei profundamente necessária.

By: Hélder Mwana África.

31/07/2021

Reflexão 🛌
A felicidade é o que te faz bem.A liberdade é pensar,estar e fazer sem interferir (negativamente) na vida de outrem.

31/07/2021

PRESIDENTE ANGOLANO (JOÃO LOURENÇO) MOSTRA COMO O SEU TURISMO É MAIS IMPORTANTE DO QUE RESOLVER OS PROBLEMAS DO POVO.

Do mesmo jeito que o senhor João Lourenço e seu amigo de berço Fernando Miala não perdem sequer uma única oportunidade de fustigar a minha vida e a de todos os angolanos, será do mesmo modo que não perderei sequer uma única oportunidade em falar sobre as sujeiras e falta de responsabilidade do nosso suposto presidente "de" por enquanto. Soube que recentemente JLo turistou à Turquia , finalidades sólidas não existem, resultados palpáveis na vida dos cidadãos, não existem e podem crer que nunca existirão . Atenção à jogada, perdemos sim ( Petro) , mas alguém está tirar proveito disso, dessa nossa tristeza mista com alegria, porque no fundo é Angola que sai a ganhar , nós não somos tipo os MPLA que não se contentam com o bem dos outros tampouco com as suas vitórias; isso é comportamento típico de gente egoísta que de facto relacionam- se a esmagadora maioria dos militantes do partido dos camaradas .

Não obstante, o PR JLo , nos seus devaneios associados aos constantes estrangulamentos dos fundos públicos, anuncia seu périplo já a seguir ao Gana , como se este turismo dissesse alguma coisa na vida dos angolanos. João Lourenço desde que assumiu ser presidente de Angola e dos angolanos já turistou incontáveis vezes , que se traduzissem em bens palpáveis , o povo angolano, claramente que não estaria passando por este vexame todo , por esta triste e humilhante situação . Mas não . Parece que com esses turismos milionários , a condição de vida dos cidadãos só vem a piorar vertiginosamente; não consigo entender como é que um presidente diante de tanta fome , miséria , desemprego, atira -se a um silêncio sepulcral como se de um "Imbondeiro" se tratasse - sem ouvidos, boca, etc. Não consigo perceber, também, como é que um presidente que prometeu 500 mil empregos para a juventude, transformar Benguela em Califórnia, e não menos importante, enviar mais de 3 mil estudantes licenciados para a realização da pós graduação no exterior do país , ser o mesmo que hoje cria empecilhos aos estudantes, exigindo propinas nas IES públicas, excluindo cursos (Psicologia, Pedagogia , Filosofia) a nível dos ISCED's! É uma contradição tremenda. Um presidente não pode ser tão trapaceiro assim, tão irresponsável e turista. Por isso, cada um tem o seu papel na sociedade, cada um é livre a escolher o que lhe convém fazer. Se achou que podia aguentar governar o país com responsabilidade, tomate e brio , então que aguente, senhor presidente. Ninguém apontou alguma arma na vossa cara obrigando que assumisse ser o cabeça de lista e consequentemente o presidente do país. Essas viagens já me aborreceram num ápice na medida em que não trazem qualquer benefício e nem tão pouco impacto positivo na vida dos angolanos.

Senhor presidente João Lourenço, é chegado o momento de parar de turistar e olhar para o país, para as questões estruturantes; temos o problema da fome ( que na vossa óptica não existe, enfim) , as mortes por malárias nos hospitais, o saneamento básico um pouco por todo o país, as debilidades registadas nos sistemas de saúde e educação, desemprego, etc, são esses problemas que tens de resolver senhor presidente, e não viajar à toa tipo és turista , enquanto és um presidente.
Abaixo o senhor João Lourenço.
Em 2022 não pode haver perdão para uma gangue que fustiga a vida dos cerca de 30 milhões de habitantes.

Hélder Mwana África.

30/07/2021

Nós somos a esperança de nós mesmos.

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