Bairro Icazo Abandonado No Governo de MPL Em Cabinda MPL

Bairro Icazo Abandonado No Governo de MPL Em Cabinda  MPL Zona Icazo Abandonado no Governo do MPL Em Cabinda

11/05/2024
20/04/2022

ANTIGO SECRETÁRIO DA UNITA EM CABINDA PEDE BOICOTE A VISITA DE JOÃO LOURENÇO EM CABINDA

Povo de Cabinda,
Hoje, pretendo ser pramático. Em 2017, João Lourenço depois de ter sido eleito de forma fraudulenta, prometeu que acompanharia a execução dos projectos sociais para Cabinda.

Já passaram 4 anos e o seu mandato já está no fim. Essa promessa não foi cumprida.

Vejam o desespero de João Lourenço: depois de o Eng. José Eduardo dos Santos lhe ter passado o poder, ao invés de organizar o seu partido e prestar a atenção nas questões sociais dos angolanos, distraiu-se e perdeu o tempo todo a perseguir aquele que lhe passou o poder e a sua respectiva familia.

Perseguiu, também, com toda a força o Eng. Adalberto Costa Júnior e, até, a UNITA. Quis escolher para a UNITA um presidente contra a vontade dos seus militantes.

Se não fosse a pressão da Comunidade nacional e Internacional, João Lourenço teria destruido o estado democrático de Direito. É um homem ingrato, vingarista e de má fé.

Agora, vai para Cabinda? Fazer o quê, Sr. Presidente?

No seu governo, quantos ministros cabindas, secretários de estado, embaixadores exitem?

Quantos deputados Cabindas que o MPLA tem no seu círculo nacional? Agora, quer votos dos cabindas?

Sr. Presidente, tire a sua cavalinha da chuva! Em Cabinda, nem pensar! Vejam só: vai para Cabinda inaugurar obrinhas que ainda não terminaram: O barco espanhol, sem estética, do Governo local, o hospital geral de Cabinda e o Terminal Marítimo de Passageiros! Sr. Presidente, tenha vergonha de ir inaugurar três obrinhas durante um mandato de 5 anos!

Uma Província produtora de petróleo que sustenta o Orçamento Geral do Estado Angolano! Cabinda nunca passaria por essas humilhações.

Sr. Presidente, diga-me: qual é o povo que se alegraria com essa tamanha injustiça?

Não há obras de invergadura para se inaugurar em Cabinda. Como exemplo, um privado (CABSHIP)construiu um bonito edifício. Talvez, João Lourenço, fosse para lá inaugurar para engrossar as suas inauguraçães. Isso é uma vergonha!

No Governo da UNITA, a inauguração dessas obrinhas seria da responsabilidade de um Presidente da Câmara! Vai, mais uma vez, a Cabinda mentir, pensando que os cabindas são katangueses? Cabinda merece muito mais!

Não são esses dois predinhos de cinco andares que vão fazer com que esse povo vote em si. Nem pensar! O Sr. nem sequer tem a postura política de ser Presidente! Em Luanda, estão a construir edifícios, maiores que esses, que chegam quase até às nuvens, construidos com o dinheiro do petróleo de Cabinda.

Mas alguns Cabindas estão distraídos e estranhando coisas pequenas como esses predinhos! Sr. Presidente, esse seu combate selectivo à corrupção apenas funciona para aqueles que o Sr odeia. Dentre esses está o filho de Cabinda, Augusto da Silva Tomás.

O Augusto da Silva Tomás anda preso, em Luanda, e outros andam soltos. Pensa que esse Povo anda satisfeito consigo? Como é que se sente injustiçar alguém enquanto existem outras figuras no seu governo que saquearam o país? E, hoje em dia, não é a sua família que, também, está sendo investigada por práticas de corrupção nos Estados Unidos da América? Sr. Presidente, quem protege o criminoso também é criminoso.

Os melhores ladrões de Angola trabalham consigo aí na Presidência. O seu combate à corrupção é enganosa e de fachada. Liberte o Augusto da Silva Tomás e os activístas presos, ilegalmente, em Cabinda.

Caros Cabindas, esse Sr. (João Lourenço), não é sério. É ele que, em Setembro de 2002, terá dito que construir o Porto de Águas Profundas, em Cabinda, é dar a independência aos Cabindas. Sei que o meu povo nunca se esqueceu disso.

Um Presidente da República não pode ter um coração duro, de rancor e de vingança. Não! Será que no velório do deputado Raúl Danda terá enviado uma nota fúnebre? Alguém que trabalhou muitos anos consigo no Parlamento?!

Lanço, desde já, um apelo a todo o povo de Cabinda a fim de que não participe nas actividades do MPLA.

Aos encarregados de educação: não permitam que os vossos filhos vão ao comício de João Lourenço.

Também, visto que a sua vinda está desprovida de mensagem credível para transmitir aos Cabindas, faço apelo aos professores, enfermeiros, médicos e a todo o pessoal da Administração do Estado no sentido de não participarem no dito comício.

Ele (João Lourenço) virá com desculpas da Covid e com uma proposta mentirosa de autonomia para Cabinda.

O MPLA, em Cabinda, perdeu o norte e não tem militantes suficientes para encher o Estádio de Tafi.

Na semana passada, uma fonte ligada ao MPLA terá-me informado que estão a obrigar os directores das escolas a apelarem os alunos para que pudessem participar na recepção de João Lourenço, no Aeroporto.

Por falta de militantes e cepticismo por parte da população, agora estão a obrigar os efectivos da polícia e das Forças Armadas a comparecerem de civil no Comício e no Aeroporto.

Essa estratégia é para confundir a opinião nacional que o MPLA é o povo. Vejam como é que ele (o MPLA ) abusa com os órgãos do Estado para com as questões partidárias?!

O meu apelo vai, também, para a Comunidade Internacional no sentido de tomar as medidas sancionatórias necessárias e urgentes, porque o Governo Liderado por João Lourenço tem vindo a violar os direitos humanos.

Manda raptar e matar activístas cívicos e políticos que pensam ao contrário ou diferente e desaloja desumanamente as populações.

João Lourenço, quero que saiba a verdade! O povo de Cabinda não gosta de si. Portanto, em Cabinda, não se esforce, é uma zona vermelha para o MPLA.

Em Cabinda, o salto de gazela não existe. Esse povo é sério! Aliás, basta ver o que lhe tinha acontecido, em 2017, quando os Cabindas aperceberam-se que o Sr. Seria o candidato à presidencia da República! Teve uma baixa muito grande jamais vista no tempo de José Eduardo dos Santos!

O MPLA teve apenas dois deputados, porque o povo de Cabinda já sabia que João Lourenço é contra os cabindas. Por falta de diálogo entre o Governo Angolano e a FLEC, têm- se registado fortes ataques que estão a ceifar vidas humanas.

A situação militar, em Cabinda, tende a ser tensa. Por isso, gostaria de aconselhar as nossas irmãs, que namoram com militares, a não frequentarem as unidades militares, que não são lugares para se ir passar às noites ou namorar.

É muito perigoso, sobretudo, num território ainda em guerra. A nossa irmã, de quase 40 anos de idade, Suzana Panzo, perdeu a vida numa das Unidades Militares que a FLEC atacou. Para tal, todo o cuidado é pouco.

Luanda, 18 de Abril de 2022.

Atenciosamente,
- Estevão Neto Pedro.

11/04/2022

q

23/03/2022

Não se deixem ser enganados pelos frutos os conheceremos

23/03/2022

⚫DESTAQUE DA NOITE 🌛
➡POlÍTICA:
"Governo 'usa e abusa' de recursos estatais para ganhar eleições em Angola - Consultora Oxford"
A consultora Oxford Economics Africa considerou hoje que o Governo de Angola vai provavelmente "usar e abusar dos recursos estatais" para garantir a vitória nas presidenciais, antevendo mais confrontos entre apoiantes do MPLA e da UNITA.

"A violência política não é rara em Angola e tem havido um aumento notório dos protestos contra o Governo e agitação desde 2020", escrevem os analistas num comentário aos confrontos de sábado em Sanza Pombo, no Uíje, entre apoiantes do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA, no poder) e o principal partido da oposição, a União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA).

"Em Sanza Pombo, as forças de segurança parecem ter escolhido um lado e isto é provável que aconteça noutros locais, já que a linha entre o partido e o Estado muitas vezes confunde-se em Angola; o governo de João Lourenço vai provavelmente usar e abusar de recursos estatais para garantir a vitória, e os partidos da oposição vão ter dificuldades em fazer campanha", lê-se no comentário enviado aos clientes, e a que a Lusa teve acesso.
Na análise, a Oxford Economics Africa diz que "por várias vezes o descontentamento tem sido direcionado contra o MPLA, mais recentemente em Luanda, em 10 de janeiro, quando uma delegação do MPLA na capital foi vandalizada durante um protesto de taxistas", pelo que, com a aproximação das eleições de agosto e o aumento nas atividades de campanha, "aumenta a possibilidade de confrontos entre apoiantes rivais".

O Presidente João Lourenço deverá vencer as eleições presidenciais de agosto, de acordo com a previsão destes analistas, que estimam também que o MPLA mantenha a maioria na Assembleia Nacional, apesar de "a oposição dever capitalizar o descontentamento popular e com isso poderá ir erodindo o domínio do partido no poder".

A análise desta consultora surge no dia a seguir ao MPLA ter atribuído a responsabilidade dos confrontos à UNITA.

“Uma imagem vale mais do que mil palavras. Esse sempre foi o comportamento dos senhores da UNITA. Vejam o histórico e vejam de quem é esse comportamento. Os vídeos são mais do que evidentes”, respondeu o porta-voz do MPLA, Rui Falcão, à Lusa, instado a comentar a versão da UNITA, que culpa os militantes do partido no poder pelas agressões.

“O único comentário que nos merece é a nossa solidariedade para com as vítimas e o apelo às entidades policiais para que detenha os autores de tamanho crime e os encaminhe, tão rápido quanto possível, para as barras dos tribunais. Sejam quem forem, incluindo os autores morais”, acrescentou ainda o dirigente do MPLA, na terça-feira.
A UNITA tinha denunciado na terça-feira, em conferência de imprensa, em Luanda, a existência de "terrorismo de Estado e prisões arbitrárias" de 35 militantes do partido, na sequência dos conflitos.

As alegadas prisões arbitrárias de militantes do maior partido na oposição angolana, surgem no âmbito de confrontos, registados no sábado passado, supostamente com militantes do MPLA.

Segundo o secretário-geral da UNITA, Álvaro Chikwamanga Daniel, os incidentes registados no sábado, em Sanza Pombo, tiveram origem no seio de militantes do MPLA que "tentaram inviabilizar" um ato de celebração dos 56 anos do seu partido.

Nas redes sociais circularam imagens que retratam os incidentes de Sanza Pombo, que terão resultado também em feridos e na vandalização da emissora municipal da Rádio Nacional de Angola (RNA).

O secretário provincial da UNITA no Uíje, Félix Simão Lucas, apresentou, na ocasião, fotografias que retratam o confronto de sábado, com alguns feridos e danos materiais, referindo que o MPLA se sobrepôs ao ato da UNITA, previamente comunicado às autoridades.

Félix Simão Lucas deu conta que os ataques aos militantes da UNITA, supostamente protagonizados por membros do MPLA, começaram à entrada do município de Sanza Pombo, com barricadas nas estradas, e nas aldeias circunvizinhas onde os militantes do seu partido terão sido apedrejados.
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