23/06/2026
O cidadão comum faz a diferença a partir do momento em que as lideranças são o exemplo positivo do que de melhor se pretende para o bem comum e tenho a mais plena certeza que vossa excelência presidente Adalberto Costa Júnior tem sido exemplar tanto no mostrar o caminho, nas iniciativas e intenções práticas que tem feito através do partido e também enquanto cidadão como qualquer um nessa esfera territorial. Já o mesmo não digo de quem governa que em alguns casos para não dizer muitos, preferem fazer ouvidos de mercador quando o assunto é uma iniciativa para o bem comum sem exceção e esse sim é o grande desafio o de derrubar barreiras políticas ou particulares de lado e e construir pontes e abraçar uma verdadeira reconciliação que possibilite não só o reencontro de nós mesmos com o caminho do progresso, justiça social, bem como o fortalecimento das instituições, a potencialização e sustentabilidade da economia e não menos importante que é a prosperidade dos cidadãos e das famílias.
✍🏾 Daniel Sangueve Katata
📍𝐕𝐀𝐌𝐎𝐒 𝐃𝐈𝐀𝐋𝐎𝐆𝐀𝐑 | Nenhum líder sabe tudo. Nenhum partido é dono da verdade absoluta. A humildade de reconhecer que precisamos uns dos outros é o primeiro degrau da sabedoria política.
A diferença essencial entre nós e o partido no poder não está apenas no passado. Está no presente. E está, sobretudo, na visão de futuro. Eles acreditam num modelo em que o Estado é propriedade de um grupo. Nós acreditamos num modelo em que o Estado é a casa de todos os angolanos, gerida com transparência, fiscalizada por instituições independentes, respeitadora de quem pensa diferente. Eles acreditam que a alternância é um risco. Nós acreditamos que a alternância é a respiração da democracia. O poder que não muda é poder que apodrece. E nós queremos mostrar que é possível governar sem medo da verdade, sem medo da crítica, sem medo do escrutínio.
Esta não é uma luta de pessoas. É uma luta de valores. De um lado, um sistema que já provou que a sua prioridade é perpetuar-se. Do outro, um projecto que quer devolver Angola aos angolanos. Não para os angolanos baterem palmas a um líder, mas para os angolanos serem donos do seu próprio destino.
O diálogo começa aqui, na página do Facebook, em cada casa, em cada coração angolano que sonha com uma Angola mais justa, mais livre e mais próspera.
Partilhe connosco: o que espera de quem governa e de quem está na oposição? Como pode o cidadão comum fazer a diferença?
𝗩𝗔𝗠𝗢𝗦 𝗗𝗜𝗔𝗟𝗢𝗚𝗔𝗥