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20/06/2016
30/04/2016
O que você precisa saber sobre a Lei de Segurança Privada e Vigilância PatrimonialA segurança é uma das principais preoc...
01/04/2015

O que você precisa saber sobre a Lei de Segurança Privada e Vigilância Patrimonial

A segurança é uma das principais preocupações dos brasileiros. Embora o dever de proteger a população seja do Estado, o serviço deixa a desejar em alguns casos. Por isso, algumas pessoas e empresas optam por contratar segurança privada. Essas atividades devem ser reguladas, autorizadas e fiscalizadas pelo Departamento de Polícia Federal (DPF), sendo complementares às atividades de segurança pública em termos de legislação específica.
A legislação de segurança privada é regida pela lei nº 7.102/83, pelo decreto nº 89.056/83 e pelas portarias nº 992/95 e nº 358/09. Para atuar, uma empresa necessita cumprir diversos requisitos, a fim de garantir a qualidade nos serviços prestados. A segurança patrimonial, que visa segurar a integridade de estabelecimentos e a segurança de pessoas, é regida por diversos artigos na lei.
Requisitos necessários para a autorização
Para que o exercício da atividade de vigilância patrimonial seja autorizado, a empresa deve possuir um capital mínimo de cem mil reais. Devem ser contratados, no mínimo, 15 vigilantes devidamente habilitados. As instalações físicas devem ser seguras e adequadas para o armazenamento de armas e munições, ter dependências destinadas a setores administrativo e operacional e equipamentos de filmagem funcionando ininterruptamente.
O certificado de segurança
A autorização de funcionamento das atividades de segurança privada será concedida pelo DPF apenas quando a empresa passar por uma vistoria, a fim de saber se ela possui as instalações físicas corretas. Devem ser apresentados requerimentos como o comprovante de recolhimento de taxa de vistoria das instalações e o livro destinado ao registro de armas e munições. Após a aprovação das instalações físicas, o certificado será autorizado pelo Superintendente Regional. Para saber se a empresa de segurança está regularizada, visite o portal do DPF. Lá, você poderá fazer uma consulta, verificar o CNPJ da empresa e ver se ela cumpre os requisitos necessários.
A importância de investimentos
A fim de manter e garantir a qualidade dos serviços prestados, a empresa deve investir na capacitação da mão de obra por meio de cursos promovidos por especialistas em segurança privada e patromonial. Depois do primeiro curso, os vigilantes devem fazer reciclagens dentro do prazo de validade de dois anos. Outro setor em que devem haver investimentos é o tecnológico, fundamental para a comunicação dos agentes de segurança. Equipamentos de segurança modernos e integração em dispositivos móveis para a segurança e comunicação dos agentes devem ser adotados, além de cursos para que eles possam aprender como manusear essas tecnologias.
Os limites da atividade
A atividade de vigilância patrimonial só deve ser exercida dentro dos limites dos imóveis para os quais ela foi contratada. Em casos de eventos sociais, como jogos de futebol e shows, devem se ater ao espaço privado. Já no espaço externo, fora dos limites, a empresa é responsável apenas pela atuação de seus vigilantes. Caso o agente de segurança cause danos físicos ou morais, a responsabilidade é da empresa. Caso seja comprovado o ato indevido do agente, a vítima deve ser indenizada.
Você já contratou algum serviço de segurança privada? Como foi esse processo? Deixe um comentário!
Tags: segurança, serviço de segurança, vigilancia
Postado em Notícias, Segurança, Terceirização

13/02/2015
Vai dar Brasil.... Equipe da Phoenix Vigilância....
17/06/2014

Vai dar Brasil.... Equipe da Phoenix Vigilância....

O Estatuto da Segurança PrivadaA combinação da inépcia policial com o aumento da violência converteu as atividades de se...
06/11/2013

O Estatuto da Segurança Privada

A combinação da inépcia policial com o aumento da violência converteu as atividades de segurança e vigilância privadas no Brasil numa das mais rentáveis do setor de serviços, movimentando R$ 32 bilhões por ano. Esse montante não inclui o segmento de segurança eletrônica, que fornece câmeras, alarmes e controles de acesso, tendo movimentado sozinho R$ 3,6 bilhões em 2011.

Tendo os bancos, shopping centers, lojas de departamento, empresas de transporte de valores e eventos esportivos como os principais clientes, a área de segurança privada cresceu tanto, na última década, que hoje há mais vigilantes privados do que agentes policiais em todo o País. Pelas estatísticas oficiais, as 2 mil empresas de vigilância cadastradas no Ministério da Justiça empregam 600 mil profissionais, enquanto a Polícia Federal (PF) e as polícias estaduais têm um contingente de 500 mil agentes. Para funcionar, as empresas precisam de um alvará concedido pela Polícia Federal, que é renovado anualmente. Os vigilantes não podem ter antecedentes criminais, são formados em cursos autorizados pela PF, precisam passar por uma reciclagem a cada dois anos e não detêm o porte das armas, que pertencem às empresas.

Todavia, como existem centenas de empresas de pequeno e de médio portes não cadastradas, que são mantidas de forma irregular por delegados de polícia e por oficiais da Polícia Militar, o número de pessoas armadas atuando informalmente como vigilantes privados, sem treinamento e controle, pode chegar a 2 milhões, segundo as estimativas dos técnicos da Secretaria Nacional de Segurança Pública e da Secretaria de Assuntos Legislativos, vinculadas ao Ministério da Justiça. "É um exército clandestino de pessoas armadas. Em alguns lugares, chega ao extremo de virar milícias", diz o presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes, José Boaventura Santos.

Como os jogos da Copa do Mundo e da Olimpíada vão exigir enorme aparato de segurança pública e privada, o governo passou a se preocupar com os problemas causados pela explosão do número de empresas clandestinas de vigilância e anunciará, nas próximas semanas, a minuta de uma nova legislação para o setor. A legislação vigente foi editada em 1983 e é considerada defasada pelo Ministério da Justiça. O projeto do Estatuto da Segurança Privada está sob responsabilidade do secretário de Assuntos Legislativos, Marivaldo Pereira, que já ouviu entidades empresariais, autoridades da área de segurança pública e especialistas em direito penal e já encaminhou as linhas gerais de sua proposta para o Ministério da Justiça e para a Casa Civil.

Pelas diretrizes já definidas, o governo pretende fixar parâmetros para as empresas de sistemas eletrônicos de segurança, que atuam como verdadeiras centrais de inteligência, detendo informações confidenciais de seus clientes, e não estão sujeitas a nenhum tipo de fiscalização. Existem 18 mil empresas atuando nesse segmento, segundo estimativas do Ministério da Justiça. Outra medida prevista é a responsabilização criminal de quem oferecer e explorar serviços de vigilância e segurança de forma clandestina - a legislação em vigor pune o vigilante, mas não o empregador.

Além de modernizar o currículo dos cursos para vigilantes privados autorizados pela Polícia Federal, o anteprojeto aumenta o capital mínimo para a constituição de empresas de segurança e vigilância, que hoje é de R$ 100 mil. "Atualmente, qualquer um pode montar uma empresa de segurança. Com a elevação de capital, haveria um fundo para ser usado em caso de necessidade, aumentando as garantias trabalhistas", afirma o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Vigilância, José Jacobson. A entidade apoia essa proposta, que favorece as grandes empresas do setor, e defende a criação de um Sistema Nacional de Segurança Privada, com a participação do poder público e de entidades empresariais.

A elaboração do Estatuto da Segurança Privada é uma iniciativa importante do governo. Mas, como envolve interesses conflitantes, seu alcance e sua consistência técnica só poderão ser efetivamente avaliados quando a Secretaria de Assuntos Legislativos divulgar o projeto na íntegra.


Fonte: estadão.com.br

http://youtu.be/4r26vKRGXxw
06/11/2013

http://youtu.be/4r26vKRGXxw

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05/11/2013

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