22/05/2026
Antes de qualquer coisa, me segue para mais conteúdos como esse.
A legislação eleitoral estabelece limites.
E muitas igrejas, por falta de orientação jurídica, acabam ultrapassando esses limites sem perceber.
Uma coisa é defender princípios bíblicos.
Outra completamente diferente é usar a autoridade espiritual para direcionar votos, promover campanhas ou transformar cultos em atos eleitorais.
O púlpito foi separado para anunciar o Evangelho, não para servir a projetos de poder.
A igreja tem voz.
Tem direito de se posicionar.
Mas precisa ter discernimento para não misturar o santo com o profano.
Você concorda comigo?
Qual a sua opinião sobre esse assunto?