11/05/2026
Hoje cedo, mexendo em fotos antigas… encontrei uma da época em que eu mal alcançava o caderno na carteira da escola.
E, curiosamente, foi ali que tudo começou.
No ano em que fui alfabetizada, tinha um colega com grandes dificuldades motoras na minha turma. Ele era um dos meus melhores amigos. A gente brincava, ria… e, no meio disso tudo, sem perceber, eu comecei a ajudá-lo nas atividades.
Pouco a pouco, virei uma espécie de tutora.
E minha mãe… talvez nem se lembre disso com detalhes… mas ela me lembrava de algo que hoje ecoa com ainda mais força:
“Você está ajudando seu amigo a aprender uma das coisas mais preciosas da vida… ler e escrever.”
Você já parou pra pensar no poder disso?
Aprender a ler e escrever não é só uma habilidade… é liberdade. É inclusão. É voz.
E foi ali, naquele cenário simples de sala de aula, que minha mãe começou a me ensinar — sem saber — sobre respeito ao tempo do outro, sobre acolhimento, sobre enxergar valor onde muitos não enxergam.
Eu cresci…
Segui minha formação…
E, em algum momento da vida, percebi algo que me arrepiou:
Minha mãe já enxergava em mim aquilo que eu ainda nem sabia nomear.
Propósito.
Missão.
As mães têm esse olhar… profundo… quase silencioso… mas extremamente poderoso.
Elas não apenas cuidam.
Elas revelam.
Elas despertam.
Elas semeiam.
E você… tem reconhecido as sementes que plantaram em você?
Neste Dia das Mães, f**a minha gratidão a todas vocês que, com gestos simples e palavras cheias de verdade, ajudam a construir futuros inteiros.
Vale a reflexão… e, se fizer sentido pra você, compartilhe essa mensagem com quem plantou algo bonito na sua história.