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O que é a amizade estóica...
28/12/2017

O que é a amizade estóica...

Nesse grande dia de Natal, o IHMX faz uma singela homenagem, pela grandeza que simboliza esta data. Portanto, nos atreve...
25/12/2017

Nesse grande dia de Natal, o IHMX faz uma singela homenagem, pela grandeza que simboliza esta data. Portanto, nos atrevemos a dizer que é o momento mais esperado e o mais importante do ano, pelo menos para o mundo ocidental, o qual celebra-se o que é conhecido como o nascimento de Jesus e, desse modo, a expressão máxima de reverência e comemoração a um dos homens mais importantes que já viveu como homem e entre os homens, senão, também, o mais importante de todos os tempos, que mesmo sendo filho do próprio Deus e sua encarnação, veio ao mundo para trazer a salvação a todos nós.

Para uma franca deferência ao nascimento do próprio Deus, vamos agora expor alguns fundamentos históricos e curiosidades sobre esse egrégio dia. Assim pois, quando se nota que a moral judaico-cristã é uma das bases daquilo que conhecemos como ocidente, juntamente com o direito romano e a filosofia grega, devemos, antes de tudo, nos perguntar onde tudo isso surge, o cristianismo e sua pedra fundamental e a partir de quais circunstâncias, desta forma, vamos ao que substancialmente simbólico. Isto posto, nos remetemos aos textos bíblicos do velho testamento, que são: Gênesis capítulo 49, versículo 10 “O cetro* não se arredará de Judá, nem o legislador dentre seus pés, até que venha Siló**; e a ele se congregarão os povos”; Miqueias capítulo 5, versículo 2 “E tu, Belém Efrata, posto que pequena entre os milhares de Judá, de ti me sairá o que governará em Israel, e cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade”; Isaías capítulo 7, versículo 14 “Portanto o mesmo Senhor vos dará um sinal: Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, e chamará o seu nome Emanuel”; e Isaías capítulo 9, versículo 6 “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz”.

Após analisarmos todos esses textos e contexto sobre a anunciação da vinda do salvador, de todos os homens, que o aceitaram e o aceita pela fé e pela razão, nos remetemos, agora, ao texto do novo testamento que mostra a potência da vinda de cristo atualizada e posto em ato como O Messias, já concebido pela santíssima virgem Maria imaculada, que peremptoriamente evidencia a vinda do homem ao mundo que, portanto, desde o livro de São Mateus, podemos observar como seria a concepção de Jesus, até chegar ao livro de São Lucas, em particular, o capítulo 2, dos versículos 10 ao 21, que o nobilíssimo São Francisco de Assis os usou para formar, pela primeira vez, o que conhecemos, desde o século XIII, como o presépio. E o texto diz “10. Mas o anjo lhes disse: Não tenham medo. Estou lhes trazendo boas novas de grande alegria, que são para todo o povo:; 11 Hoje, na cidade de Davi, lhes nasceu o Salvador, que é Cristo[5], o Senhor; 12 Isto lhes servirá de sinal: encontrarão o bebê envolto em panos e deitado numa manjedoura; 13 De repente, uma grande multidão do exército celestial apareceu com o anjo, louvando a Deus e dizendo:; 14 “Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens aos quais ele concede o seu favor”; 15 Quando os anjos os deixaram e foram para os céus, os pastores disseram uns aos outros: “Vamos a Belém, e vejamos isso que aconteceu, e que o Senhor nos deu a conhecer”; 16 Então correram para lá e encontraram Maria e José, e o bebê deitado na manjedoura; 17 Depois de o verem, contaram a todos o que lhes fora dito a respeito daquele menino,; 18 e todos os que ouviram o que os pastores diziam ficaram admirados.; 19 Maria, porém, guardava todas essas coisas e sobre elas refletia em seu coração.; 20 Os pastores voltaram glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham visto e ouvido, como lhes fora dito.; 21 Completando-se os oito dias para a circuncisão do menino, foi-lhe posto o nome de Jesus, o qual lhe tinha sido dado pelo anjo antes de ele nascer.”. Portanto, usaremos agora a sublime explicação do Doctor Angelicus, o grandioso São Tomás de Aquino, sobre uma das faces da questão da concepção do salvador, que é, antes de tudo, um dos mais significativos acontecimentos do mundo, e que está na sua Magnum opus, a “Suma teológica”, no Volume III, na Questão 35 e no Apontamento 7, onde ele nos ensina que “1. David nasceu em Belém, mas escolheu Jerusalém para estabelecer nela a sede de seu reino e ali edificar o templo de Deus. Assim, Jerusalém viria a ser ao mesmo tempo a cidade real e sacerdotal. Mas o sacerdócio de Cristo, e o seu reino, se realizaram principalmente em sua paixão. Por isso era conveniente que, para nascer, escolhesse Belém e para a paixão Jerusalém. Além disso, desmascarava assim a glória dos homens que se orgulham de ter nascido em cidades famosas, nas quais querem principalmente ser honrados. Cristo, pelo contrário, quis nascer numa cidade sem nome e padecer opróbrios numa cidade famosa.
2. Cristo quis distinguir-se por um modo de ser virtuoso, não por sua origem carnal. Por isso quis ser criado e educado em Nazaré; e em Belém quis nascer como um estrangeiro. Pois, como diz Gregório: ‘Pela humanidade que tinha assumido nasceu como em terra estranha; não segundo o poder, mas segundo a natureza’. E Beda acrescenta: ‘Por estar necessitado de um lugar na hospedaria, estava a nos preparar muitas moradas na casa de seu Pai’.
3. Como se lê num sermão do Concílio de Éfeso: ‘Se tivesse escolhido a ilustre cidade de Roma, teriam pensado que a conversão do orbe terrestre se devia ao prestígio de seus cidadãos; se fosse filho do Imperador, teriam atribuído as vantagens ao poder. Mas para que fosse reconhecido que a divindade transformara o orbe terrestre, escolheu uma mãe pobrezinha e uma pátria mais pobre ainda’. ‘Pois Deus escolheu o que é fraco no mundo para confundir o que é forte’, como se diz na primeira Carta aos Coríntios (1, 27). Por isso, para manifestar mais o seu poder, estabeleceu em Roma, que era a capital do universo, a cabeça de sua Igreja, em sinal de perfeita vitória e para que dali se estendesse a fé ao mundo inteiro, segundo as palavras de Isaías (26, 5-6): ‘Abateu a cidade inacessível; pisá-la-ão os pés dos pobres’, isto é, de Cristo, “e os passos dos desvalidos”, isto é, dos Apóstolos Pedro e Paulo.”. Então, o Instituto de Humanidades, Matemática e Xadrez, faz dessa pequeníssima explicação, a comparar com a grandeza desse dia, sua homenagem. Que todos tenham um feliz Natal, e que o mundo celebre a importância do nascimento de Jesus Cristo.

* Símbolo de autoridade para os hebreus
** O messias

Nota: A imagem ilustrativa, do presépio, foi produzida na segunda metade do século XVII, pelo grande pintor português Bento Coelho da Silveira, e está no museu de Lamego, Portugal.

E publicamos agora, com certa demora, por mera causa ocasional, a quarta e última parte da lista de catalogação dos teór...
20/12/2017

E publicamos agora, com certa demora, por mera causa ocasional, a quarta e última parte da lista de catalogação dos teóricos da tradição do direito natural. Nesta, como é evidente, observou-se os pensadores nacionais, como o já falecido e egrégio professor José Pedro Galvão de Sousa, e suas monumentais obras. Assim como os nobilíssimos professores, Luiz Fernando Barzotto e Alfredo Culleton, ambos ativos e assíduos como propagadores, em língua portuguesa, e em especial, no Brasil, dessa corrente, milenar, dentro das tradições das teorias do direito.

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Agora vamos à penúltima parte da lista, de catalogação, dos teóricos da tradição do direito natural. Nesta encontra-se a...
14/12/2017

Agora vamos à penúltima parte da lista, de catalogação, dos teóricos da tradição do direito natural. Nesta encontra-se apenas os contemporâneos, em particular, ou a maioria, teóricos da tradição analítica, como John Finnis, o maior expoente da teoria do direito natural dos últimos tempos, e na teoria do direito em geral, encontra-se junto, quase que apenas, com um outro grande filósofo do direito, também analítico, Joseph Raz, que integra, ou segue, a tradição oposta deste, o juspositivismo. E para efeito de informação, os dois, Finnis e Raz, foram os maiores discípulos de um dos maiores filósofos do direito do século XX, no caso, Herbert Hart, que está ao lado de Hans Kelsen.

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Vamos à segunda parte da lista, de catalogação, dos teóricos da tradição do direito natural. Nesta está posta dos modern...
12/12/2017

Vamos à segunda parte da lista, de catalogação, dos teóricos da tradição do direito natural. Nesta está posta dos modernos aos contemporâneos, por exemplo, o incomum aparecimento do Frankfurtiano, Ernst Bloch, que apesar da tradição que seguia, observava a existência de uma ordem normativa e prática que exercesse o bem, no sentido de que os seu fundamentos estavam na história da dignidade humana e no humanismo como princípios normativos basilares, que era uma resposta, basicamente, a duas utopias modernas, no caso, 1. Da existente tanto dos direitos humanos como questão política; e 2. Ao universo utópico do positivismo jurídico que é instrumento de posições políticas classistas.

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