Biomedicina Genética

Biomedicina Genética Essa página têm como objetivo informar as pessoas sobre vários temas relacionados a genética.

22/02/2021
Muito bacana
22/12/2015

Muito bacana

Até onde vai a capacidade das pessoas? Será que tem limites? Eu acredito que não!
11/12/2015

Até onde vai a capacidade das pessoas? Será que tem limites? Eu acredito que não!

03/12/2015
03/12/2015

Genética cromossômica
Síndrome da microduplicação 15q11-q13
A síndrome da microduplicação 15q11-q13 (dup15q11-q13) é caracterizada por distúrbios neurocomportamentais, hipotonia, défice cognitivo, atraso de linguagem e convulsões.
Os casos de origem materna manifestam-se na primeira infância por atraso na linguagem, hipotonia, convulsões muitas vezes resistentes ao tratamento, problemas de comportamento, por vezes do espectro autista (ASDs), e dismorfias subtis ou ausentes (macrocefalia, fendas palpebrais inclinadas para baixo, epicanto, face inexpressiva, clinodactilia, sindactilia) e baixa estatura. As duplicações paternas são raramente sintomáticas (atraso do desenvolvimento/doenças comportamentais).
A síndrome é causada por duplicações intersticiais que englobam a região crítica Prader-Willi/Angelman sujeita a imprinting (PWACR), cujas delecções levam às síndromes de Prader-Willi e de Angelman. A região proximal do cromossoma 15q é instável e rica em sequências de low-copy repeat (LCR) sujeitas a rearranjos clinicamente relevantes com efeitos de origem parental, incluindo duplicações que ocorrem preferencialmente no cromossoma materno.
O diagnóstico pré-natal é possível. Células obtidas por biópsia do córion ou amniocentese, podem ser analisadas por uma combinação de métodos citogenéticos (bandas G-R, FISH) e moleculares (análise de metilação).
O aconselhamento genético deve ser cauteloso pois a síndrome é geralmente esporádica e raramente familiar. A orientação multidisciplinar inclui avaliação neurológica e do desenvolvimento exaustiva. É recomendado um estudo de vídeo-EEG para caracterizar as convulsões e determinar a farmacoterapia de primeira escolha. O acompanhamento regular é essencial, pois as convulsões podem ser difíceis de controlar.
Temos além da microduplicação do 15q11-q13, a microduplicação do 3q29, 22q11.2 e 10q24.
Vale a pena lembrar que: quando as duplicações são pequenas elas não alteram o fenótipo, mas quando são maiores podem alterar!

27/11/2015

Genética Molecular

A genética molecular tem as suas fundações na genética clássica, mas dá um enfoque maior à estrutura e função dos genes ao nível molecular. A genética molecular emprega os métodos quer da genética clássica (como por exemplo a hibridação) quer da biologia molecular. é assim chamada para se poder distinguir de outros ramos da genética como a ecologia genética e a genética populacional. Uma área importante dentro da genética molecular é aquela que usa a informação molecular para determinar os padrões de descendência e daí avaliar a correcta classificação científica dos organismos: chamada sistemática molecular.

NIPT - PANORAMAO exame de sangue chama-se “NIPT – Panorama” e faz diagnóstico de Síndrome de Down e de outras doenças ge...
26/11/2015

NIPT - PANORAMA
O exame de sangue chama-se “NIPT – Panorama” e faz diagnóstico de Síndrome de Down e de outras doenças genéticas. Pode ser feito já no 2º mês de gestação.
Panorama pertence a um grupo de exames que leva o nome geral de NIPT (Non-Invasive Prenatal Testing – em português: Te**es – Pré-Natal – Não Invasivos) e analisa, pelo sangue materno, a saúde cromossômica do bebê em uma fase inicial de gestação. Tem o objetivo de obter células do DNA fetal para o diagnóstico de anomalias cromossômicas, a partir de nove semanas de gestação, sem causar danos ao feto. O exame é feito no início da gravidez quando algumas células do feto já passaram para o sangue da mãe. Nesta fase retira-se uma pequena amostra de sangue da gestante e, a partir dela, é feita a comparação das cópias dos cromossomos estudados entre o feto, a mãe e o pai. Caso o bebê tenha três cromossomos em algum dos pares estudados (13, 18, 21, X e Y) os sinais serão evidentes para a conclusão diagnóstica. É diferente de outros te**es já existentes, como a amniocentese e a biópsia do vilo Corial (CVS), por não ser invasivo e conseguir informações muito precisas das principais doenças cromossômicas: Síndrome de Down (Trissomia do cromossomo 21), Síndrome de Patau (Trissomia do cromossomo 13), Síndrome de Edwards (Trissomia do cromossomo 18), Síndrome de Klinefelter e Monossomia do X, além de revelar o s**o do feto. Não coloca em risco o bem estar do bebê, pois é um simples exame de sangue da mãe. O grande desafio até hoje, era a leitura do diagnóstico com a quantidade tão pequena de DNA que circula no sangue nesta fase inicial e, por isso, só agora, depois de muitos anos de pesquisas, laboratórios ultra especializados conseguiram esta proeza.
O fato de a maioria dos resultados serem negativos trará tranquilidade ao casal por saber, de antemão, que o bebê não terá estas síndromes descritas, que são as mais frequentes. Se, infelizmente, o resultado for positivo, o casal não será surpreendido no dia do parto, com o nascimento de um filho com doenças cromossômicas. Ao contrário, terá tempo para se preparar, informar-se sobre a doença e criar um ambiente ideal para receber a criança. É importante que fique claro, neste momento, que a interrupção da gravidez é proibida pela lei e pela ética.
• Características do teste NIPT- Panorama
Este teste genético utiliza células livres do DNA fetal que circulam no sangue materno. Ao contrário de outras células fetais que persistem por muito tempo no sangue materno após uma gravidez, as células livres do DNA fetal ficam por pouco tempo não havendo risco de confusão do DNA do feto atual com o de gestações anteriores. Neste exame, a quantidade de 5% do DNA livre de células do feto circulantes no sangue materno já é suficiente para que alterações possam ser detectadas. Diferenças quantitativas de fragmentos do cromossomo no sangue materno podem ser usadas para distinguir fetos afetados.
• Quando e como é realizado NIPT- Panorama?
O teste pode ser feito a qualquer momento, após nove semanas de gestação. Normalmente é feito entre 10-22 semanas. Para realizar o teste de triagem NIPT-Panorama são necessários dois tubos de sangue dela. Uma amostra de DNA da mãe é utilizada como comparação com o DNA fetal que nos dará os resultados e estimativas de risco fetal para as doenças listadas. Uma amostra do pai obtida com um cotonete, que colhe células da mucosa bucal, é opcional, pois em alguns casos pode ajudar a reduzir a necessidade de uma segunda amostra da mãe. Portanto, o ensaio é realizado apenas com o sangue (e cotonete bucal, se disponível). Este teste não pode ser realizado em pacientes que estão gestando bebês múltiplos (gêmeos, trigêmeos etc), em gestações que usaram um óvulo de doadora ou em gestações em que a mãe tenha passado por um transplante de medula óssea.
• NIPT- PanoramaTM – Riscos
O teste é não-invasivo, envolvendo uma coleta de sangue materno, de forma que a gravidez não sofra riscos nem complicações decorrentes desta técnica ou outros efeitos adversos associados ao procedimento.

Grupo: Genética Cromossômica

Grupo anomalias cromossômica.
25/11/2015

Grupo anomalias cromossômica.

ALTERAÇÕES CROMOSSÔMICASPesquisadores do Instituto D'Or de Pesquisa e Ensino e das universidades federais do Rio de Jane...
23/11/2015

ALTERAÇÕES CROMOSSÔMICAS

Pesquisadores do Instituto D'Or de Pesquisa e Ensino e das universidades federais do Rio de Janeiro (UFRJ) e de Minas Gerais (UFMG) analisaram o tamanho dos telômeros — estruturas que recobrem as extremidades dos cromossomos, como o plástico na ponta dos cadarços — de 61 crianças com idade entre 6 e 16 anos diagnosticadas com TDAH. Eles verificaram que os telômeros de todas as crianças eram mais curtos que o normal para a idade delas.

A função dos telômeros é impedir que os cromossomos se deteriorem ou se fundam com outros cromossomos. Ao longo dos anos, muitos estudos interpretaram a redução no tamanho dos telômeros como um indicador do processo de envelhecimento celular, um sinal de degradação biológica. O TDAH, por sua vez, é um problema neuropsiquiátrico que atinge em torno de 5% das pessoas com menos de 18 anos.
MAIS INFORMAÇÕES:
http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2015/11/03/hiperatividade-pode-influenciar-envelhecimento-celular-diz-estudo.htm

Grupo: Genética Cromossômica
Professora: Daniela Almeida Freitas Afonso

Um estudo publicado na revista Frontiers of Molecular Neuroscience sugere que o estresse psicológico sofrido por crianças com transtorno de déficit de aten...

A introdução de novas técnicas deanálise citogenética aprimorouo diagnóstico cromossômicoda síndrome de TurnerA síndrome...
23/11/2015

A introdução de novas técnicas de
análise citogenética aprimorou
o diagnóstico cromossômico
da síndrome de Turner

A síndrome de Turner sucede pela perda parcial ou total de um dos cromossomos se***is. A começar da sua primeira descrição em 1938 até os anos 1990, o prognóstico das portadoras da ST foi considerado seriamente grave, apresentando quadro malformativo evidente, deficiência no crescimento e no desenvolvimento da fase de puberdade da pessoa, esterilidade, entre outros.
Até os dias de hoje, muitos médicos consideram a ST uma anomalia séria. Porém, nos últimos 15 a 20 anos, novos conhecimentos, tanto no diagnóstico como na terapêutica para essas pessoas, alteraram aquela visão do início.
Ocorreram significativos avanços terapêuticos, eles foram principalmente no campo da promoção do crescimento com o uso do hormônio de crescimento recombinante humano. Também se tem técnicas de fertilização assistida para os casos de esterilidade. Ademais, a pesquisa sistemática de anomalias congênitas, dando ênfase nas cardíacas e de vias urinárias, a profunda investigação periódica de patologias adquiridas, especialmente as autoimunes, e a detecção citogenética e/ou molecular de sequências de cromossomo Y concederam uma ação médica no sentido de evitar complicações.


Mais informações sobre o assunto no link a seguir:
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0004-27302009000900010&script=sci_arttext

Alunas: Carolina Rodrigues, Helen Rodrigues e Jéssica Avelar
Grupo: Genética Cromossômica
Professora: Daniela Almeida Freitas Afonso

DGP - Diagnóstico Pré-implantacional O Diagnóstico Pré-implantacional (DGP ou DPI) é o diagnóstico de alterações genétic...
22/11/2015

DGP - Diagnóstico Pré-implantacional

O Diagnóstico Pré-implantacional (DGP ou DPI) é o diagnóstico de alterações genéticas e cromossômicas nos embriões, antes da sua implantação, para conseguir que os filhos nasçam sem doenças hereditárias. Esta técnica de reprodução assistida requer sempre um tratamento de Fecundação in Vitro (FIV) com Microinjeção de espermatozoides (ICSI), para dispor dos embriões no laboratório.


INDICAÇÕES:

- Casais com risco de transmitir alterações cromossômicas ou doenças monogênicas.
- Casais com história clínica de ab**to recorrente.
- Fracasso de implantação após várias tentativas de FIV.
- Alterações da meiose dos espermatozoides.
- Mulheres em idade avançada.

Esse diagnóstico pode ser realizado por um profissional biomédico, especializado em genética cromossômica. Onde irá analisar os cromossomos antes da fecundação ocorrer.

Aluna: Luiza Sales
Grupo: Genética Cromossômica
Professora: Daniela Almeida Freitas Afonso
Fonte: http://www.ivi-fertilidade.com/pt-br/pacientes/tecnicas-reprodu%C3%A7%C3%A3o-assistida/DGP/

http://www.ivi-fertilidade.com/pt-br/pacientes/tecnicas-reprodu%C3%A7%C3%A3o-assistida/DGP/ É o diagnóstico das alterações genéticas (Diagnóstico Genético ) ...

21/11/2015

Como é incrível a relação homem e animal. Dois anjinhos enviados por Deus começando uma incrível amizade

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Belo Horizonte, MG

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