DADir O Diretório Acadêmico do Curso de Direito é o órgão de associação e de representação legal dos alunos de graduação e pós-graduação da PUC Minas-Barreiro.

Assistam à minha palestra sobre Guarda Compartilhada no Seminário Internacional promovido pela Comissão de Defesa dos Di...
28/11/2018

Assistam à minha palestra sobre Guarda Compartilhada no Seminário Internacional promovido pela Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados Federais.

https://youtu.be/1emhOHj01U4

Rodrigo Ricardo
[email protected]
(31) 9.8643-6689

Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher - Seminário - COM A PARTICIPAÇÃO DA COMISSÃO MISTA DE COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER, DA SECRETARIA DA MULHER ...

Representando os interesses das crianças, adolescentes e mulheres que não veem na maternidade sua ÚNICA FUNÇÃO feminina ...
27/11/2018

Representando os interesses das crianças, adolescentes e mulheres que não veem na maternidade sua ÚNICA FUNÇÃO feminina pela Associação Brasileira Criança Feliz e a Sousa Ferreira & Souza Advocacia de Pacificação no Seminário Internacional de Guarda Compartilhada: leis, justiça, violências e conflitos

No Auditório Nereu Ramos no Anexo 2 da Câmara dos Deputados, Brasília, DF.

Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher - Seminário - COM A PARTICIPAÇÃO DA COMISSÃO MISTA DE COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER, DA SECRETARIA DA MULHER ...

O ConJur publicou o meu artigo "Porque apoio a Chapa 3 nas Eleições da OAB de Minas Gerais".A OAB precisa ser entendida ...
22/11/2018

O ConJur publicou o meu artigo "Porque apoio a Chapa 3 nas Eleições da OAB de Minas Gerais".

A OAB precisa ser entendida não “sindicato de advogados e escritórios de advocacia”. Isso é um erro crasso, porque nenhum órgão ou conselho de classe jamais foi citado pela Constituição Federal, ao passo que a OAB é uma instituição sui generis citada 42 vezes pelo texto constitucional.

Isso ocorre, porque função da OAB é a defesa intransigente da sociedade brasileira; porque, quando um juiz se nega a receber um advogado para conversar sobre um processo, a Comissão de Prerrogativas não vem defender o advogado, propriamente, mas o seu cliente que, uma vez proibido de expor suas razões ao magistrado pelo procurador que constituiu, tem diversos direitos fundamentais violados.

A OAB não tem a função de proteger os advogados, específica e hermeticamente focados em si mesmos. A defesa à advocacia é uma busca incessante por uma comunidade ajustada, pacífica e equilibrada.

A OAB não pode ser confundida com um simples órgão de classe ou com um reles sindicato. O que a OAB defende são os direitos da sociedade e dos cidadãos, mediante a garantia das prerrogativas da advocacia e é isso, que a chapa 3 tem propagado: a defesa da sociedade potencializada pelo fortalecimento da advocacia no estado.

*Este artigo foi produzido como parte da campanha da eleição da OAB-MG. O primeiro contato que tive com a chapa 3, candidata às eleições da diretoria da OAB de Minas Gerais para a gestão 2019-2021, foi com a advogada Maria Flávia Máximo, que concorre ao cargo de secretária-geral nesta...

Os negros sempre tiveram protagonismo no Brasil, mas, em função do preconceito institucional a História nunca retratou c...
21/11/2018

Os negros sempre tiveram protagonismo no Brasil, mas, em função do preconceito institucional a História nunca retratou com justiça a sua participação.

Finalmente, o Conselho Federal da OAB corrigiu uma das maiores injustiças da história, quando em 2015, mais de 100 anos da morte de Luis Gama concedeu a ele o merecido título de advogado.

APÓSTOLO NEGRO DA ABOLIÇÃO

Luis Gama foi autodidata, aprendeu sozinho a ler e a escrever, tornando-se jornalista e escritor.

Foi impedido de cursar Direito na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, que não aceitava negros, mas por conta própria estudou e passou a ajudar como rábula na causa dos negros escravos conseguindo com sua poderosa retórica libertar mais de 500 escravos antes mesmo da abolição da escravatura, o que lhe rendeu o apelido de “Apóstolo Negro da Abolição”.

Além dos escravos, ajudou na defesa daqueles que não podiam pagar por serviços advocatícios e ajudou inúmeros estrangeiros chegados ao Brasil em extrema pobreza.

Os negros sempre tiveram protagonismo no Brasil, mas, em função do preconceito institucional a História nunca retratou com justiça a sua participação.

Finalmente, o Conselho Federal da OAB corrigiu uma das maiores injustiças da história, quando em 2015, mais de 100 anos da morte de Luis Gama concedeu a ele o merecido título de advogado.



Sousa Ferreira e Souza Advocacia de Pacificação
www.pacificacao.com

URGENTE: As inscrições se encerram à meia-noite de hoje!
21/09/2018

URGENTE: As inscrições se encerram à meia-noite de hoje!

URGENTE: UTILIDADE PÚBLICA PARA OS MORADORES DO BARREIRO

compartilhe com todos os crianças, adolescentes e jovens que desejam aprender uma profissão e ainda se engajar na comunidade

A Mídia Ninja ministrará entre 08 e 15 de outubro de 2018 uma semana de cursos sobre ativismo nas mídias sociais, que incluem a utilização de telefones celulares na produção de jornalismo de qualidade e voltado para jovens de todas as idades, sobretudo os das periferias de BH e os que atuam em atividades culturais marginalizadas pela mídia oficial.

Os cursos são gratuitos e a Mídia Ninja ainda oferecerá alimentação e hospedagem durante a realização dos cursos.

Essa iniciativa vai ao encontro da proposta do Instituto Cultural Colofão de Literatura Independente, que pretende criar uma WEBTV Local com notícias exclusivamente do Barreiro e arredores, para atender a uma demanda dos mais de 400 mil moradores dessa que é a maior região de Belo Horizonte e a que produz 36% de toda a riqueza do município, mas que recebe ap***s 9% dos investimentos.

Para isso, precisamos da periferia ajustada e integrada a um projeto que dê visibilidade às nossas histórias e notícias importantes e não só das páginas policiais.

O Barreiro tem tudo, menos uma TV própria. Vamos mudar juntos esse cenário!

As inscrições se encerram à meia-noite de hoje, dia 21 de setembro de 2018 através do link:

http://lab.midianinja.org/inscreva-se

O DADir está devidamente registrado desde 2016 e é o ÚNICO DIRETÓRIO ACADÊMICO DA PUC BARREIRO que efetivamente está lut...
23/08/2018

O DADir está devidamente registrado desde 2016 e é o ÚNICO DIRETÓRIO ACADÊMICO DA PUC BARREIRO que efetivamente está lutando pelos direitos dos alunos.

Veja o que conseguimos recentemente com o Mandado de Segurança Coletivo nº 1000094-16.2017.4.01.3800 que condenou a PUC Minas a revogar a Portaria 004/2011, que proibia alunos, professores e funcionários de terem acesso aos autos de processos administrativos promovidos com arbitrariedade pela instituição.

A notícia foi veiculada pelo CONJUR em www.conjur.com.br/2018-jul-09/universidade-nao-proibir-advogados-acessar-processos.

Também estamos buscando o direito dos alunos de se manifestarem publicamente (www.facebook.com/DADirPUC/posts/1881851045368396) nos defendendo na ação de Reintegração de Posse nº 5162797-64.2016.8.13.0024 em que os DCE’s da PUC Barreiro, Coração Eucarístico e Praça da Liberdade se omitiram até se tornarem revéis e, caso o DADir não tivesse intervindo nesta questão, os direitos dos alunos da PUC Barreiro teriam sido sumariamente violados.

De igual modo estamos buscando a equiparação da qualidade de ensino entre o Barreiro e os outros campi da PUC Minas, haja vista que o selo de qualidade do ensino jurídico OAB Recomenda, fornecido pela Ordem dos Advogados do Brasil, contempla a PUC Praça, a PUC Coreu e a PUC São Gabriel, mas nunca foi concedido à PUC Barreiro nestes 12 anos de existência da unidade.

Apesar de nossa matrícula e mensalidades serem iguais às das outras unidades, a qualidade é muito inferior, haja vista que menos de 15% dos alunos que estudam no Barreiro têm aprovação no ano seguinte na prova da OAB.

Além do mais, é neste processo de nº 5159986-34.2016.8.13.0024 que estamos buscando adquirir cerca de 1.290 bolsas de estudo integrais para a pós-graduação, mestrado e doutorado na PUC Barreiro, a fim de reestabelecer o equilíbrio entre o ensino que pagamos lá e o que é efetivamente ofertado a nós, sobretudo, quando o comparamos com as outras unidades.

Se você estuda na PUC Barreiro, deveria se inteirar do que o DADir está fazendo por você e pelos demais alunos do Direiro, já que não há nenhum movimento estudantil lá, exceto aquele promovido pelo DADir e, assim, TALVEZ UMA DESSAS BOLSAS INTEGRAIS DE ESTUDO SEJA TAMBÉM SUA.

Consulte os processos no site do PJe do TJMG.

A CORED (Coordenação Regional dos Estudantes de Direito) já reconheceu que o DADir foi criado para dar vida e voz ao movimento estudantil no Barreiro e é isso que estamos fazendo. O documento disponível em www.facebook.com/coredminas/photos/a.1418294304862678/1418999761458799 e que reconhece a importância do DADir é assinado por membros de centros e diretórios acadêmicos de Direito de todo o estado, incluindo os da PUC Praça, da PUC Coreu, da Universidade Federal de Lavras (UFLA), da Universidade Federal de Montes Claros, da UFMG, da UFOP e da Universidade Federal de Viçosa.

Abra o olho, porque a PUC Minas está sendo constante e severamente condenada por violar o direito de funcionários professores (www.facebook.com/DADirPUC/photos/a.1789115337975301/1937935919759908) e alunos (www.facebook.com/groups/DADirPUC/permalink/1384411848254715) e talvez você seja o próximo.

Se você ou qualquer cidadão está buscando por lideranças com comprometimento e representatividade efetiva nessas eleições, pergunte antes aos respectivos presidentes sobre o que o DCE e o DAFL têm feito pelos alunos da PUC Barreiro.

E depois passeie por esta página do DADir e veja se você terá interesse em ser representado por uma instituição que, desde o seu nascimento, tem lutado contra as injustiças da PUC Minas e tentado valorizar o ensino no Barreiro.

Se consultou e concordou com o conteúdo dos links que eu lhe forneci, POR FAVOR COMPARTILHE COM SEUS COLEGAS DA FACULDADE porque eles podem estar perdendo tempo e dinheiro e a oportunidade de serem excelentes profissionais do Direito.

Estou à sua disposição para esclarecimentos através do telefone e whatsapp (31) 9.8643-6689 ou pelo e-mail [email protected]

DADir | NÓS FAZEMOS DIREITO
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Mais uma vez a PUC Minas tenta impedir a efetiva representação do movimento estudantil, mediante tentativa frustrada de ...
21/08/2018

Mais uma vez a PUC Minas tenta impedir a efetiva representação do movimento estudantil, mediante tentativa frustrada de sabotagem do DADir, visando ao cancelamento da sua inscrição.

Mas o Sr. Flávio Luiz Andrade, Gerente de Cadastros Tributários – GCAT da Secretaria Municipal de Finanças de Belo Horizonte declarou expressamente que:

"(...) não ocorreu em momento algum do processo de inscrição junto ao CMC nenhuma fraude, pois o͇ ͇D͇i͇r͇e͇t͇ó͇r͇i͇o͇ ͇A͇c͇a͇d͇ê͇m͇i͇c͇o͇ ͇e͇m͇ ͇q͇u͇e͇s͇t͇ã͇o͇ ͇e͇x͇i͇s͇t͇e͇ ͇l͇e͇g͇a͇l͇m͇e͇n͇t͇e͇ ͇p͇e͇r͇a͇n͇t͇e͇ ͇o͇ ͇C͇a͇r͇t͇ó͇r͇i͇o͇ ͇d͇e͇ ͇R͇e͇g͇i͇s͇t͇r͇o͇ ͇C͇i͇v͇i͇l͇ ͇d͇e͇ ͇P͇e͇s͇s͇o͇a͇s͇ ͇J͇u͇r͇í͇d͇i͇c͇a͇s͇ ͇d͇e͇ ͇B͇e͇l͇o͇ ͇H͇o͇r͇i͇z͇o͇n͇t͇e͇,͇ ͇b͇e͇m͇ ͇c͇o͇m͇o͇ ͇n͇o͇ ͇C͇a͇d͇a͇s͇t͇r͇o͇ ͇N͇a͇c͇i͇o͇n͇a͇l͇ ͇d͇e͇ ͇P͇e͇s͇s͇o͇a͇s͇ ͇J͇u͇r͇í͇d͇i͇c͇a͇s͇ ͇-͇ ͇C͇N͇P͇J͇ (...).

Desta forma, a͇ ͇P͇U͇C͇ ͇n͇ã͇o͇ ͇t͇e͇m͇ ͇l͇e͇g͇i͇t͇i͇m͇i͇d͇a͇d͇e͇ ͇d͇e͇ ͇s͇o͇l͇i͇c͇i͇t͇a͇r͇ ͇o͇ ͇c͇a͇n͇c͇e͇l͇a͇m͇e͇n͇t͇o͇ ͇d͇a͇ ͇i͇n͇s͇c͇r͇i͇ç͇ã͇o͇ ͇d͇e͇s͇s͇e͇ ͇d͇i͇r͇e͇t͇ó͇r͇i͇o͇, mas tão somente seus representantes legais (...).

Entendemos que se trata de uma questão que envolve tão somente dois entes de Direito Privado: a Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais e o DADIR - Diretório Acadêmico do Curso de Direito da PUC Barreiro, cabendo à PUCMINAS, se for o caso, acionar esse Diretório Acadêmico e seus representantes judicialmente."

Fonte: Ofício GCAT - Nr. 0621/2016
Prefeitura Municipal de Belo Horizonte
Secretaria Municipal de Finanças
Secretaria Municipal Adjunta de Arrecadações
Gerência de Cadastros Tributários

“Quando considerado a um nível sociocognitivo este sistema de género é assim inscrito na língua, de uma categorização, q...
27/03/2018

“Quando considerado a um nível sociocognitivo este sistema de género é assim inscrito na língua, de uma categorização, que, com base em critérios biológicos, exclui as fêmeas humanas da humanidade, isto é, do humano geral.

O sexismo na linguagem é desta forma outra coisa, e bastante mais grave, do que a simples pejoração ou do que uma mera sub-representação linguística das mulheres”.

Em “Guia Para uma Linguagem Promotora da Igualdade entre Mulheres e Homens na Administração Pública” impresso pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género da Presidência do Conselho de Ministros de Portugal. Documento disponível em https://goo.gl/HSQgZz

“Quando considerado a um nível sociocognitivo este sistema de género é assim o modelo, inscrito na língua, de uma categorização, que, com base em critérios biológicos, exclui as fêmeas humanas da humanidade, isto é, do humano geral.

O sexismo na linguagem é desta forma outra coisa, e bastante mais grave, do que a simples pejoração ou do que uma mera sub-representação linguística das mulheres”.

Em “Guia Para uma Linguagem Promotora da Igualdade entre Mulheres e Homens na Administração Pública” impresso pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género da Presidência do Conselho de Ministros de Portugal. Documento disponível em https://goo.gl/HSQgZz

PUC MINAS VIOLA O DIREITOS FUNDAMENTAIS DOS SEUS ALUNOS, PROFESSORES E EMPREGADOS, DIZ TRF1O Tribunal Regional Federal d...
03/03/2018

PUC MINAS VIOLA O DIREITOS FUNDAMENTAIS DOS SEUS ALUNOS, PROFESSORES E EMPREGADOS, DIZ TRF1

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) publicou na data de hoje (02/03/2018) a concessão da segurança pedida pela OAB Subseção Contagem, por meio de sua Comissão de Defesa, Assistência e Prerrogativas, no Mandado de Segurança Coletivo impetrado contra a PUC Minas que tem sistematicamente negado o acesso aos autos dos processos administrativos internos contra alunos, professores e empregados da instituição.

“Todos os alunos acusados pela instituição de alguma infração tinham que apresentar defesa sem que soubessem claramente do que estavam sendo acusados, mesmo quando tinham advogados constituídos nos autos.” – afirmou o escritório Lucas Lopes Advocacia, que foi quem solicitou a diligência à OAB.

A Pró-Reitora Adjunta da PUC Minas Barreiro, Lucila Ish*tani, afirmou em nota que a negativa de acesso aos autos segue as determinações da Portaria R/N 004/2011 da instituição e que ela está em conformidade com as normas acadêmicas.

Já no ano passado, o colunista do Justificando, Professor Leonardo Isaac Yarochewsky, recebeu R$20 mil em indenização por dano moral num processo trabalhista em que os magistrados perceberam que ele havia sido processado administrativamente pela instituição sem ter tido acesso aos autos em caso semelhante ao que foi julgado.

O Mandado de Segurança Coletivo em questão tramita com o número 1000094-16.2017.4.01.3800 na 17ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária de Minas Gerais e foi impetrado utilizando como paradigma o caso do advogado do Diretório Acadêmico dos Estudantes de Direito da PUC Barreiro (DADir), cujo Presidente Administrador, Rodrigo Ricardo, foi administrativamente indiciado seis vezes pela instituição sem que a defesa tivesse acesso aos autos.

Por fim a instituição impediu o aluno de renovar a sua matrícula, porque o Diretório está processando (e ganhando) um processo contra ela de R$260 milhões de reais por falha na prestação de serviço educacional (Processo nº 5159986-34.2016.8.13.0024), além de dezenas de outras ações judiciais.

Ele conta que também foi agredido fisicamente por ordem do Coordenador do Curso de Direito da instituição e teve o seu acesso no SGA bloqueado para efetuar a sua rematrícula, segundo manobras internas da universidade sem nenhum lastro jurídico.

Por ter sido impetrado pela OAB, a decisão é válida para todos os advogados que atuem no Estado de Minas Gerais e tem apoio integral do Ministério Público Federal que concordou com todas as razões do processo.

A Portaria R/N 004/2011 editada pela Reitoria da universidade e citada pela Pró-Reitora, para fundamentar as violações cometidas, foi considerada inconstitucional na mesma sentença.

A não observância a esta decisão judicial sujeita ao infrator, seja autoridade, seja subordinado da universidade, às p***s de CRIME DE DESOBEDIÊNCIA previstas no Art. 26 da Lei nº 12.016/2009, no Art. 330 do Código Penal e do Art. 12 da Lei nº 1.079/1950.

É importante ressaltar que, apesar de estar vigente a quase 7 (sete) anos, nenhum Diretório Acadêmico ou Diretório Central dos Estudantes da instituição questionou essa arbitrariedade antes de Rodrigo Ricardo assumir a presidência do DADir.

A sentença prolatada pelo Juiz da 17ª Vara Federal, Dr. Carlos Alberto Simões de Tomaz, pode ser acessada através do link https://goo.gl/Q7jNaU.

Atuaram em favor dos advogados, estagiários e estudantes de Direito, o Dr. Sanders Alves Augusto, Presidente da OAB Contagem; o Dr. Marcos Aurélio De Souza Santos, a Dra. Fernanda Jatobá, Dra. Francilene Gomes da Silva, Delegados e Delegadas de Prerrogativas e o o Dr. José Ignácio Santos de Paula, Procurador de Prerrogativasda Subseção.

A cópia integral do procedimento pode ser acessado em https://goo.gl/qKke4j

O Auto de Constatação da violação das Prerrogativas do Presidente Administrador do DADir, Rodrigo Ricardo, está disponível em https://goo.gl/6xuqEX

A Portaria R/N 004/20, na íntegra pode ser acessada em https://goo.gl/2LfP8E

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NÓS FAZEMOS DIREITO

Nota 1: Dom Joaquim Giovani Mol Guimarães é o nome do verdadeiro Reitor da Pontifícia Universidade Católica, cujas fotografias podem ser acessadas em https://goo.gl/BdVe7s.

Dom Walmor Oliveira de Azevedo (à direita na foto), é Arcebispo e Grão-Chanceler da universidade.

Em 26 de outubro de 1887, o Clube Militar enviou petição à Princesa Isabel, assinada pelo seu presidente, marechal Manoe...
26/02/2018

Em 26 de outubro de 1887, o Clube Militar enviou petição à Princesa Isabel, assinada pelo seu presidente, marechal Manoel Deodoro da Fonseca, buscando autorização para declinar da ordem que a Regente havia feito, buscando que o exército recapturasse os negros que haviam fugido à escravidão, sete meses antes da abolição oficial.

Vale a pena a leitura!
__________________

Senhora!

Os oficiais, membros do Clube Militar, pedem a Vossa Alteza Imperial um pedido, que é antes uma súplica. (…)

ESPERAM QUE O GOVERNO IMPERIAL NÃO CONSINTA QUE nos destacamentos do Exército, que seguem para o interior, com o fim, sem dúvida, de manter a ordem, tranquilizar a população e garantir a inviolabilidade das famílias, OS SOLDADOS SEJAM ENCARREGADOS DA CAPTURA DE POBRES NEGROS, que fogem à escravidão, ou porque vivam já cansados de sofrer os horrores, ou porque um raio de luz da liberdade lhe tenha aquecido o coração e iluminado a alma.

Senhora! A liberdade é o maior bem que possuímos sobre a terra; uma vez violado o direito que tem a personalidade de agir, o homem para reconquistá-la é capaz de tudo: de um momento para outro, ele, que dantes era um covarde, torna-se herói; ele, que dantes era a inércia, se multiplica, e se subdivide e, mesmo esmagado pelo peso da dor e das perseguições, ainda mesmo reduzido a morrer, de suas cinzas renasce sempre mais bela e mais pura a liberdade. (…)

É IMPOSSÍVEL, POIS, SENHORA, ESMAGAR A ALMA HUMANA QUE QUER SER LIVRE.

Por isso, os membros do Clube Militar, em nome dos mais santos princípios de humanidade, em nome da solidariedade humana, em nome da civilização, em nome da caridade cristã, em nome das dores de Sua Majestade, o Imperador, vosso augusto pai, cujos sentimentos julgam interpretar e sobre cuja ausência choram lágrimas de saudades, em nome do vosso futuro e do futuro de vosso filho, esperam que o Governo Imperial não consinta que os oficiais e as praças do Exército sejam desviados de sua nobre missão.

ELES NÃO DESEJAM O ESMAGAMENTO DO PRETO PELO BRANCO e não consentiriam também que o preto, embrutecido pelos horrores da escravidão, conseguisse garantir a sua liberdade esmagando o branco.

O Exército havia de manter a ordem. Mas diante de homens que fogem calmos, sem ruído, mas tranquilamente, evitando tanto a escravidão como a luta, e dando, ao atravessar cidades, exemplos de moralidade, cujo esquecimento tem feito muitas vezes a desonra do Exército mais civilizado, o Exército Brasileiro espera que o governo imperial conceder-lhe-á o que respeitosamente pede em nome da honra da própria bandeira que defende.

Fonte: BENTO, Cel. Cláudio Moreira. O Exército e a Abolição. Do Leitura, São Paulo, 7/73 junho de 1988. p. 10. Disponível emhttp://ceao.phl.ufba.br/phl8/popups/1988-jun_rr.pdf Acesso em 26/02/2017.

22/02/2018

Discurso da Oradora Dra. Michele Maria Batista, bolsista da turma de Direito na PUC-SP em 16/02/2018

Caros colegas, pais, professores, convidados, boa noite. Depois desse discurso animado, eu vim com um discurso rápido para o mesmo e um discurso que fala um pouco da nossa realidade aqui na PUC. Nessa noite tão especial, na qual relembramos nossa trajetória na Pontifícia, gostaria de falar sobre resistência, palavra tão usada por nós ao longo desses cinco anos. Todavia, não quero aqui abranger toda e qualquer resistência. Quero falar de uma em específico, da resistência que uma parcela dos formandos — que, infelizmente, são minoria neste evento — enfrentaram durante sua trajetória acadêmica.

Me dedico à resistência daqueles que cresceram sem privilégios, sem conforto e sem garantia de um futuro promissor, daqueles que foram silenciados na universidade quando pediram voz e que carregaram, desde cedo, o fardo do não pertencimento às classes dominantes.

Me dedico à resistência das famílias que a muito custo mantiveram seus filhos na universidade, à resistência dos estudantes que perderam, no mínimo, três horas diárias em transportes públicos. Hoje, trago a história de jovens sonhadores que há cinco anos atrás iniciaram uma história de resistência nessa universidade. Trago a história de resistência da periferia, dos pretos, dos descendentes de nordestinos e dos estudantes de escola pública.

Nós, formandos bolsistas resistimos à PUC São Paulo, aos sonhos que nos foram roubados e à realidade cruel que nos foi apresentada no momento em que cruzamos os portões da Bartira e da Monte Alegre. Nós resistimos às piadas sobre pobres, às críticas sobre as esmolas que o governo nos dava, aos discursos reacionários da elite e a sua falaciosa meritocracia. Resistimos à falta de inglês fluente, de roupa social e linguajar rebuscado que o ambiente acadêmico nos exigia.

Resistimos também à falta de apoio financeiro e educacional da Fundação São Paulo, aos discursos da vitimização das minorias e à suposta autonomia do indivíduo na construção do seu próprio futuro. Resistimos também aos insultos feitos a nossa classe, aos desabafos dos colegas sobre suas empregadas domésticas e seus porteiros. Mal sabiam que esses profissionais eram na verdade nossos pais.

No mais, resistimos aos professores que não compreenderam nossa realidade e limitações e faziam comentários do tipo: por favor, não estudem Direito Civil por sinopse, porque até a filha da minha empregada que faz Direito na 'Uniesquina' estuda Direito por sinopse. Essa frase foi dita por uma professora de Direito Civil no meu terceiro dia de aula. Após escutá-la, meu coração ficou em pedaços, pois naquele dia soube que a faculdade de Direito da PUC São Paulo não era para mim.

Liguei para minha mãe, empregada doméstica, chorando, e disse que iria desistir. Entretanto, após alguns minutos de choro compartilhado, ela me fez enxergar o quanto eu precisava resistir àquela situação e mostrar à PUC e a mim mesma o quanto eu era capaz de obter este diploma.

Essa história não é ap***s minha, mas de todos os bolsistas formandos da PUC São Paulo. Somos os filhos e filhas do gari, da faxineira, do pedreiro, do motorista e da mãe solteira. Por isso, a eles, nossos maiores inspiradores, dedicamos nossa história de resistência nessa universidade. Que nossa história inspire outros jovens pobres a resistirem.

Avante, companheiros. Avante, pois nossa luta está ap***s começando. Por fim, como nunca é tarde para dizer, 'Fora Temer'. Muito obrigada.

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30640-070

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