17/10/2020
É muito fácil demonstrar está lei com um aparelho semelhante ao usado por Boyle . Dobra-se um pequeno tubo de vidro, dando-lhe a forma de " J " , é fecha-se a pinta mais curta . A parte mais longa deve ter cerca de 10p cm de comprimento, enquanto a parte mais curta basta medir uns 30 cm. Colocando uma pequena quantidade de mercúrio, metal líquido, neste tubo , certa quantidade de ar f**a aprisionada na parte mais curta. Se o tubo usado for de boa quantidade, podemos admitir que a área da seção transversal do tubo é idêntica em todo o comprimento. Deste modo, o volume de ar que se encontra na parte curta é proporcional ao comprimento da coluna de ar.
A pressão do ar confinado na parte mais curta pode ser determinada medindo a diferença de níveis do mercúrio em ambas as partes. Porém estás leituras indicam somente o excesso a que se encontra o ar confinado acima da pressão atmosférica.
A pressão total pode calcular-se somando à altura de uma coluna barométrica de mercúrio cada uma das leituras obtidas por diferenciação.
Uma vez pronto o aparelho, a pressão do gás confinado pode ser aumentada pouco a pouco , adicionando-se pequenas quantidades de mercúrio pela parte aberta do tubo em forma de " J " . Quando os níveis de mercúrio se estabilizam , medem-se e anotam-se o comprimento da coluna de ar ( volume) e a diferença nos níveis de mercúrio ( excesso de pressão).
Registra-se ainda a pressão atmosférica em um barômetro.
➡️ No tubo em forma de J , na parte pequena - equivalente ao comprimento do volume;
➡️ Na parte maior o comprimento equivalente ao excesso de pressão; as pressões medem-se em cm de mercúrio.
Vamos refazer a tabela que Robert Boyle fez em seu laboratório.
▶️ Pressão atmosférica 74,0 cm
▶️ Excesso ▶️ Pressão ▶️ Volume ▶️
de pressão Total
Leituras Leituras Leituras
1.)4,5 1.)78,5 1.)24,1
2.)15,0 2.)89,0 2.)20,8
3.)29,5 3.)103,5 3.)18.5
4.)40,5 4.)114,5 4.)16,4
5.)51,5 5.)125,5 5.)14,8
6.)61,0 6.)135,5 6.)14,1
7.)71,o 7.)145,0 7.)13,0
8.)82,0 8.)156,0 8.)12,1
🔴 Agora vamos fazer Pressão X Volume
1) 1890
2) 1850
3) 1910
4) 1880
5) 1860
6) 1900
7) 1890
8) 1890....e assim foi sucessivamente.
A tabela é original. As leituras foram colocadas, encabeçando as colunas com os seguintes títulos:
excesso de pressão Total (P), volume (V) e P x V , e, se a experiência foi cuidadosamente realizada , observa-se-a que os diversos números que aparecem na coluna P x V coincidem completamente, isto é, o produto da pressão Total pelo volume de um gás é constante.
🌹 Outra forma de enunciar a Lei de Boyle é a seguinte ( professora de Astrofísica Maria Cristina Moyses)
A PRESSÃO E O VOLUME DE DETERMINADA MASSA DE GÁS SÃO INVERSAMENTE PROPORCIONAIS, SEMPRE , EU DISSE SEMPRE , ISSO É NÃO PODE HAVER MUDANÇA ALGUMA, QUE SUA TEMPERATURA SE MANTENHA CONSTANTE.
🌹 Está lei pode ser expressa matematicamente da seguinte maneira:
P é proporcional à 1/ V
ou P x V é constante.
🌹 A Lei de Boyle, é correta com bastante aproximação, em uma ampla Gama de pressões pelos gases chamados permanentementes, tais como o oxigênio, nitrogênio e hidrogênio. Estes gases só podem liquefazer-se com dificuldade.
O mesmo não sucede com os gases que se liquefazem facilmente, por exemplo, amoníaco.
🌹 Não esqueçam de curtir e inscrever , próximo vídeo-aula Robert Hooke, século XVII.
É muito fácil demonstrar está lei com um aparelho semelhante ao usado por Boyle . Dobra-se um pequeno tubo de vidro, dando-lhe a forma de " J " , é fecha-se ...