Biblioteca - campus nova suíça

Biblioteca - campus nova suíça Ela é aberta a toda comunidade.

A Biblioteca do Campus I do CEFET-MG é composta por salas de estudo em grupo, cabines de estudo individual, salão aberto e um acervo com mais de 50 mil exemplares.

Crônicas (ora burlescas, ora melancólicas, ora catárticas, ora bolas).O carioca Vário do Andaraí nos convida a entrar no...
01/05/2023

Crônicas (ora burlescas, ora melancólicas, ora catárticas, ora bolas).

O carioca Vário do Andaraí nos convida a entrar no seu táxi e, pelos becos, ruas e avenidas do Rio de Janeiro, conhecer um painel divertido e comovente de personagens reais ou um pouquinho inventados que, de alguma forma, têm a ver com todos nós.

Cada viagem surpreende o leitor também pelas passagens poéticas, boa música e paisagens deslumbrantes.

Conforme se avança a leitura das crônicas, vai-se percebendo a sólida e variada cultura de leitura do autor. Não aquela cultura acadêmica, com todas as suas implicações teóricas, mas sim a daquele leitor que lê pelo prazer da leitura, sem qualquer outra preocupação que não o deleite próprio, sem alarde, e acaba bebendo e saboreando as essências dos textos dos vários autores percorridos.

Embora cada crônica tenha sua individualidade, o narrador de todas é o mesmíssimo, o mesmo estilo, o mesmo linguajar “malandro” por experiência e não por aquisição literária.

Um falar de personagem/narrador adaptado ao contexto das crônicas, do começo ao fim da viagem nessa máquina de destinos não cumpridos.

Fonte: Editora Dimensão e Recanto das Letras.

Leia em nossa Biblioteca!

Órfã enfrenta inúmeras dificuldades após ser enviada ao Novo Mundo pela rainha de Portugal, com o propósito de se casar ...
28/04/2023

Órfã enfrenta inúmeras dificuldades após ser enviada ao Novo Mundo pela rainha de Portugal, com o propósito de se casar com um colono.

A nossa “Sexta d•REC” de hoje indica “Desmundo”, um filme que retrata a época do Brasil Colônia,, lançado em 2002, dirigido por Alain Fresnot e com roteiro baseado no livro homônimo da romancista cearense Ana Miranda.

“Desmundo” narra a história das órfãs portuguesas que, em 1570, foram enviadas ao Brasil para se casarem com os colonizadores. Sob o apoio da Igreja, o Estado português pretendia que os colonos tivessem casamentos “brancos e cristãos” reduzindo, assim, o nascimento de crianças mestiças oriundas das relações com índias e negras.

O drama vivido pela personagem faz compreender o título do filme: a colônia, longe de ser o paraíso imaginado pelos primeiros colonizadores e nem mesmo uma reprodução do Reino, transformou-se num “desmundo”, isto é, um “não-mundo”, termo aportuguesado do latim.

Aqui, as falas em tupi, dos indígenas, e em nagô, dos escravos não tem tradução. Fresnot desejou manter a plateia com a mesma sensação de estupefação de Oribela diante do desconhecido universo linguístico do Brasil da época. Isso permite ao espectador imaginar a pluralidade de linguagens existente na colônia e a dificuldade de comunicação entre os diversos grupos sociais.

O filme está disponível pela plataforma do YouTube.

Fonte: Ensinar História

Apresentamos para vocês o rosto de Ailton Krenak.Autor indígena, nasceu em 1953, no município de Itabirinha, no estado d...
26/04/2023

Apresentamos para vocês o rosto de Ailton Krenak.

Autor indígena, nasceu em 1953, no município de Itabirinha, no estado de Minas Gerais, na região do Médio Rio Doce

Ativista do movimento socioambiental e de defesa dos direitos indígenas, organizou a Aliança dos Povos da Floresta, que reúne comunidades ribeirinhas e indígenas na Amazônia.

Em 1985 fundou a ONG Núcleo de Cultura Indígena. Dois anos depois, durante a Assembléia Constituinte, protagonizou uma das cenas mais marcantes da redemocratização. Como forma de protesto ao retrocesso na luta pelos direitos indígenas, Krenak pintou sua face com tinta preta do jenipapo durante seu discurso na tribuna. Para o seu povo, o produto é usado em situações de luto.

Em 2020, conquistou o Prêmio Juca Pato de Intelectual do Ano concedido pela União Brasileira dos Escritores (UBE) e, sua obra está traduzida para mais de treze países.

Em nosso acervo temos a obra “Ideias para adiar o fim do mundo” (2019).

Agora, venha conhecer para além do rosto desse grande autor.
Leia Ailton Krenak

Fonte: Academia Mineira de Letras, Politize! e Companhia das Letras.

TEMOS EM NOSSO ACERVO“ - O que o homem leva no coração é o seu ponto de partida, é o seu destino. Onde estiver o coração...
24/04/2023

TEMOS EM NOSSO ACERVO

“ - O que o homem leva no coração é o seu ponto de partida, é o seu destino. Onde estiver o coração, aí está o seu tesouro.”

“Ninauá” narra a história do pequeno índio, cujo nome dá nome ao livro.

Conta-se aqui, sua jornada em uma estrutura de narrativa universal, cuja essência está contida nos mitos, contos de fadas e lendas brasileiras, que buscam revelar como alguém se lança no caminho em busca de um bem e realiza a sua obra.

Para Juarez Nogueira, autor mineiro, na verdade, é a história por trás de todas as histórias contadas infinitamente, de geração a geração, desde tempos imemoriais, com diferentes nomes e personagens, para expressar um conhecimento profundo, que toda alma traz consigo.

O pequeno Ninanuá ensina: o coração, como as árvores, nasce onde ama.

Lia em nossa Biblioteca!


Fonte: Paratextos do livro.

Dia dos Povos IndígenasO que outrora foi chamado de “Dia do índio”, hoje se comemora e reverbera a memória dos nossos po...
19/04/2023

Dia dos Povos Indígenas

O que outrora foi chamado de “Dia do índio”, hoje se comemora e reverbera a memória dos nossos povos originários.

“O termo ‘indígena’, que significa ‘originário’, ou ‘nativo de um local específico’, é uma forma mais precisa pela qual podemos nos referir aos diversos povos que, desde antes da colonização, vivem nas terras que hoje formam o Brasil.

O “Dia do Índio” havia sido criado em 2 de junho de 1943 pelo decreto-lei nº 5.540.
Recentemente, o termo passou a ser questionado por líderes indígenas e agora mudou de nome definitivamente.

Agora, com a nova designação da data comemorativa para Dia dos Povos Indígenas, várias manifestações da cultura pop brasileira ficam em desacordo com a lei. Por exemplo, as músicas “Todo dia era dia de índio”, gravada em 1982 por Baby Consuelo (com letra de Jorge Benjor), e “Baila Comigo” (1980), de Rita Lee, cuja estrofe inicial diz: “Se Deus quiser/ um dia eu quero ser índio/ Viver pelado, pintado de verde/ Num eterno domingo”. À luz da lei 14.402 essas canções passam a ser, no mínimo, politicamente incorretas

Precisamos entender que o estereótipo do ‘índio’ alimenta a discriminação, que, por sua vez, instiga a violência física e o esbulho de terras, hoje constitucionalmente protegidas.

O propósito de hoje é reconhecer o direito desses povos de, mantendo e fortalecendo suas identidades, línguas e religiões, assumir tanto o controle de suas próprias instituições e formas de vida quanto de seu desenvolvimento econômico.

Na foto, Aline Pachamama (). Mulher originária do Povo Puri da Mantiqueira e idealizadora da Pachamama Editora, editora formada por mulheres originárias/indígenas.



Fonte: Poder360 e Templo Cultural Delfos

A 9ª edição da Estante Temática da Biblioteca do campus Nova Suíça, intitulada "Literatura Brasileira", é dedicada a um ...
18/04/2023

A 9ª edição da Estante Temática da Biblioteca do campus Nova Suíça, intitulada "Literatura Brasileira", é dedicada a um outro olhar para a literatura nacional. Nossa arte literária está para além dos grandes clássicos e segue livre, sobretudo, dos períodos que costumamos estudar, como o romantismo, realismo, naturalismo e por aí vai.

Foram selecionadas obras de autoras e autores, trazidas de norte a sul do país, as quais se mantêm vivas e se fazem importantes para a preservação e para o fortalecimento de nossa identidade brasileira. No entanto, elas não se atêm apenas a esse ideal.

Lançar luz sobre nossa literatura não deve ser apenas um gesto em direção ao passado, mas também para as diversas facetas que se apresentam em sua atualidade, entendendo que o que parte do que desenvolvemos hoje constitui uma mistura do que já produzimos e que estamos em permanente processo de transformação e de renovação.

De toda forma, é importante sublinhar que não há entre essas produções literárias nenhum tipo de projeto estético, político ou ideológico comum. Não se trata, portanto, de um movimento organizado, mas uma totalidade vária, construída através de metalinguagem, experimentalismo formal, engajamento social, mistura de tendências estéticas.

Fonte: Cultura Genial

Senta, que o “Você sabia?” de hoje é um babado forte e quente.O autor de “Os Sertões” foi assassinado pelo amante de sua...
17/04/2023

Senta, que o “Você sabia?” de hoje é um babado forte e quente.

O autor de “Os Sertões” foi assassinado pelo amante de sua própria esposa.

Segundo relatos históricos, Euclides era um homem muito focado no trabalho e deixava de lado sua vida familiar. A sua esposa decidiu sair de casa e engatar um relacionamento com outro homem.

Euclides, inconformado, pegou uma arma e foi à casa do sujeito, que acabou o matando. Anos mais tarde, o filho do escritor tentaria vingar a morte, mas também foi assassinado pelo mesmo homem.

Abafa!
Sabia? Não sabia? Então agora você está sabendo.

Fonte: Revista Bula

TEMOS EM NOSSO ACERVOO que temos visto e o que estamos vivendo? E sobre os amigos que fizemos e os lugares que conhecemo...
14/04/2023

TEMOS EM NOSSO ACERVO

O que temos visto e o que estamos vivendo? E sobre os amigos que fizemos e os lugares que conhecemos?

“Minha primeira vez” do escritor Luiz Ruffato é a sua primeira coletânea de crônicas o qual rememora o passado para iluminar o presente.

Aqui, as histórias são permeadas pela penetrante observação de uma realidade social muitas vezes injusta e pelo sonho de um futuro melhor.

Suas evocações eternizam os tempos difíceis e idílicos da infância, o pai pipoqueiro e a mãe lavadeira, a doçura e o choque das primeiras descobertas, a juventude como torneiro mecânico, os primeiros passos como jornalista e o início da paixão pela literatura — tema da crônica que dá título ao volume.

Com um texto bastante límpido, Ruffato fala sobre as agruras e prazeres da escrita, sobre a capacidade dos livros em mudar o nosso olhar do mundo (e inclusive transformar realidades), sobre a repercussão da sua Geração 90 e a possibilidade de se viver de literatura.

Leia em nossa Biblioteca!


Fonte: Arquipélago Editorial

Apresentamos para vocês o rosto de André Vianco.A fantasia e o terror brasileiro, na literatura, devem muito ao paulista...
03/04/2023

Apresentamos para vocês o rosto de André Vianco.

A fantasia e o terror brasileiro, na literatura, devem muito ao paulistano André Ferreira da Silva, popularmente conhecido como André Vianco.

Em 1998, por conta própria e de forma independente, publicou seu primeiro romance, O Senhor da Chuva e, com todo dinheiro do FGTS de seu antigo emprego, publicou uma tiragem de mil cópias do seu novo livro. Mal ele sabia que seria o seu best-seller Os Sete, de 1999.

A obra-prima de Vianco é uma história vampiresca que ocorre na cidade fictícia de Amarração, no Rio Grande do Sul. Uma embarcação portuguesa, naufragada por mais de 500 anos, é encontrada por mergulhadores brasileiros.
Temos em nosso acervo, Os sete (1999), e: O turno da noite, volume 1 (2006) O turno da noite, volume 2 (2006) O turno da noite, volume 3 (2007) Bento (2008) A bruxa Tereza (2011)

Agora, venha conhecer para além do rosto desse grande autor.
Leia André Vianco.

Fonte: Livro Bingo

Aposto que você tem bibliosmia e nem estava ciente disso!Depois dos viciados em cheiro de álcool, gasolina e livros novo...
29/03/2023

Aposto que você tem bibliosmia e nem estava ciente disso!

Depois dos viciados em cheiro de álcool, gasolina e livros novos, conheça quem ama cheirar livros antigos.

Esse cheiro agrada a tanta gente porque o papel dos livros é feito com polpa de madeira e possui uma grande quantidade de substâncias orgânicas.

Quando reagem à luz, ao calor e à humildade, libertam compostos orgânicos voláteis, que se traduzem num aroma de baunilha, de amêndoa ou de flores.

Sabia? Não sabia? Então agora você está sabendo.

TEMOS EM NOSSO ACERVOCalifórnia, ano de 1790: tem início uma aventura numa época fascinante e turbulenta, com personagen...
27/03/2023

TEMOS EM NOSSO ACERVO

Califórnia, ano de 1790: tem início uma aventura numa época fascinante e turbulenta, com personagens cativantes e de espírito indômito, e um homem de coração romântico e temperamento firme chamado… o Zorro.

Isabel Allende apresenta, em “Zorro – Começa a Lenda”, a infância, a adolescência e o início da fase adulta da principal criação ficcional de Johnston McCulley. Curiosamente, esta é uma parte da vida de Diego de la Vega até então pouco explorada até mesmo pelo seu autor original.

Aqui se resgata a figura do cavaleiro mascarado e, com ironia e sensibilidade, cria um personagem superior à própria lenda. Por mais que tenha mantido a maioria dos elementos principais da lenda do Zorro, a autora não se furtou de fazer mexidas sensíveis ao enredo sempre que achou necessário promovê-las.

O resultado é um romance divertido, dinâmico, interessante e criativo.

Leia em nossa Biblioteca!

E dale entrega de livros!Queridxs alunxs, a partir da próxima semana retornaremos a entrega dos livros didáticosSigam as...
24/03/2023

E dale entrega de livros!

Queridxs alunxs, a partir da próxima semana retornaremos a entrega dos livros didáticos
Sigam as instruções acima e atentem-se para as datas, horários e seus respectivos anos.

E sim: para o recebimento dos livros é OBRIGATÓRIO a apresentação de algum documento de identificação com foto, seja identidade ou a carteirinha definitiva.

Até lá!

Endereço

Belo Horizonte, MG

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 07:00 - 18:00
Terça-feira 07:00 - 18:00
Quarta-feira 07:00 - 18:00
Sexta-feira 06:00 - 17:00

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