25/06/2019
Pensando nos dias que estamos vivendo, na atual economia, no número de empresas em dificuldades financeiras, no altíssimo número de desempregados no nosso país, há uma percepção que se tornou normal que gestores, líderes de equipes e por consequência as próprias equipes se encontrem em níveis de pressão e estresse extremamente elevados.
Para que se atinja determinado resultado, para que se busque a melhoria contínua, e até mesmo para que se recupere números necessários para a empresa, é preciso que haja por parte da liderança ações e diálogos, ou seja, estímulos que liberem formas e graus de aumento de excitação úteis para que o time corresponda ao que se espera. Excitação essa que libera energia livre, energia positiva, de intensidade que faça a equipe se mover a favor do que se busca. A esse tipo de atitude chamamos Estimulação. O significado desta palavra do dicionário é ato ou efeito de estimular, incentivar, ação de despertar o ânimo.
Porém, o que se vê de forma mais comum não são estes tipos de ações. Nos níveis atuais de cobrança por resultado a qualquer custo, vemos gestores perdidos e desesperados que começam a agir de forma perturbadora, com atitudes e efeitos que bloqueiam, obstruem e paralisam as ações. A energia gerada por ações não uniformes é uma energia pesada, negativa que muitas vezes faz o time se comportar contra e não a favor do que se espera. A isso chamamos Agitação. Da mesma forma, ofereço aqui o significado da palavra no dicionário que é atividade desordenada, inquietude, tormento.
Uma boa conversa, uma comunicação clara e precisa, uma preparação ou treinamento para os resultados almejados estimulam. Cobranças sem treinamento, informações mal repassadas, dúvidas, ameaças, demissões em massa agitam.
Nesse contexto faço essa pergunta, você está estimulando ou agitando a sua equipe?