19/01/2026
No Brasil, a gente conhece bem o valor de vacina, da imunização universal e do SUS como política pública de vida. A campanha liderada pelo nosso querido Zé Gotinha ajudou a erradicar a varíola, controlar a pólio, reduzir a meningite, hepatites, sarampo e tantas outras doenças, e tudo isso aconteceu porque o Estado entendeu que proteger a população é prioridade, não opção.
Enquanto isso, nos Estados Unidos, o governo Donald Trump e a nova direção do CDC — Centro de Controle e Prevenção de Doenças o órgão que define as políticas de vacinação e reduziram em 2026 o calendário infantil de 17 para 11 vacinas.
Várias imunizações passaram a ser opcionais ou só para grupos de risco, como gripe, rotavírus, hepatite A e B e VSR. Especialistas alertam: isso pode baixar coberturas vacinais e aumentar doenças evitáveis.
Aqui no Brasil, temos de lembrar diariamente: vacina salva vidas. A política de vacinação do SUS é construída sobre ciência, infância protegida, cuidado coletivo e acesso universal , e é esse compromisso que faz a diferença na saúde pública.