Instituto Stone Campbell

Instituto Stone Campbell O Instituto de Ensino Superior Stone Campbell existe para ajudá-lo a compreender e desenvolver seus Para saber mais sobre o STCB leia nossas notas!

O Seminário Teológico Cristão do Brasil - STCB é uma instituição que foi colocada por Deus no coração do Brasil com a finalidade de treinar homens e mulheres para atuarem como agentes do reino de Jesus Cristo na face da terra. O nosso alvo é formar obreiros que sirvam ao Senhor da seara como pensadores, estrategistas e pregadores. A nossa geração precisa mais do que nunca de líderes que sejam prep

arados para, de maneira sábia e inteligente, pensar e escrever, com a finalidade de fortalecer teológica e biblicamente a igreja de Jesus Cristo em nossos dias. Precisamos também preparar líderes estrategistas para, de forma coerente e atual, conduzir o povo de Deus na implantação de igrejas que vivam a realidade do século XXI sem perder os princípios bíblicos. É urgente também o preparo de homens e mulheres para serem porta vozes de Deus de acordo com as Sagradas Escrituras. Para isso o STCB oferece um treinamento com uma grade curricular sólida e conta com professores capacitados. Venha fazer parte deste projeto para juntos escrevermos a história da nossa geração!

Turma do SEMIPRESENCIAL, disciplina ministrada pelo professor: Edson LoboTEOLOGIA PASTORAL APLICADA
15/06/2019

Turma do SEMIPRESENCIAL, disciplina ministrada pelo professor: Edson Lobo
TEOLOGIA PASTORAL APLICADA

28/04/2019

Homilética II, com o Pr. Edson Gouveia. , , , 👇👇👇👇👇👇

NOVO CURSO DO IESC😃👇 EAD COM EXCELÊNCIA!História e Teologia do Movimento de RestauraçãoEste curso nos oferece um panoram...
05/03/2019

NOVO CURSO DO IESC😃👇 EAD COM EXCELÊNCIA!
História e Teologia do Movimento de Restauração

Este curso nos oferece um panorama dos vários movimentos que deram origem ou influenciaram o Movimento de Restauração Stone Campbell, bem como sua base bíblica, histórica e teológica, com destaque para os princípios de formação da identidade da igreja.
Saiba mais através deste: http://www.institutostonecampbell.com.br/historia-e-teologia-do-movimento-de-restauracao/

30/01/2019
30/01/2019

Não meço esforço pra ver o sorriso estampando o seu rosto. Não é em vão essa nossa jornada e Deus foi muito generoso em nós contemplar com os pais que temos e a família linda...

JESUS, O DEUS QUE VESTIU PELE HUMANAO apóstolo João, mais do que os outros evangelistas, falou-nos acerca da divindade d...
25/01/2019

JESUS, O DEUS QUE VESTIU PELE HUMANA

O apóstolo João, mais do que os outros evangelistas, falou-nos acerca da divindade de Jesus Cristo. No prólogo de seu evangelho já deu o rumo de sua obra: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus” (Jo 1.1). Depois de falar que esse Verbo foi o agente criador e também o doador da vida, anunciou de forma magistral: “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do Unigênito do Pai” (Jo 1.14). Destacamos, portanto, aqui, quatro grandes verdades sobre o Verbo de Deus.
Em primeiro lugar, a eternidade do Verbo. “No princípio era o Verbo…” (Jo 1.1). Quando tudo teve o seu começo, o Verbo estava lá, não como alguém que passou a existir, mas como o agente de tudo o que veio à existência. O Verbo não foi causado, mas ele é causa de tudo o que existe. O Verbo não foi criado antes de todas as coisas, mas é o criador do universo no princípio (Jo 1.3). Se antes do princípio descortinava-se a eternidade e se o Verbo já existia antes do começo de tudo, o Verbo é eterno. A eternidade é um atributo exclusivo de Deus. Só Deus é eterno!
Em segundo lugar, a personalidade do Verbo. “… e o Verbo estava com Deus…” (Jo 1.1). No princípio o Verbo estava em total e perfeita comunhão com Deus. A expressão grega pros ton Theon traz a ideia que o Verbo
estava face a face com Deus. Como Deus é uma pessoa e não uma energia, o Verbo é uma pessoa. O Verbo é Jesus, a segunda Pessoa da Trindade. Isso significa que antes da encarnação do Verbo, ele já existia e, isso,
desde toda a eternidade e em plena comunhão com o Pai. Jesus não passou a existir depois que nasceu em
Belém. Ele é o Pai da eternidade. Nas palavras do Concílio de Nicéia, ele é co-igual, co-eterno e consubstancial com o Pai.
Em terceiro lugar, a divindade do Verbo. “… e o Verbo era Deus” (Jo 1.1). O Verbo não é apenas eterno e pessoal, mas, também, divino. Ele é Deus. Ele é a causa não causada. A origem de todas as coisas. O criador do
universo. Ele é o verbo, ou seja, o agente criador de tudo que existe, das coisas visíveis e invisíveis. O Deus único
e verdadeiro constitui-se em três Pessoas distintas, porém, iguais; da mesma essência e substância. O Verbo não é uma criatura, mas o criador. Não é um ser inferior a Deus, mas o próprio Deus. Embora, distinto de Deus Pai, é da mesma essência e substância. Ele é divino!
Em quarto lugar, a encarnação do Verbo. “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai” (Jo 1.14). Aqui está o sublime mistério do Natal:
O eterno entrou no tempo. O transcendente tornou-se imanente. Aquele que nem o céu dos céus pode contê-lo foi enfaixado em panos e deitado numa manjedoura. Deus se fez homem, o Senhor dos senhores se fez servo.
Aquele que é santo, santo, santo se fez pecado por nós e o que é exaltado acima dos querubins, assumiu o nosso
lugar, como nosso fiador. Ele se fez maldição por nós e, sorveu, sozinho, o cálice amargo da ira de Deus, morrendo morte de cruz, para nos dar a vida eterna. Jesus veio nos revelar de forma eloquente o amor de Deus. Não foi sua encarnação que predispôs Deus a nos amar, mas foi o amor de Deus que abriu o caminho da encarnação. A
encarnação do Verbo não é a causa da graça de Deus, mas seu glorioso resultado. Jesus veio ao mundo não para mudar o coração de Deus, mas para revelar-nos seu infinito e eterno amor. Essa é a mensagem altissonante do
Natal. Esse é o núcleo bendito do Evangelho.

Hernandes Dias Lopes

PASTORES SEGUNDO O CORAÇÃO DE DEUSE dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, os quais vos apascentarão com ciência e c...
24/01/2019

PASTORES SEGUNDO O CORAÇÃO DE DEUS

E dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, os quais vos apascentarão com ciência e com
inteligência. Jeremias 3:15 vocação para o pastorado é a mais sublime des todas as vocações. John Jowett no seu livro A“O pregador, sua vida e sua obra” diz que vocação é quando todas as outras portas estão abertas, mas você só anseia entrar pela porta do ministério. São algemas invisíveis.
Deus chama pessoas diferentes, em circunstâncias diferentes, em idades diferentes para o ministério. Chamou Jeremias no ventre da mãe. Chamou Isaías num momento de crise nacional. Chamou Pedro depois de casado. Chamou Paulo quando este perseguia a igreja.
O texto em apreço nos fala que Deus é quem dá pastores à igreja. O pastor não é um voluntário, mas um chamado. O seu ministério não é procurado, é recebido. Sua vocação não é terrena, é celestial. Sua motivação não está em vantagens humanas, mas em cumprir o propósito
divino. Deus dá pastores à igreja segundo o seu coração
O perfil de um pastor segundo o coração de Deus:
- É um pastor que tem consciência de que Deus o chamou não para governar o povo com rigor, mas para cuidar do seu povo; - É um pastor que cuida da sua própria vida, antes de cuidar do povo de Deus. Ele prega a si mesmo,
antes de pregar ao povo. Sua vida é o seu mais eloquente sermão.
- É um pastor que é exemplo de vida e piedade para o seu próprio rebanho. Ele nada considera a vida
preciosa para si mesmo para velar pelo rebanho. Ele dá a sua vida pelo rebanho.
- É um pastor que pastoreia TODO o rebanho: as ovelhas dóceis e as indóceis.
- É um pastor que compreende que a igreja é de Deus e não dele. Deus nunca nos passou procuração para sermos donos do rebanho. A igreja é de Deus.
- É um pastor que compreende que a igreja custou muito caro para Deus, o sangue do seu Filho. A igreja é a Noiva do Filho de Deus. A igreja é a Menina dos Olhos de Deus. Ele tem zelo pela igreja. O pastor deve apascentar o rebanho de Deus com inteligência. Inteligência significa
com sabedoria, com sensibilidade. Sabedoria é usar o conhecimento para os melhores fins. Precisamos tratar as ovelhas de Deus com ternura. Paulo diz que o pastor é como um Pai e também como uma Mãe. O pastor chora com os que choram e festeja com os que estão alegres.
O pastor trata cada ovelha de acordo com sua necessidade, com seu temperamento, com seu jeito
peculiar de ser. Ele é dócil com as crianças como Jesus que as pegou no colo. Ele trata os da sua idade como irmãos e aos mais velhos como a pais.
Uma coisa é amar a pregação, outra coisa é amar as pessoas para quem pregamos. Que você seja um pastor segundo o coração de Deus, que apascenta o rebanho de Deus com conhecimento e inteligência.

Rev. Hernandes Dias Lopes

REFLEXÃOJesus poderia ter sido um “Zé”. Se Jesus viesse hoje, seu nome poderia ser João, José ou Antônio. Se estivesse a...
23/01/2019

REFLEXÃO

Jesus poderia ter sido um “Zé”. Se Jesus viesse hoje, seu nome poderia ser João, José ou Antônio. Se estivesse aqui hoje, dificilmente ele se distanciaria usando um nome pomposo como Reverendo, Santidade, Divina Angelical III. Não, quando Deus escolheu o nome que seu filho iria
carregar, optou por um nome humano. Ele escolheu um nome tão comum que poderia aparecer duas ou três vezes em qualquer lista de chamada escolar. Em outras palavras, “aquele que é a Palavra tornou-se carne”, disse João (Jo 1.14). Ele era tocável, acessível, alcançável. E, além disso, era comum.
Se estivesse aqui hoje, você provavelmente não o notaria enquanto ele caminhasse por um shopping center. Ele não atrairia olhares por conta das roupas que usava ou das joias que exibia.
“Pode me chamar de Jesus”, é quase possível escutá-lo dizer. Ele era o tipo de pessoa que você convidaria para assistir ao clássico do domingo na sua casa. Ele prepararia uma picanha na sua churrasqueira. Ele riria das suas piadas e contaria algumas também. Quando você falasse, ele escutaria como se tivesse todo o tempo da eternidade. E uma coisa é certa: você o convidaria de novo. Vale a pena notar que aqueles que o conheciam melhor se lembravam dele como Jesus.
Aqueles que caminharam com ele se lembravam dele não por um título ou uma designação, mas por um nome: Jesus. Pense nas implicações disso. Qual foi o meio usado por Deus quando decidiu revelar a si mesmo à humanidade? Não, isso foi consequência. Um código moral? Não; limitar a revelação de Deus a uma fria lista de “pode” ou “não pode” é tão trágico quanto olhar para um mapa do Amazonas e dizer que você viu a floresta. Quando decidiu revelar a si mesmo, Deus o fez (surpresa de todas as surpresas) através de um corpo humano.
A língua que chamou o morto era uma língua humana. A mão que tocou o leproso tinha sujeira debaixo das unhas. Os pés sobre os quais a mulher chorou eram calejados e poeirentos. E suas lágrimas... ah, não se esqueça das lágrimas... Elas vieram de um coração tão partido quanto o seu ou o meu já estiveram. Por isso, as pessoas iam até ele! Chegavam à noite; tocavam nele quando ele
passava pela rua; seguiam-no em volta do mar; convidavam-no a ir a casa delas e colocavam os filhos
aos pés dele. Por quê? Porque ele se recusou a ser uma estátua numa catedral ou um sacerdote num púlpito elevado. Em vez disso, ele escolheu ser Jesus.
Não existe nenhuma indicação de alguém que tenha ficado com medo de se aproximar dele.
Houve aqueles que zombaram dele. Houve aqueles que tiveram inveja dele. Houve aqueles que o interpretaram mal. Houve aqueles que o respeitaram. Mas não houve nenhuma pessoa que o considerasse santo demais, divino demais ou celestial demais para ser tocado. Não houve ninguém que tenha relutado a se aproximar dele com medo de ser rejeitado. Lembre-se disso. Lembre-se disso
da próxima vez que você se surpreender diante de seus próprios erros. Ou da próxima vez que acusações ácidas abrirem buracos em sua alma. Ou da próxima vez que você vier uma catedral fria ou ouvir uma liturgia sem vida.
Lembre-se. É o homem quem cria a distância. É Jesus quem constrói a ponte. “Pode me chamar de Jesus”.
Trecho do Livro ‘‘Deus Está com Você’’ de Max Lucado

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