Grupo de Estudos e Pesquisa em Ordenamento Territorial e Ambiental

Grupo de Estudos e Pesquisa em Ordenamento Territorial e Ambiental Grupo de Estudos e Pesquisas em Ordenamento Territorial e Ambiental - GOTA e 2) Território: Fronteira e Cultura.

O Grupo de Estudos e Pesquisas de Ordenamento Territorial e Ambiental - GEPOTA, está sediado na cidade de Cáceres-MT. Seu objetivo é realizar estudos e pesquisas em ordenamento territorial e ambiental com vistas ao ensino de graduação e pós-graduação bem como gerar subsídios ao planejamento e a gestão territorial e ambiental. Atualmente desenvolve duas linhas de pesquisa, 1) Território, Territorialidades e Territorialização.

25/03/2026

25/03/2026

24/09/2025

BR-319: o papel perverso da Avaliação Ambiental Estratégica

05/07/2025

🚨BOLÍVIA: Novo projeto rodoviário no Gran Chaco ameaça a sobrevivência dos indígenas isolados Ayoreo

Um novo projeto para abrir uma estrada de 112 km na área de Ñembi Guasu, na Bolívia, ameaça a sobrevivência dos indígenas isolados Ayoreo. O projeto visa conectar a Bolívia com o Paraguai, através da floresta do Gran Chaco.

Organizações indígenas se opõem fortemente ao projeto e alertam que a abertura dessa estrada dividiria a região. Estradas são uma das principais portas de entrada para invasores de terras indígenas. Além disso, o projeto:

❌ Violaria o direito ao consentimento prévio, livre e informado;�
⚠️ Poderia levar ao contato forçado com indígenas isolados Ayoreo, expondo-os a doenças mortais e a violência;�
🔥 Aumentaria a taxa de desmatamento do Gran Chaco, uma das regiões que já possui uma das maiores taxas de desmatamento do mundo.

A proteção do Gran Chaco é urgente para garantir a sobrevivência dos indígenas isolados Ayoreo!
👉Aja agora em: svlint.org/FBAyoreoEmail
🔎 Saiba mais em rebrand.ly/nembi-guasu (em espanhol)

19/06/2025

Em 17 de junho, cinco meses antes do Brasil sediar a COP 30, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) vai ofertar 332 áreas a empresas interessadas em prospectar petróleo e gás no país. A atenção da mídia e da sociedade civil está concentrada em 47 dessas área...

20/05/2025

A pedido do Ministério Público Federal (MPF), a Justiça Federal determinou que a Agência Nacional de Mineração (ANM) negue os pedidos de pesquisa ou exploraç...

12/05/2025

[TEXTO DE INTERESSE] Capítulo de livro
A Reinvenção dos Territórios: a experiência latino-americana e caribenha
Carlos Walter Porto-Gonçalves
Acessohttps://biblioteca.clacso.edu.ar/clacso/gt/20101019090853/6Goncalves.pdf

30/04/2025

[LIVRO DE INTERESSE]
Território e descolonialidade: sobre o giro (multi)territorial/de(s)colonial na “América Latina”
Rogério Haesbaert
Accese ao livrohttps://biblioteca.clacso.edu.ar/clacso/se/20210219014514/Territorio-decolonialidade.pdf

29/04/2025

29/04/2025

⚠️Diminuição da oferta de peixes impacta modo de vida e rituais do povo Enawenê Nawê

Os Enawenê Nawê são um povo indígena de recente contato que vive na Amazônia mato-grossense. Eles são pescadores experientes e muitos de seus rituais giram em torno da pesca.

O seu ritual mais importante é conhecido como Yãkwa, um intercâmbio de alimentos entre os seres humanos e espíritos subterrâneos que pode durar meses. A celebração conta com a construção de pequenas barragens artesanais nos rios, que depois são desmontadas para possibilitar a desova dos peixes. Desde 2010, o Yãkwa é considerado pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) um Patrimônio Cultural do Brasil.

A diminuição dos peixes coincide com a instalação, a partir de 2007, do Complexo Energético do Juruena, composto, até então, por oito Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) pertencentes a duas gigantes do agronegócio: a Bom Futuro e a Amaggi.

A construção dessas usinas impactaram profundamente a quantidade e qualidade dos peixes, alimento fundamental não só para alimentação dos Enawenê Nawê, mas também para sua vida cultural e espiritual: o peixe ocupa um espaço vital nos rituais praticados por eles.

“Antes das barragens serem construídas, tínhamos muitos peixes gordos. Desde que foram construídos, têm menos peixes – e são pequenos e muito magros.” - Holikiari Enawenê Nawê

Há anos os Enawenê Nawê pedem uma revisão da compensação que recebem decorrente da construção dessas usinas e do impacto profundo que têm causado na oferta de peixe para os indígenas.

É necessário que as empresas revisem a compensação e leve em consideração o impacto severo que as usinas hidrelétricas têm causado na oferta de peixe no território.

🏹Como os Enawenê Nawê frisaram, eles seguirão celebrando seus rituais e lutando por seus direitos e modo de vida.

26/04/2025

Trata-se de um conteúdo que visa contribuir para uma urgente mudança de perspectiva, para que pessoas do Brasil e do mundo possam conhecer a Amazônia novamente, desta vez sob a perspectiva dos diversos habitantes da região. Para tanto, reunimos um conselho editorial formado por acadêmicos, ativ...

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Cáceres, MT

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