18/12/2025
Entre os dias 24 a 27 de novembro de 2025, o Grupo de Pesquisa Corpo e Cultura participou ativamente do XI Congresso Internacional sobre Culturas, organizado pela Associação Internacional de Pesquisadores das Culturas (InterCult). O evento ocorreu em duas modalidades: em formato presencial na Universidade do Porto, na cidade do Porto, em Portugal; e no formato remoto.
Durante o congresso, foram apresentados alguns trabalhos do nosso Grupo de Pesquisa.
No dia 25, às 12h, horário de Portugal, na Universidade do Porto, a Profa. Dra. Renata Pitombo Cidreira - coordenadora do Grupo de Pesquisa e referência nos estudos sobre moda, estilo, composição da aparência e beleza - participou da mesa Cultura, Desenvolvimento, Redes e Inteligência Artificial, onde apresentou a comunicação “A Moda e o Digital: beleza, gosto e criatividade”, na qual observa a capacidade de composição e fruição do belo a partir das imagens geradas pelos processamentos digitais presentes na inteligência artificial.
Já no dia 27 de novembro, no formato remoto, outras pesquisas do Grupo foram apresentadas. A Profa. Dra. Beatriz Ferreira Pires (USP), vice-coordenadora do Grupo Corpo e Cultura, apresentou sua comunicação intitulada “Digressões sobre o Não-Lugar: de espaços de passagem a espaços não perceptivos”, onde refletiu a relação entre a corporeidade e a espacialidade, às 14h20, horário de Portugal.
Membro do Grupo de Pesquisa e doutoranda no Pós-Cultura (UFBA), Fátima Pires apresentou, também no dia 27 de novembro, seu trabalho intitulado “Diálogos interdisciplinares entre a Universidade e o campo da moda: reflexões contemporâneas”, onde analisou o campo da moda como área em constante evolução, cujas interconexões fortalecem a dimensão interdisciplinar. O trabalho foi apresentado às 14h, horário de Portugal.
Somando os aspectos interdisciplinares das pesquisas do Grupo, o pesquisador e mestrando no Pós-Cultura (UFBA), Ezequias Alves, refletiu, através da comunicação “Escrevivência e Território: oficinas literárias em comunidades de Salvador como prática de reexistência”, como a arte literária atua como gesto de reexistência.