Jornadas de Antropologia John Monteiro

Jornadas de Antropologia John Monteiro Jornadas de Antropologia John Monteiro é um evento anual organizado pelos discentes de Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Unicamp.

A proposta de criação das Jornadas de Antropologia envolvendo os alunos do PPGAS/Unicamp surgiu a partir dos debates de uma comissão formada por docentes e discentes que tinha como objetivo reformular a grade curricular dos cursos de mestrado e doutorado do Programa. A importância de tal evento reside na criação de um espaço de interlocução no qual seja possível o contato entre alunos, professores

e as pesquisas em andamento, facilitando o intercâmbio de ideias e a reflexão sobre problemas e questões antropológicas, sejam elas específicas ou transversais. O objetivo principal do evento é colocar estudantes em contato e possibilitar o acompanhamento, dado à periodicidade do evento, de pesquisas em andamento. As Jornadas de Antropologia da Unicamp se constituem, portanto, como um momento de encontro, no qual as inquietações sobre formas de pensar e fazer antropologia possam ser colocadas em relação; como um lugar privilegiado de invenção de novas trilhas antropológicas por discentes, pesquisadores e docentes; como uma forma de produzir conhecimento compartilhado e coletivo.

Com nova identidade visual em 2023, comunicamos que o edital do Jornadas de Antropologia será lançado em breve, dia 03/0...
23/06/2023

Com nova identidade visual em 2023, comunicamos que o edital do Jornadas de Antropologia será lançado em breve, dia 03/07. Fiquem atentos!

A comissão de organização das Jornadas de Antropologia agradece a todas as pessoas que participaram do primeiro evento d...
02/06/2023

A comissão de organização das Jornadas de Antropologia agradece a todas as pessoas que participaram do primeiro evento das Pré-Jornadas do ano de 2023. Além da importância de publicizar esse debate sobre o marco temporal, a conversa de ontem (01/06) também tem um valor formativo para toda a comunidade discente.
O evento ficará gravado no canal do youtube do IFCH e incentivamos que divulguem o vídeo em suas redes, para que o debate continue reverberando.

LINK: https://www.youtube.com/watch?v=TbcdhDsx0VQ

Muito obrigada!
Não ao marco temporal!





Atenção!Os certificados foram confeccionados e enviados a todes participantes. Caso alguém tenha participado e não receb...
02/02/2023

Atenção!

Os certificados foram confeccionados e enviados a todes participantes.

Caso alguém tenha participado e não recebeu o seu, fale conosco.

Agradecemos uma vez mais a todas as pessoas que tornaram a Jornadas de Antropologia 2022 possível.

Até breve!

Resultado do Prêmio Mariza Corrêa! Pedimos que os vencedores entrem em contato com a gente por email ou redes sociais.Le...
11/11/2022

Resultado do Prêmio Mariza Corrêa! Pedimos que os vencedores entrem em contato com a gente por email ou redes sociais.

Lembrando que todos os participantes dar Jornadas tem cupom de desconto no site que se soma aos descontos do site da

Cronograma de Grupos de Trabalho disponível!Confira os dias e horários no link disponível na bio.
29/09/2022

Cronograma de Grupos de Trabalho disponível!

Confira os dias e horários no link disponível na bio.

Estão abertas as inscrições para os minicursos!As inscrições estão sendo realizadas através de um formulário disponível ...
22/09/2022

Estão abertas as inscrições para os minicursos!

As inscrições estão sendo realizadas através de um formulário disponível no site do evento. Link na bio.

Lembrando que as inscrições vão até o dia 10 de outubro de 2022.

A chamada para submissão de resumos estará aberta até o dia 08 de agosto. Para inscrever o seu, basta acessar o site que...
04/08/2022

A chamada para submissão de resumos estará aberta até o dia 08 de agosto. Para inscrever o seu, basta acessar o site que está em nossa bio.

Esta edição das Jornadas de Antropologia acontecerá entre os dias 8 e 11 de novembro de 2022.

Aguardamos vocês!

GT6: Práticas e ritualizações em torno da morte e do morrerLucía Copelotti – Doutoranda em Antropologia Social (UNICAMP)...
30/07/2022

GT6: Práticas e ritualizações em torno da morte e do morrer

Lucía Copelotti – Doutoranda em Antropologia Social (UNICAMP)
Lucas Faial Soneghet - Professor substituto do Departamento de Sociologia e Metodologia das Ciências Sociais da Universidade Federal Fluminense.


A presente proposta de GT se localiza no campo dos estudos antropológicos e afins sobre práticas e ritualizações em torno da morte e do morrer. Incluem-se nele desde práticas e ritos da medicina tradicional (os Centros de Tratamento Intensivo e as formas de ocultamento e gestão da morte por adoecimento) e de suas vertentes alternativas (como os Cuidados Paliativos e a filosofia hospice), a formação de experts e a crescente diversificação na oferta de serviços, até as formas de gestão do fim da vida em contextos não ocidentais. Quando falamos de morte e morrer, limitamo-nos em primeiro lugar a contextos de morte por adoecimento e/ou envelhecimento, afastando-nos, portanto, de tópicos como mortes violentas ou por acidente. A escolha se justifica pela intenção de enfatizar práticas, significados e rituais elaborados em torno da perda da vida quando esta é, em alguma medida, antecipada e integrada em um processo sociocultural de gestão e construção dos sujeitos. Em um campo tão vasto, alguns eixos temáticos servem de guia. Nesse sentido, nos interessa o diálogo com trabalhos, finalizados ou em andamento, que abordem questões como: práticas biomédicas e formação de especialistas em torno da morte e do morrer; emoções e espiritualidade, tomadas como centrais para a vida e a morte dos sujeitos em certas formas de cuidado contemporâneas como os Cuidados Paliativos; outras dimensões da vida social centrais no processo de morrer como a resolução de pendências, a ligação da pessoa em fim de vida com a comunidade e dinâmicas de parentesco; variações culturais e sociais das formas de lidar, ritualizar e fazer sentido da morte, entre outros, a partir dos ritos mortuários e práticas de memorialização; as formas de luto.

GT5: Populações Tradicionais Contemporâneas: transformações sociais e identidades culturais.Guilherme Bemerguy Chêne Net...
30/07/2022

GT5: Populações Tradicionais Contemporâneas: transformações sociais e identidades culturais.

Guilherme Bemerguy Chêne Neto – Doutor em Ciências Sociais (UNESP)


Esse Grupo de Trabalho deriva de discussões realizadas desde o XV CISO (em Teresina/PI, 2012) (FURTADO; MILLER; RAMALHO) e da IV REA/XIII ABANNE (em Fortaleza/CE, 2013), em que tivemos o objetivo de discutir os conceitos de populações tradicionais, modernidade, transformações sociais e identidades culturais (CHÊNE NETO; CARDOSO; FURTADO; LUSTOSA; MILLER; RAMALHO, 2013). De acordo com Forline & Furtado (2002), o termo populações tradicionais há muito vem sendo utilizado como expressão de referência genérica aos “segmentos rurais da sociedade brasileira”. O objetivo desse Grupo de Trabalho, então, é discutir os novos conceitos explorados contemporaneamente acerca das populações tradicionais, considerando as análises dessa expressão em outros espaços e contextos.

GT4: Gênero, sexualidade e território: emergências antropológicas contemporâneasJoão Victtor Gomes Varjão – Doutorando e...
29/07/2022

GT4: Gênero, sexualidade e território: emergências antropológicas contemporâneas

João Victtor Gomes Varjão – Doutorando em Antropologia Social (USP)
Anne Alencar Monteiro – Doutoranda em Antropologia Social (UFBA)
Maiara Damasceno da Silva Santana – Doutora em Antropologia Social (UFBA)


Ao longo dos anos 2000, a produção antropológica tem consolidado as pesquisas etnográficas que articulam diferentes marcadores sociais da diferença como sexualidade, gênero, raça/cor e território, compondo uma das emergências temáticas da antropologia contemporânea (SIMÕES, 2018). Este Grupo de Trabalho é dedicado a produções etnográficas contemporâneas que investigam temáticas relativas a gêneros e sexualidades, a partir de uma perspectiva territorial. Em especial, estamos interessadas/os em entender a territorialidade enquanto eixo aglutinador de experiências diversas, relacionadas a gênero e sexualidades, a partir de diferentes contextos empíricos, especialmente quilombola, indígena, ruralidades, regiões interioranas, comunidades ribeirinhas, mas também áreas urbanas. Espera-se que as propostas reflitam sobre experiências corpóreas, se***is e de gênero interseccionadas com diferentes marcadores sociais da diferença. Contemplamos, assim, pesquisas etnográficas que (1) abordam contextos de produção de diferença, articulados com os diversos marcadores sociais e contextos variados, bem como pesquisas que (2) reflitam sobre territórios e agenciamentos de experiências diversas, relacionadas à sexualidade, gênero e raça, de modo a contribuir para o adensamento das reflexões antropológicas sobre o tema e consolidação de uma rede de pesquisadoras/es em gênero e sexualidade contemporâneos.

GT3: Antropologia, Neoliberalismo e Relações de TrabalhoVirgínia Squizani Rodrigues – Doutoranda em Antropologia Social ...
29/07/2022

GT3: Antropologia, Neoliberalismo e Relações de Trabalho

Virgínia Squizani Rodrigues – Doutoranda em Antropologia Social (UFSC)
Fernando Augusto Groh De Castro Moura – Doutorando em Antropologia Social (UFSC)
João Rodrigo Vedovato Martins – Doutorando em Antropologia Social (UFSC)



A proposta deste GT é reunir estudos antropológicos que tenham como campo de reflexão o mundo do trabalho e as recentes inflexões neoliberais sobre este. Por mundo do trabalho, compreendemos as mais diversas experiências do cotidiano de trabalhadoras e trabalhadores, quer atuem nos setores público ou privado, de maneira formal ou autônoma. Por neoliberalismo, entendemos que não se trata, apenas, de uma política econômica que promove o livre mercado. Compreendemos que se trata de um regime dotado de uma racionalidade capaz de se estender a todas as esferas das relações humanas contemporâneas e de se fazer presente em diversos contextos por meio de diferentes dinâmicas e configurações. Assim, interessam-nos etnografias que reflitam sobre os modos como as atuais dinâmicas neoliberais afetam/vêm afetando diretamente as mais variadas relações de trabalho, relações de poder e modos de

subjetivação das e dos trabalhadores. Quais práticas, discursos e contradições são percebidos em campo? Quais valores o neoliberalismo tem fomentado para gerar adesão e engajamento nas relações de trabalho? De que diferentes modos trabalhadoras e trabalhadores navegam processos burocráticos, novas dinâmicas de trabalho e possíveis restrições de recursos? Como essas pessoas têm reconfigurado, em nível local, noções centrais do campo do trabalho, como sociedade civil, Estado e mercado? E, principalmente, que efeitos, transformações e desdobramentos nas relações de trabalho são percebidos pelas e pelos pesquisadores durante suas pesquisas de campo?

Endereço

Campinas, SP

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