11/06/2026
A história da Igreja revela um padrão: o erro quase nunca aparece como erro evidente. Ele se apresenta como profundidade, como novidade espiritual ou como adaptação necessária ao tempo.
Ao longo dos séculos, movimentos reivindicaram exclusividade espiritual, reinterpretaram a graça, redefiniram a salvação e ajustaram o evangelho às expectativas culturais. A Igreja precisou discernir, responder e preservar a verdade.
Conhecer essa trajetória não é viver preso ao passado. É proteger o presente.
Quando estudamos a história da Igreja, aprendemos que fidelidade exige memória, e maturidade teológica exige raízes.
No SBB, formamos líderes que compreendem que o discernimento não nasce da improvisação, mas do conhecimento sólido das Escrituras e da caminhada histórica da fé cristã.