Núcleo de Estudos em História Social e Ambiente - NEHSA

Núcleo de Estudos em História Social e Ambiente - NEHSA O Núcleo de Estudos em História Social e Ambiente - NEHSA é um grupo de pesquisa cadastrado no CNPq.

O Núcleo de Estudos em História Social e Ambiente (NEHSA) é vinculado ao Departamento de História da Universidade Regional do Cariri (URCA), sendo cadastrado junto ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq. No ano de 2002 foi criado o Grupo de Pesquisa em História Social. No ano de 2004, passamos a nos chamar Grupo de Pesquisa em História Regional. No ano de 2011, fru

to do aprofundamento da reflexão teórica de seus membros e do crescimento do grupo para além das fronteiras de origem, contando com pesquisadores de outras universidades brasileiras. Nossos princípios: autonomia intelectual, rigor científico, defesa da universidade pública e democrática e engajamento pela História. Dois eixos articulam-se, sustentando sua identidade: a História Social e a História Ambiental, e é por meio dessa articulação que se expressam as preocupações com a análise dos fenômenos históricos, dando sentido à existência do Núcleo de Estudos em História Social e Ambiente. O NEHSA é vinculado ao Laboratório de Pesquisa em História Social - LABORE, laboratório do Departamento de História da URCA.

Participação do Nehsa na mesa "A violência no modo de produção escravista, promovida pelo Centro Acadêmico de História- ...
13/05/2026

Participação do Nehsa na mesa "A violência no modo de produção escravista, promovida pelo Centro Acadêmico de História- Assentamento 10 de Abril.

Dando continuidade à nossa formação, no dia 26 de maio debateremos o filme Crato contra o Imperialismo, de Fidel Barbosa...
13/05/2026

Dando continuidade à nossa formação, no dia 26 de maio debateremos o filme Crato contra o Imperialismo, de Fidel Barbosa.

A reunião de estudos ocorrerá na sala do V Semestre do Curso de História, campus Pimenta, Urca.

Momentos da sessão de estudos sobre o revisionismo.
12/05/2026

Momentos da sessão de estudos sobre o revisionismo.

De •  "A tese do feudalismo em Nelson Werneck Sodré costuma ser tratada, muitas vezes, de forma apressada: como se o aut...
11/05/2026

De • "A tese do feudalismo em Nelson Werneck Sodré costuma ser tratada, muitas vezes, de forma apressada: como se o autor tivesse simplesmente tentado aplicar ao Brasil colonial o modelo clássico da Europa medieval. Mas essa leitura reduz demais o problema.

O ponto central não é perguntar, de maneira simplista, se o Brasil «foi» ou «não foi» feudal. A questão mais interessante é compreender o que Sodré tentava explicar ao mobilizar essa categoria: a permanência do latifúndio, das relações de dependência pessoal, do mandonismo local, da concentração fundiária e dos bloqueios históricos à formação de uma nação plenamente moderna e soberana.

Ao longo da historiografia brasileira, essa tese foi criticada e deslocada por diferentes autores.

Caio Prado Júnior enfatizou o sentido mercantil da colonização, mostrando que o Brasil nasceu voltado para o mercado externo. Jacob Gorender, por sua vez, propôs a noção de escravismo colonial, destacando que a relação fundamental da produção era a escravidão, e não o trabalho servil europeu. Ciro Flamarion Cardoso contribuiu para complexificar ainda mais o debate, recusando classificações rígidas e defendendo uma análise mais cuidadosa das formas históricas concretas.

Ainda assim, a crítica à palavra «feudalismo» não elimina o problema que Sodré procurava enfrentar. O Brasil esteve integrado ao mercado mundial, mas conservou estruturas arcaicas de poder, coerção, dependência e exclusão. A modernização brasileira não destruiu completamente o velho; muitas vezes, apenas o reorganizou.

Revisitar Sodré, portanto, não significa aceitá-lo sem crítica. Significa recuperar uma pergunta incômoda: por que uma sociedade integrada ao capitalismo mundial preservou por tanto tempo formas tão profundas de dominação agrária e desigualdade?

Aprofundo essa discussão no ensaio completo publicado no Substack".

De  .br "DOCUMENTO DA SEMANA -  MERCADO EM GREVE: PROTESTOS E ORGANIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DO PEQUENO COMÉRCIO NO RIO D...
09/05/2026

De .br "DOCUMENTO DA SEMANA - MERCADO EM GREVE: PROTESTOS E ORGANIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DO PEQUENO COMÉRCIO NO RIO DE JANEIRO – OUTUBRO, 1885 | Você sabia? Uma greve paralisou o comércio de alimentos no Rio em 1885. Em outubro de 1885, trabalhadores do pequeno comércio — como lavradores e quitandeiras — organizaram uma greve que interrompeu, por dias, o funcionamento do mercado na região da Candelária, no Rio de Janeiro.

O movimento surgiu após a instalação de novas barracas que exigiam pagamento diário, afetando diretamente quem vivia da venda de alimentos. Em resposta, os trabalhadores se mobilizaram de forma coletiva, impediram o uso das barracas e reivindicaram melhores condições para continuar suas atividades.

A greve contou com a participação de homens e mulheres, livres e libertos, mostrando a força da organização popular no século XIX. O episódio revela como esses trabalhadores já articulavam estratégias de resistência e defesa de seus direitos muito antes da formalização das leis trabalhistas no Brasil".

Acesse o artigo completo disponível no portal da BNDigital:
https://bndigital.bn.gov.br/artigos/mercado-em-greve-protestos-e-organizacao-dos-trabalhadores-do-pequeno-comercio-no-rio-de-janeiro-outubro-1885/

De   "VIVA MARX! Em 5 de maio de 1818, nascia Karl Marx em Trier, uma pequena cidade da Renânia, então parte da Alemanha...
05/05/2026

De "VIVA MARX!
Em 5 de maio de 1818, nascia Karl Marx em Trier, uma pequena cidade da Renânia, então parte da Alemanha. Com profunda erudição, Marx transitou entre a Filosofia e a Economia para produzir uma crítica radical do modo de produção capitalista. Sua teoria nos legou conceitos fundamentais e inspira a prática política até hoje.

🎈 Venha celebrar os 208 anos de Marx com a gente! Sábado, dia 9 de maio, nos encontramos no Armazém da Utopia, no Rio de Janeiro, para debater marxismo, anti-imperialismo, o combate à extrema direita e a luta contra a escala 6x1! "

Algumas imagens da reunião de estudos de hoje.
28/04/2026

Algumas imagens da reunião de estudos de hoje.

No dia 12 de maio de 2026 faremos a quinta reunião de estudos do semestre, inaugurando a segunda parte de temas do semes...
26/04/2026

No dia 12 de maio de 2026 faremos a quinta reunião de estudos do semestre, inaugurando a segunda parte de temas do semestre.

O tema será "Revisionismo Histórico", a partir da leitura de Guerra e Revolução, de Domenico Losurdo.

O que é o revisionismo contrarrevolucionário, que tenta incutir nas Ciências Humanas a noção de que as Revoluções, principalmente as anticoloniais e socialistas são uma espécie de "erro" para a humanidade?

Essas e outras questões estarão presentes na segunda parte da sessão de estudos.

Dia 12 de maio de 2026, 15 horas, na sala do V Semestre de História.

16/04/2026

Colonialismo. A foto que repercutiu nos últimos dias e o vídeo da mulher retratada.

De .esmaeilpour88
🚨 "La historia completa detrás de la foto de portada del último número de la revista italiana
L’Espresso® es narrada por la dueña de la foto, Miad Abu Alrab".

Em nossa próxima reunião estudaremos o papel do marxismo e do comunismo na luta anticolonial e as diferenças entre o uni...
14/04/2026

Em nossa próxima reunião estudaremos o papel do marxismo e do comunismo na luta anticolonial e as diferenças entre o universalismo marxista e o universalismo liberal-ocidental.

Dia 28 de abril, 15 horas, sala do V Semestre de História

Endereço

Rua Coronel Antonio Luiz, 1161
Crato, CE

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