Grupo de Pesquisa Historia da Africa Colonial

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Esta pagina visa dar uma visão abrangente do continente africano, com destaque para as regiões ocidental e central, em particular Angola Colonial ,de onde veio a maioria dos escravos traficados para o Brasil.

Estão entre os mais prestigiados nomes da literatura africana e estão juntos num Mar de Letras especial. Para falar da "...
19/11/2020

Estão entre os mais prestigiados nomes da literatura africana e estão juntos num Mar de Letras especial. Para falar da "Confissão da Leoa" e da "Teoria Geral do Esquecimento", da relação criativa entre os dois e sobre o universo de cada um. Emitido na RTP África e RTP2

Estão entre os mais prestigiados nomes da literatura africana e estão juntos num Mar de Letras especial. Para falar da "Confissão da Leoa" e da "Teoria Geral...

O escritor angolano José Eduardo Agualusa é o convidado do Sempre Um Papo para o debate e o lançamento do romance “A Soc...
19/11/2020

O escritor angolano José Eduardo Agualusa é o convidado do Sempre Um Papo para o debate e o lançamento do romance “A Sociedade dos Sonhadores Involuntários” (Tusquets – Ed.Planeta), no dia 24 de julho de 2017, no auditório da Cemig.

O escritor angolano José Eduardo Agualusa é o convidado do Sempre Um Papo para o debate e o lançamento do romance “A Sociedade dos Sonhadores Involuntários” ...

https://youtu.be/VXrQFxhuI5wCom livros traduzidos em mais de 20 idiomas, o escritor angolano José Eduardo Agualusa é o c...
19/11/2020

https://youtu.be/VXrQFxhuI5wCom livros traduzidos em mais de 20 idiomas, o escritor angolano José Eduardo Agualusa é o convidado Roda Viva.

Com livros traduzidos em mais de 20 idiomas, o escritor angolano José Eduardo Agualusa é o convidado Roda Viva.

Sair da grande noite: Ensaio sobre a África descolonizada Há meio século, a maioria da humanidade vivia sob o jugo colon...
28/10/2020

Sair da grande noite: Ensaio sobre a África descolonizada
Há meio século, a maioria da humanidade vivia sob o jugo colonial, uma forma particularmente primitiva de dominação da raça. Sua libertação constitui um momento-chave da história de nossa modernidade. Que esse evento quase não tenha deixado sua marca no espírito filosófico de nosso tempo não é lá um grande enigma. Nem todos os crimes engendram necessariamente coisas sagradas. Alguns crimes da história resultaram apenas em máculas e profanações, na esterilidade esplêndida de uma existência atrofiada – em suma, na impossibilidade de “fazer comunidade” e de retrilhar os caminhos da humanidade. Será que podemos dizer que a colonização foi justamente o espetáculo por excelência da comunidade impossível – uma convulsão tetânica e ao mesmo tempo um sibilo inútil? O presente ensaio lida apenas indiretamente com essa questão, cuja história completa e detalhada ainda espera ser escrita.

A invenção da África: Gnose, filosofia e a ordem do conhecimentopor V.Y. MudimbeEste livro traz um panorama da filosofia...
28/10/2020

A invenção da África: Gnose, filosofia e a ordem do conhecimento
por V.Y. Mudimbe

Este livro traz um panorama da filosofia africana. Num sentido estrito, a noção de filosofia africana refere-se a contribuições de africanos que praticam a filosofia no quadro definido da disciplina e sua tradição histórica. Neste livro, esse registro mais amplo parece mais apropriado para o conjunto de problemas discutidos, todos baseados numa questão preliminar: até que ponto pode-se falar de um conhecimento africano, e em que sentido? Etimologicamente, “gnose” está relacionada a gnosko, que significa “conhecer” em grego antigo. Portanto, o título é uma ferramenta metodológica: ele envolve a questão do que é e não é filosofia africana e também orienta o debate para outra direção ao enfocar as condições de possibilidade da filosofia como parte do corpo mais amplo de conhecimento sobre a África chamado de “africanismo”.

Omo-oba: histórias de princesasOmo-Oba: Histórias de Princesas é um livro que privilegia o recontar de mitos africanos, ...
28/10/2020

Omo-oba: histórias de princesas

Omo-Oba: Histórias de Princesas é um livro que privilegia o recontar de mitos africanos, muito divulgados nas comunidades de tradição ketu, pouco conhecidos pelo público em geral e que reforçam os diferentes modos de ser femininos. Os seis mitos apresentados têm o objetivo de fortalecer a personalidade de meninas de todos os tempos.

A África recontada para criançasCom muita criatividade, este livro nos convida a uma viagem pelas histórias contadas nos...
28/10/2020

A África recontada para crianças
Com muita criatividade, este livro nos convida a uma viagem pelas histórias contadas nos países africanos onde também se fala português. Angola, Moçambique, Guiné- Bissau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe... Lá tem lobo, coelho, leão – e muitas outras aventuras. As histórias deste livro são, acima de tudo, bem humoradas. Atravessadas por adivinhas, músicas, descrições de gastronomia, vestimentas e tantos outros elementos que formam a cultura de um país. Um tributo à África, à língua portuguesa e aos contadores de histórias. As crianças agradecerão, e nós, adultos, também.

Explicando Política Externa na África Pós-Colonial Explaining Foreign Policy in Post-Colonial Africapor Stephen M. MaguE...
28/10/2020

Explicando Política Externa na África Pós-Colonial
Explaining Foreign Policy in Post-Colonial Africa
por Stephen M. Magu
Este livro explora os desenvolvimentos da política externa na África pós-colonial. Uma política externa continental é uma proposta tênue, mas novos estados africanos surgiram da resistência armada e da defesa de aliados regionais, como a Conferência de Bandung e a Liga dos Estados Árabes. Gana foi o primeiro país da África Subsaariana a conquistar a independência em 1957. Quatorze outros países conquistaram a independência somente em 1960 e, em maio de 1963, quando a Organização da Unidade Africana (OUA) foi formada, 30 países eram independentes. Um dos primeiros comitês da OUA foi o Comitê de Libertação Africano (ALC), com a tarefa de trabalhar nos Estados da Linha de Frente (FLS) para apoiar a independência na África Austral. Os pan-africanistas, em aliança com os grupos de Brazzaville, Casablanca e Monróvia, abordaram a unidade continental de maneira diferente, e o regionalismo continuou a ser uma característica importante. Os desafios da África foram muitas vezes ampliados pela rivalidade do bloco capitalista-democrático versus comunista-socialista, mas através do uso e alavancagem de IGOs ​​- ONU, PNUD, UNECA, GATT, NIEO e outros - para avançar o desenvolvimento, a formação da Comunidade Econômica Africana , A evolução da OUA para a UA e outras alianças desmentiu as ações coletivas, mesmo quando a África implementou decisões que exigiam cooperação: uti possidetis (manutenção das fronteiras coloniais), contendo secessão, conflitos intra e interestaduais, rebeliões e construção de CERs e uma África unida como imaginado pelos pan-africanistas funcionou melhor coletivamente.

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