O curso de Ciência e Tecnologia de Alimentos está situado no Departamento de Alimentos e
Nutrição da Universidade Federal de Mato Grosso e foi criado no ano de 2009.
É a única graduação que tem como objeto de estudo o alimento em todos os seus aspectos, físico-químicos, microbiológicos, bioquímicos e tecnológicos, incluindo nutrição, sensorialidade,marketing, logística e gestão da qualidade. O bac
harel atua nas atividades desde a pós-colheita do alimento, durante sua transformação na indústria, na distribuição e comercialização e mesmo junto ao consumidor, priorizando a relação homem/alimento/ambiente. Em 4 anos de curso noturno, o estudante é capacitado a desenvolver produtos alimentícios e programas de garantia da qualidade, atuar na otimização de processos, em assuntos regulatórios e como gestor de várias atividades da cadeia produtiva. O primeiro curso de Bacharel em Ciências dos Alimentos do país foi criado em 2001,
na ESALQ/USP, situado em Piracicaba-SP. Ele foi criado com base nas tendências nacionais e internacionais identificadas junto ao setor alimentício que evidenciavam inúmeras oportunidades de trabalho nos diversos segmentos da cadeia alimentar. O curso tem diferentes nomes nas Universidades e Institutos Federais de Ensino Superior em todo o Brasil, são eles: Ciência de Alimentos, Ciência e Tecnologia Agroalimentar, Ciência e Tecnologia de Alimentos, Ciência e Tecnologia em Alimentos. Porém, os diversos nomes remetem ao mesmo curso e há uma pequena variação entre a grade curricular que difere de acordo com a região na qual encontra-se o curso. Está em andamento a aprovação das diretrizes curriculares, bem como o nome Ciência e Tecnologia de Alimentos e Ciências dos Alimentos, pelo MEC. Diante do exposto, o Centro Acadêmico de Ciência e Tecnologia de Alimentos (CACAL-UFMT), entidade
representativa dos estudantes de Ciência e Tecnologia de Alimentos da Universidade Federal de Mato Grosso, viu a necessidade de divulgação para que a sociedade e estudantes que irão ingressar na Universidade, assim como a classe industrial e empresarial, entidades de pesquisas, órgãos públicos e privados entre outros, possam conhecer o que faz um cientista de alimentos e possibilitar a disseminação da profissão e do curso para que cada vez mais o mesmo seja conhecido, qualificado e valorizado. A Diretoria do CACAL-UFMT coloca-se a inteira disposição para sanar dúvidas referentes ao curso
através do e-mail do centro acadêmico: [email protected]. O Brasil é um dos principais produtores mundiais de alimentos. Além disso, com a melhora no poder aquisitivo, a população compra mais comida - só nos primeiros cinco meses de 2010, os brasileiros compraram 20% a mais de itens de produtos alimentícios que o mesmo período de 2009, segundo levantamento da Kantar World Panel, empresa mundial de pesquisas sobre consumo. Por isso, a procura por profissionais na área de alimentos tende a crescer, tanto para a produção agrícola, em fazendas, como em indústrias processadoras de alimentos, centrais de abastecimento e distribuição. No setor varejista, há oportunidades em supermercados, padarias e restaurantes, como funcionário ou consultor no treinamento de equipe e qualificação de fornecedores. As regiões Sudeste e Sul têm ainda a maior concentração das empresas de alimentos - e de empregos. No estado do Paraná e na região Centro-Oeste, cresce a demanda por especialistas para a indústria de carne - uma tendência que começa a ser observada também no Norte. No Nordeste, há procura para o desenvolvimento de produtos com características locais. No Ceará, por exemplo, a Danone está ampliando sua fábrica para desenvolver iogurtes feitos com frutas da região. Em empresas de food service, que trabalham com alimentos prontos e semiprontos, o bacharel é contratado para atuar no controle de qualidade e desenvolver técnicas de conservação. E o número de empregos relacionados deve crescer. "Observamos nos supermercados das grandes capitais que crescem as vendas de alimentos limpos, semiprontos e congelados, e muitas das marcas oferecidas ainda são importadas", diz Fabrícia de Queiroz Mendes, coordenadora do curso da UFV. Os laboratórios para análise das propriedades físico-químicas dos alimentos e as instituições de ensino e pesquisa também são empregadores em potencial. O graduado é requisitado, ainda, pelos órgãos de vigilância sanitária. Pesquisa
Pesquisar e desenvolver novos produtos alimentícios, de origem vegetal ou animal. Controle de qualidade
Desenvolver métodos de controle de qualidade alimentar de acordo com aspectos higiênicosanitários, físico-químicos e nutricionais. Conservação
Criar embalagens e métodos de processamento que garantam maior vida útil aos alimentos. Consultoria
Prestar consultoria nas áreas de alimentos e nutrição, desde a capacitação de pessoal, qualificação de fornecedores, auditorias, marketing e adequação às normas e legislação vigentes. Educação
Realizar programas de educação para o consumo de alimentos. Fonte: http://guiadoestudante.abril.com.br/profissoes/meio-ambiente-ciencias-agrarias/ciencias-alimentos-602883.shtml
Esta página não tem responsabilidade e vinculo com a coordenação do referido curso e não responde pelo mesmo. É gerenciada por acadêmicos.