16/04/2025
Acadêmico & Vida📚🌟 (Parte l)
Quando terminei o ensino médio, estava sedenta por espiritualidade. Antes de entrar na faculdade, decidi fazer um curso de três anos em Teologia.
No último ano, quando faltavam apenas seis meses para concluir, perdi meu pai de forma trágica. A fé foi essencial para ressignificar a vida e também para apoiar minha mãe.
Logo me casei, tive uma filha e passei por algumas faculdades presenciais e a distância: Relações Públicas, Letras, Jornalismo, Assistência Social e Coach/Desenvolvimento Humano. Mas sempre surgia uma adversidade, uma instabilidade emocional e, principalmente, a dúvida: “Será que é isso mesmo que quero?” Então eu trancava.
Nesse tempo, continuei à frente do jornal que meu pai havia fundado quando eu ainda tinha sete anos. O que eu mais amava fazer era escrever textos motivacionais — e ficava feliz com os elogios de quem se identificava com eles.
Trabalhei no jornalismo impresso por 16 anos, até a chegada da pandemia, que mudou muita coisa. Encerrei o jornal, fiz curso de restauração de móveis e até iniciei mais uma faculdade: Arquitetura e Urbanismo. Mas ao terminar o primeiro semestre, pensei: “Dai, você apreciar uma profissão não significa que precisa trabalhar nela.” Tive a certeza de que minha habilidade era com palavras, não com linhas. (Mas eu não saberia disso se não tivesse tentado, né?)
…
Continua no próximo post.