A PNL surge no início dos anos 70 do século passado, no estado norte-americano da Califórnia e na própria Universidade da Califórnia em Santa Bárbara. Tudo começa com Richard Bandler, que era um jovem estudante de Matemática e que se tornou perito em Informática (SPRITZER, 1993). O que chama a atenção é que esta tecnologia não surge de um pesquisador da área de psicologia ou comunicação e sim de u
m jovem sem muitos recursos da área de ciências exatas que se interessa por estes estudos, conforme relato de Spritzer(1993, p. 30-31):
"Richard Bandler veio de um gueto pobre da cidade de San José, judeu de origem miserável. extremamente curioso, resolveu a muito custo pessoal, estudar algo que o fascinava: a matemática. Ele queria conhecer as regras que regiam aqueles números e equações. Com isso pensava em aumentar sua capacidade de compreender e usar os padrões por trás dos números. Logo começou a pensar de um modo diferente. Ele dizia que se a matemática é uma linguagem que se expressa através de fórmulas numéricas e que obedece a algumas regras, estas quando mexidas produzem resultados interessantes. Talvez, pensou Bandler, a linguagem das palavras pudesse obedecer também certas regras precisas que se mexidas poderiam acarretar também em mudanças no comportamento humano, para Bandler um simples resultado do fenômeno linguístico do nosso cérebro. Dito e feito, ele aplicou certas regras, mexeu com o modo como usava algumas palavras e obteve resultados surpreendentes. Mais e mais estudantes queriam conhecer a ‗nova terapia‘ que um tal de Bandler fazia usando aparentemente apenas sua comunicação verbal." Bandler acabou chamando atenção do corpo docente porque fazia workshop de mudança e desenvolvimento pessoal dentro da Universidade. Não demorou muito para a direção determinar que todos os cursos de Richard Bandler fossem acompanhados por um dos professores. O convite foi feito para John Grinder que era um linguísta. Sobre isto continua o relato de Spritzer (1993, p. 31):
"Dr. Nelson Spritzer é médico, mestre em cardiologia e doutor em nefrologia, com máxima graduação em PNL: Trainer (treinador), autor e consultor no campo da programação neurolinguística. Grinder era agente do serviço secreto das forças armadas americanas. Tinha viajado pelo mundo atuando com vários disfarces, sua especialidade. Grinder era capaz de disfarçar-se em quem ele quisesse. Falava várias línguas, conseguia observar detalhes do comportamento das pessoas e logo podia imitá-las com perfeição. Assim que se juntou a Bandler, eles passaram a explorar estas habilidades de Grinder, o que passou a se chamar ―Modelagem." Portanto, as primeiras pesquisas surgiram na década de 1970 com Richard Bandler e John Grinder. Embora tenham surgidos muitos outros pesquisadores importantes, a eles deve ser dado todo o crédito, pois foram os pioneiros e até hoje vem pesquisando e desenvolvendo a PNL, que tem avançado extraordinariamente no mundo. No meio acadêmico tem aparecido de forma muito tímida, com algumas poucas iniciativas por parte de professores que fazem a formação em institutos especializados. Richard Bandler, embora sendo estudante de matemática na época, mobilizado por grande interesse em Psicologia, começou pesquisa intensa sobre modelagem da excelência humana, e logo foi criando, com Grinder e outros pesquisadores, padrões próprios de linguagem com técnicas extraordinárias. Os resultados de suas pesquisas e trabalhos continuam chamando muito a atenção da comunidade científica. Mesmo que agora estejam separados, o professor de Lingüística, John Grinder, PhD, que foi o primeiro a se entusiasmar pelas descobertas, soma sua experiência em modelagem, em que a PNL teve e continua tendo um grande avanço (SPRITZER, 1993). Bandler (1987) partiu da ideia de que, ao contrário da verdadeira ciência que estuda os fatos de maneira objetiva, o ser humano é mais influenciado pelas experiências subjetivas e queria conhecer sempre mais a respeito desse mecanismo. Nos primeiros seminários, que realizava na própria faculdade, mostrava na prática seus novos padrões e suas descobertas. Tudo era feito na forma de ―jogos mentais‖, pois era assim que chamava os novos padrões e técnicas de mudanças. De forma muito simples e rápida ajudava as pessoas a realizar mudanças, que nas terapias convencionais levavam anos e, inclusive, muitas vezes com resultados duvidosos. O que impressionava os participantes era a possibilidade de checar o resultado imediatamente, facilitando o acesso aos seus próprios recursos que estavam adormecidos. Outro aspecto que também chamava a atenção era a forma com que Bandler e Grinder (1982) desmistificavam e desmontavam certos paradigmas relacionados ao cérebro humano. Tratavam os mecanismos internos com muita simplicidade e às vezes com certa irreverência, tornando os problemas das pessoas muito menores do que representavam. Desta forma era mais fácil de lidar com os traumas e os fantasmas de cada um. Ensinavam as pessoas a usarem o seu cérebro e recursos pessoais de forma até divertida. Nos seminários e workshop falavam dos ―jogos mentais‖ como se tivessem falando de brinquedos, chegando a afirmar que o cérebro passaria a ser o brinquedo favorito de todos (SPRITZER, 1994). Logo no início, quando esses mestres começaram a ensinar esta nova tecnologia de comunicação, algumas pessoas pensavam que a PNL permitiria programar a mente de outras pessoas e assim elas seriam facilmente controláveis, tornando-se menos humanas. As pessoas que pensavam deste modo tinham a impressão de que mudar de propósito, alguém iria, de certa forma, reduzir as suas características humanas. O que era rebatido com veemência, pois o fato de mudar alguém, tornando-o mais feliz, nunca poderia fazê-lo ficar menos humano. Procuravam sempre apresentar inúmeras possibilidades de aprendizagem e mudança, que na verdade sempre se encontraram à disposição de cada um, o que faziam era ajudar as pessoas a começarem a usar o seu cérebro de forma mais livre e ecológica. Com isto podiam tirar o máximo proveito de todos os seus recursos, alocá-los em direção as suas metas pessoais e assim viver a vida que gostariam de viver construindo um mundo onde as pessoas queiram e saibam viver na mais perfeita harmonia (SPRITZER, 1994). Portanto, quando falavam em ecologia, era esse o entendimento que tinham de um trabalho ecológico, sendo aquele que torna o ser ainda mais humano e vivendo num mundo humanizado. A PNL sempre tratou de ensinar a usar o cérebro (sistema nervoso) de forma ecológica e funcional, lidando sempre com os recursos à disposição de todos os seres humanos no Planeta. Portanto, refere-se a preocupação com o sistema geral (O‘CONNOR, 2003). Sendo assim, Ecologia em PNL está relacionada com o equilíbrio e a harmonia consigo mesmo, com os outros, com o Universo e com Deus (Divindade onde cada um coloca a sua fé, no sentido Espiritual). Trata-se da preocupação com o todo da pessoa como um sistema equilibrado interagente. Neste sentido, a ecologia está presente quando todos se beneficiam no processo. A PNL se desenvolveu a partir de modelos, sendo a modelagem um dos termos muito usados pelos praticantes. Os criadores e co-criadores modelaram grandes líderes e profissionais de sucesso nas diversas áreas. O que eles estavam interessados em aprender era o que esses ―gênios‖ faziam atrás dos olhos, nos seus cérebros (sistema nervoso) ou em suas mentes, para produzir os resultados que os tornavam excelentes naquilo que se propunham em realizar. Mais do que saber ―o que‖, logo perceberam que era mais importante saber ―o como‖ faziam e ―o que‖ faziam com sucesso. Foi com este propósito que passaram a modelar grandes líderes, terapeutas e hipnólogos. Dentre eles destacamos Virginia Satir, que era uma das mais brilhantes terapeutas familiares. Virgínia tinha uma forma toda particular de se comunicar com os seus pacientes e encantava a todos, produzindo resultados extraordinários. Quando era solicitada para falar como fazia, qual era sua estratégia, ela mesma tinha dificuldades de relatar. Bandler modelou, sobretudo, a linguagem silenciosa (não-verbal) desta profissional e incorporou através deste processo. Assim também fez com o grande psiquiatra (hipnólogo) Milton Erickson e tantos outros (BANDLER; GRINDER, 1982). No primeiro livro da dupla chamado ―A Estrutura da Magia‖, eles colocam como a primeira ideia a de que toda experiência humana tem uma estrutura. Isto para desmistificar o que eles chamam de superastros carismáticos. Pessoas de diferentes áreas que fazem coisas extraordinárias que parecem ter uma força mágica. Neste livro, a este respeito, Bandler e Grinder (1977, p.26) afirmam:
Nosso desejo [...] não é questionar a qualidade mágica desses magos [...], mas, ao contrário, mostrar que essa magia que eles executam – à semelhança de outras atividades humanas complexas como pintura, composição musical ou colocar um homem na lua – tem estrutura e é, portanto, possível de aprender, uma vez fornecidos os recursos apropriados. [...] gostaríamos de apresentar uma simples visão geral dos processos humanos, a partir dos quais criamos estes instrumentos. Chamamos a este processo modelagem. Steve Andreas, M. fundou a NLP Comprehensive com sua mulher e sócia, Connirae Andreas, PhD, em 1979 com o objetivo de criar um treinamento mais profissional e de altíssimo padrão de qualidade. Começaram oferecendo o primeiro certificado de treinamento para practitioner (praticante) de PNL. A partir daí foram se criando níveis de aperfeiçoamento e especialização com padrões de certificação internacional de acordo com a International Association of Neurolinguistic Programing, conforme ANEXO B (ANDREAS; FAULKNER, 1995). Em nota à edição brasileira de um dos primeiros livros de Richard Bandler e John Grinder – Sapos em Príncipes, editado em São Paulo, pela Summus, em 1982, a Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística, com sede em São Paulo se apresenta como fundada em 1981 e oficialmente associada à American Society ofr Neurolinguistic Programming. Nesta nota alegam que recebem a validação de qualidade de seus criadores. Pela nossa pesquisa, se não é a pioneira é uma das primeiras organizações responsáveis pela divulgação e formação dos primeiros praticantes (practitioner), mestres (master) e treinadores (trainer) de PNL no Brasil. A partir deste instituto começa a se proliferar empresas e organizações similares por toda América do Sul. Como já mencionamos anteriormente, o primeiro livro dos criadores da PNL foi ―A Estrutura da Magia‖, editado nos Estados Unidos em 1975, e, os direitos para a língua portuguesa foi em 1977 e foi editado no Rio de Janeiro: LTC – Livros Técnicos e Científicos Editora S/A (apud, BANDLER; GRINDER, 1977, p. 4)
Portanto, no Brasil a PNL aparece oficialmente cerca de cinco anos depois da sua criação, em 1981, com a Sociedade Brasileira de PNL, que comemora em 2011 os 30 anos de fundação. SÍNTESE CURRICULAR DO TRAINER (FACILITADOR) - JAIR PASSOS
Jair Passos é licenciado em História e Estudos Sociais. Mestrado em Educação PUCPR, com pós-graduação em Psicopedagogia, Especialista em Dependências Emocionais e Químicas e Ensino Religioso pela PUC-PR. Cursou Administração (FAE BUSINESS SCHOOL-1973/76). Concluiu disciplinas de acesso ao Doutorado em Gestão pela European University, Montreaux – Suíça. Jair é Professor da PUC-PR (graduação e pós-graduação) e desenvolve trabalho com menores aprendizes (treinamento profissional). Responsável pela capacitação de professores da PUCPR. Coach e Terapeuta (CRT 23993); Master em Terapia da Linha do Tempo (The Time Line Terapy Association – USA member number 2365); Practitioner, Master e Trainer em PNL - Programação Neurolingüística; Formação em Hipnose. Coach executivo com certificação internacional (Formado por Joseph O’Connor) e membro efetivo do Instituto Paranaense de PNL. Foi executivo de companhia de petróleo americana. Trabalhou também como executivo da indústria farmacêutica, onde fez carreira gerencial até montar sua própria empresa – Indústria e Distribuidora. Lançou vários produtos na área de Nutrição Parenteral e enteral, Prevençào e Combate ãs Infecções Hospitalares e outros na área médica e farmacêutica. Atualmente, vive em Curitiba e trabalha nacionalmente ministrando palestras, cursos e workshop na área Empresarial e de Educação – Mudança e Desenvolvimento Pessoal/Profissional; seminários de auto-estima, autoconfiança, motivação, prevenção no consumo de drogas, técnicas de relacionamento e comunicação, liderança e estabelecimento de objetivos. Co-fundador do Programa de Prevenção ao uso de Drogas na Escola – Programa Saber Viver, em Curitiba (1996). Professor e pesquisador na área comportamental há mais de 30 anos, tendo participado de diversos congressos, simpósios, cursos e treinamentos no Brasil e exterior.
1. FORMACÃO E DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DESCRITA POR JAIR PASSOS - ÊNFASE NA DOCÊNCIA. Conforme citado acima, sou licenciado em Estudos Sociais e História - Licenciatura Plena, com Mestrado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Em 2009 ingressei no Mestrado em Educação, no Programa de Pós-Graduação, Linha de Pesquisa TEORIA E PRÁTICA PEDAGÓGICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES. A dissertação foi defendida em 22 de março de 2011, com a orientação da Professora Doutora Elizete Lúcia Moreira Matos, intitulada: Professor Mediador Utilizando as Tecnologias da Informação e Comunicação e a Contribuição da Neurolinguística em Sala de Aula. A pesquisa teve como objeto de estudo a compreensão dos aspectos necessários na formação do professor mediador do ensino superior para o seu real sucesso em sala de aula, tanto na relação professor com o aluno como na concepção da aprendizagem significativa com resultados efetivos. Foram analisadas abordagens que permitiram investigar a relevância das tecnologias da informação e comunicação (TIC) com a Programação Neurolinguística (PNL) na ação docente na sala de aula. Esse estudo foi um segmento de uma pesquisa iniciada de forma mais sistemática em duas especializações. A primeira foi uma Pós-Graduação em Magistério da Educação Básica - concentração em Psicopedagogia nas Faculdades Espíritas de Curitiba. Esta pesquisa conclui em 2000, com a orientação da Professora Doutora Ana Paula Berberian Vieira da Silva, intitulada: Processos Avançados de Ensino: Contribuições da Programação Neurolinguística na Educação. Nessa mesma linha, fiz a especialização em Ensino Religioso na Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Apresentei a monografia em 2001, que foi orientada pela Profa. Sirley Terezinha Filipak, intitulada: Ensino Religioso Escolar: Como Motivar e Encantar o Aluno do Ensino Médio. Os meus estudos e pesquisa acadêmica tem se concentrado na busca de métodos, técnicas e novas formas de comunicação e relacionamento no processo de ensino e aprendizagem. Concluí disciplinas de acesso ao Doutorado pela European University, Montreaux – Suíça (2001 a 2004), que interrompi por não ter o devido reconhecimento do Governo Brasileiro - MEC Brasil. Desde 2007 participo do Programa de Pós-Graduação em Educação – Mestrado e Doutorado da PUC-PR, inicialmente como aluno de disciplinas isoladas e, posteriormente, como aluno integrante do Programa de Mestrado. Mesmo depois da defesa da minha dissertação e conclusão do Mestrado, que ocorreu em março de 2011, continuo como aluno da Pós-Graduação da PUC-PR no curso de Gestão e Liderança Universitária (2011 – 2013) e de disciplinas isoladas do Programa de Mestrado e Doutorado.
2. ATIVIDADES REALIZADAS NA ÁREA EDUCACIONAL
Em 2011 estou completando 40 anos como professor. Comecei minhas atividades no magistério antes do ingresso no ensino superior. Quando ainda cursava o Colegial (atual Ensino Médio) trabalhava como Office-Boy e Auxiliar de Escritório (1971). Na ocasião, a lei obrigava o menor que trabalhava em empresa (escritório comercial) a fazer no contraturno um curso técnico no SENAC – Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial. Além da experiência no trabalho, o curso de Atividades Especiais de Escritório possibilitou o desenvolvimento de competências e habilidades que chamaram a atenção de professores e coordenadores do próprio SENAC, que me conduziram para as primeiras experiências na docência muito cedo. Fui assistente de ensino do Professor Renê Reis, que era professor do SENAC (Atividades de Escritório) e também professor de História do Colégio Bom Jesus de Curitiba. Com 18 anos fui aprovado no vestibular de Administração de Empresas na FAE (antiga Universidade Católica do Paraná), e já nos primeiros anos de faculdade (1973-1976), fui convidado pela diretora do Colégio Pe.João Bagozzi, onde cursei grande parte da educação básica, na época (primário e ginásio), para substituir uma professora, na disciplina de Técnicas Comerciais e Prática de Secretariado, que era parte integrante do currículo do Ginásio e de Técnico de Secretariado. Com a vigência da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional n.º 5.692/71, o ensino de 2.º grau era obrigatoriamente profissionalizante e não haviam professores qualificados no mercado. Eram profissionais das mais diversas áreas que assumiam a parte de formação profissionalizante respaldados pela própria legislação. A Lei n.º 5.692/71 estabelecia em seu artigo 78 que, quando a oferta de profissionais legalmente habilitados fossem insuficientes, o profissional mais habilitado poderia ser contratado. Passei a frequentar cursos e aprimorar o conhecimento técnico. Ensinava o que havia aprendido e ao mesmo tempo buscava uma capacitação. A empresa que trabalhava (Industria Farmacêutica) possuía uma agência de treinamento profissional que promovia uma educação corporativa, promovendo cursos nas diversas áreas. Em pouco tempo já ministrava as outras disciplinas do curso tendo em vista a escassez de professores. Tinha o domínio do conteúdo, mas não o domínio da metodologia de ensino, pois a formação era feita no mundo corporativo (treinamento empresarial). Aprimorei minha didática quando fiz a Licenciatura em Estudos Sociais e História, e depois aprimorei com as pós-graduações. Cabe salientar que também busquei fora do meio acadêmico novas metodologias e estratégias para aprimorar minha ação docente. Até 2003 trabalhei com várias disciplinas no Colégio e Faculdades Bagozzi, fui professor e coordenador de disciplina, quando me desliguei para trabalhar com palestras e cursos na área de formação de professores. Em 2006 ingressei na Pontifícia Universidade Católica do Paraná, como professor efetivo (registrado) da área de Educação, Secretariado Executivo e cursos de Licenciaturas dos diversos centros. Cabe salientar que já vinha ministrando palestras e cursos especiais há mais de dez anos, principalmente para professores e em eventos especiais (encontros, congressos e jornadas de educação). No período de 2006-2011, além de professor da graduação e pós-graduação, realizei várias palestras, eventos e ministrei diversos cursos e workshop na formação inicial e continuada de professores. Além de palestras, cursos, workshop e programas de formação continuada de professores, venho ministrando aulas nas disciplinas da área de educação, gestão, psicologia, neurociência, comunicação e metodologia de ensino, em diversos cursos de especialização: Educação Infantil, Saúde Mental, Formação Pedagógica do Professor Universitário e Didática do Ensino Superior e nos cursos de graduação de Secretariado Executivo, Pedagogia, Educação Física, Letras Português, Inglês e Espanhol, Filosofia, Biologia e Matemática. Ao longo dos quarenta anos na docência, já lecionei para milhares de alunos, ou seja, hoje, muitos são professores em diversas áreas. Teve uma época (de 1980 a 2010) a minha carga horária semanal era de mais de quarenta horas e cada turma com mais de cinqüenta alunos. Além das aulas, ministrei muitas palestras, cursos e oficinas em todo o Brasil para professores e gestores. Publiquei trabalhos em:
a) Anais de Congressos - XVIII Colóquio Nacional AFIRSE/AIEPELS (LISBOA-2010); CONGRESSO LATINOAMERICANO DE EDUCADORES DA REDE DE ENSINO SAGRADO CORAÇÃO (Campos RJ – 2010); XIV CONGRESSO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DA AEC/PR - ASSOCIAÇÃO DE EDUCAÇÃO CATÓLICA DO PARANÁ (Curitiba PR - 2003); CONGRESSO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (Educere 2002 - chronos e karós); XVII CONGRESSO NACIONAL DE EDUCAÇÃO DA AEC/Brasil (Curitiba – 2001). b) Revistas: Intersaberes/Facinter (2008); Revista da Educação da AEC (2003);
c) Capítulos em Livros: Ser professor: formação e os desafios na docência – capítulo: FORMAÇÃO DE PROFESSORES INTEGRADA ÀS TIC NUMA DIMENSÃO ÉTICA E HUMANISTA NA SALA DE AULA (2011); Os Caminhos da Gestão e da Docência na Educação Básica - capítulo: O PAPEL DA EQUIPE ADMINISTRATIVA NO ESPAÇO ESCOLAR (2004); Planejamento e Gestão Educacional numa Perspectiva Sistêmica – Parte II – capítulo: A RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO: ESTRUTURA CONSCIENTE E INCONSCIENTE DO COMPORTAMENTO (2003); Planejamento e Gestão Educacional numa Perspectiva Sistêmica – capítulo: COMUNICAÇÃO E RELACIONAMENTO: AUTOESTIMA, AUTOCONFIANÇA E MOTIVAÇÃO NO PROCESSO EDUCACIONAL (2002);
d) Em jornais e revistas (magazine): Jornal A Tribuna de Vitória – texto: EDUCAÇÃO EM VALORES - Limites na família e na escola (2010); Jornal Nota 10 – texto: CENÁRIOS E TENDÊNCIAS DE PAULO FREIRE AO ENFOQUE GLOBALIZADOR (Curitiba - 2007); Jornal A Tribuna de Vitória – texto: EMOCIONAL É MAIS IMPORTANTE (Vitória – 2007); Vida Universitária PUCPR – texto: VANTAGENS DA UTILIZAÇÃO DA TÉCNICA DE COACHING (Curitiba - 2005); Jornal Gazeta do Povo – texto: COLÉGIO TENTA DAR OBJETIVO DE VIDA A JOVENS PARA EVITAR USO DE DROGAS; Jornal Gazeta do Povo – texto: TECNOLOGIA TORNA AS PESSOAS MAIS ISOLADAS (Curitiba – 1998). Participei de comissões organizadoras e de pareceristas de eventos como EDUCERE e Congresso Nacional de Educação da AEC. Orientei trabalhos de conclusão de curso de graduação e de cursos de especialização. Apresentei diversos trabalhos em eventos e como palestrante a convite de várias instituições de ensino.
3. INTERESSE PELO TEMA DE PESQUISA NO DOUTORADO E LOGO APÓS O PÓS-DOUTORADO - MUDANÇA/DESENVOLVIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL - COMUNICAÇÃO E RELACIONAMENTO - NEUROLINGUÍSTICA. Sempre tive muito interesse nos assuntos relacionados ao tema do meu projeto de Mestrado e Doutorado. Comecei minhas primeiras leituras sobre metodologias, tecnologias de comunicação, comportamento, motivação, emoções e sentimentos no processo de formação ainda no curso de Administração de Empresas (1973), na disciplina de Psicologia Aplicada. A minha leitura, desde muito jovem, sempre esteve ligada a formação profissional e na busca de ferramentas práticas e efetivas que ajudassem no processo e desenvolvimento integral dos meus alunos, procurando descobrir sempre como eles se comunicam. Embora não tenha feito de forma sistemática, comecei minha pesquisa e estudos sobre este tema muito cedo (15 anos), quando fui buscar inicialmente na AT, Análise Transacional de Eric Berne, algumas respostas para problemas de comunicação e relacionamento que tinha em casa, na escola e na empresa, em seguida com os alunos. Estudei também a Parapsicologia, participando como paciente e em diversas palestras. Pesquisei as obras de Frei Albino Aresi e Pe. Quevedo. Avancei nos meus estudos e pesquisas logo que conheci a PNL, Programação Neurolinguística (Richard Bandler e John Grinder) e a Teoria das Múltiplas Inteligências (Gardner) que se complementa com a Inteligência Emocional de Daniel Goleman aplicadas ao processo de ensino e aprendizagem. O uso de metodologias avançadas, juntamente com modernas tecnologias de comunicação, sem perder de vista o aspecto humanista, tem sido meu grande desafio dentro da sala de aula. Pretendo continuar aprofundando nos Doutorados e pós-doutorados que fizer os temas: COACHING COM PNL NA ÁREA TERAPEUTICA E EMPRESARIAL; METODOLOGIAS DE ENSINO UTILIZANDO AS TIC E A CONTRIBUIÇÃO DA NEUROLINGUÍSTICA EM SALA DE AULA, porque sempre senti esta deficiência por parte dos profissionais das instituições onde tenho trabalhado e onde tenho realizado palestras e cursos. Quero aproveitar minha docência no ensino superior, onde trabalho as disciplinas relacionadas a comportamento humano, psicologia, fundamentos da educação e metodologias de ensino e também porque venho trabalhando há mais de dez anos na formação inicial e continuada de professores. Quero continuar ajudando os futuros profssionais, mestres, principalmente o profissional que trabalha com pessoas, a descobrir formas criativas e inovadoras para motivar e encantar as pessoas. Ajudar as pessoas a usarem corretamente os recursos da tecnologia, aprofundando de forma efetiva temas relacionados ao desenvolvimento integral do ser humano. Por estas razões eu tenho o forte propósito de avançar nos meus estudos, nos vários doutorados e pós-doutorados que pretendo fazer, CONVIVER intensamente com as pessoas e COMUNICAR o que tenho de melhor; me APRIMORAR e me aperfeiçoar buscando a perfeição; ajudar os outros a viverem melhor, sendo um DOM a cada um.