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Na semana que vem, começa outro curso de extensão do NEBEN-UFSC. A doutoranda do Programa de Pós-graduação em Literatura...
01/10/2024

Na semana que vem, começa outro curso de extensão do NEBEN-UFSC. A doutoranda do Programa de Pós-graduação em Literatura - UFSC Coumba Diatta ministrará três aula sobre Um defeito de cor, de Ana Maria Gonçalves. O curso será presencial. As inscrições serão feitas no dia e valerão certificado.

Segue a ementa:
Universidade Federal de Santa Catarina
Centro de Comunicação e Expressão
Programa de Pós-graduação em Literatura

Um defeito de cor: entre travessia, vivência e retorno numa
perspectiva feminina
Curso concentrada: 08, 09,10 de outubro de 2024
Semestre: 2024/2
Ministrada por: Coumba Diatta
Carga horária: 2h/dia
Dias: terça-feira; quarta-feira; quinta-feira
Horários: das 17h às 19h
Email: [email protected]
[email protected]
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Ementa da aula: Literatura feminina afro-brasileira: Século XIX. Ficção de expressão feminina em Ana Maria Gonçalves. Conceitos de travessia, de deslocamento: criação de Identidades; a diáspora e a construção de subjetividades; a escrita de si; reflexões sobre as diferentes manifestações culturais afro-brasileiras; de uma representação para uma auto-representação da/pela mulher negra.

Objetivo: essa aula concentrada visa a analisar e interpretar os diversos discursos da escrita feminina afro-brasileira no romance, Um defeito de cor, de Ana Maria Gonçalves, incentivando uma leitura baseada em vivências, experiências, lutas e conquistas. Reconhecer o quanto a escrita constituí um poder, uma cura, uma
expressão do corpo. Destacar como a escrita de mulher preta brasileira trata da natureza feminina.

Conteúdo programático:
Aula 1: dia 08 → Conceito de travessia, de diáspora e as formas de resistência.
Aula 2: dia 09 → Lugar das mulheres negras no processo cultural-religioso de reconstrução simbólica da África no Brasil.
Aula 3: dia 10 → Problemática do retorno e dos retornados: negociação de identidades em destaque

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Metodologia: discussões, aulas expositivas.
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Bibliografia:
Ana Maria Gonçalves. Um defeito de cor. 1 a edição, Editora Record. Rio de Janeiro.
São Paulo, 2022.
Jean-Gedefroy Bidima. La philosophie negro-africaine. Paris: Presses Universitaires
de France. 1995.
Lourentino Gomes, Escravidão, volume 1, Editora Globo S.A. 2019.
Ruth Landes, A cidade das mulheres. 2 a ed. Editora UFRJ, 2002.
Teresinha Bernardo, O Candomblé e o Poder Feminino, 2005.
Buchi Emicheta, Kehinde, Johannesburgo. Heinneman .1994.
Alex Araújo. Do outro lado da margem do sincretismo religioso: uma história da
resistência negra no Brasil. Exu Edições virtuais. 2022.
Djamila Ribeiro. Lugar de fala. São Paulo: Sueli Carneiro; Editora Jandaira. 2023.
Constância Lima Duarte, Cristiane Côrtes e Maria do Rosário Alves Pereira.
Escrevivência: Identidade, Gênero e violência na obra de Conceição Evaristo, 2. ed.
Rio de janeiro: Malês. 2023.
Paulo Freire. A pedagogia do oprimido. 17 a . ed. Rio de Janeiro. Paz e Terra, 1987.

Nesta quinta (dia 03/10) darei uma aula no curso de Pós da UTFPR, a convite de Paulo Benites. Quem quiser me ouvir (have...
30/09/2024

Nesta quinta (dia 03/10) darei uma aula no curso de Pós da UTFPR, a convite de Paulo Benites. Quem quiser me ouvir (haverá transmissão ao vivo), é só chegar.

É com muita alegria que anuncio o curso "A possessão erótica da poesia: a fascinação da Ninfa em Bandeira, Cabral e Drum...
19/09/2024

É com muita alegria que anuncio o curso "A possessão erótica da poesia: a fascinação da Ninfa em Bandeira, Cabral e Drummond" ministrado por Maura Voltarelli no NEBEN - Núcleo de Estudos Benjaminianos da UFSC, que eu coordeno.
O curso será online. Qualquer pessoa pode participar. Basta fazer a inscrição pelo email [email protected]. A presença nas aulas garante certificado.

Eis o programa do curso e, abaixo, o currículo da ministrante.

Titulo: A possessão erótica da poesia: a fascinação da Ninfa em Bandeira, Cabral e Drummond

Ementa: Nos últimos anos, a partir, sobretudo, das pesquisas e estudos desenvolvidos pelo filósofo e historiador da arte francês Georges Didi-Huberman que repropõem para a contemporaneidade o pensamento ou a “ciência em nome”, como chamou Robert Klein, do historiador da arte alemão Aby Warburg, a imagem da Ninfa, fórmula patética feita de desejo e movimento a sobreviver no tempo em metamorfoses incessantes, tem roubado a cena, seja na literatura, na dança ou nas artes visuais de modo geral. “Imagem da imagem”, como disse Giorgio Agamben (2012), ou “a imagem sobrevivente por excelência”, como tem mostrado Didi-Huberman (2013) ao explorar o “vasto campo da Ninfa”, reivindicando-a como figura de pensamento na sua série de ensaios dedicados a essa imagem a um só tempo moderna e arqueológica, a Ninfa se infiltra, a partir das margens, no vórtice desse curso que propõe, entre seus gestos dialéticos, lançar um outro olhar – sintomático, irruptivo e desorganizador – sobre três obras poéticas consideradas, pela crítica, como acontecimentos decisivos de nossa modernidade literária, são elas as obras de Manuel Bandeira, João Cabral de Melo Neto e Carlos Drummond de Andrade. Ao seguir de perto a errância da Ninfa pela superfície movediça, plástica e instável de poemas que se concebem e se constroem como imagem, buscaremos, a partir da pulsão erótica que move a Ninfa em sua “alegria pagã de viver” (Warburg, 2013), tornar mais fluidas não apenas as fronteiras entre palavra e imagem, mas também entre a literatura e as demais expressões artísticas, vendo como três dos nossos maiores poetas, cada um a seu modo, foram transpassados por esse fluxo de fascinação, cuja potência arrasadora e indomável (potência ambígua do páthos da Antiguidade em seu ímpeto heroico de vida ou embriaguez trágica de morte) termina por impregnar nossos objetos de estudo, de modo que a própria literatura, diante da Ninfa, nos chega como uma experiência de desejo, uma sedução erótica. Como tão bem disse o linguista e historiador da arte neerlandês André Jolles, possuído pela Ninfa: […] Assim, dei-me conta, em seguida, de que, em muitos aspectos da arte que amei desde sempre, existiu invariavelmente algo da minha ninfa.”
Aula 1 – A Ninfa distante de Manuel Bandeira

“Vamos viver de brisa”: amor, morte e assombrações, um itinerário do desejo

“Balada das três mulheres do sabonete Araxá”, poema colagem ou uma dança de tempos
(Salomé fin de siècle, espírito trágico e o art nouveau na literatura brasileira)

Aula 2 – A Ninfa líquida de João Cabral de Melo Neto

“Maria era também uma fonte”: a abertura ou diluição pelo sintoma – “mulher-fonte”, “mulher-rio”, “mulher-lama”, “mulher canavial”, “mulher-Sevilha” – uma obsessão poética, uma obsessão amorosa

A explosão do corpo em dança: a bailadora andaluza
(a pulsão erótica ou a ninfomania a deflagrar a tensão dessa poesia)

Aula 3 – As três Ninfas de Carlos Drummond de Andrade: o atravessar pelo desejo

Ninfa como fantasma social: a histeria de Adalgisa e a orquídea-ninfa antieuclidiana
Ninfa como fantasma cósmico: intermitências do claro enigma entre destruições e sobrevivências – Amar, depois de perder
Ninfa como fantasma erótico: banhistas, arabescos florais e miragens de vitrina.

Maura Voltarelli é autora dos livros O Sequestro da Ninfa (2024), estudo de pós-doutorado sobre a obra de Carlos Drummond de Andrade, e Amar, depois de perder - uma poética da Ninfa (2021), ambos publicados pela Ofícios Terrestres Edições. Doutora em Teoria e História Literária pela Universidade Estadual de Campinas (2019) (bolsista Fapesp), com estágio de pesquisa (bolsa BEPE/Fapesp) na École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS), em Paris, França, sob a supervisão de Georges Didi-Huberman. Recentemente, concluiu pesquisa de pós-doutorado sobre a obra de Carlos Drummond de Andrade junto ao Departamento de Teoria Literária e Literatura Comparada da Universidade de São Paulo (USP) (bolsista Fapesp), com período como pesquisadora visitante (bolsa BEPE/Fapesp) na École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS), em Paris, França, também sob a supervisão de Georges Didi-Huberman.

Recebemos esta joia no NEBEN! "Walter Benjamin: Literatura" é uma coleção de breves textos traduzidos e prefaciados por ...
27/08/2024

Recebemos esta joia no NEBEN! "Walter Benjamin: Literatura" é uma coleção de breves textos traduzidos e prefaciados por Maria Aparecida Barbosa, publicada pela Cultura e Barbárie Editora Contém vários inéditos em português, entre resenhas, cartas, indicações de livros não traduzidos para o alemão, textos de juventude, palestras radiofônicas. Como bem aponta Susana Kampff Lages na orelha, a coletânea serve tanto para o pesquisador experiente quanto para o iniciante.
Tivemos o prazer de receber a profa. Maria Aparecida Barbosa no Núcleo de Estudos Benjaminanos da UFSC no ano passado, quando ela apresentou o projeto desse livro.

“Resenhar é uma arte social. Um leitor são não se deixa afetar pelo julgamento do crítico. Mas o que ele mais profundamente aprecia é a estimulante impertinência de participar sem ser convidado, quando o outro lê. Abrir o livro de tal maneira, que convide como uma mesa posta, aonde tomamos lugar com todas as nossas ideias, indagações, convicções, caprichos, preconceitos, pensamentos, de maneira tal que as poucas centenas de leitores (serão tantos?) se eclipsem nessa companhia e justamente por isso se sintam à vontade – a crítica é isso. Pelos menos, é a única crítica literária que desperta o apetite do leitor por um livro”
- De “Novidade sobre flores [Karl Blossfeldt, Formas primevas de arte. Imagens fotográficas de plantas].

O livro contém ainda uma contribuição de Georg Otte e outra de Rita Jover-Faleiros.

Na semana que vem (29 e 30), participo do Colóquio A sala de aula como laboratório, organizado por Claudia Consuelo Amig...
21/08/2024

Na semana que vem (29 e 30), participo do Colóquio A sala de aula como laboratório, organizado por Claudia Consuelo Amigo Pino e Marcos Piason Natali, na FFLCH-USP. A programação está ótima, com colegas que estimo imensamente. Deixo o resumo da minha fala abaixo e o link com a programação completa nos comentários.

Pensar pelas costas: notas sobre oficinas e outras atividades de greve estudantil

Autor: Tiago Guilherme Pinheiro (UFSC)
Qual ato inaugura uma aula? Mais que a fala autorizada, o gesto que está na origem desse processo e o sustenta é a postura dos envolvidos. Designando simultaneamente configuração do corpo e disposição psíquica, a postura atua de forma silenciosa, dinâmica e heterogênea em um espaço de estudos. Propomos então pensar uma breve história das posturas na formação da disciplina de estudos literários. Para tanto, partiremos, às avessas, das imagens de ocupações de escolas e universidades em que carteiras e cadeiras são colocadas em disputada e (in-)utilizadas. Daí que, diante da solicitação por outras formas de se posicionar e constituir corpos (discentes, docentes, técnicos, bibliográficos), perguntaremos sobre a experiência específica de aprendizagem insurgente da greve e das oficinas estudantis que excede a da sala de aula, reivindicando-a pelo lado de fora.

09/08/2024

Prezados, boa tarde!

Encaminho para divulgação a chamada do evento "Homenagem ao Centenário: O Gesto de Osman Lins". Solicito a gentileza de compartilharem o texto abaixo com os alunos, tanto por e-mail quanto na página do Programa de Pós-Graduação em Literatura.

O evento Homenagem ao Centenário: O Gesto de Osman Lins, organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Literatura e o Núcleo de Estudos Benjaminianos, acontecerá nos dias 30 e 31 de outubro de 2024:

O gesto que atualmente nos convoca a um debate, comemorando os cem anos de Osman Lins, tem como base um projeto de vida que estetiza o pacto do escritor com o destino literário, o que se observa tanto em suas preocupações culturais e principalmente com respeito à obra de arte. Tem conotações teóricas, desde Guerra Sem Testemunhas (1975), e, em seu distanciamento épico, mostra as brechas entre os fragmentos de um mundo moderno cujos cortes industriais refletem uma era de reprodutibilidade técnica (Walter Benjamin). A obra de arte, então, quando próximo da morte via ficção (“Domingo de Páscoa”) reflete a ameaça da perda da aura. No entanto, na volta aos inícios de sua ficção, no espelhamento com o personagem velho André, que primeiro despertou-se para os gestos escritos, fecha o ciclo histórico da ficção para iniciar o da vida literária: inconclusivo, espiralado, palindrômico, em seu ir e vir entre literatura e escritura, Osman Lins perde seu corpo e abre-se, como na espiral do Avalovara, ao espaço do mundo.

O simpósio convida a todos os professores, pós-graduandos e demais pesquisadores a participarem desta celebração da significativa contribuição literária de Osman Lins.

Para aqueles interessados em apresentar trabalhos, solicitamos o envio de um resumo (entre 200 e 300 palavras), contendo título, nome do autor, filiação institucional, palavras-chave e referências bibliográficas. As propostas de comunicação oral devem ser enviadas para o e-mail [email protected] até 30 de agosto.

Atenciosamente,

Comissão Organizadora

Evento com os discentes do curso de pós-graduação que ofereci este semestre, intitulado "A forma da pesquisa: estéticas ...
14/07/2024

Evento com os discentes do curso de pós-graduação que ofereci este semestre, intitulado "A forma da pesquisa: estéticas investigativas em estudos literários".

Evento Forma e pesquisa: reflexões discentes sobre o processo de investigação em Literatura e Humanidades

Organização: Tiago Guilherme Pinheiro (DLLV – UFSC)
Equipe organizadora: Coumba Diatta (Doutoranda – PPGLit), Ana Carolina Rodrigues Salatiel (Graduanda – Letras Português), Milena Piccoli de Moura (Graduanda – Letras Português.

Programação
Dia 18/07/2024 – Sala Hassis (CCE – Bloco B – Térreo)
PRIMEIRA MESA 18:00 – 19:45
• Literatura como um voo - Rebeca Araújo Barreto (Mestranda – PPGLit)
• Ecos da Subalterna no conto “Primeiro Dia de Aula” do escritor Guineense Eliseu Banori: o testemunho de Djamila - Laura Fernanda da Silva Barros (Mestranda – PPGLit)
• Trabalhando a voz inaudível: comparações artístico-literárias entre a arte De'VIA e a poesia do Slam do corpo - Vinicios Tasso (Mestrando – PPGLit)
• Luuanda: a cidade ensanguentada pelo fogo da invisibilidade social em “Os Transparentes”, de Ondjaki - Jandira Francisco Domingos (Mestranda – PPGLit)
• Parque Industrial: Pesquisa, greves e levantes - Pedro Henrique Hara Matoso (Mestrando – PPGLit)

SEGUNDA MESA 20:00 – 21:30
• Experiências de tempo por meio da morte em “As intermitências da morte”, de José Saramago - Helena Stringari Gonçalves (Mestranda – PPGLit)
• Performance e poesia: Considerações sobre a escrita de Instapoesia na América Latina - Luiz Henrique dos Santos Cordeiro (Doutorando – PPGLit)
• Of High Lords and First Sons: Masculinity in New Adult Fiction - Marcelo Trouillet (Doutorado – PPGI)
• Cosmpoética: poesia e fim do mundo - Gabriela Cristina Carvalho Gonçalves dos Santos (Doutoranda – PPGLit)
Dia 19/07/2024
Sala Hassis (CCE – Bloco B – Térreo)
TERCEIRA MESA – 18:30 – 20:00

• A forma da pesquisa: reflexões sobre o estudo da experiência - Nycole Mattoso (Mestranda – PPGLit)
• A pesquisa interdisciplinar em diálogo com Isabelle Stengers e Deleuze: Uma questão de fronteiras - Fernanda Amâncio Soares da Silva (Mestranda – PPGLit)
• Labirintos da pesquisa - Thaís Artigas dos Santos (Mestranda – PPGLit)
• Organizar, sobrepor, rabiscar e tecer: reflexões sobre movimentos de leitura e escrita que antecedem e atravessam o pesquisar - Emmanuele Amaral Santos (Mestranda – PPGLit)
• Escrita acadêmica como processo de criação: pelo compartilhamento de espaços e práticas - Luisa Meurer Tavares (Doutoranda - PPGSP)

QUARTA MESA 20:10 – 21:40
• As ditaduras do cone sul na literatura contemporânea: escrita, democracia e a manutenção da memória – Julia Rudek Machado (Mestranda – PPGLit)
• De Lamborghini ao Orfismo - Renato Rodrigues (Mestrando – PPGLit)
• Do silenciamento ao ‘grito poético’: o ecoar de vozes das mulheres indígenas em Eliane Potiguara - Thiago Muniz (Doutorando – PPGLit)
• Entre animais imaginados e escritas “ilegíveis”: primeiros exercícios de desenhar uma pesquisa – Patricia Galelli (Doutoranda – PPGLit)

É hoje!
09/07/2024

É hoje!

02/07/2024

Novo número da Revista Alea. O dossiê, intitulado "Por uma pedagogia literária: novas perspectivas para o ensino de e a partir da literatura", foi organizado por mim e pelo caríssimo Eduardo Veras. Agradeço imensamente a Elena González, que editou a revista, e a todos que com ela contribuíram.

Eis o sumário:

Editorial
Ensino da literatura, ensino literário, ensino emancipador. Apresentação do volume 26, n. 2 de Alea. Estudos Neolatinos - González

Palavras dos Editores convidados. Por uma pedagogia literária: novas perspectivas para o ensino de e a partir da literatura - Eduardo Veras, Tiago Pinheiro

A vida cotidiana na universidade, em cinco atos - Marcos Natali
Nadar a seco: modos de ler - Mariana Ruggieri

Poética do encontro - Patricia Trindade Nakagome

“Um tanto pueril”: a criança e a palavra literária como agentes (cosmo)políticos - Fabio Roberto Lucas, Gabriel Salvi Philipson

Teoria das urgências e o presente da literatura: uma prática de leitura especulativa a partir de Autobiografia de um polvo, de Vinciane Despret - Carolina Correia dos Santos

Leituras do literário e subjetividade - Fani Miranda Tabak

Práticas translíngues e contrapedagogias do literário - Antonio Andrade

Ensino de literatura: um diálogo soviético-brasileiro - Priscila Nascimento Marques, Julia Loren dos Santos Rodrigues, Marcelo Dalla Vecchia

Ensino de literatura e formação de leitores: concepções e práticas de professores de português em Moçambique - Óscar Alexandre Fumo, Cynthia Agra de Brito Neves

La forma como ensayo. Tipografía y ficción en Helen DeWitt - raúl rodríguez freire

Escritores, professores e intelectuais - Max Hidalgo

O ensino da descolonização ou a descolonização do ensino: a Teoria Literária em tempos de redemocratizacão brasileira (1986-2000) - Susana Scramim

Resenha
Contra o cânone: arte contemporânea em um mundo sem centro
Kelvin Falcão Klein

Na quarta (12/06) estarei no CCE para uma conversa sobre a entrevista com Judith Butler intitulada "Sobre o anarquismo",...
10/06/2024

Na quarta (12/06) estarei no CCE para uma conversa sobre a entrevista com Judith Butler intitulada "Sobre o anarquismo", pensando neste estranho cenário que vivemos na UFSC (com direito a um sindicato que atua como dispositivo policialesco).

21/05/2024
Gravação da Aula Magna 2024 do Programa de Pós-graduação em Literatura - UFSC, com Marcos Natali (USP).
08/04/2024

Gravação da Aula Magna 2024 do Programa de Pós-graduação em Literatura - UFSC, com Marcos Natali (USP).

Aula Magna 2024 do do Programa de Pós-Graduação em Literatura da UFSC

Endereço

CCE/UFSC
Florianópolis, SC

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