11/12/2025
"Gosto da disforia e de sua exaltação contra a norma, porque é o que conheço desde a infância. A disforia é má. É nossa miséria. É exigente. É dolorosa. Nos destrói. Nos transforma. Mas é também a nossa verdade. Precisamos aprender a ouvi-la. É nossa riqueza, a disforia. A intuição que nos permite saber o que é preciso mudar."
Finalizamos um ano de leituras e encontros. Agradecemos a todes que compareceram, mesmo que apenas em uma das quartas ou quintas, e contribuíram para o andar do GENIGS. E ainda mais em especial, neste último encontro, onde também realizamos um bingo natalino!
Longe de nos prendermos ao que Paul Preciado escreve em Dysphoria Mundi, usamos suas reflexões como referências para nossas inquietações, dores e desejos durante as turbulências dos anos que vivemos e dos próximos que virão.
Usar da disforia subjetiva, que nos desloca constantemente de nossos lugares em um mundo cada vez mais caótico, é ferramenta para revoluções, mesmo que internas e silenciosas, mas não menos importantes.
Obrigado novamente!
Nos vemos ano que vem ;)
Aleixo, Christiane e Jônatas
Equipe NIGS