Nepi- Núcleo de Estudos de Populações Indígenas

Nepi- Núcleo de Estudos de Populações Indígenas Vinculado ao Departamento de Antropologia da Universidade Federal de Santa Catarina, o NEPI foi fund A atuação do Prof.

com o objetivo de desenvolver atividades de pesquisa, extensão e formação a respeito das populações indígenas, em particular sobre seus saberes tradicionais, condições de vida e relações com a sociedade nacional, através da articulação de professores, pesquisadores e estudantes de diferentes universidades e instituições. Silvio Coelho, em colaboração com as pesquisadoras e Profas. Maria José Reis,

Neusa Bloemer, e Anelise Neckel, que participaram do NEPI em sua fundação, teve significativo impacto social nos campos da educação indígena e dos direitos territoriais, especialmente no caso das populações impactadas pela construção de barragens. Os seus trabalhos de pesquisa tinham como preocupação o retorno dos resultados às populações atingidas.

Bonjour à toutes et tous, Nous avons le plaisir de vous inviter aux séminaires virtuels interéquipes du projet « Cosmolo...
20/11/2024

Bonjour à toutes et tous,

Nous avons le plaisir de vous inviter aux séminaires virtuels interéquipes du projet « Cosmologies et territorialités autochtones contemporaines dans le Brésil méridional » qui vise à articuler les recherches liées au Laboratoire d'Études en Ethnologie, Éducation et Sociobiodiversités (ARANDU/UFSC/Brésil ) et celles développées par l'ERCA (Équipe de Recherche sur les Cosmopolitiques Autochtones) au Québec au Canada. Ces séminaires, coordonnés par Clarissa Rocha de Melo (post-doctorat en cours) et Rafael Benassi (doctorat en codirection), se dérouleront en ligne le 21 et 28 novembre et le 5 décembre.

Description : Ce projet est soutenu par le CNPq, avec l'objectif de renforcer le dialogue entre les équipes de recherche nationales et internationales. Il est coordonné par Antonella Tassinari (UFSC), avec la collaboration d'Edviges Ioris (UFSC) en tant que directrice au Brésil, et de Robert Crépeau (Université de Montréal) et de Laurent Jérôme (Université du Québec à Montréal) au Canada.

Ce projet a pour objectif de renforcer la compréhension des cosmologies autochtones comme sources de l'activité artistique, de la circulation des savoirs, de la production de normes socio-environnementales et politiques. Nous partons du principe que les cosmopolitiques autochtones opèrent entre les contextes traditionnels et contemporains, réalisant une continuité transformative, générant leurs possibilités et leurs conditions d'existence future. La compréhension des dynamiques de ces cosmopolitiques, enracinées dans les soins apportés aux territoires où sont cultivées des plantes, des personnes et des collectifs pour l'exercice du bien-vivre, à travers des liens locaux articulés à des réseaux de relations extra-locaux, constitue un défi pour les recherches menées par les deux équipes.

Pour le premier séminaire, nous aurons deux présentations, la première par Viviane Vasconcelos, doctorante en anthropologie sociale à l'Universidade Federal de Santa Catarina, et la seconde par Francine Pereira Rebelo, doctorante en anthropologie sociale à l'Universidade Federal de Santa Catarina et professeur à l’Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do AmazonasIFAM.

Clarissa Rocha de Melo et Clarisse Sidney, doctorante à l’UQÀM, animeront la discussion.

Date : 21 novembre 2024
Heure : 12h30 - 14h00
Lien Zoom : https://uqam.zoom.us/j/84392830666

Palestra com a professora Senilde A. Guanaes (PPG-ICAL UNILA). Dia 15 de Novembro às 10 horas, na sala 110 - Silvio Coel...
07/12/2023

Palestra com a professora Senilde A. Guanaes (PPG-ICAL UNILA). Dia 15 de Novembro às 10 horas, na sala 110 - Silvio Coelho dos Santos - CFH. Não percam!!!

Informamos que houve uma mudança no local de realização da palestra "Recusas Ameríndias: Composições e coexistências no ...
11/09/2023

Informamos que houve uma mudança no local de realização da palestra "Recusas Ameríndias: Composições e coexistências no Brasil Meridional" por Diógenes Cariaga (UEMS/PPGANT/UFGD). Novo local do evento: Sala 110 - Silvio Coelho dos Santos -CFH. Não percam!!!

O ARANDU – Laboratório de Estudos em Etnologia, Educação e Sociobiodiversidade, da Universidade Federal de Santa Catarin...
07/09/2023

O ARANDU – Laboratório de Estudos em Etnologia, Educação e Sociobiodiversidade, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) convida vocês a participarem da palestra "Recusas Ameríndias: composições e coexistências no Brasil Meridional" por Diógenes Cariaga (UEMS/UFGD) no dia 13.09.2023 às 18:30 hs.

Convidamos vocês a participarem do VI EMBRA - Encontro Brasileiro Mexicano de Antropologia
24/08/2022

Convidamos vocês a participarem do VI EMBRA - Encontro Brasileiro Mexicano de Antropologia

Luto e luta por Bruno Pereira e Dom PhillipsNós do ARANDU/NEPI unimos nosso lamento e nossa revolta aos vários manifesto...
20/06/2022

Luto e luta por Bruno Pereira e Dom Phillips

Nós do ARANDU/NEPI unimos nosso lamento e nossa revolta aos vários manifestos de indignação pelo assassinato do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dominique Phillips. Abraçamos fortemente os familiares e amigos enlutados, envolvidos por um sentimento de tristeza e indignação que nos une e nos move a continuar lutando.

Quando os familiares denunciaram o seu desaparecimento, em 5 de junho, o presidente da República ousou pronunciar que haviam se embrenhado em uma "aventura perigosa na Amazônia", no intuito de culpabilizar as vítimas pela violência sofrida. De fato, em seu governo, exercer as funções de servidores qualificados da FUNAI (e outros órgãos como ICMBio, IBAMA e INCRA), defender os direitos indígenas e ambientais, denunciar a exploração ilegal de madeira, garimpo, produtos da caça e pesca em sua articulação com o narcotráfico, apreender e destruir os instrumentos dessa exploração ilegal, tudo isso se tornou uma "aventura perigosa" e não o exercício de funções respaldadas e protegidas pela lei, como deveria ser.

Lembremos que a última ação de Bruno na FUNAI, quando ainda era coordenador-geral de Índios Isolados e de Recente Contato, e que levou à sua exoneração do cargo, em 2019, foi uma mega operação articulada com a Polícia Federal e Ibama, que destruiu 60 balsas de garimpo que atuavam ilegalmente na Terra Indígena do Vale do Javari. Lembremos também que, no mesmo ano, outro servidor da FUNAI, Maxciel Pereira dos Santos, quem chefiou, por cinco anos, o Serviço de Gestão Ambiental e Territorial da Coordenação Regional do Vale do Javari, foi morto a tiros em Tabatinga. A família acredita que o crime, que segue impune, tenha sido uma retaliação pelo trabalho de fiscalização que Maxciel desenvolvia na região do Vale do Javari.

Em nota publicada em 15 de junho*¹, quando o assassinato de Bruno e Dom foi confirmado, a UNIVAJA (União dos Povos Indígenas do Vale do Javari) afirma que "o caso não terminou": "a UNIVAJA compreende que o assassinato de Pereira e Phillips constitui um crime político, pois ambos eram defensores dos Direitos Humanos e morreram desempenhando atividades em benefícios de nós, povos indígenas do Vale do Javari". Informam ainda ter protocolado denúncias junto à FUNAI, MPF e PF desde o ano passado, informando a existência de uma quadrilha de pescadores profissionais vinculados à narcotraficantes, que continuam ameaçando a existência dos povos da região.

Associações indígenas e de apoio aos indígenas, como a COIAB (Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira) e a Opi-Observatório dos Direitos Humanos dos Povos Indígenas Isolados e de Recente Contato*², continuam denunciando a omissão do governo brasileiro no combate às ações ilegais e na proteção de indígenas, servidores e colaboradores na região. Vejam também a nota da Associação Brasileira de Antropologia*³.

Também em 15 de junho, foi publicado o dossiê "FUNDAÇÃO ANTI-INDÍGENA: Um retrato da Funai sob o governo Bolsonaro"*⁴, fruto de monitoramento das ações da FUNAI no atual governo, elaborado em parceria entre a Indigenistas Associados (INA), associação de servidores da Funai fundada em 2017, e o Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc). Fernando Viana, presidente da INA, no episódio de ontem (132) do blog e podcast *⁵, explica que não se trata somente de um desmonte da FUNAI, mas de uma nova composição que levou a instituição a operar como uma verdadeira Fundação Anti-Indígena.

Chamamos apoiadores para a manifestação da próxima quinta-feira, às 16 horas, no Largo da Alfândega

LINKS:
*¹ - Nota publicada em 15 de junho:
*² - Opi-Observatório dos Direitos Humanos dos Povos Indígenas Isolados e de Recente Contato:
*³ - Nota da Associação Brasileira de Antropologia:
*⁴ - "FUNDAÇÃO ANTI-INDÍGENA: Um retrato da Funai sob o governo Bolsonaro":
*⁵ - :

21/02/2022

Agradecemos pela rememoração da história do NEPI nos seus

Alexsander Brandão Carvalho Sousa

Entrei na UFSC para fazer mestrado em Antropologia Social em 2016. O que me motivou a escolher esta universidade para fazer a pós graduação foi uma professora que havia se formado na UFSC, Barbara Arise, e que foi dar aulas na Unila, onde fiz a graduação, e um amigo, Thiago Ribeiro, que conheci enquanto fazíamos pesquisa de campo com o povo Avá-Guarani que estavam realizando uma ocupação do Parque Nacional do Iguaçu. Contei a Thiago sobre a minha intenção em fazer a pós graduação e naquele momento e ele me indicou sua orientadora, a professora Edviges Ioris, para futura orientação. Entrei em contato com Edviges em 2015 e contei e ela minha intenção de realizar pesquisa com o povo Avá Guarani para tratar sobre as violências que este povo estava sofrendo no contexto de retomada territorial. Em 2016 ao ingressar no PPGAS da UFSC comecei a participar do NEPI, núcleo de estudo coordenado por Edviges e Antonella Tassinari.
A participação no Nepi foi de fundamental importância para a minha formação, pois no NEPI líamos e disutiamos sobre textos de diversos autores e autoras da antropologia e de áreas afins, bem como sobre os nossos próprios trabalhos, como teses, dissertações e artigos. Sempre foi uma troca muito rica e prazerosa que muito ajudou a ampliar minha visão sobre os povos indígenas e a antropologia de modo geral. Em 2019 concluí o mestrado e iniciei o doutorado novamente com a orientação de Edviges, a quem tenho muito a agradecer pela trajetória que ela me ajudadou e continua ajudando a traçar agora no doutorado.

Agradecemos pela rememoração da história do NEPI nos seus  Alexander Armando Cordovés Sebastian Em 2017, depois de uma l...
21/02/2022

Agradecemos pela rememoração da história do NEPI nos seus

Alexander Armando Cordovés Sebastian

Em 2017, depois de uma longa caminhada, junto à turma maravilhosa do NEPI defendi minha tese!!!!!

Agradecemos pela rememoração da história do NEPI nos seus  Alexander Armando Cordovés Sebastian Foi o NEPI o espaço prin...
21/02/2022

Agradecemos pela rememoração da história do NEPI nos seus

Alexander Armando Cordovés Sebastian

Foi o NEPI o espaço principal de discussões e aprendizados para chegar à tese.

Agradecemos pela rememoração da história do NEPI nos seus  Alexander Armando Cordovés Sebastian Banca de mestrado do Mar...
21/02/2022

Agradecemos pela rememoração da história do NEPI nos seus

Alexander Armando Cordovés Sebastian

Banca de mestrado do Maravilhoso Helder Pires.
2016

Agradecemos pela rememoração da história do NEPI nos seus  Alexander Armando Cordovés Sebastian Lembranças da banca de d...
21/02/2022

Agradecemos pela rememoração da história do NEPI nos seus

Alexander Armando Cordovés Sebastian

Lembranças da banca de defesa do Thiago Arruda - 2016

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