Núcleo Tramas - UFC

Núcleo Tramas - UFC De mãos dadas com os territórios, o Núcleo Tramas - Trabalho, Meio Ambiente e Saúde/UFC constrói sua práxis acadêmica na perspectiva do diálogo de saberes.

Desde 1996 vimos construindo o Núcleo Tramas enquanto um espaço de encontro, formação e práxis de pessoas que comungam o desejo de dedicar-se a processos históricos de emancipação humana e social a partir da Universidade. Temos como foco as inter-relações entre Produção, Trabalho, Ambiente e Saúde, abordadas numa perspectiva crítica no contexto da civilização do capital, especialmente em suas form

as de expressão no Nordeste do Brasil, no Ceará. Em meio a tanta fragmentação, nos debruçamos em tecer pontes: entre o nosso Ser e a Natureza, os seres humanos e a sociedade, o nosso ser e o nosso fazer; entre as ações de ensino-aprendizagem, as de produção de conhecimento, e as que acontecem na relação Universidade-Sociedade. Nesta, elegemos radicalmente os pobres, os (in)subordinados, os vulnerabilizados, os marginalizados, os invisibilizados, os injustiçados, inconformados, rebeldes, insurgentes e lutadores como inspiração e aliança. Estamos abertos aos diferentes campos de conhecimento necessários para abordar e compreender os problemas em sua complexidade. E também abertos ao diálogo com os saberes tradicionais e populares, com quem muito temos aprendido. Preferimos trabalhar em coletivos e redes, sempre atentos à especificidade de nosso papel enquanto universidade na articulação com os movimentos sociais e suas lutas: um profundo respeito à sua autonomia, e a intenção de produzir conhecimentos que ampliem sua potência argumentativa na disputa entre projetos de sociedade e de futuro. Fazem parte do Núcleo professores e estudantes de graduação, mestrado, doutorado e pós-doutorado em diferentes áreas, como a saúde, o direito, a comunicação, educação, geografia e, nos grupos de pesquisa, temos contado com a enriquecedora participação de lideranças de movimentos sociais ligados ao processo em estudo. Acolhemos prioritariamente demandas de produção de conhecimento advindas de comunidades em conflito ambiental, que disputam seu território com empreendimentos produtivos ou obras de infra-estrutura, para contribuir na defesa da equidade ambiental. Neste momento, dedicamos nossos esforços de pesquisa e difusão de conhecimento aos temas dos Agrotóxicos no contexto da modernização agrícola, da Energia Nuclear/Mineração de Urânio, e da Justiça Ambiental. No processo de contribuir para a construção de uma ciência emancipatória, temos tentado desenvolver, na dinâmica relação com os territórios e seus sujeitos e no diálogo com outros pesquisadores, perspectivas epistemológicas e abordagens metodológicas que inovem na superação dos limites da ciência moderna e nos ajudem a formar novas bases para o saber. Nossa organicidade vem sendo construída no cultivo da diversidade, na responsabilização coletiva e na horizontalidade nos processos de tomada de decisão. Grupos se organizam para auto-gestão dos Processos Agrotóxicos, Urânio e Justiça Ambiental, além das Comissões de Comunicação, Gestão e Formação, Pesquisa e Publicização. Além das disciplinas oferecidas na graduação e pós-graduação, temos como espaços coletivos de formação os encontros de orientação de pesquisas, reuniões de estudo, círculo de leitura, seminários, intercâmbio de experiências e participação em eventos científicos e dos movimentos sociais e entidades. De especial relevância é para nós a pedagogia do território – tudo aquilo que se ilumina na mente nos momentos compartilhados no campo empírico, onde a vida, os conflitos e a resistência se tecem. Cuidamos também do bem viver do grupo, organizando viagens para estar mais perto da Natureza e das comunidades, caminhadas, atividades culturais e comemorações, para alimentar a alegria e a esperança. Temos também muitos limites, e o desejo de identificá-los, superá-los ou conviver com eles, quando for o caso.

Quando falamos de  , estamos falando que mesmo uma pandemia afeta de forma desigual corpos e territórios, na medida em q...
24/08/2020

Quando falamos de , estamos falando que mesmo uma pandemia afeta de forma desigual corpos e territórios, na medida em que o não é enfrentado. A Rede Brasileira de Justiça Ambiental lança carta aberta e convida você a enriquecer o debate.

Todos os dias, em todas as regiões do país, acontecem casos de Racismo e . Se você está atenta/o, pense em um exemplo próximo e escreva um cartaz com a denúncia. Depois faça uma foto e compartilhe nas redes sociais com o link da carta e a hashtag

Acesse a carta em: www.rbja.org e participe!

Instituto Terramar Ong FASE Núcleo Tramas - UFC Instituto Políticas Alternativas para o Cone Sul (PACS) Ibase FAPP-BG Observatório dos Conflitos do Extremo Sul do Brasil - Rio Grande/RS Justiça Global

19/09/2019



Assine aqui a petição contra o despejo: centropaulofreire.org.br

O Centro de Formação Paulo Freire é um dos principais espaços de educação do campo no Brasil. Construído há 20 anos pelo Movimento Sem Terra (MST), por onde já passaram mais de 100.000 pessoas e onde cerca de 8.000 estudantes já foram qualif**ados em cursos de especialização próprios e vinculados à diversas instituições de ensino. Está localizado no Assentamento Normandia, em Caruaru, no agreste pernambucano e faz parte de um espaço produtivo de alimentos livres de agrotóxicos que compõem a merenda escolar de mais de aproximadamente 400 escolas do Estado de Pernambuco. Porém, todo esse patrimônio está sendo ameaçado por uma ordem de despejo emitida pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA).

"Educação não transforma o mundo. Educação muda as pessoas. Pessoas transformam o mundo" - Paulo Freire.

Ajude a manter esse espaço de transformação vivo. Se você acredita no legado de Paulo Freire, você defende o Centro.



Entre os dias 06 e 11 de maio acontecerá a I JORNADA INTERNACIONAL INJUSTIÇA HÍDRICA E TERRITÓRIOS DE RESISTÊNCIA, com u...
01/05/2019

Entre os dias 06 e 11 de maio acontecerá a I JORNADA INTERNACIONAL INJUSTIÇA HÍDRICA E TERRITÓRIOS DE RESISTÊNCIA, com uma programação que inclui debates, seminários, mesas com movimentos sociais e atividades de campo, distribuídas em diferentes locais de Fortaleza e do estado do Ceará. Confira a programação detalhada nas imagens!
Não é necessário fazer inscrição prévia.
: INJUSTIÇA HÍDRICA E TERRITÓRIOS DE RESISTÊNCIA :.

O acirramento dos conflitos hídricos demanda reflexão no campo acadêmico em diálogo com os sujeitos sociais afetados pelos mecanismos de restrição ou privação no acesso, distribuição e qualidade da água. A injustiça hídrica opera como um mecanismo de injustiça ambiental, na qual recaem sobre povos e comunidades em situação de vulnerabilidade os impactos negativos oriundos de grandes empreendimentos justif**ados pelo atual modelo de desenvolvimento. As resistências construídas nesses territórios formulam alternativas e enunciam práticas de convivencialidade com as águas.
Desta forma, um conjunto de instituições de ensino superior articulam-se para discutir o tema em uma jornada que trará dimensões interdisciplinares sobre o enfoque do problema hídrico.

IX SEMANA ZÉ MARIA DO TOMÉRelembramos em mais um ano o assassinato do companheiro Zé Maria do Tomé e a luta e resistênci...
03/04/2019

IX SEMANA ZÉ MARIA DO TOMÉ

Relembramos em mais um ano o assassinato do companheiro Zé Maria do Tomé e a luta e resistência dos camponeses ao agronegócio e aos conflitos no campo na região do Vale do Jaguaribe, Ceará.

A IX Semana Zé Maria do Tomé acontece de 29 de abril a 05 de maio, com o tema "DA LUTA POR DIREITOS AO DIREITO DE LUTAR: re-existências do Vale do Jaguaribe".

Confira a programação completa.

25/01/2019

Vale da Morte

É com profunda indignação que recebemos a notícia de mais uma tragédia provocada pela mineradora Vale. Na tarde de hoje (25/01/2019), duas barragens localizadas na comunidade Córrego do Feijão, em Brumadinho, região metropolitana de Belo Horizonte (MG), romperam. Ainda não temos informações sobre o número de vítimas, mas, segundo os bombeiros, cerca de 200 pessoas estão desaparecidas. Há relatos, ainda, sobre a chegada de material tóxico ao Rio Paraopeba, afluente do São Francisco. A dimensão completa deste desastre ainda não pode ser precisada.

A Articulação Intencional dos Atingidos e Atingidas pela Vale vem denunciando nos últimos anos na assembleia de acionistas da companhia o perigo do reiterado processo de redução de custos e despesas em suas operações, ampliando, assim, os riscos e os incidentes como o ocorrido em Mariana em 2015 e hoje em Brumadinho. Entretanto, nada foi feito. Não se pode dizer que o rompimento das barragens, no dia hoje, não era previsto ou esperado: apesar de alertada, a Vale nada fez a não ser continuar minerando e aumentando seu lucro.

Brumadinho f**a a 149 km de Mariana, epicentro do rompimento da Barragem do Fundão, outro crime bárbaro envolvendo a mineradora Vale, que tirou a vida de 19 pessoas, e afetou milhares na Bacia do Rio Doce, que sofrem até hoje com o descaso da Vale S.A. que não indeniza nem reconhece o direito das pessoas afetadas.

Além da evidente responsabilidade da empresa compreendemos que o Estado brasileiro é igualmente responsável pelas violações de direitos humanos dos atingidos pelo rompimento de barragens. Destaca-se que a autorização de funcionamento de barragens de rejeito de minério - tecnologia proibida em diversos países - a não fiscalização de suas instalações e a não responsabilização das empresas mineradoras pelos danos a que dão causa representam uma verdadeira omissão das autoridades brasileiras que permite que as violações se repitam. Ressalta-se que mesmo depois de 3 (três) anos do crime da Bacia do Rio Doce, a Vale não foi devidamente responsabilizada e os atingidos seguem lutando por justiça.

E agora, a Vale novamente figura em uma nova tragédia social e ambiental. É urgente que as autoridades do Estado brasileiro assumam suas responsabilidades e deem início a uma investigação célere, imparcial e efetiva para que casos como esses não corram mais. Além de promover a fiscalização de todas as barragens de rejeito do país, de modo a evitar novos rompimentos e tragédias.

Nos solidarizamos com todos os afetados e afetadas e novamente gritamos: Não foi acidente!



Articulação Internacional das Atingidas e Atingidos da Vale

Neste dia 12 de setembro, convidamos a todos e a todas para o lançamento do livro que marca os 20 anos do Núcleo Tramas.
10/09/2018

Neste dia 12 de setembro, convidamos a todos e a todas para o lançamento do livro que marca os 20 anos do Núcleo Tramas.

O livro “Tramas para a justiça ambiental: diálogo de saberes e práxis emancipatórias” foi organizado por integrantes do ...
24/07/2018

O livro “Tramas para a justiça ambiental: diálogo de saberes e práxis emancipatórias” foi organizado por integrantes do Núcleo Tramas – Trabalho, Ambiente e Saúde da Universidade Federal do Ceará. Além dos capítulos que descrevem e refletem sobre a experiência do Núcleo, a publicação traz contribuições de grupos de pesquisa, pesquisadores e pesquisadoras parceiros, de diversas universidades do Brasil, que trabalham na perspectiva da ciência emancipatória. A obra reúne reflexões teóricas e metodológicas, e as pistas que esses coletivos foram descobrindo e construindo por meio do diálogo de saberes com territórios e movimentos sociais que vivem conflitos ambientais.

Nas palavras da Dra. Alba Pinho, professora do Departamento de Ciências Socias da UFC, que escreve o prefácio da publicação: “esta obra, vem a público em um momento estratégico em que precisamos renovar energias emancipatórias, a enfrentar a exacerbação das políticas neoliberais, no interior de um Estado autoritário e submetido aos interesses do capital, em meio às expressões do neoconservadorismo e, mesmo, do fascismo societal. Neste cenário adverso, se faz necessária a comunhão de esperanças e de forças libertárias para avançarmos neste enfrentamento de classes. Mais do que nunca é preciso construir Epistemologias do Sul, em experiências dissidentes. Impõe-se a exigência da crítica e da práxis emancipatória. Este livro surge de dentro das tessituras dessa resistência imprescindível.”

O livro “Tramas para a justiça ambiental: diálogo de saberes e práxis emancipatórias” foi organizado por integrantes do Núcleo Tramas – Trabalho, Ambiente e Saúde da Universidade Federal do Ceará. Além dos capítulos que descrevem e refletem sobre a experiência do Núcleo, a publicaç...

11/04/2018
11/04/2018

Carta de agradecimento à Comunidade da Prainha do Canto Verde

Nós, participantes do Seminário Ciência, Universidade e Diálogo de Saberes: desafios à Justiça Ambiental, realizado na Prainha do Canto Verde, queremos trazer a esta Comunidade o nosso reconhecimento e a nossa gratidão.

Pesquisadores, pesquisadoras e estudantes de 14 Universidades públicas; militantes socioambientais de 20 Movimentos, entidades e Redes; moradores de Comunidades afetadas por conflitos ambientais no Ceará e no Maranhão chegamos neste território no dia 26 de março trazendo nos ombros o peso da tristeza e da violência que a conjuntura atual nos impõe, e que muitas vezes nos imobiliza e enfraquece. Saímos daí no dia 28 com os olhos brilhando e o coração aquecido, revigorados para seguir construindo os nossos sonhos.

Não teria sido assim se o Seminário tivesse acontecido em outro território. Todos reconhecemos como nos alimentou a alma poder colocar os pés neste chão libertado e construído pela luta e pelo cuidado de vocês! A beleza da paisagem se soma à beleza da história da comunidade, das pessoas que a fazem, da organização autônoma que souberam construir ao longo de tantas décadas, dos muitos saberes que partilham.
Nosso tema central no Seminário era o diálogo de saberes, no intuito de questionar o monopólio do conhecimento pela ciência e as barreiras que dificultam a troca horizontal e solidária entre sujeitos da academia e sujeitos das lutas. A contribuição de vocês foi fundamental ao nos acolherem neste território de resistência e de afirmação de outros valores e modos de vida, que é expressão concreta dos seus conhecimentos e sabedoria.

A avaliação do Seminário, feita pelos participantes, sublinhou a importância das experiências vividas para além da programação dos debates, para que pudéssemos abrir a mente e aprender e nos renovar com os sabores e sorrisos das mulheres que alimentaram nossos corpos e nossa alma, os pescados frescos que buscaram no mar, as tantas histórias fortes e lindas que têm pra contar, as músicas e o Papa Angu, o acolhimento nas casas e pousadas, os passeios pela Comunidade, a organização do turismo e do artesanato, as crianças da Escola...

Numa palavra: vocês nos mostraram que “outros mundos” não só são possíveis, como estão acontecendo aqui e agora, a 128 km da capital do Ceará! Vocês re-(a)cordaram nossos sonhos e acenderam em nossos corações o fogo da esperança.

Por este tesouro, a nossa gratidão!

05/04/2018

Intitulada “Carta da Prainha” o documento é uma expressão coletiva de mais de 90 representações de núcleos de pesquisa de universidades públicas, movimentos sociais do campo e da cidade, comunidades quilombolas, camponesas, tradicionais, instituições de pesquisa, organizações sociais, ...

Convidamos todxs as pessoas e coletivos que debatem e lutam por justiça ambiental e que acreditam que a Universidade pod...
12/03/2018

Convidamos todxs as pessoas e coletivos que debatem e lutam por justiça ambiental e que acreditam que a Universidade pode ser radicalmente democrática e socialmente referenciada. O Seminário será também o momento de comemorar os 20 anos do Núcleo Tramas-UFC. Em breve, divulgaremos o link para inscrições ;)

O ano começa com pesquisa trameira sendo defendida.  Fernando Leão apresenta os resultados da pesquisa realizada na Chap...
10/01/2018

O ano começa com pesquisa trameira sendo defendida. Fernando Leão apresenta os resultados da pesquisa realizada na Chapada do Apodi, sexta-feira (12/01). Participem!


Resumo:

O avanço das fronteiras de acumulação capitalista sobre os territórios camponeses no Brasil, há décadas, geram injustiças e conflitos sociais e ambientais. O quadro de conflitos e as denúncias por movimentos sociais organizados e por moradores de comunidades atingidas chamam a atenção de pesquisadores e grupos de pesquisa de diferentes universidades públicas no país – a exemplo de grupos da UFC, da UFMG, da UFMA – que reagem com uma série de ações acadêmicas nesses territórios. Nesta perspectiva, considerando um conjunto de reflexões acerca das relações existentes entre Universidade e comunidade, cumpre indagar: como tem se dado as ações das universidades nessas comunidades que vivenciam conflitos ambientais? Como os sujeitos da Universidade se relacionam com os sujeitos e os saberes da comunidade e que estratégias buscam para a efetivação de ações relevantes para o contexto comunitário? O que pensam os moradores dessas comunidades acerca de tais ações? Neste cenário, esta pesquisa intenta compreender os desafios, os limites e as potencialidades da atuação da Universidade em comunidades camponesas com conflitos ambientais, a partir do olhar dos moradores da comunidade do Tomé, Chapada do Apodi, Ceará, acerca de ações realizadas entre 2007 e 2017.

Nossa definição do universo da pesquisa passou pela compreensão de que o conflito instalado nessa comunidade, situada na macrorregião cearense do Baixo Jaguaribe, é um caso representativo dos conflitos ambientais que se multiplicam no país e a comunidade do Tomé se transformou no epicentro dos conflitos na região, principalmente, pela atuação de Zé Maria do Tomé, agricultor e liderança nesta comunidade, assassinado em 2010. Considerando a perspectiva reflexiva da relação Universidade e Sociedade e a análise do olhar dos moradores acerca das ações da Universidade, o viés metodológico desta pesquisa fundamentou-se na articulação entre i) observação participante; ii) entrevistas semi-estruturadas; iii) análise de um texto teatral; e iv) pesquisa bibliográf**a, compreendendo, principalmente, o estudo da produção acadêmica relacionada aos conflitos ambientais na região do Baixo Jaguaribe, na Chapada do Apodi e, especif**amente, na comunidade do Tomé, entre os anos de 2007 e 2017 (RIGOTTO, 2011; ROCHA, 2013; SILVA, 2014) e a produção teórica sobre comunidades camponesas (MARTINS, 1981; 1989; 1993), sobre educação e emancipação (FREIRE, 1977; 2005; SANTOS, 1991;2006) e sobre Universidade (RIBEIRO, 2003; SANTOS, 2013).

Nossa hipótese é que a experiência dos moradores – que participaram, tiveram conhecimento ou apenas ouviram falar sobre as ações da Universidade em sua comunidade – pode oferecer elementos para avaliar o que foi realizado e para arquitetar uma práxis acadêmica mais democrática, socialmente referenciada e comprometida ética e politicamente com as transformações sociais na direção da liberdade, da justiça ambiental e da emancipação do ser humano.

Endereço

Fortaleza, CE

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