Petróleo e Gás Unifor

Petróleo e Gás Unifor Além disso, o egresso deverá ser um profissional apto a trabalhar em equipe, capaz de solucionar problemas, sendo ético e zelando pelo social.

O tecnólogo em Petróleo e Gás deverá ter habilidade de gerenciar, monitorar e executar a prospecção, extração, beneficiamento ou produção, armazenagem e comercialização do petróleo e seus derivados. Competências e habilidades gerais do tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
Em sua atuação, o tecnólogo em Petróleo e Gás aplica a legislação do setor, afere a qualidade do produto, bem com

o gerencia situações de emergência, com vistas ao controle de acidentes de trabalho e ambientais. O curso oferecido pela Unifor enfatiza, considerando a vocação regional, as principais etapas do processo produtivo do petróleo e gás, habilitando esse tecnólogo a atuar em jazidas, plataformas, refinarias e distribuidoras, conforme a demanda;

O profissional deverá ser compatível com a realidade do mercado de trabalho atual e suas perspectivas, por meio de uma postura empreendedora, com capacidade de liderança, visão crítica, holística, criativa, inovadora e de promover o desenvolvimento econômico, com respeito social e ambiental. O tecnólogo em Petróleo e Gás formado deverá ter habilidade de gerenciar, monitorar e executar a prospecção, extração, beneficiamento ou produção, armazenagem e comercialização do petróleo e seus derivados. Considerando a vocação regional, o tecnólogo poderá atuar em jazidas, plataformas, refinarias e distribuidoras e capacitados para atuar na indústria, realizando análise do petróleo/gás; avaliando aspectos dos reservatórios e legislação vigente; identificando, avaliando e explorando suas reservas terrestres e marítimas; gerenciando o ambiente de trabalho e os riscos ambientais. Ao final do curso, o profissional será capaz de:
- Atuar nos setores de perfuração, produção, refino, distribuição e logística em Petróleo e Gás
- Gerenciar, planejar, executar e manter obras e serviços do setor Petróleo e Gás, objetivando em todas as etapas a sustentabilidade das ações

Coordenador: Antônio Roberto Menescal de Macêdo
Turno/Vagas: Noite/50 (por semestre)
Carga horária: 2.412h
Duração estimada: 3 anos (6 semestres)
Certificações intermediárias: duas* (Auxiliar Técnico de Perfuração de Petróleo e Gás; e Auxiliar Técnico de Refino em petróleo e Gás). Ao final do curso, tecnólogo em Petróleo e Gás

30/11/2014

Controle de Kick

Pra galerinha interessada! ;)
20/08/2014

Pra galerinha interessada! ;)

GUIA DO CONCURSEIRO | Concurso para todos os níveis de escolaridade. Saiba mais. http://bit.ly/1pbGrm8

06/06/2014

Gerador de dióxido de carbono no processo de fermentação do etanol, o setor sucroalcooleiro tem um potencial grande de reaproveitamento do gás e ainda de deixar de emitir um dos principais contribuidores do efeito estufa.

04/06/2014

Vídeo estudantil traz diversas formas de energia.

02/06/2014

Programa brasileiro de produção de etanol a partir da cana-de-açúcar, fonte renovável de energia em substituição aos combustíveis fósseis. O maior programa energético da humanidade.

23/05/2014

O petróleo é uma das maiores fontes de energia do mundo, além de ser matéria-prima para outros subprodutos. Com a descoberta do pré-sal o Brasil espera dobrar suas reservas de combustível fóssil. Veja que vídeo bem produzido pelo Brasil.org.br

14/05/2014

EQUIPAMENTOS SUBMARINOS

Ao longo de sua história, a Petrobras tem desenvolvido e aplicado soluções tecnológicas cada vez mais sofisticadas no ramo de engenharia submarina. São mais de quarenta anos de produção no mar, em lâminas d´água cada vez mais profundas, que exigiram a utilização dos mais modernos equipamentos offshore. O papel da engenharia submarina foi decisivo para desenvolver os inúmeros projetos de produção da companhia, que envolvem não só as atividades de operação, como também instalação e manutenção.

Abaixo, podemos conhecer um pouco mais sobre esses equipamentos, que, ao lado de novas tecnologias desenvolvidas ao longo dos anos, permitem à Petrobras destacar-se mundialmente na exploração e produção de petróleo em águas profundas e ultra profundas.

ÁRVORE DE NATAL MOLHADA (ANM)

A ANM é um equipamento instalado na cabeça do poço submarino, composto de um conjunto de conectores e válvulas que permitem controlar o fluxo dos fluidos produzidos ou injetados no poço. É projetado para suportar elevadas pressões e temperaturas do poço (além de elevadas pressões e baixas temperaturas ambientes). Pode ser instalada com suporte de mergulhadores em profundidade de até 300m ou, em águas profundas e ultra profundas, com auxílio de um veículo de operação remota (ROV).

O nome árvore de natal tem origem na década de 1930, quando moradores de províncias petrolíferas norte-americanas fizeram a associação do equipamento coberto de neve com um pinheiro natalino. Com a descoberta de petróleo no fundo do mar, o equipamento foi adaptado às novas condições e passou a ser chamado de árvore de natal molhada ou ANM, muito utilizada em sistemas de produção offshore.

MANIFOLD

Outro tipo de equipamento importante que pode estar presente no layout submarino são os manifolds, equipamentos que conjugam a produção de dois ou mais poços. De forma geral, são conjuntos de válvulas e assessórios que permitem a manobra e junção das correntes produzidas pelos poços, formando uma única corrente em direção à Unidade de Produção. Os manifolds podem também ser utilizados para permitir que um grupo de poços compartilhem sistemas de injeção de água e gas-lift.

De forma mais objetiva e simplificada, eles servem para o direcionamento da produção de vários poços às unidades de produção e também para distribuir fluidos destas para serem injetados nos poços. Como agrupam os fluidos produzidos por poços, os manifolds ajudam a reduzir o número de linhas conectadas à plataforma, além de reduzir o comprimento total das linhas de interligação de poços usados num sistema de produção.

LINHAS FLEXÍVEIS E RISERS

Linhas flexíveis e risers são os dutos que conduzem os fluidos produzidos pelo poço para unidades de produção. Podem também ser utilizados para interligação de uma unidade a outra, para injeção ou descarte de fluidos em reservatórios ou para a exportação da produção em terra.

Os dados ou linhas flexíveis apresentam formato tubular e são constituídos de diversas camadas de materiais metálicos e não-metálicos, cada qual com função específica. Os dutos flexíveis possuem em suas extremidades acessórios denominados “conectores” e são empregados em todo sistema submarino de coleta e escoamento, ligando as árvores de natal molhadas a manifolds ou risers.

Já os riseres, são os trechos suspensos das tubulações que interligam as linhas de produção submarinas (oriundas de uma árvores de natal molhada ou manifold) às plataformas. Podem também ser utilizados para conduzir fluidos da superfície até o leito marinho, como os risers de injeção e de exportação. Os risers podem ser flexíveis ou rígidos.

UMBILICAIS E EQUIPAMENTOS DE INTERLIGAÇÃO

Além dos equipamentos descritos acima, outros também compõe os arranjos submarinos dos sistemas de produção. Dois exemplos são os equipamentos de interligação do tipo PLET e PLEM, além dos umbilicais eletro-hidráulicos.

Os equipamentos de interligação PLET (Pipeline End Termination) são equipamentos instalados na extremidade de um trecho rígido a fim de permitir a interligação entre este e outro duto flexível. Já os do tipo PLEM (Pipeline End Manifold), são instalados na extremidade de um trecho de duto a fim de permitir a interligação entre este e um ou mais trechos de dutos.

Os umbilicais eletro-hidráulicos são constituídos por um conjunto de mangueiras e cabos elétricos, utilizados para operar remotamente equipamentos e válvulas submarinas, injetar produtos químicos e monitorar parâmetros operacionais (temperatura e pressão) de poços.

http://tecpetro.wordpress.com/2014/05/11/equipamentos-submarinos/

14/05/2014

MAIS UM ESCÂNDALO # REFINARIA NO MA GASTA R$ 1,6 BI E NÃO SAI DO PAPEL

No início de 2010, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, a governadora Roseana Sarney, o pai dela, senador José Sarney (PMDB-AP) e o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, fizeram festa, com direito a discurso, para o lançamento da pedra fundamental da Refinaria Premium I em Bacabeira, a 60 km de São Luis. Seria a maior refinaria do Brasil, com capacidade de produzir 600 mil barris/dia, empregaria 25 mil pessoas no ápice das obras e deveria entrar em pleno funcionamento em 2016. Quatro anos depois, o que se vê é a paralisação da obra, que somente em terraplanagem, consumiu R$ 583 milhões, além de mais R$ 1 bilhão em projetos, treinamentos, transporte, estudos ambientais. Todo o montante foi pago pela Petrobras.

O custo total da refinaria está estimado em R$ 38 bilhões, mas a própria empresa afirmou, em nota enviada ao GLOBO, que “somente após a conclusão da etapa de consulta ao mercado será possível mensurar o custo total da refinaria”. A previsão, agora, é que ela entre em operação em 2018.

Apesar da festa no lançamento da pedra fundamental, nem projeto básico havia na ocasião. De prioritária, a futura refinaria entrou num limbo. No Plano de Negócios para o quadriênio 2013/2017, o empreendimento consta apenas na carteira de fase de projeto. Um relatório de fiscalização do Tribunal de Contas da União (TCU), de abril do ano passado, apontou indícios graves de irregularidade na terraplanagem — a única obra que teve início, mas que foi paralisada sem ser concluída, conforme relatório do tribunal. De acordo com os fiscais do TCU, somente em 1º de novembro de 2010 — oito meses depois da festa com Lula e companhia — e já com a terraplanagem em andamento, é que foi assinado um contrato para elaboração do projeto básico da Refinaria.

A pressa da Petrobras em dar visibilidade a uma refinaria que não tinha nem projeto básico ocasionou, de acordo com relatório do TCU, um dano de R$ 84,9 milhões. Diz um trecho do documento: “Entende-se que o contrato não poderia ter sido assinado sem a liberação das áreas para o consórcio construtor. A consequência disso foi um dano de R$ 84,9 milhões”. No entendimento dos técnicos do tribunal, a petroleira foi responsável pelo atraso na liberação do terreno e demorou a emitir ordens de serviço para que a terraplanagem começasse. O valor do dano contempla uma ação extrajudicial e um aditivo.

Os auditores do TCU apontaram que houve mudanças no leiaute do projeto e, com isso, toda a obra foi comprometida. “A gênese de todo o problema parece estar na decisão de iniciar-se uma obra desse porte sem um planejamento adequado, passível de toda sorte de modificações. Até esta data (3 de abril de 2013), passados cinco anos dos primeiros estudos, ainda não se tem um projeto completamente definido para a Premium I”, anotaram os auditores.

Profusão de aditivos

Segundo a vistoria do TCU, foram feitas alterações que transformaram completamente o projeto. “Uma importante alteração foi o aumento considerável do número de tanques. Ao que consta, a tancagem planejada inicialmente para situar-se na zona portuária, por restrições de espaço ou mesmo por mudança de concepção do projeto, localizar-se-á na área da refinaria”, observaram os técnicos, que apontaram outras mudanças significativas no plano original. “Essas modificações impactaram o contrato de terraplanagem, contribuindo, certamente, para a profusão de aditivos”, escreveram os auditores.

A terraplanagem foi contratada em 14 de julho de 2010 com o Consórcio GSF, formado pelas empresas Galvão Engenharia, Serveng Civilsan e Fidens Engenharia, com valor inicial de R$ 711 milhões. Em abril do ano passado, o contrato foi interrompido, com 80% das obras concluídas e o pagamento de R$ 583 milhões. Os auditores verificaram que, entre esses aditivos, haviam vários que cancelavam determinado valor, com mudanças no quantitativo dos trabalhos, mas, em seguida, um novo aditivo aumentava o mesmo valor, inclusive com centavos, em outro tipo de serviço.

Os 13 aditivos feitos ao contrato da terraplanagem acarretaram um acréscimo de R$ 14,2 milhões na obra. No total, foram realizadas 14 modificações de valores e mais uma transação extrajudicial entre as partes no valor de R$ 73,9 milhões. A terraplanagem também precisou contar com um trabalho extra por causa de erosão no solo e, para tratar do problema, a Petrobras contratou outra empresa a Cristal Engenharia, por mais R$ 7,5 milhões. A auditoria anotou: “ou seja, a Petrobras celebrou outro contrato, destinado a manter parte dos trabalhos de terraplanagem já desenvolvidos. Todavia, foi constatado que este novo ajuste não prevê a conclusão de algumas estruturas inacabadas.”

Oito dos aditivos realizados pela Petrobras no contrato modificavam, e muito, o tipo de serviço a ser realizado, mas, no final, os valores cancelados e acrescidos acabaram praticamente os mesmos. Os técnicos demonstraram que “embora se compreenda que uma obra de terraplanagem necessite de ajustes nas quantidades estimadas inicialmente, a dimensão desses ajustes reflete a má qualidade do projeto. Não se pode aceitar, por exemplo, uma redução da ordem de 96% em um quantitativo”.

A Petrobras informou que os aditivos ocorreram “em consequência do elevado grau de detalhamento adotado pela empresa na constratação, com mais de 144 itens na planilha de preços unitários”. Sobre a concorrência para a construção da refinaria, a assessoria da petroleira declarou que “os pacotes de contratação estão em ajustes finais para serem lançados no mercado. Em março já foram emitidos convites para terceirização dos serviços de geração de hidrogênio e de tratamento de ãgua e efluentes. Os projetos passaram por adequações e estão aderentes às métricas internacionais”.

http://blog.jornalpequeno.com.br/johncutrim/2014/05/11/escandalo-refinaria-ma-gasta-r-16-bi-e-nao-sai-papel/

14/05/2014

FRACCIDENTS: Contrary to the oil & gas industry's claim that fracking is harmless and safe, there have been numerous documented "fraccidents" linked to poisoned drinking water, polluted air, mysterious animal deaths, and explosions. Check out this link for an interactive map of fraccidents! >> http://ow.ly/wBf6d

Help us SPREAD this fraccidents map far and wide to dispel the myth of "safe" fracking! Share your thoughts below.

13/05/2014

Saiba como funciona o refino dos hidrocarbonetos.

12/05/2014

Filme de Animação Produzida pelo CEPETRO-UNICAMP que explica o processo de extração e beneficiamento do petróleo.

Endereço

Avenida Washington Soares, 1321, Edson Queiroz
Fortaleza, CE
60.811-905

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