Curso de Letras - UNIOESTE/Foz do Iguaçu

Curso de Letras - UNIOESTE/Foz do Iguaçu Socializar informações de interesse para professores e alunos do Curso de Letras da UNIOESTE/Foz do Iguaçu e estreitar o contato com a comunidade externa.

13/02/2026
05/02/2026

𝐋𝐚 𝐜𝐮𝐥𝐭𝐮𝐫𝐚 𝐲 𝐥𝐚 𝐦𝐮𝐞𝐫𝐭𝐞 𝐝𝐞 𝐃𝐢𝐨𝐬
Terry Eagleton

"La cultura y la muerte de Dios" de Terry Eagleton investiga la búsqueda moderna de sustitutos para la religión en la cultura y el arte tras la Ilustración, analizando las contradicciones del secularismo occidental y el fundamentalismo religioso.

En este libro, Eagleton explora cómo la sociedad moderna, supuestamente carente de fe, busca desesperadamente reemplazar el papel que alguna vez desempeñó Dios. El autor realiza una historia intelectual exhaustiva de la modernidad europea, desde la Ilustración hasta la actualidad, para analizar los "reemplazos insatisfactorios para el Todopoderoso" que se han inventado en la era posiluminista.

El trabajo aborda la ironía de que el capitalismo occidental propaga tanto el secularismo como, paradójicamente, el fundamentalismo religioso. Eagleton reflexiona sobre las capacidades únicas de la religión y considera el arte y la cultura como posibles caminos modernos hacia la salvación, aunque a menudo resultan ser sustitutos simbólicos insuficientes para la fe universal que proporcionaba la religión católica.

Entre los temas principales, destacan:

𝐋𝐚 𝐦𝐮𝐞𝐫𝐭𝐞 𝐝𝐞 𝐃𝐢𝐨𝐬: Más allá del concepto nietzscheano de la pérdida de valores absolutos, Eagleton examina cómo la sociedad ha intentado llenar el vacío dejado por la ausencia de un orden cósmico o una ley moral universal.
𝐂𝐮𝐥𝐭𝐮𝐫𝐚 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐬𝐮𝐬𝐭𝐢𝐭𝐮𝐭𝐨: El libro analiza si la cultura, en sus diversas formas (arte, valores, costumbres), puede ofrecer la síntesis que antes proporcionaba la religión, y si estos sustitutos son accesibles o solo para una minoría.
𝐌𝐨𝐝𝐞𝐫𝐧𝐢𝐝𝐚𝐝 𝐲 𝐫𝐞𝐥𝐢𝐠𝐢𝐨́𝐧: Se discute la relación entre la modernidad, la religión y el impacto de eventos políticos como los ataques del 11 de septiembre en el ateísmo contemporáneo, así como la posibilidad de que comunidades justas y compasivas prosperen sin un fundamento religioso.
𝐂𝐫𝐢́𝐭𝐢𝐜𝐚 𝐚𝐥 𝐜𝐚𝐩𝐢𝐭𝐚𝐥𝐢𝐬𝐦𝐨 𝐨𝐜𝐜𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐚𝐥: Eagleton critica la paradoja del capitalismo occidental, que parece fomentar tanto el ateísmo como las condiciones que pueden llevar al fundamentalismo religioso como reacción.

Es una investigación lúcida y brillante sobre las complejidades de la fe, la cultura y la política en el mundo moderno, ofreciendo una intervención urgente en el peligroso presente político.

Para su lectura, ver primer comentario de la publicación original.

03/02/2026

Revista Dadolin abre chamada para submissão de artigos para Dossiê temático:

«Português como língua pluricêntrica: desconstrução de conceitos e legitimação de línguas-culturas»

Organização:

• Prof. Roberval Teixeira e Silva (Universidade de Macau / Cátedra UNESCO PLM)
• Prof. Caio César Christiano (Universidade das Bahamas/ Instituto Guimarães Rosa)
• Profa. Tânia Ribeiro Marques (Universidade de São José / CLUP)
• Profa. Camila Oliveira Macêdo (Universidade de São José / Instituto Guimarães Rosa)

Prazo de submissão: 30 de abril de 2026

Saiba mais:
https://plataforma9.com/publicacoes/chamada-da-revista-dadolin-portugues-como-lingua-pluricentrica.htm

Realismo mágico no cinema nacional
03/02/2026

Realismo mágico no cinema nacional

Exclusivo: Jeferson De subverte mito de Narciso sob a ótica da identidade negra.

O diretor de Bróder e M8 liberou o trailer de “Narciso”, que estreia em 19 de março. O longa usa o realismo fantástico para contar a história de um órfão (Arthur Ferreira) que, após ser rejeitado por adotantes, recebe de um gênio (Seu Jorge) a chance de ter uma família rica. A condição, inspirada em Caravaggio, é o ponto central: ele não pode ver sua imagem refletida, ou o encanto se quebra.

A produção da Buda Filmes, com roteiro de Jeferson De e Cristiane Arenas, discute pertencimento e racismo no Brasil. O elenco traz Bukassa Kabengele, Ju Colombo, Fernanda Nobre e Marcelo Serrado. Premiado em Montreal e selecionado para o Pan African Film Festival, em Los Angeles, o filme reforça a trajetória de Jeferson no cinema contemporâneo.

Distribuído pela Elo Studios, o lançamento terá pré-estreias com debates em SP, RJ e Salvador. O projeto segue os princípios do "Dogma Feijoada", focado no protagonismo negro no audiovisual. Confira os detalhes sobre o circuito de exibição no link dos stories.

Ficha Técnica Completa
Direção: Jeferson De
Roteiro: Jeferson De e Cristiane Arenas
Produção: Cristiane Arenas
Produção Executiva: Carlos Proença | Dir. Produção: Paula Alves
Direção de Fotografia: Lílis Soares | Direção de Arte: Belisa Bagiani
Montagem: Pedro Iglesias | Direção Musical: Pedro Dom
Som e Mixagem: Ariel Henrique e Douglas Vianna
Figurino: Lena Santana | Visagismo: Sonia Penna
Elenco: Arthur Ferreira (Narciso), Bukassa Kabengele (Joaquim), Ju Colombo (Carmen), Faiska Alves (Alexandre), Diego Francisco (Naldo), Levi Asaf (Carlinhos), Teka Romualdo (Josefa), Fernanda Nobre (Luiza), Ernesto Piccolo (Jaime), Larissa Nunes (Lili), Isadora Iglesias (Isis).
Participações Especiais: Seu Jorge (Gênio), Juliana Alves (Sonia), Marcelo Serrado (Fernando).
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03/02/2026
Filme que todos os que estudam espanhol e se interessam pela cultura espanhola deveriam assistir.
30/01/2026

Filme que todos os que estudam espanhol e se interessam pela cultura espanhola deveriam assistir.

Madri, verão de 1975. Enquanto o ditador Francisco Franco definha em seu leito de morte, Carlos Saura filma em silêncio uma menina de oito anos descendo escadas sombrias. Ana Torrent, com olhos que parecem guardar séculos de silêncio, encontra o pai morto na cama — um oficial militar franquista, nu e abandonado por sua amante. Ninguém grita. Ninguém chora. A câmera desliza como um fantasma, registrando o momento em que um regime inteiro expira sem cerimônia. Filmado nos últimos suspiros da ditadura, “Cría Cuervos” não esperaria muito para ser lançado: estreou em janeiro de 1976, quarenta anos após o início da Guerra Civil, como um epitáfio cinematográfico para quatro décadas de opressão.

Há cinquenta anos, Cría Cuervos chegava aos cinemas mostrando que a denúncia política não precisa gritar para ser devastadora. Em plena Espanha ainda submetida aos últimos suspiros do franquismo, o diretor escolheu o caminho menos óbvio: a intimidade doméstica, o silêncio, a memória fragmentada e o olhar de uma criança. Ali, no espaço privado, Saura expôs a engrenagem moral de uma ditadura que se sustentava tanto pela repressão explícita quanto pela normalização do autoritarismo no cotidiano.

O franquismo dentro de casa

O filme não mostra quartéis nem comícios. Mostra uma família. Um pai militar morto, uma mãe ausente, tias rígidas, criadas submissas. O regime aparece diluído nos gestos, na disciplina, no medo e na autoridade incontestável. É essa transposição do político para o doméstico que torna Cría Cuervos tão corrosivo: o franquismo não é apenas um sistema de poder, mas uma pedagogia do silêncio transmitida entre gerações.

por Cezar Xavier
📸 Reprodução

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Há vaga para língua espanhola.
22/01/2026

Há vaga para língua espanhola.

O edital do concurso para professores do Instituto Federal de Alagoas (Ifal) foi publicado no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (19). O certame oferece 52 vagas em diversas áreas e salários de até R$ 13.288,85.

A seleção contempla oportunidades nas áreas de Direito, Administração, Contabilidade, Logística, Segurança do Trabalho, Biologia, Física, Química, Matemática, História, Geografia, Filosofia, Língua Portuguesa, Língua Inglesa e Espanhola, além de cursos técnicos como Eletrotécnica, Mecânica, Informática, Sistemas Biomédicos, Hidrologia e Topografia.

O edital também prevê vagas na área de Música, com oportunidades para clarinete, saxofone, regência e trombone, além de ofertas em Hotelaria e Medicina Veterinária.

As inscrições vão de 23 de janeiro a 19 de fevereiro, pela Copeve, com taxa de R$ 250.

O concurso será aplicado em quatro etapas:

Prova escrita, com questões objetivas e subjetivas;
Prova de desempenho didático, para a maioria das áreas, e prova de desempenho didático e instrumental para os candidatos da área de Música;
Prova de títulos para os classificados;
Procedimento de heteroidentificação e validação das autodeclarações, voltado a candidatos que se declararem pretos ou pardos.


A remuneração inicial varia de acordo com a carga horária e a titulação. O salário base é de R$ 3.090,43, podendo chegar a R$ 13.288,85 com a Retribuição por Titulação (especialização, mestrado ou doutorado).

Os aprovados também podem receber benefícios como auxílio-alimentação (para jornada de 40 horas), auxílio-transporte, assistência pré-escolar e auxílio-saúde suplementar.

Endereço

Avenida Tarquínio Joslin Dos Santos, 1300/Polo Universitário
Foz Do Iguaçu, PR

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