Núcleo Takinahaky de Formação Superior Indígena -

Núcleo Takinahaky de Formação Superior Indígena - Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Núcleo Takinahaky de Formação Superior Indígena -, Ensino superior, Goiânia.

O curso de licenciatura em Educação Intercultural da UFG existe desde 2006, sendo em 2014 inaugurado o prédio que comporta esse curso junto ao Núcleo Takinahakỹ de Formação Superior Indígena (NTFSI).

19/02/2025

No dia internacional da língua materna, o GT Nacional para a Década das Línguas Indígenas realizará uma live para falarmos da importância das nossas línguas indígenas!
Convidamos vocês para participarem às 19:30 - Canal Youtube da Década.

Convidados especiais:
Edilson Paumari
David Pataxó Hãhãhãe
Maria de Jesus Tukano
Mediação: Karina Kambeba

"Os espíritos ancestrais dos nossos antigos, que são a vida no planeta, despertam e falam por meio das línguas"

04/07/2024
26/01/2024

O Núcleo Takinahakƴ está de luto e lamenta, com muita tristeza o falecimento do aluno , Noberto Tseredawa Tseredze Tsare.

Norberto ingressou no curso de licenciatura em educação intercultural na turma de 2019. Era querido e admirado pelos seus colegas. Na sua aldeia, trabalhava como professor da aldeia São Felipe, na Terra Indígena Parabubure, no município de Campinápolis, no estado do Mato Grosso.

Neste momento, a família Takinahaky seguirá em luto com o comitê A'uwē Aputabi.

Comunicamos que nossa etapa será interrompida a partir de amanhã, 26 de janeiro.
Posteriormente, planejaremos a melhor maneira para retomada de nossas atividades.

Pedimos a todos os comitês que orientem uns aos outros na atenção aos sintomas gripais. É extremamente importante fazer a testagem de Covid antes da viagem de retorno para as aldeias.

Orientamos ainda que aqueles que manifestarem sintomas gripais ou que testaram positivo para Covid-19, que permaneçam na cidade, cuidando-se e buscando formas para interromper a transmissão para as aldeias.

Os serviços do R.U continuarão a ser oferecidos.

Em caso de sintomas graves, busquem os serviços de saúde e comuniquem os professores/as orientadores.

15/04/2023

MASP Professores | 15.4.2023

O MASP Professores é um programa de encontros sobre arte, educação e esfera pública, voltado para a formação de educadores e interessados em geral. Cada edição procura aprofundar os temas propostos pelos ciclos expositivos do museu, tendo em vista os debates do campo pedagógico.

O primeiro encontro do programa MASP Professores em 2023 tem como assunto os modos indígenas de ver, estar e sentir o mundo, abrangendo as diferentes formas de construção dos conhecimentos e das relações estabelecidas com as pessoas e a natureza. Esse diálogo com indígenas é essencial para que a voz desses povos chegue a diferentes espaços, especialmente os museus, as salas de aula e os demais territórios da educação.

CRONOGRAMA
10h30 – 13h30: mesa redonda
13h30 – 15h: intervalo
15h – 17h: conferência

CONVIDADOS
Mesa redonda: Gersem Baniwa, Marcos Tupã e Susilene Kaingang.
Conferência: Alberto Alvares.

Vagas limitadas. Inscreva-se: https://masp.org.br/masp-professores/ver-estar-e-sentir-o-mundo

20/03/2023

Logo mais embarco para São Paulo, a convite da Tv Cultura para participar do Roda Viva.
Participam da bancada de entrevistadores Luana Genot, diretora executiva do ID_BR, Rubens Valente, jornalista da Agência Pública, Gustavo Faleiros, editor de investigações ambientais do Pulitzer Center, Helena Corezomaé, repórter do portal Primeira Página (MT), e Leticia Leite, repórter colaboradora em SUMAÚMA: Jornalismo do centro do mundo.
A edição contará com a participação da quadrinista Carol Ito.
Com apresentação de Vera Magalhães, a entrevista vai ao ar ao vivo, a partir das 22h, na TV Cultura, no site da emissora, YouTube, Tik Tok, Twitter e Facebook.

01/02/2023
Em ordem inversa das fotos entendo a escola indígena como o espaço de troca de saberes e de misturar conhecimentos. Subi...
03/12/2022

Em ordem inversa das fotos entendo a escola indígena como o espaço de troca de saberes e de misturar conhecimentos. Subir um nível na escala a escola em seu prédio físico é o local de segurança onde a comunidade confia suas crianças e onde a discussão é fortalecida. Nesse espaço temos nomes em números e em necessidades. Se ampliarmos a visão a escola é parte do território, um território complexo onde cada espaço tem um significado e uma importância. Não tem hierarquia nessa escalas, elas precisam se mesclar ao longo de nossas vidas.

Temos que valorizar nossos territórios, nossos espaços e nossos saberes... E quando digo nossos ele envolve toda a diversidade nessas escalas.

Texto e fotografias: .bispo


Endereço

Goiânia, GO
74001-970

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