Grupo de Estudos em Biopolítica - UFG

Grupo de Estudos em Biopolítica - UFG F.

O Grupo de Estudos em Biopolítica, em atividade há seis anos, reúne professores e alunos da graduação e da pós-graduação em Filosofia da UFG, sob a coordenação conjunta dos professores Adriana Delbó, Adriano Correia e Carmelita B. Felício, e estuda a relação entre o natural, o biológico e o político na obra de autores como Michel Foucault, Giorgio Agamben, Hannah Arendt e Friedrich Nietzsche, entre outros.

sopa de wuhanÍNDICELa invención de una epidemia Giorgio Agamben (26 de febrero)El coronavirus es un golpe al capitalismo...
02/04/2020

sopa de wuhan

ÍNDICE

La invención de una epidemia Giorgio Agamben (26 de febrero)

El coronavirus es un golpe al capitalismo a lo Kill Bill... Slavoj ŽiŽek (27 de febrero)

Excepción viral Jean Luc Nancy (28 de febrero)

Contagio Giorgio Agamben (11 de marzo)

Crónica de la psicodeflación Franco “Bifo” Berardi (16 de marzo)

El coronavirus como declaración de guerra Santiago López Petit (19 de marzo)

El capitalismo tiene sus límites Judith Butler (19 de marzo)

Sobre la situación epidémica Alain Badiou (21 de marzo)

Política anticapitalista en tiempos de coronavirus David Harvey (22 de marzo)

La emergencia viral y el mundo de mañana Byung-Chul Han (22 de marzo)

A las puertas de un nuevo orden mundial Raúl Zibechi (25 de marzo)

Desobediencia, por tu culpa voy a sobrevivir María Galindo (26 de marzo)

El virus, el sistema letal y algunas pistas... Markus Gabriel (27 de marzo)

Reflexiones sobre la peste Giorgio Agamben (27 de marzo)

Fragilidad y tiranía (humana) en tiempos de pandemia Gustavo Yáñez González (27 de marzo)

Hospitalidad e inmunidad virtuosa Patricia Manrique (27 de marzo)

Aprendiendo del virus Paul B. Preciado (28 de marzo)

Ofrecemos un Menú Delivery, con un solo plato, pero varias presentaciones. La editorial ASPO (Aislamiento Social Preventivo y Obligatorio) recopiló en un solo ejemplar las opiniones de algunos referentes del pensamiento filosófico crítico (con diferentes condimentos desde las realidades de cada ...

"A 'tendência' de desvalorização da atividade filosóf**a nasceu junto com a filosofia, sendo mais forte em umas épocas q...
29/05/2019

"A 'tendência' de desvalorização da atividade filosóf**a nasceu junto com a filosofia, sendo mais forte em umas épocas que em outras. Não é casual que os períodos de maior combate à atividade filosóf**a coincidam com os de combate obscurantista a todo pensamento que não seja mero conformismo com as coisas tais como são. Para os conformistas, adesistas e dogmáticos de toda sorte, a filosofia será sempre um incômodo. E é também por isto que ela subsiste, porque nem todos são ou querem ser conformistas, adesistas ou dogmáticos. Usualmente, é em tempos sombrios que a atividade filosóf**a revela toda sua dignidade e toda sua relevância. A eleição da filosofia como alvo primeiro do combate cultural dos que agora estão no poder é algo que não podemos desdenhar, mas é também a prova do seu vigor e da sua urgência."

Notícias  “Em tempos sombrios, a atividade filosóf**a revela toda sua dignidade e relevância”, pontua Adriano Correia, presidente da Anpof 27 de maio de 2019 Redação 0 comentários bolsonaro, democracia, educação, filosofia, hannah arendt Compartilhe no WhatsAppNas palavras do doutor em ...

29/05/2019

'Não dá para ser livre em uma sociedade onde você f**a vulnerável por causa da cor da tua pele ou sua determinação sexual', diz filósofo

15/05/2019

Amanhã haverá atos em todo o país em defesa da educação pública, da universidade e da ciência. A Anpof apoia esses atos e convida todos e todas que fazem Filosofia nesse país a defender o direito de continuar a estudá-la, pesquisá-la e ensiná-la. Com recursos, sem constrangimentos e garantindo que cada vez mais pessoas possam ter acesso a esse conhecimento.

Contra o corte de 30% das verbas das universidades, contra o ataque à Filosofia, em defesa da universidade pública, gratuita e de qualidade, vamos às ruas.

Procure o ato em sua cidade.
Defenda sua universidade.
Junte-se aos seus/suas colegas e professores/professoras de departamento.

07/05/2019

Link para o manifesto: https://sites.google.com/g.harvard.edu/brazil-solidarity Veja o texto na íntegra: “Em 25 de abril, o presidente brasileiro Jair Bolsonaro, juntamente com seu ministro da educação, Abraham Weintraub, declarou a tentativa do governo de “descentralizar investimentos em fil...

Vladimir Safatle hoje na Folha de S. PauloA FILOSOFIA É UM ESPORTE DE COMBATEA universidade brasileira não será apagada ...
07/05/2019

Vladimir Safatle hoje na Folha de S. Paulo

A FILOSOFIA É UM ESPORTE DE COMBATE
A universidade brasileira não será apagada ao sabor de canetadas e cortes

Quando a filosofia se tornou um dos alvos prediletos do desmonte do desgoverno Bolsonaro, alguns acharam por bem adotar a estratégia da sensibilização para o lugar da filosofia na formação de profissionais eticamente mais orientados e com capacidade de análise crítica.

Ou seja, contra a acusação de sua inutilidade seria o caso de expor, ao contrário, sua pretensa grande utilidade para a reprodução otimizada das estruturas de nossas formas de vida. Como se este desgoverno atual fosse composto de pessoas incapazes de compreender a formação necessária e desejada para o estágio atual de nossas demandas de gerenciamento social.

No entanto, gostaria de dizer que o sr. Bolsonaro acerta quando elege a filosofia e a sociologia como seus alvos privilegiados contra a educação nacional.

Pois, enquanto existir neste país um departamento de filosofia e um departamento de sociologia, nossos alunos serão ensinados, todos os dias, a desprezar governos como este que assumiu recentemente.

Desses departamentos virão levas de jovens que farão de tudo para que este governo caia.

Não é necessário filmar aulas ou procurar outras formas de indícios. Mesmo não falando diretamente das decisões políticas e intervenções atuais, mesmo sem chamar de gato um gato, nossos alunos estão a todo momento sendo formados para desprezar e lutar continuamente contra quem governa um país da maneira com este país está a ser governado.

Quando eles aprendem a filosofia de John Locke, descobrem como, desde o século 17, a filosofia política defende o tiranicídio, ou seja, o direito de a população assassinar os tiranos que procuram submetê-la a golpes de Estado —como o que conhecemos em 1964 e tão louvado por alguns atualmente.

Quando eles abrem os livros de Spinoza, descobrem a potência da crítica às construções teológico-políticas como essas que o evangelo-fascismo de setores que tomaram de assalto o governo tenta impor à sociedade brasileira.

Quando ensinamos Rousseau aos nossos alunos, eles entendem melhor o caráter inegociável da soberania popular, com sua recusa à transferência de poder para figuras autárquicas que se julgam no direito de decidir até conteúdo de propaganda de banco.

Quando eles leem Hegel, compreendem a força de exigências de reconhecimento social das singularidades, de como a invisibilidade social é a forma suprema da inexistência.

Quando é Nietzsche o eixo do debate, f**a mais claro o tipo de miséria embutida nos "valores" morais e religiosos que este desgoverno se vê no direito de empurrar goela abaixo da sociedade brasileira.

Como vocês veem, não foi necessário nem sequer falar sobre Marx, Foucault, a desconstrução, a Escola de Frankfurt e tantos outros que causam pânico no Planalto atualmente.

Como vocês veem, não é necessário falar de forma explícita sobre a política atual para que todas as consequências sejam imediatamente compreendidas pela inteligência de nossos alunos.

Ou seja, a história da filosofia é um grande combate contra aquilo que tentam fazer com a sociedade brasileira. A única maneira de parar esse combate seria, exatamente, eliminando-nos, como este governo sonha fazer.

No entanto, a universidade brasileira é composta de gerações e gerações de debates e ideias que não são apagadas ao sabor de canetadas e cortes ministeriais.

Enquanto houver um jovem com livros de Spinoza, Rousseau, Hegel, Adorno, Nietzsche, Deleuze, Lucrécio, Platão (se quiserem saber de onde veio o comunismo, leiam "A República") esta batalha já está ganha.

Não será a gritaria de um ministro da Educação piromaníaco e irrelevante que fará alguma diferença.

A universidade brasileira não será apagada ao sabor de canetadas e cortes

27/04/2019

NOTA DE REPÚDIO À FALA DO MINISTRO DA EDUCAÇÃO E DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA

A Associação Nacional de Pós-graduação em Filosofia (ANPOF) e as associações abaixo mencionadas repudiam veementemente as falas recentes do atual presidente da república e de seu ministro da educação sobre o ensino e a pesquisa a área de humanidades, especif**amente em filosofia e sociologia.

As declarações do ministro e do presidente revelam ignorância sobre os estudos na área, sobre sua relevância, seus custos, seu público e ainda sobre a natureza da universidade. Esta ignorância, relevável no público em geral, é inadmissível em pessoas que ocupam por um tempo determinado funções públicas tão importantes para a formação escolar e universitária, para a pesquisa acadêmica em geral e para o futuro de nosso país.

O ministro Abraham Weintrab afirmou que retirará recursos das faculdades de Filosofia e de Sociologia, que seriam cursos “para pessoas já muito ricas, de elite”, para investir “em faculdades que geram retorno de fato: enfermagem, veterinária, engenharia e medicina”.

Assinam a nota:

Associação Brasileira de Ensino de Ciências Sociais (ABECS)
Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Geografia (ANPEGE)
Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional (ANPUR)
Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual (SOCINE)
Sociedade Brasileira de História da Educação (SBHE)

E OUTRAS ASSOCIAÇÕES E SOCIEDADES CIENTÍFICAS

Nota completa no link abaixo:

http://www.anpof.org/portal/index.php/pt-BR/artigos-em-destaque/2075-nota-de-repudio-a-declaracoes-do-ministro-da-educacao-e-do-presidente-da-republica-sobre-as-faculdades-de-humanidades-nomeadamente-filosofia-e-sociologia

27/04/2019

Sociedade Brasileira de Sociologia luta contra o emburrecimento: "estudos permitem os cidadãos compreender o mundo contemporâneo que nos cerca e os contextos mais amplos nos quais vivemos". Perigoso num governo autoritário.

30/01/2019

Artigo 120 da Lei de Execução Penal garante permissão para sair em casos de "falecimento ou doença grave" de familiares

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