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➡️Como é o perfil do aluno EAD? Confira suas características!👇🏽👉🏽Disciplina, organização e muita responsabilidade são al...
23/06/2020

➡️Como é o perfil do aluno EAD? Confira suas características!👇🏽

👉🏽Disciplina, organização e muita responsabilidade são algumas das características do perfil do aluno EAD👇🏽

👉🏽Como funciona o EAD?👇🏽

Essa é uma modalidade de ensino em que professores e alunos não precisam estar reunidos em um mesmo local. As aulas e trabalhos do curso são mediados por meio da internet, com o auxílio de diversas tecnologias da informação e comunicação.

Inclusive, é comum que a instituição de ensino tenha uma plataforma virtual específica para a realização das aulas. Embora existam alguns mitos por trás do EAD, trata-se de uma modalidade aprovada pelo Ministério da Educação e que contém regras preestabelecidas, visando a manter a qualidade de ensino.

Essas regras estão no Decreto nº 5.622/2005 e, em 2017, foram atualizadas pela Portaria Normativa nº 11, o que garantiu ainda mais rigor na metodologia. Tanto é que as formas de ingresso são as mesmas do ensino presencial, podendo ser por meio do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ou por um vestibular próprio das instituições.

Também é permitido ingressar pelos programas de financiamento e bolsas de estudo, a depender de regras específicas de cada instituição. Há várias universidades de renome que oferecem cursos nas modalidades EAD ou com metodologia semipresencial — que mescla aulas online e encontros presenciais.

Isso demonstra que já caiu por terra o mito da falta de qualidade. Até porque as instituições se comprometem com o MEC a seguir um projeto pedagógico consistente, além de contar com professores altamente qualificados em seu quadro de funcionários.

É também por isso que não existe qualquer diferença entre diplomas EAD e presenciais. Ambos têm exatamente a mesma validade, tanto na concepção do MEC quanto do ponto de vista do universo corporativo.

Nesse caso, inclusive, os estudantes graduados em um curso EAD saem na frente, pois, como dissemos no início do post, reúnem competências muito requisitadas pelo mercado de trabalho.

👉🏽Quais as características do aluno EAD?👇🏽

Vamos, então, às qualidades que compõem o perfil do aluno EAD. Se você tiver pelo menos alguma delas, certamente se dará bem em um curso como esse. Confira!

👉🏽Disciplina👇🏽

Qualquer que seja a sua vocação profissional, ser uma pessoa disciplinada ajuda bastante na conquista do diploma em um curso EAD. Ter a liberdade de montar seu próprio cronograma de estudos é sim algo muito vantajoso, mas isso não terá o mínimo efeito se você não estiver disposto a seguir firme no que se propôs.

Por isso, principalmente se você precisa trabalhar e estudar ao mesmo tempo, organize sua rotina de modo que consiga cumprir todos os compromissos do dia sem se estafar e sem precisar “matar” aulas de vez em quando. Técnicas e aplicativos de organização podem ajudar muito nessas horas.

👉🏽Organização👇🏽

Essa característica também tem tudo a ver com o perfil do aluno EAD. Afinal, como montar uma boa rotina e segui-la com responsabilidade se você não for uma pessoa organizada? Então, comece a rever seu planejamento e encontre onde estão as distrações que fazem você perder tempo, como passar longas horas nas redes sociais.

É claro que é necessário separar um tempo para descansar e fazer as coisas de que mais gosta. Mas será que precisa mesmo ficar conferindo o celular a cada minuto durante seu momento de estudo? Pense nisso e, aos poucos, vá criando hábitos que contribuam para aumentar sua produtividade.

👉🏽Motivação👇🏽

Muitas vezes, não damos bola para isso, mas faz toda a diferença: sentir-se motivado. Essa costuma ser uma característica de quem pretende fazer um curso EAD, pois, na hora de escolher a modalidade, o aluno geralmente está bastante empolgado e inspirado para voltar a estudar.

Porém, com o passar do tempo e o acúmulo de funções na rotina, pode acabar batendo o desânimo. Nesses momentos, é preciso se reinventar para resgatar a energia, dar continuidade às tarefas e ir recuperando o fôlego com os resultados. Criar um ambiente de estudos mais agradável pode ser o primeiro passo. Que tal?

👉🏽Familiaridade com a tecnologia👇🏽

Não que seja algo obrigatório, mas ter alguma familiaridade com a tecnologia ajuda a se dar bem na modalidade EAD. Isso porque as aulas e demais atividades acadêmicas serão ministradas por meio de ferramentas tecnológicas que, além de uma boa conexão com a internet, demandam certa agilidade do usuário.

Se você não é assim tão familiarizado com essas ferramentas, não se preocupe, pois não é difícil aprender. Além disso, a instituição de ensino está sempre disponível para tirar dúvidas. Com a prática, os processos vão ficando mais automáticos. Assim, bem antes do que você imagina, estará totalmente integrado ao universo virtual.

👉🏽Como escolher um curso EAD?👇🏽

Aqui, não tem muito segredo. Os critérios para escolher um curso EAD são praticamente os mesmos da escolha de um curso presencial. Talvez você só tenha que prestar um pouco mais de atenção nas ferramentas oferecidas para a aprendizagem virtual, como uma plataforma intuitiva e fácil de usar.

Em linhas gerais, o que deve ser analisado é a reputação da universidade, se a instituição é bem avaliada no MEC e se conta com um corpo docente qualificado. Isso é imprescindível para formar profissionais com as competências exigidas pelo mercado e bem preparados frente às tendências do mundo do trabalho.

E aí? Descobriu se você tem o perfil do aluno EAD? Pode até ser que você esteja um pouco receoso em começar, mas pode ter certeza que muitas dessas características podem ser desenvolvidas aos poucos, ao longo da graduação. O mais importante é conseguir a flexibilidade que você precisa para ir em busca do tão sonhado diploma!

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➡️Afinal, faculdade EAD vale a pena? Saiba mais sobre a modalidade!👇🏽A flexibilidade para montar seu próprio cronograma ...
08/06/2020

➡️Afinal, faculdade EAD vale a pena? Saiba mais sobre a modalidade!👇🏽

A flexibilidade para montar seu próprio cronograma e poder conciliar trabalho e estudo é uma das grandes vantagens de estudar a distância. Mas existem outros benefícios que comprovam que fazer faculdade EAD vale a pena, entre eles o fato de contar com professores qualificados e instituições que são referência no país.

Essa modalidade de estudo tem se tornado cada vez mais presente no ensino superior, contribuindo de maneira valiosa para a formação de quem leva uma jornada dupla de trabalho e não pretende abrir mão do sonho de ter um diploma.

Se esse é o seu caso, continue a leitura e veja por que vale a pena investir no EAD!👇🏽

👉🏽O que é EAD?

Em linhas gerais, trata-se de uma modalidade de ensino que não exige que os estudantes e os professores estejam reunidos em um mesmo local. As aulas e demais atividades acadêmicas são mediadas pela internet. Essa modalidade é devidamente reconhecida pelo Ministério da Educação e está regida pelo Decreto nº 5.622/2005.

Assim como na modalidade tradicional, o ingresso pode ser feito por meio do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ou um vestibular específico da instituição. Também é possível obter financiamentos estudantis e bolsas de estudo da própria universidade. A principal diferença é que esse tipo de ensino depende do acesso a tecnologias de informação e comunicação.

Geralmente, as instituições que oferecem cursos EAD dispõem de uma plataforma virtual própria onde os conteúdos são ministrados. É dever da universidade garantir a mesma qualidade de ensino das graduações presenciais, por meio de um projeto pedagógico consistente e com um quadro de professores mestres e doutores.

Existem ainda as graduações semipresenciais. Nesse caso, a metodologia mescla aulas online com alguns encontros presenciais. O compromisso com a educação se mantém, porém a vantagem é proporcionar uma rotina mais compatível com a realidade dos estudantes que precisam trabalhar e estudar ao mesmo tempo.

👉🏽Universidade EAD vale a pena?

Existe um grande mito por trás da modalidade EAD que, felizmente, vem sendo desconstruído com o passar dos anos. Em 2017, o MEC editou a Portaria Normativa nº 11, que atualizou as regras para esse tipo de curso, prezando por uma qualidade ainda maior no ensino; tanto é que hoje em dia diversas universidades de renome oferecem uma série de graduações EAD.

Isso prova que fazer faculdade EAD vale a pena, caso contrário não haveria tantos profissionais formados nessa modalidade assumindo posições de destaque no mundo do trabalho. Vale ressaltar, inclusive, que a resiliência e a organização do aluno que faz um curso EAD são características muito requisitadas no mercado.

Pensemos juntos: é preciso muita dedicação e disciplina para cumprir os créditos nesta modalidade que depende diretamente do esforço do aluno. Isto é, se ele não se dedicar ao seu próprio cronograma de estudos, não conseguirá se formar. Por outro lado, ao se organizar para assistir às aulas e cumprir todas as demandas do curso, é certo que o diploma será valorizado.

É por isso que não há qualquer distinção entre os diplomas das graduações presenciais, semipresenciais e EAD. Todos eles têm exatamente o mesmo peso no mundo corporativo. Isso sem falar que, nessa relação entre EAD e mercado de trabalho, mais importante do que o diploma em si é o modo como o profissional mostra suas competências e habilidades diante de determinada função.

Além disso, conseguir uma posição de destaque tem muito a ver com o fato de manter-se atualizado frente às demandas da sua área de atuação. Não basta ter o diploma em mãos e achar que pode parar por aí. Uma carreira de sucesso exige atualização constante, cursos complementares e, claro, um bom networking.

Por que considerar essa modalidade?
Vamos agora aos principais benefícios da modalidade EAD que fazem valer a pena o investimento.👇🏽

👉🏽Mais flexibilidade

Nada como assistir às aulas no seu tempo e poder ver as gravações quantas vezes quiser, não é mesmo? Essa flexibilidade faz toda a diferença para quem trabalha e estuda ao mesmo tempo, permitindo estruturar uma rotina que seja compatível com todos os compromissos do dia.

Além disso, o fato de poder estudar no local de sua preferência também é uma vantagem indiscutível, pois muitas vezes conseguimos ser mais produtivos no nosso próprio ambiente de estudos. Também dá para aproveitar até aquele tempinho que sobrou do horário de almoço para reler com calma algum conteúdo.

👉🏽Menos custos

A mensalidade dos cursos a distância costuma ser mais barata do que nas graduações presenciais. Isso por si só já explica por que fazer faculdade EAD vale a pena, além de permitir que pessoas com orçamento mais apertado possam ter acesso ao ensino superior de qualidade.

Os custos também são menores se a gente considerar questões práticas do dia a dia, como os gastos com transporte e alimentação na universidade. Estudando a distância, você não terá que se preocupar com nada disso.

👉🏽Diploma valorizado

Como dissemos, o MEC não faz qualquer distinção entre o diploma da modalidade EAD e presencial. Até mesmo o mercado de trabalho vem valorizando cada vez mais os profissionais que se formaram na modalidade a distância. Isso porque eles têm o perfil ideal para muitas empresas, reunindo virtudes como disciplina, maturidade e muita responsabilidade.

Quanto aos conteúdos dos cursos EAD, a grade curricular também é a mesma dos cursos presenciais. Portanto, as habilidades e competências trabalhadas ao longo da formação atenderão igualmente às exigências e demandas do mercado de trabalho.

👉🏽Professores qualificados

O corpo docente é extremamente qualificado. Geralmente, os professores que ministram aulas na modalidade EAD são os mesmos dos cursos presenciais — todos com excelente formação no currículo, incluindo especializações, mestrados e doutorados.

Eles estão sempre de prontidão para tirar as dúvidas dos alunos e fazer o acompanhamento individual nas avaliações e demais trabalhos acadêmicos; tudo isso, é claro, desde que você esteja fazendo o curso em uma instituição de qualidade.

Esse é o segredo para você que está se perguntando se faculdade EAD vale a pena: escolher uma universidade de referência na educação e ensino. Isso é imprescindível para que o aluno disponha de uma grade curricular alinhada com o mercado e conte com professores altamente comprometidos com o desenvolvimento dos futuros profissionais.

Se interessou pela modalidade? Visite nosso site https://www.cruzeirodosulvirtual.com.br/ e conheças as melhores opções de cursos EAD!

➡️Você sabe como funciona o estágio obrigatório?Descubra!👇🏽Provavelmente, você já ouviu falar de estágio obrigatório, ce...
17/05/2020

➡️Você sabe como funciona o estágio obrigatório?

Descubra!👇🏽

Provavelmente, você já ouviu falar de estágio obrigatório, certo? Como o nome indica, esse tipo de atividade é tão essencial para a formação universitária que não é muito recomendado se recusar a fazê-lo.

Para cumprir o estágio curricular obrigatório, além de estar matriculado em uma faculdade, é necessário ter um professor para supervisionar as tarefas. Ele tem a função de se responsabilizar pelo registro das suas atividades durante o tempo de estágio e pelo devido cumprimento do período mínimo estipulado pela lei.

A seguir, falaremos mais sobre a Lei do Estágio e sanaremos suas dúvidas sobre o assunto. Então, continue a leitura e confira!

Quais são as diferenças entre o estágio obrigatório e o não obrigatório?

Em linhas gerais, existem algumas diferenças entre o estágio curricular supervisionado obrigatório e o não obrigatório. Entre elas, destacam-se:

a quantidade de tempo que você precisa se dedicar à função;
a necessidade de supervisão de um professor;
a existência de uma remuneração;
o período estipulado no contrato.

No estágio obrigatório, há uma quantidade de horas delimitada a ser cumprida para que o aluno consiga a aprovação no curso e o recebimento do diploma. Além disso, como abordamos na introdução, as atividades devem ser supervisionadas por um professor do curso do estudante.

Por outro lado, no estágio não obrigatório, não é preciso que o aluno cumpra determinada quantidade de horas e seja supervisionado por um professor. Essa é uma modalidade optativa. Apenas é necessário que o trabalho a ser realizado esteja relacionado ao curso e que o contratante esteja habilitado para o recebimento do estagiário.

O estágio obrigatório pode ou não ser remunerado, diferentemente do estágio não obrigatório, que deve remunerar o estagiário. Normalmente, não há uma remuneração nos estágios obrigatórios, mas isso depende das diretrizes de quem contrata.

Vale salientar que a realização do estágio não obrigatório é muito comum entre os estudantes. Isso se deve ao tempo válido no contrato, pois ele pode se estender até 2 anos, diferentemente do estágio obrigatório, cujo contrato é finalizado assim que a quantidade de horas de trabalho é atingida.

É possível receber bolsa-auxílio durante o estágio curricular supervisionado obrigatório?

Sim. Mas, no caso do estágio obrigatório, a bolsa, assim como a concessão de vale-transporte, é optativa. O que acaba sendo o contrário dos estágios não obrigatórios, nos quais o fornecimento de bolsa e de auxílio-transporte é um dever de quem contrata o estagiário, estando previsto na Lei do Estágio.

O que é a Lei do Estágio?

Basicamente, a Lei do Estágio foi estabelecida para determinar todos os aspectos da relação entre o estagiário e a empresa contratante. Ela surgiu da necessidade de dispor sobre os direitos e deveres tanto do estagiário quanto daquele que concede o estágio. Em parte, isso aconteceu porque a CLT não atendia de modo suficiente a questão.

Como a Lei do Estágio protege o estagiário?

Como dissemos no item anterior, essa lei determina os direitos e deveres das partes interessadas na realização do estágio. A legislação específica estabelece, por exemplo, a contratação de seguro contra acidentes pessoais para o estudante. No caso do estágio obrigatório, ela é de responsabilidade do aluno, mas a universidade pode contratá-lo.

Vale salientar que essa lei abrange algumas questões relacionadas a atitudes que podem ser consideradas abusivas ao trabalho do estudante. Por exemplo, no artigo 5°, destaca-se a irregularidade de qualquer cobrança de valor aos estudantes e a realização de qualquer atividade não compatível com o curso de quem está estagiando.

Além disso, entre outras, a Lei do Estágio aborda as obrigações da instituição de ensino e a forma de fiscalização do vínculo entre o estagiário e a parte concedente.

Como funciona a carga de trabalho no estágio obrigatório?

A Lei do Estágio estabelece que a carga de trabalho do estagiário pode ser distribuída de três formas:

4 horas por dia (20 horas semanais);
6 horas por dia (30 horas semanais);
8 horas por dia (40 horas semanais);

A distribuição mais comum nos estágios obrigatórios é a carga de 4 horas diárias. Afinal, você ainda terá que estudar e fazer trabalhos para as disciplinas do curso. O período do dia para a realização do estágio varia de acordo com os horários de aula do estudante. Geralmente, alunos que estudam à tarde estagiam de manhã, e vice-versa.

Em relação ao período de férias, o estágio obrigatório não é contemplado, diferentemente do estágio não obrigatório. Isso porque, como a modalidade obrigatória é como se fosse mais uma disciplina do curso, a duração de um semestre não exige tempo de recesso.

É importante saber que a Lei do Estágio não aborda a possibilidade do estagiário fazer hora extra. O tempo limite de trabalho semanal é aquele que está no termo de compromisso entre quem contrata, quem estagia e a instituição de ensino, sem horas a mais.

No entanto, não são raros os casos de empresas que abusam dos estagiários, tanto na modalidade obrigatória quanto na não obrigatória. Por isso, é importante ficar atento para que essa oportunidade de aprendizado não se transforme em um problema na sua vida pessoal e estudantil.

Quais são as vantagens do estágio obrigatório?

A maior vantagem é a possibilidade de desenvolver atividades que levem o estudante a conhecer, com mais propriedade, a rotina da profissão em que está se formando. A universidade se responsabiliza pelo conhecimento teórico dos alunos, e o estágio vem para complementar a parte prática da formação.

As atividades realizadas no estágio obrigatório são mais básicas e focadas na observação do estudante em relação ao funcionamento do ambiente de trabalho. Em cursos de licenciatura, por exemplo, os alunos não só dão aulas, como também procuram entender a dinâmica de uma escola, na prática.

O estágio obrigatório é ainda uma ótima forma de começar a construir contatos com profissionais da área e, quem sabe, ter mais chances de conseguir o primeiro emprego depois de concluir o curso.

Conseguiu perceber a importância do estágio obrigatório? Agora que você entende como funciona essa modalidade de estágio, ficará mais fácil realizar todas as etapas e saber quando uma ação não estiver de acordo com a lei. Além disso, também é uma excelente oportunidade de entrar no mercado de trabalho com algum conhecimento prático.

Então, gostou das informações? Compartilhe este post nas suas redes sociais e ajude seus colegas de curso a também ficarem por dentro do assunto. Assim, cada vez mais pessoas conhecerão melhor essa importante modalidade de estágio!

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➡️Como escolher a faculdade certa? Confira 4 indicadores importantes!Você está planejando a sua entrada na graduação, ma...
13/05/2020

➡️Como escolher a faculdade certa? Confira 4 indicadores importantes!

Você está planejando a sua entrada na graduação, mas não sabe como escolher a faculdade certa? É normal se sentir perdido às vezes. Afinal, decidir onde fazer seu curso superior é uma grande escolha.

Felizmente, existem alguns indicadores que podem ajudar na sua busca. No Brasil, as instituições de ensino superior são regulamentadas e fiscalizadas pelo Ministério da Educação (MEC). Assim, as avaliações feitas pelo órgão são úteis na hora de avaliar as universidades.

Além da nota do MEC, ainda existem outros cuidados que você precisa ter para basear sua escolha. Leia este post e confira as 4 dicas que separamos!

👉1. Índice Geral de Cursos (IGC)

O IGC é um dos componentes da avaliação feita pelo MEC nas universidades. Ele mostra o índice geral atribuído a uma instituição. Para isso, são adotados diversos critérios de avaliação das graduações e dos cursos de pós-graduação.

O cálculo é feito considerando as médias dos conceitos preliminares de cada curso e o número de matriculados neles — a nota varia de 1 a 5. Quanto mais próximo da nota máxima, melhor é a qualidade da instituição, segundo o MEC.

👉2. Conceito Preliminar de Curso (CPC)

O CPC também é uma nota que vai de 1 a 5. Ele se refere a cada curso específico da instituição, e não à universidade em si. Isso significa que você pode utilizar o IGC para avaliar o local de maneira geral, enquanto observa o CPC para saber sobre como escolher o curso.

Novamente, quanto maior a nota, mais qualidade está sendo oferecida naquela graduação. A depender do caso, é possível que a universidade tenha uma boa nota geral, mas apresente índices mais baixos em alguns cursos específicos. Então, vale a pena ficar atento.

O cálculo do CPC é feito considerando o Enade e outros critérios de avaliação — qualificação do corpo docente, infraestrutura etc. Logo, essa é mais uma informação útil para quem quer saber como escolher a instituição certa.

👉3. Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade)

Uma estratégia eficaz para medir a qualidade de formação dos estudantes de um curso é aplicar uma prova diretamente a eles, certo? Essa é a ideia do Enade, que realiza uma avaliação com os alunos da graduação.

Como falamos, a nota do Enade é utilizada para compor o CPC de cada curso das instituições. Entretanto, você pode avaliar os dois indicadores para ter mais dados sobre a área de atuação que pretende seguir na sua vida profissional.

👉4. Outros indicadores

Além dos indicadores oficiais, existem outras formas usadas pelos estudantes para facilitar ainda mais a escolha da universidade. Afinal, sabemos o quanto esse período pode ser confuso, com dúvidas sobre seguir a sua vocação ou o mercado de trabalho.

Um grande exemplo é conferir avaliações de sites na internet. Você pode buscar por comentários de alunos e ex-alunos nas próprias páginas da instituição ou em sites específicos — como o Guia do Estudante.

Colocando em prática as dicas deste post, certamente você saberá como escolher a faculdade certa. Para tanto, não deixe de avaliar a nota do MEC e outros indicadores relevantes. E lembre-se: caso esteja difícil optar por um curso, vale a pena procurar o serviço de orientação vocacional!

Está à procura de uma instituição de alta qualidade para estudar? Conheça o site da Cruzeiro do Sul Educacional, https://www.cruzeirodosuleducacional.edu.br/pt/quem-somos e veja nossos diferenciais!

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➡️Orientação vocacional: como ela ajuda a escolher um curso?Com o fim do ensino médio, chega um momento muito importante...
09/05/2020

➡️Orientação vocacional: como ela ajuda a escolher um curso?

Com o fim do ensino médio, chega um momento muito importante na vida dos jovens: a escolha de uma profissão. Embora pareça uma tarefa árdua, optar por uma carreira pode ser muito mais simples quando há uma orientação vocacional.

A partir de perguntas específicas, que têm o intuito de detectar o perfil psicológico dos candidatos, os te**es vocacionais permitem rastrear os talentos e as aptidões dos alunos. Com esses recursos, o orientador é capaz de direcionar pessoas para carreiras compatíveis com seus interesses.

Mas, ao contrário do que muitos imaginam, não é a orientação vocacional a responsável por definir uma profissão para jovens indecisos. Tal modelo de estudo comportamental atua apenas como um facilitador.

➡️Neste artigo, separamos 3 benefícios da orientação vocacional. Confira!

👉1. Autoconhecimento

No processo de escolher qual carreira seguir, o autoconhecimento é um elemento muito importante e capaz de ajudar na tomada de decisão dos jovens. Um dos pilares da orientação vocacional é diagnosticar as aptidões e os interesses dos candidatos.

Para alcançar um bom resultado, o especialista dispõe de diversas ferramentas que ajudarão os alunos a se conhecerem e a entenderem, com clareza, seus gostos e potenciais. Ainda que nenhuma dessas características seja definitiva, os te**es vocacionais ajudam os jovens a entrar em contato com sua essência.

Portanto, a orientação vocacional funciona como o primeiro passo da autodescoberta de futuros profissionais. Com as detecções feitas por esse tipo de ferramenta, será mais fácil perceber se aquele aluno tem mais afinidade com a área de humanas ou biológicas, por exemplo.

👉2. Amparo de um especialista na escolha de uma profissão

Após compreender quais são seus gostos e suas potencialidades individuais, o jovem será capaz de eliminar carreiras que não condizem com o seu perfil. Pouco a pouco, o orientando terá uma melhor percepção das profissões com as quais mais se identifica.

Como estamos falando de pessoas com pouca (ou quase nenhuma) experiência de vida, o olhar de um especialista terá grande impacto para direcionar de forma mais efetiva essas escolhas. Nessa etapa do processo, a figura do orientador vocacional será determinante para que os jovens tomem decisões mais conscientes.

Vale reforçar que é importante que esse profissional transmita confiança e conhecimento para o aluno, além de passar detalhes e esclarecer dúvidas importantes sobre as carreiras mais adequadas para cada perfil.

👉3. Conhecimento sobre a carreira pretendida

Qual a melhor universidade para ingressar? Como é o mercado de trabalho e a oferta de empregos? Qual o piso salarial? Esse segmento possui um bom plano de carreira para os profissionais? Quais as principais empresas da área? Essas são algumas respostas que devem ser respondidas pelo orientador vocacional.

Além de apresentar as carreiras que mais se enquadram no perfil do aluno, cabe ao orientador mostrar ao candidato as informações mais relevantes sobre a profissão selecionada. Mesmo que, em muitos casos, não seja algo definitivo, a escolha de uma carreira impacta um longo período da vida das pessoas.

É fundamental que os jovens tenham acesso a um grande número de informações, para que fundamentem suas decisões. De modo geral, essa modalidade de orientação os auxilia na busca por uma carreira de acordo com suas potencialidades e, consequentemente, com mais chances de sucesso no futuro.

Ainda que seja uma facilitadora (e não a responsável pela tomada de decisão), a orientação vocacional contribui para o autoconhecimento e a escolha de uma carreira ou, até mesmo, da melhor universidade para cada candidato. Com ela, é possível aumentar significativamente as chances de sucesso e realização profissional.

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👉12 maneiras de ganhar dinheiro extra ao frequentar uma universidade👇Ganhar dinheiro extra pode ser a chance de muitas p...
03/05/2020

👉12 maneiras de ganhar dinheiro extra ao frequentar uma universidade👇

Ganhar dinheiro extra pode ser a chance de muitas pessoas concluírem o curso universitário e conseguirem o sonhado diploma profissional.

Em tempos de crise financeira, tanto aqueles que trabalham para pagar o próprio curso quanto os que têm uma providencial ajuda financeira dos pais se acostumaram a colocar a mão no bolso e ver se sobrou algum dinheiro para bancar os custos acadêmicos, que vão além da mensalidade, mas são essenciais, como:

Lanches no intervalo;
Transporte;
Cópias de textos para ler;
Livros;
Material.

A busca então passa a ser pela renda extra. A boa notícia é que a própria faculdade também é um atraente mercado para conseguir complementar o orçamento e garantir os estudos até a formatura, enquanto você não se torna um profissional de sucesso diplomado.

👉Confira uma lista de 12 maneiras de complementar a renda na própria faculdade.👇

1. Fabricar e vender doces

Sabe aquele brigadeiro delicioso que você faz em casa, para assistir um filme com amigos ou família? Pois é, ele pode render muito dinheiro. Além do brigadeiro, que é um doce de baixo custo e fácil de fazer, existem várias opções, como mousses, bombons e beijinhos.

Essa é uma das práticas mais comuns nas faculdades brasileiras. Se você é estudante, experimente dar uma olhada ao seu redor, durante o intervalo das aulas. Certamente você verá várias pessoas vendendo docinhos, com uma vasta clientela.

2. Comercializar salgados

Uma ótima opção para ganhar dinheiro extra no ambiente universitário é a venda de salgados para os colegas. Muitas vezes as cantinas das universidades cobram valores altos pelos produtos e os estudantes acabam levando o próprio lanche. Mas sempre existem aqueles que não têm tempo de fazer em casa.

Uma boa opção, nesses casos, é preparar sanduíches frios, colocá-los num recipiente adequado e ir às salas oferecendo o produto, no intervalo das aulas. A saída desses produtos costuma ser muito grande.

3. Revender roupas

Talvez pareça loucura, afinal quem iria se interessar por comprar roupas na faculdade? Ora, se as peças forem bonitas, práticas e com bom preço, por que não?

Se você conseguir comprar peças de roupa em uma loja da sua cidade para revendê-las por um preço acessível, tem boas chances de obter uma rentabilidade razoável. Nesse caso, o ideal é juntar um grupo de amigos, antes do início da aula ou no intervalo, e fazer uma espécie de mostruário na própria sala.

Outra opção, caso não ache interessante comprar para revender, é buscar alguma loja que aceite vender em consignação. Aí também é possível conseguir uma boa negociação no preço das peças.

4. Vender maquiagem e produtos de beleza

Atualmente, existem muitas empresas de produtos de beleza às quais é possível associar-se para vender produtos, recebendo comissão sobre cada item vendido. Quem está na faculdade tem um vasto público garantido durante, pelo menos, cinco dias por semana (ou seis, para quem tem aula sábado): uma excelente oportunidade de vendas!

Formar grupos de demonstração dos produtos no intervalo, no pátio ou em qualquer área comum da faculdade também é uma boa ideia.

Outra dica é levar profissionais de maquiagem para mostrar a eficácia dos produtos. Ainda é possível pensar em fazer sorteios de itens mais baratos, mandando fazer cupons e distribuindo para os colegas.

5. Ganhar dinheiro extra com digitação

Ao longo do curso, os professores de todas as matérias incluem trabalhos avaliativos em sua distribuição de pontos. Em média, para cada matéria, é preciso entregar pelo menos dois ou três trabalhos por semestre. Contando que, na maioria dos cursos, são seis matérias por período, estamos falando de um total de 18 trabalhos semestrais para cada aluno. Muita coisa, não?

É aí que aparece uma nova oportunidade de negócios. Cada estudante vive uma realidade diferente e sempre há aqueles que não conseguem entregar tantos trabalhos. Se você tem tempo e disposição para trabalhar de madrugada (caso seja daqueles que não têm mais tempo disponível durante o dia), é possível oferecer serviços de digitação para os colegas que precisam.

Uma boa maneira de divulgar esse serviço é usar o grupo de e-mails da turma, ou o Whatsapp. Para os outros cursos, experimente utilizar o mural da faculdade ou mandar produzir alguns cartões de visita para distribuir no intervalo.

Outra dica é procurar conhecer com antecedência todas as regras da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), que normalmente são pedidas para a entrega desses trabalhos.

6. Produzir peças de artesanato

Algumas pessoas possuem habilidades manuais diferenciadas, que têm potencial para render um bom dinheiro na faculdade, como peças de cerâmica, tricô, crochê, trabalhos com madeira e outras várias qualidades que ajudam a bancar os custos universitários.

Como se trata de produtos mais exclusivos e personalizados, nesse caso, uma boa estratégia é montar um site na internet, ou uma página no Facebook, com muitas fotos dos itens que você sabe fabricar. Não se esquecendo, claro, que a propaganda boca a boca nunca deve ser desprezada.

Não adianta nada ter uma habilidade especial se você não contar para ninguém sobre aquilo que sabe fazer, não é mesmo?

7. Prestar serviços de informática

Quem nunca teve problemas com computadores em casa, como uma impressora que trava, um monitor que apaga ou um programa que falha? Nos últimos 25 anos, computadores tornaram-se populares e muitas pessoas acabaram desenvolvendo habilidades na área de informática, até mesmo para resolver seus próprios problemas.

Se você é uma dessas pessoas, quem sabe utilizando essas competências seja possível ganhar dinheiro extra? Nesse caso, talvez você precise, de início, procurar um curso para aperfeiçoar seus conhecimentos. Hoje em dia, muitos deles são oferecidos em plataformas online, a um custo baixo e com curta duração.

8. Atuar como Dog Walker

Caso você não trabalhe ou faz um estágio de meio período apenas, é possível usar o tempo livre para ganhar dinheiro extra com uma atividade que não exige habilidades específicas.

Atualmente, quase todas as famílias possuem um cachorro de estimação que têm a necessidade de passear algumas vezes por dia. Com isso, ganhou fama a profissão de Dog Walker.

A atividade é simples: levar para passear, durante o dia, os cães daquelas pessoas que não dispõem de tempo para fazer essa atividade. É possível conduzir vários ao mesmo tempo, o que otimiza o trabalho e gera uma renda maior. Então, se você sabe de algum colega que possui um cachorro, não hesite em oferecer seus serviços.

9. Trabalhar como freelancer

Gosta de escrever ou tem habilidades com computação gráfica? Uma interessante oportunidade para ganhar dinheiro extra é trabalhar como freelancer. Atuando como profissional autônomo, você terá toda a liberdade em realizar o seu trabalho, desde que entregue as atividades no prazo pré-determinado.

Sem falar que, trabalhando para várias empresas, é possível estabelecer contatos com diversos profissionais, aumentar o networking e, quem sabe, até abrir portas para ajudar você a conseguir um emprego no futuro.

Além de atividades envolvendo redação e design, uma alternativa é atuar com tradução de textos. Se você é fluente em algum idioma, além do português, chegou a hora de colocar em prática todo o seu conhecimento. Comece procurando na Internet por empresas que contratam freelancers para esse tipo de tarefa e candidate-se. Essa é a oportunidade perfeita para se aperfeiçoar no idioma e ainda receber por isso.

10. Oferecer monitoria para alunos de períodos anteriores

Sabe aquela disciplina que você adorou cursar na faculdade? Uma possibilidade de trabalho é aproveitar todo o conhecimento adquirido na matéria e repassá-lo a outros estudantes.

O primeiro passo é entrar em contato com a sua faculdade e entender como funciona a monitoria — talvez precise ter boas notas para estar apto a ensinar uma matéria. Depois disso, comece a rever os assuntos estudados e busque ajuda dos professores para guiar você nesse início.

Outra sugestão é falar diretamente com os alunos e oferecer seus serviços de monitoria. Converse com os estudantes pelos corredores da universidade e identifique quais são suas necessidades e dificuldades nas matérias. Aproveite também para colocar nos quadros de aviso da faculdade que você está atuando como monitor.

11. Dar aulas particulares

Matemática, português, química, biologia etc. Já pensou em ajudar estudantes do ensino médio a passar no vestibular? Claro que você só vai ensinar matérias que se identificava na época do colégio — nem é recomendado forçar um conhecimento que não tem.

Pesquise quais são os assuntos mais cobrados no Enem e verifique se você é capaz de ensiná-los. Caso tenha se identificado, comece a montar um planejamento de aulas e a divulgar seu trabalho. Ir diretamente aos cursinhos pré-vestibulares ou postar em grupos nas redes sociais sobre o seu serviço são ótimas formas de começar.

12. Estabelecer disciplina

Independentemente do serviço que você esteja oferecendo — aulas particulares, revenda de roupas ou comercializar salgados —, ele deve ser realizado e tratado com seriedade. Pense nisso como um treinamento para o profissional que deseja ser no futuro: responsável, disciplinado e comprometido.

Veja esse comprometimento como condição fundamental para o seu trabalho e estabeleça critérios para organizar suas atividades. Confira algumas ideias:

Estruture seu trabalho
Utilize uma agenda e liste todos os seus compromissos, anote as datas e horários de cada atividade e crie metas para realizá-las. Fazer um cronograma permite que você realize as tarefas com calma e evite atrasos;

Elabore um planejamento financeiro
Coloque em uma planilha todo o dinheiro que você está recebendo. Fazer isso proporciona um maior controle das suas receitas e assegura o uso consciente do seu dinheiro — e quem sabe até começar uma poupança.

Divulgue seus serviços
As redes sociais são importantes plataformas para estabelecer vínculos e divulgar suas atividades. Poste textos criativos e convidativos em seu perfil e busque entrar em grupos específicos do serviço que você está oferecendo.

Identificou-se com alguma das dicas? Não perca tempo para começar a ganhar dinheiro extra. Verifique quanto de tempo livre você tem e suas habilidades para, a partir daí, estabelecer metas objetivas. Planeje suas atividades com cautela desde o início do processo para evitar atropelos no futuro e não prejudicar o seu andamento na faculdade.

Endereço

Rua FRANCISCO GADELHA, 11 A/GOIANINHA/RN, COHAB
Goianinha, RN
59173-000

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