23/09/2017
A gestão AnimaLEA, do Centro Acadêmico Barão do Rio Branco repudia qualquer tipo de violência policial e abuso de poder. No dia 08/09/2017, uma aluna do nosso curso, Bianca Meira, sofreu um caso de violência policial, abuso, humilhação e machismo, tendo os seus direitos completamente negados. A violência policial no Brasil é um assunto grave, sendo destacada em relatório da Human Rights Watch como um dos principais desafios para o avanço dos direitos humanos no país. No relato de Bianca, publicado em seu perfil do facebook, ela diz: "[...] Daí pra frente foi uma sucessão de agressões e abusos por parte da polícia. Quando eles entraram no meu quarto eu ainda estava no banheiro do quarto, completamente nua. Meu colega calmamente pediu que os policiais saíssem do quarto para que eu pudesse me vestir com o mínimo de dignidade, porém ele foi arrancado do quarto debaixo de porrada. Eu me enrolei numa toalha e fui perguntar o que estava acontecendo ao sub tenente Agnaldo Nascimento dos Santos, que era quem estava comandando a operação porém ao invés de me responder ele me agarrou pelo pescoço e me deu tapas muito pesados no rosto, me chamou de vagabunda entre outras ofensas. [...]". Nossa juventude sofre todos os dias com uma Polícia Militar desumana, violenta, brutal, ra***ta, machista, LGBTfóbica.
Nos solidarizamos, damos nossa força e estamos a disposição para apoiar no que for preciso.
http://politica.estadao.com.br/blogs/roldao-arruda/violencia-policial-no-brasil-e-destacada-em-relatorio-internacional/
https://www.nexojornal.com.br/entrevista/2017/07/02/%E2%80%98Existe-uma-demanda-social-pela-viol%C3%AAncia-policial%E2%80%99-diz-pesquisadora
Para a organização Human Rights Watch a violência da polícia brasileira ainda é um dos principais desafios para o