NEEPA - Núcleo de Estudos, Experiências e Pesquisas em Agroecologia

NEEPA - Núcleo de Estudos, Experiências e Pesquisas em Agroecologia Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de NEEPA - Núcleo de Estudos, Experiências e Pesquisas em Agroecologia, Ensino superior, Itapipoca.

Convidamos todas e todos para as defesas das dissertações de nossas integrantes do NEEPA/Programa Residência Agrária, so...
20/08/2018

Convidamos todas e todos para as defesas das dissertações de nossas integrantes do NEEPA/Programa Residência Agrária, sob orientação da Professora Drª Gema Galgani Esmeraldo:

Beatriz Fernandes, com o tema "Arpilleras e Feminismo: Ressignificações das mulheres atingidas por barragens no Semiárido Nordestino" - 22 de agosto, às 15hs, na sala de videoconferência do Centro de Ciências Agrárias - Campus do Pici - Universidade Federal do Ceará

Saskia Melo, com o tema Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) para mulheres: "Agroecologia e Feminismo no Território Sertões de Canindé - CE" - 24 de agosto às 14:30hs, na sala 05 do Departamento de Geografia, Campus do Pici - Universidade Federal do Ceará.

27/05/2018

DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL PARA EÓLICA E SOLAR


Compartilhem!!!

CONVITE O NEEPA/PRA/UFC e Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) convidam a todas/os a participar no dia 18 de maio...
16/05/2018

CONVITE

O NEEPA/PRA/UFC e Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) convidam a todas/os a participar no dia 18 de maio, das 14 às 18 horas, no auditório da ADUFC (Av. da Universidade, 2346), do Seminário América Latina, conflitos ambientais e impactos na vida das mulheres. O seminário iniciará com uma Mesa de Debate que contará com a presença de Cristiane Faustino (Instituto Terramar e Rede Brasileira de Justiça Ambiental), Peter Rosset (Via Campesina) e Tatiane Paulino (Coordenação Nacional MAB).

Em seguida, às 16 horas, será exibido o filme documentário “Arpilleras: atingidas por barragens bordando a resistência”. O filme vencedor do prêmio de melhor documentário pelo público no 44º Festival Sesc Melhores Filmes, conta a história de dez mulheres atingidas das cinco regiões brasileiras.

Obs: Para as/os participantes do Seminário será disponibilizado certificado. A inscrição pode ser realizada previamente através do link http://goo.gl/YxFMaq

O Seminário América Latina, conflitos ambientais e impactos na vida das mulheres aberto ao público é parte do Projeto “Mulheres Atingidas por Barragens construindo o conhecimento agroecológico em áreas rurais do semiárido nordestino”, coordenado pela profa. Dra Gema Galgani Silveira Leite Esmeraldo em parceria com o Movimento dos Atingidos por Barragens, promovendo formações em Feminismo, Agroecologia e Convivência com Semiárido para mulheres de diversos territórios do Ceará, Pernambuco e Bahia, as quais enfrentam conflitos e injustiças ambientais gerados pelos impactos de barragens/grandes empreendimentos.



O NEEPA diz   do Licenciamento Ambiental para Parques Eólicos e SolaresAUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE FLEXIBILIZAÇÃO DO LICENCI...
10/05/2018

O NEEPA diz do Licenciamento Ambiental para Parques Eólicos e Solares

AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE FLEXIBILIZAÇÃO DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL PARA PARQUES EÓLICOS E SOLARES.
Quando? Amanhã, quinta-feira (10/05), às 14 h no Auditório da SEMACE

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https://www.facebook.com/NaoAFlexibilizacao/
Estamos vivenciando no Ceará mais uma ameaça e violação de direitos dos territórios e populações tradicionais, quilombolas, indígenas, camponeses. Tramita no Conselho Estadual de Meio Ambiente do Ceará (COEMA-CE) uma minuta que objetiva flexibilizar o licenciamento ambiental de parques eólicos e solares! É flexibilizar o que já ruim!!! Com o discurso de energia "limpa" o Estado tem investido e avançado nesse negócio (mercantilização do vento e do sol) e assim tem-se o avanço das fronteiras produtivas do capital!!! Então, como a flexibilização do Licenciamento Ambiental é escancará as portas do Ceará para acumulação e expansão do capital a níveis sem precedentes, passando por cima das comunidades, de seus modos de vida, destruindo os ecossistemas etc.
Diante disso, organizações, movimentos sociais, universidades e outros coletivos e articulações reagiram a essa ameaça e solicitaram uma Audiência Pública. Assim, acontecerá amanhã, dia 10 de maio às 14 horas no auditório da Semace uma audiência pública para discussão sobre essa pauta. Já é péssimo o processo de licenciamento com a exigência de Estudo de Impactos Ambientais e o Relatório de Impactos Ambientais (EIA/RIMA). As comunidades tem sofrido com os diversos impactos socioambientais e a violação de direitos. Com a simplificação do Licenciamento será agravada a situação dos povos da Zona Costeira, da Serra e Sertão do Ceará, dos ecossistemas, modos de vidas... Não vamos permitir a flexibilização do Licenciamento Ambiental no Ceará!!!
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Curtam e Compartilhem ao máximo! O mundo precisa saber que o estado do Ceará está tentando escancará ainda mais o Processo de Licenciamento Ambiental (Articulação Cearense de Enfrentamento aos Impactos gerados pela Implantação dos Parques Eólicos)

10 de Maio de 2018- Auditório Régia Nântua, sede da SEMACE
A partir das 14hrs
Fortaleza-CE

06/02/2018

Sem feminismo não há agroecologia!

Chegou ao fim a primeira jornada do Projeto “Sistematização de experiências, construção, socialização de conhecimentos e práticas relacionados à Agroecologia...

O Encontro é uma grande oportunidade para trabalhadores e trabalhadoras do campo, de diversos municípios cearenses, conh...
30/11/2017

O Encontro é uma grande oportunidade para trabalhadores e trabalhadoras do campo, de diversos municípios cearenses, conhecerem de perto novas experiências voltadas para as atividades agroecológicas. Histórias de luta e resistência também são compartilhadas, bem como a venda de produtos originários da agricultura familiar. Mas o ETA não se resume apenas a essas atividades. Debates sobre demarcação de terras indígenas e quilombolas, democracia e, claro, o momento político que estamos vivendo atualmente também são temas tratados entre as/os participantes.

O projeto “Mulheres atingidas por barragens construindo o conhecimento agroecológico em áreas rurais do semiárido nordes...
23/11/2017

O projeto “Mulheres atingidas por barragens construindo o conhecimento agroecológico em áreas rurais do semiárido nordestino” surgiu a partir de uma demanda do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) em parceria com a Universidade Federal do Ceará (UFC), através do NEEPA/Programa Residência Agrária.

"A coordenadora do projeto, professora Gema Esmeraldo, afirma que o Programa Residência Agrária, ao realizar esse e outros projetos, procura construir relações democráticas com a sociedade civil organizada para garantir o cumprimento da função social da universidade."

As atividades do projeto “Mulheres atingidas por barragens: construindo o conhecimento agroecológico em áreas rurais do Semiárido Nordestino” começaram no final de 2016 e fazem parte do Programa Re…

08/08/2017

Parabéns às Mulheres do MMTR-NE e a Hélo Ïse pela premiação do "Mulheres Rurais em Movimento" no Fazendo Gênero 11, 2017




Mulheres em movimento.
13/07/2017

Mulheres em movimento.

VAMOS MARCAR PRESENÇA MULHERADA ..💪❤👏👏

Este vídeo foi uma ação do Núcleo de Estudos, Experiências e Pesquisas em Agroecologia - NEEPA vinculado ao Programa Res...
27/06/2017

Este vídeo foi uma ação do Núcleo de Estudos, Experiências e Pesquisas em Agroecologia - NEEPA vinculado ao Programa Residencia Agraria na Universidade Federal do Ceará. Traz depoimentos de agricultoras e agricultores, de profissionais de ATER (Assistência Técnica e Extensão Rural), de estudantes que se fizeram sujeitos e protagonistas de um processo de formação que relacionou e iluminou reflexões sobre as coexistências entre agroecologia, feminismos e soberania alimentar.

Este vídeo foi uma ação do Núcleo de Estudos, Experiências e Pesquisas em Agroecologia - NEEPA vinculado ao Programa Residencia Agraria na Universidade Feder...

Dia de Mobilização em defesa dos Povos e territórios tradicionais costeiros27 de junho a partir das 9 horas - Assembleia...
23/06/2017

Dia de Mobilização em defesa dos Povos e territórios tradicionais costeiros
27 de junho a partir das 9 horas - Assembleia Legislativa do Ceará

"A próxima terça-feira (27/6) será um mar-resistência. Enquanto o Congresso Nacional negocia os direitos das comunidades tradicionais e aprova uma medida provisória que desmonta as políticas de regularização fundiária, os povos da Zona Costeira do Ceará demarcam que assim não será; não sem luta, não sem resistência. O debate toma fôlego no Dia de Mobilização em Defesa dos Povos e Territórios Tradicionais Costeiros. A atividade acontece a partir das 9 horas na Assembleia Legislativa do Ceará e é organizada por representantes de comunidades tradicionais e da sociedade civil, o Instituto Terramar e o mandato É Tempo de Resistência do deputado estadual Renato Roseno (PSOL).
A manhã do Dia de Mobilização dá espaço ao Seminário em Defesa dos Territórios Tradicionais Costeiros. A proposta é refletir sobre os direitos das populações tradicionais e compartilhar histórias de resistência. Na ocasião, também acontece o lançamento da Campanha contra a Comercialização de Terras na Zona Costeira do Ceará, uma iniciativa articulada pela sociedade civil há cerca de um ano e que agora vem a público aprofundar seus debates. Após o almoço, é a vez dos conflitos fundiários na Zona Costeira serem o foco da discussão em audiência pública sobre o tema. Para este momento, representações do poder público também são convidadas a tomar parte da mesa.
Sobre povos e territórios tradicionais costeiros
São populações de origem negra, indígena e sertaneja que ocupam secularmente os territórios costeiros, onde desenvolvem suas existências e modos de vida. As principais atividades produtivas são a pesca artesanal e a agricultura camponesa, mas também fazem parte dessa vivência uma diversidade de manifestações culturais e produções artesanais, como a dança do coco, a renda de bilro, o labirinto e a culinária. Além disso, a presença dessas populações é central para a produção de alimentos e a conservação dos ecossistemas e da biodiversidade marinho-costeiras.
Os povos da Zona Costeira, contudo, vivenciam múltiplas situações de conflitos ambientais e fundiários relacionados com a especulação imobiliária, a grilagem de terras e o uso predatório dos ecossistemas por agentes externos, sendo estes especialmente setores privados, políticos e poderes públicos. Os principais exemplos disso são os grandes empreendimentos de resorts, parques eólicos, carcinicultura, indústria portuária e petróleo.
O sistema de justiça, por sua vez, não tem garantido os direitos das comunidades em litígio. Algumas comunidades podem acessar certas políticas, como assentamentos de reforma agrária, unidades de conservação, indigenistas e quilombolas. São, porém, políticas cada vez mais sucateadas e com pouca envergadura para se impor frente aos poderes econômicos e políticos predominantes. No centro das discussões, estarão os desafios para garantir os direitos coletivos dessas comunidades, como a justa regularização fundiária." (Instituto Terramar)



CONVITE O NEEPA/PRA/UFC e Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) convidam a todos/as a participar no dia 09 de junh...
06/06/2017

CONVITE
O NEEPA/PRA/UFC e Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) convidam a todos/as a participar no dia 09 de junho, de 9 às 12 horas, no auditório da Zootecnia (bloco 809) – Campus do Pici, da Mesa de Debate "Feminismo e Agroecologia: experiências, desafios e lutas das mulheres atingidas por barragens" que terá a presença da profa. Celecina Sales (NEGIF/UFC), Michela Calaça (MMC) e Marina Calisto (MAB)
Obs: Para os/as ouvintes da Mesa de Debate será disponibilizado certificado. A inscrição será realizada no local.

A Mesa de Debate aberta ao público em geral é parte da Formação em Feminismo e Agroecologia que acontecerá nos dias 09, 10, 11 e 12 de junho de 2017, o Núcleo de Estudos, Experiências e Pesquisas em Agroecologia (NEEPA) do Programa Residência Agrária (PRA) - UFC e o Movimento dos/as Atingidos/as por Barragens (MAB) para mulheres de diversos territórios do Ceará, Pernambuco e Bahia, que enfrentam conflitos e injustiças ambientais gerados pelos impactos de barragens/projetos.

No dia 09 de junho à tarde, a programação seguirá em programação fechada até o dia 12 de junho com mulheres atingidas por barragens para: compartilhar saberes e experiências em agroecologia e feminismo; realizar reflexões sobre o modelo energético e a conjuntura no Brasil; desenvolver, por meio de metodologia participativa de perspectiva descolonial - “Arpilleras”, bordados sobre as histórias de vidas das mulheres atingidas por barragens e elaborar estratégias coletivas para o fortalecimento do feminismo e a agroecologia e das lutas contra os impactos e injustiças ambientais gerados pelos grandes empreendimentos energéticos.

O Curso é uma ação do Projeto “Mulheres Atingidas por Barragens construindo o conhecimento agroecológico em áreas rurais do semiárido nordestino”, coordenado pela profa. Dra Gema Galgani Silveira Leite Esmeraldo em parceria com o Movimento dos Atingidos por Barragens. Constitui-se em um termo de cooperação firmado em 2015 entre o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA)/Diretoria de Políticas para Mulheres e Quilombolas (DPMRQ)* e a Universidade Federal do Ceará (UFC).
(*Com a extinção desse Ministério e a Diretoria, o projeto passou a ser vinculado à Secretaria Especial de Agricultura Familiar do Desenvolvimento Agrário vinculada a Casa Civil do Governo Federal;)

O projeto visa apoiar e fortalecer, a partir de processos de formação e pesquisa, a organização produtiva e de formação no âmbito do tema das mulheres e a agroecologia, envolvendo mulheres da região dos estados do Ceará e Bahia, com enfoque para mulheres atingidas por barragens que sofreram e sofrem impactos diretos com as obras de barragens e projetos energéticos.

Para realização das ações deste projeto, conta-se com a participação de professoras, pesquisadoras e estudantes que integram o NEEPA/PRA/UFC do Centro de Ciências Agrária (CCA), de professoras do Núcleo de Estudos em Gênero, Idade e Família (NEGIF) e de estudantes do Laboratório de Estudos Agrários e Territoriais (LEAT) do Departamento de Geografia da UFC.

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