CEDIMA - Centro de Diagnóstico Microbilógico Animal

CEDIMA - Centro de Diagnóstico Microbilógico Animal O CEDIMA é o Centro de Diagnóstico Microbiológico Animal e é um dos laboratórios do Centro Agrovererinário da UDESC.

O CEDIMA desenvolve atividades de ensino, pesquisa e extensão nas áreas de bacteriologia e virologia (http://www.cav.udesc.br/main_2.php?conexao=15cf7fefdf04e33f5ef301c3d0f8b440&zona=21) Nasceu da união dos laboratórios de Doenças Infecto-Congtagiosas e Imunologia e Microbiologia e hoje funcionam em suas instalações os laboratórios de Imunologia, Bacteriologia e Virologia.

14/08/2023

Lages/SC de 28 a 30 de Novembro de 2023 CAV/UDESC - Auditório Caverna - Prédio da Agronomia

Estamos com vagas abertas para mestrado e doutorado! Venha fazer parte da nossa equipe!
09/06/2022

Estamos com vagas abertas para mestrado e doutorado! Venha fazer parte da nossa equipe!

25/05/2022

- Atualizado no dia 23 de maio de 2022 - O vírus da varíola de macaco (monkeypox) é um Orthopoxvirus , um gênero que inclui os vírus da varí...

Diagnóstico de brucelose
27/04/2022

Diagnóstico de brucelose

No dia 25/04/22 iniciamos o 30° treinamento de médicos veterinários para o diagnóstico de tuberculose e brucelose bovina...
27/04/2022

No dia 25/04/22 iniciamos o 30° treinamento de médicos veterinários para o diagnóstico de tuberculose e brucelose bovina, junto ao PNCEBT do MAPA.

23/02/2021

❗O Laboratório de Bacteriologia do CEDIMA - UDESC retornou com suas atividades, seguindo todos os protocolos de cuidados em relação ao Covid 19😷

▶️Horário de funcionamento: Segunda-feira das 13h30-17h30
Terça a sexta-feira das 08h00- 14h00

10/02/2021


• • • • • •
O ciclo de vida dos vírus em células vivas pode ser explicado em 6 estágios.

O primeiro deles é o processo de ligação do vírus a moléculas específicas na superfície celular. Essa especificidade restringe o vírus a uma variedade limitada de células.

Em seguida os vírus penetram a célula hospedeira por endocitose ou por fusão com a célula.

Após os vírus entrar na célula, ocorre o desencapsulamento, no qual o capsídeo viral é removido e destruído por enzimas virais ou enzimas do hospedeiro, consequentemente expondo o ácido nucleico viral.

Assim que termina o desencapsulamento, o vírus utiliza o maquinário celular para produzir proteínas virais.

Fazendo com que posteriormente as proteínas virais recém sintetizadas e os ácidos nucléicos combinem-se para formar novas partículas virais.

E a ultima etapa ocorre quando os novos vírus escapam ou são liberados pela célula. A maioria dos vírus realizam isto fazendo as células estourarem. Outros vírus tais como HIV são liberados mais gentilmente por um processo chamado de brotamento.

Video: Ⓒ

Mais uma vez a comprovação científica mostra a ineficiência do medicamento. Trata-se de ciência, não é corrente recebida...
27/11/2020

Mais uma vez a comprovação científica mostra a ineficiência do medicamento. Trata-se de ciência, não é corrente recebida pelo whatsapp.
Não sabe o que é um fato comprovado cientificamente? Procure e converse com alguém que saiba. Ciência não é feita de achismos.

Em um estudo randomizado publicado hoje no periódico The New England Journal of Medicine (1), pesquisadores investigaram a eficácia da hidroxicloroquina como um profilático pós-exposição contra a infecção pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2). Para isso, foram recrutados 2314 voluntários saudáveis na Catalunha, Espanha, que tiveram contato (potencialmente expostos ao SARS-CoV-2) com 627 pacientes com COVID-19 (confirmada com teste de RT-PCR) identificados entre 17 de março e 28 de abril de 2020.

Os voluntários foram divididos aleatoriamente em dois grupos: 1116 receberam hidroxicloroquina (uma dose de 800 mg seguida por 400 mg/dia por seis dias) e 1198 receberam tratamento padrão (nenhuma terapia específica; controle).

Os resultados mostraram que a incidência de COVID-19 sintomática foi similar em ambos os grupos, com a diferença não sendo considerada estatisticamente significativa: 5,7% (hidroxicloroquina) e 6,2% (controle). Além disso, a administração de hidroxicloroquina não estava associada com uma menor incidência de transmissão do SARS-CoV-2: 18,7% (hidroxicloroquina) e 17,8% (controle). Ou seja, a terapia pós-exposição com hidroxicloroquina não preveniu a infecção efetiva pelo SARS-CoV-2 ou o desenvolvimento de COVID-19 sintomática em indivíduos saudáveis expostos a pacientes com COVID-19.

A incidência de eventos adversos foi maior no grupo da hidroxicloroquina (56,1%) do que no grupo de controle (5,9%) - maioria sendo diarreia, náusea, dor abdominal, tontura e dor de cabeça -, mas sem sérios eventos adversos reportados.

Segundo concluíram os pesquisadores, o estudo traz mais uma forte evidência corroborando que a hidroxicloroquina é ineficaz contra a COVID-19, tanto no tratamento quanto na profilaxia. O Ministério da Saúde no Brasil não pode continuar abraçando anti-ciência dessa maneira, deteriorando sua credibilidade em nome de uma bandeira política negacionista do presidente.

Aliás, um estudo publicado também esta semana no periódico Cell Reports Medicine (2) encontrou - a partir de experimentos in vitro - que a hidroxicloroquina inibe a ação de um tipo de leucócito (célula branca) importante na primeira linha de defesa contra infecções. Em específico, a hidroxicloroquina inibe mudanças no lipidoma e modificações de histonas em monócitos, bloqueando a resposta da imunidade treinada inata a interferons e estímulos virais. Baseado nos achados do estudo, os pesquisadores concluíram que esse fármaco é improvável de ser benéfico no combate a infecções virais, incluindo do SARS-CoV-2, o que corrobora os estudos clínicos randomizados de grande porte sendo publicados.

-> E para o pessoal usando hidroxicloroquina com azitromicina, esta combinação também é ineficaz e está associada com um aumento no risco de morte de pacientes com COVID-19. Para mais informações, acesse: https://bit.ly/3fHVTVW

(1-2) Publicação dos estudos: Links dos papers nos comentários.

19/11/2020

⚠️ Santa Catarina volta a registrar focos de mormo ⚠️

Após quase 3 anos sem focos de mormo em SC (o último foco registrado foi em dezembro de 2017) Santa Catarina volta a registrar focos de mormo. 🐴

De acordo com a Cidasc, 3 casos estão em andamento nos municípios de Joinville, Tijucas e Rio dos Cedros.

👉 Para saber mais, acesse o site da Cidasc: http://www.cidasc.sc.gov.br/ ou através do link: https://bit.ly/393pbNv

📸 Foto: Eleanora Schmitt Machado (Imagem ilustrativa de um treinamento)


Governo do Estado de Santa Catarina
Secretaria da Agricultura, da Pesca e Des. Rural de Santa Catarina

USE MÁSCARA, proteja você e seu semelhante.
18/11/2020

USE MÁSCARA, proteja você e seu semelhante.

Mais um estudo, dessa vez publicado no periódico International Journal of Environmental Research and Public Health ( 1 ), trouxe evidência ...

Endereço

Avenida Luis De Camões 2090
Lages, SC
88000

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando CEDIMA - Centro de Diagnóstico Microbilógico Animal posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Universidade

Envie uma mensagem para CEDIMA - Centro de Diagnóstico Microbilógico Animal:

Compartilhar

Categoria