05/05/2020
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Numa pesquisa desenvolvida por especialistas da área, foram observadas novas evidências que corroboram com a teoria da relatividade geral de Einstein (para entender mais sobre essa teoria acesse o primeiro link disponibilizado) e do teorema “sem pelos” de Stephen Hawking no qual afirma essencialmente que a superfície de um buraco negro ou “horizonte de eventos” ao longo do seu eixo de rotação é simétrica, ou seja não existem pretuberâncias e inchaços.
Esses dados foram coletados pelo telescópio Spitzer (lançado ao espaço em 2003), onde observaram um fenômeno proveniente de uma galáxia formada por dois buracos negros supermassivos (OJ 287).
Nessa “dança” entre os buracos negros, há uma grande liberação de energia equivalente a explosão de um trilhão de sóis acendendo ao mesmo tempo, tal evento acontece duas vezes a cada 12 anos, porém esse fenômeno as vezes é irregular e seu intervalo de acontecimento pode levar 1 ano, o que levou cientistas a desenvolverem um modelo complexo que explicaria essa diferença de intervalo do evento, como uma mudança na órbita de um dos buracos negros.
No modelo desenvolvido, os cálculos que previam um futuro acontecimento do mesmo fenômeno levaram em conta o teorema citado acima e a teoria da relatividade geral, e conseguiram detectar com uma margem de erro de 2,5 horas o pico de energia proveniente da OJ 287. As detecções ocorrerram em 2017 e 2018, além disso esperam futuramente fotografar a OJ 287 com o Telescópio Event Horizon (EHT) o mesmo que produziu a primeira imagem de um buraco negro tirada pela humanidade
Para saber mais sobre essa pesquisa, acesse os links:
https://youtu.be/fwzzgJOLZkM
https://www.bbc.com/portuguese/geral-52511672
https://www.jpl.nasa.gov/news/press_kits/spitzer/
https://www.youtube.com/watch?v=HBE8qBtQMuA